O jogo online Farmville e a rede social FourSquare foram incluídos pela revista Time na lista das 50 piores invenções de todos os tempos, ao lado dos anúncios pop-up e do spam. A lista foi divulgada nesta sexta-feira (28/5) no site da revista.
A Microsoft também está presente na lista, por meio do ícone animado Clippy e da interface 'amigável' Microsoft Bob, feita para o Windows 95. A Sony colaborou com o formato de vídeo Betamax e sua proteção contra cópias de CD. Outros itens tecnológicos incluem o patinete elétrico Segway e o videogame Nintendo Virtual Boy.
Para a revista, Farmville não é nem mesmo um jogo e sim "uma série de tarefas sem sentido, que exigem intermináveis cliques de mouse". Já o FourSquare é "apenas outra ferramenta ajustada a uma geração de narcisismo, onde você pode ganhar distintivos por frequentar a cafeteria da esquina mais do que qualquer outra pessoa".
A revista alerta que a lista, que reúne "algumas das ideias mais brilhantes do mundo que simplesmente não deram certo", não segue uma ordem específica. Apesar disso, Farmville aparece na nona posição e FourSquare, na 24.ª.
Fonte: UOL
1 de jun. de 2010
28 de mai. de 2010
Sua imagem nas mídias sociais é coisa séria!
No final do ano passado levantei essa bola para um grupo de amigos da AIESEC em Juiz de Fora. A realidade que encontrei por lá foi que, por mais que todos usassem as mídias sociais em casa como lazer e na empresa como negócio, ninguém tinha parado pra pensar que separar o seu lado pessoal do profissional é uma missão impossível. É a mesma coisa que existir duas pessoas de você. Uma só trabalha. A outra só se diverte e apronta. Isso não existe!
Ao questionar o grupo sobre quem usava o Orkut apenas de forma pessoal, colocando lá conteúdo que você não gostaria que seu cliente, chefe ou companheiros de trabalho vissem, a grande maioria respondeu de forma positiva, dizendo que teria alguma foto que teria vergonha que seu cliente visse ou estava presente em alguma comunidade que odeia trabalhar ou mesmo o simples estudar. Muitos também disseram que usavam o Linkedin como rede profissional, o Orkut como rede pessoal, o Twitter para saber o que os famosos estavam fazendo e pronto. Essa é a realidade de vários colegas meus de faculdade e acredito que de muitos outros que ainda não enxergaram que mídia social é uma coisa a ser levada a sério e determinar territórios é burrice, pois todo mundo estará te vendo onde é que você esteja. Seu chefe estará te vendo no Orkut, seu cliente estará te seguindo no Twitter, seus amigos estarão te vendo no Linkedin e todos estarão de olho em você no Facebook. Isso é fato!
As empresas aprenderam a usar as mídias sociais. Agora elas não só analisam apenas o currículo de seus candidatos a uma vaga de emprego, ou uma parceria ou mesmo a fazer negócios juntos. Elas querem saber quem é você de verdade, o que as pessoas falam de vocês e para isso as empresas vasculham sobre você na internet. Você vai preferir não existir? O que você quer que as empresas vejam de você?
E agora, o que fazer?
Antes de mais nada você precisa estar ciente de tudo que acabei de falar, que todos estarão de olho em você onde é que você esteja, por mais que você não queira. Use seu Orkut ou Facebook como rede social pessoal, para compartilhar informações com os amigos, mas sempre com a pergunta na cabeça “Eu gostaria que meu cliente visse tal coisa que estou publicando aqui?”. Use o Linkedin como rede profissional, mas sem exageros, pois sempre tem aquele amigo que te conhece melhor que ninguém que estará por lá para ver se você não está aumentando mais do que deve seus dados profissionais ou algo do tipo.
O Twitter, apesar de ser a mídia social mais simples de todas, é talvez a mais poderosa. Lembre-se disso toda vez que for soltar um tweet. Use-o como fonte de informação, para compartilhar conteúdo relevante e deixe a futilidade de lado. Você não é uma pessoa fútil!
Pense sempre no todo, não só nas mídias sociais que acabei de citar, mas também em qualquer outra rede que você, por ventura, esteja.
Aí você vira e me diz que é muito difícil e que prefere não estar nas mídias sociais. Simples, não? É como se você estivesse dizendo que não quer existir. Você deixa de viver por ser difícil estar em uma sociedade? Não! Estar nas mídias sociais é tão simples quanto estar inserido em uma sociedade. A dica é: use o bom senso! Com isso você já tem meio caminha andado para o sucesso pessoal e profissional.
Fonte: GutoModesto
Ao questionar o grupo sobre quem usava o Orkut apenas de forma pessoal, colocando lá conteúdo que você não gostaria que seu cliente, chefe ou companheiros de trabalho vissem, a grande maioria respondeu de forma positiva, dizendo que teria alguma foto que teria vergonha que seu cliente visse ou estava presente em alguma comunidade que odeia trabalhar ou mesmo o simples estudar. Muitos também disseram que usavam o Linkedin como rede profissional, o Orkut como rede pessoal, o Twitter para saber o que os famosos estavam fazendo e pronto. Essa é a realidade de vários colegas meus de faculdade e acredito que de muitos outros que ainda não enxergaram que mídia social é uma coisa a ser levada a sério e determinar territórios é burrice, pois todo mundo estará te vendo onde é que você esteja. Seu chefe estará te vendo no Orkut, seu cliente estará te seguindo no Twitter, seus amigos estarão te vendo no Linkedin e todos estarão de olho em você no Facebook. Isso é fato!
As empresas aprenderam a usar as mídias sociais. Agora elas não só analisam apenas o currículo de seus candidatos a uma vaga de emprego, ou uma parceria ou mesmo a fazer negócios juntos. Elas querem saber quem é você de verdade, o que as pessoas falam de vocês e para isso as empresas vasculham sobre você na internet. Você vai preferir não existir? O que você quer que as empresas vejam de você?
E agora, o que fazer?
Antes de mais nada você precisa estar ciente de tudo que acabei de falar, que todos estarão de olho em você onde é que você esteja, por mais que você não queira. Use seu Orkut ou Facebook como rede social pessoal, para compartilhar informações com os amigos, mas sempre com a pergunta na cabeça “Eu gostaria que meu cliente visse tal coisa que estou publicando aqui?”. Use o Linkedin como rede profissional, mas sem exageros, pois sempre tem aquele amigo que te conhece melhor que ninguém que estará por lá para ver se você não está aumentando mais do que deve seus dados profissionais ou algo do tipo.
O Twitter, apesar de ser a mídia social mais simples de todas, é talvez a mais poderosa. Lembre-se disso toda vez que for soltar um tweet. Use-o como fonte de informação, para compartilhar conteúdo relevante e deixe a futilidade de lado. Você não é uma pessoa fútil!
Pense sempre no todo, não só nas mídias sociais que acabei de citar, mas também em qualquer outra rede que você, por ventura, esteja.
Aí você vira e me diz que é muito difícil e que prefere não estar nas mídias sociais. Simples, não? É como se você estivesse dizendo que não quer existir. Você deixa de viver por ser difícil estar em uma sociedade? Não! Estar nas mídias sociais é tão simples quanto estar inserido em uma sociedade. A dica é: use o bom senso! Com isso você já tem meio caminha andado para o sucesso pessoal e profissional.
Fonte: GutoModesto
26 de mai. de 2010
Visão da Internet
Nos próximos anos o uso da Internet como arma para conseguir clientes será uma atividade normal, muitas empresas utilizarão este sistema de forma indevida e o tiro com certeza sairá pela culatra, não entre nesta estatistica, aprenda sobre as ferramentas tecnológicas e saia na frente nesta corrida, garanta de 20% a 30% de crescimento anual pela internet e de quebra coordene toda a sua empresa pela rede. O comércio eletrônico não se resume a um site com a “foto do seu produto bem grande”.
Twitter espera centenas de anunciantes em sistema de publicidade
O Twitter planeja ter centenas de anunciantes participando de seu novo sistema de publicidade no quarto trimestre, com a aceleração de planos para se tornar um negócio lucrativo e autônomo em termos de receita.
O vice-presidente de operações Dick Costolo informou que o sistema de publicidade recém-lançado pela companhia seria uma base essencial nos planos do Twitter para transformar seu popular serviço em uma operação lucrativa e capaz de sustentar a generosa avaliação de mercado da empresa.
"Fomos avaliados em mais de US$ 1 bilhão, em setembro, e por isso vamos viver em um mundo no qual precisaremos gerar centenas de milhões de dólares em receita", disse Costolo à Reuters. "Estamos pensando sobre números muito, muito altos."
Costolo disse acreditar que a empresa sairá do vermelho no futuro. Mas não quis revelar o cronograma para chegar ao lucro, que a empresa no momento espera gerar por meio de seu sistema de publicidade e de um sistema de contas comerciais que deve ser lançado em julho ou agosto.
"Não estamos de forma alguma calculando que precisamos estar acima dos US$ 100 milhões em tal data e acima dos US$10 bilhões em tal outra data", afirmou.
A empresa está no momento acrescentando cerca de 12 novos anunciantes ao programa "Promoted Tweets", lançado com a participação de cinco anunciantes no mês passado, disse Costolo. Até o quarto trimestre, ele antecipa que haja centenas de anunciantes participando.
"Nosso plano é expandir o programa de forma realmente agressiva no terceiro trimestre e atingir o mercado mais amplo no quarto trimestre", disse Costolo. O site afirma ter cerca de 100 milhões de usuários do serviço de microblog.
O serviço vem cada vez mais desafiando os gigantes estabelecidos da Web, como Yahoo e Google, na disputa pelo tempo online dos usuários. Em janeiro, o Google lançou um serviço de mensagens sociais chamado Google Buzz que assemelha-se a muitos dos recursos do Twitter.
Fonte: Jornal do E-Commerce
O vice-presidente de operações Dick Costolo informou que o sistema de publicidade recém-lançado pela companhia seria uma base essencial nos planos do Twitter para transformar seu popular serviço em uma operação lucrativa e capaz de sustentar a generosa avaliação de mercado da empresa.
"Fomos avaliados em mais de US$ 1 bilhão, em setembro, e por isso vamos viver em um mundo no qual precisaremos gerar centenas de milhões de dólares em receita", disse Costolo à Reuters. "Estamos pensando sobre números muito, muito altos."
Costolo disse acreditar que a empresa sairá do vermelho no futuro. Mas não quis revelar o cronograma para chegar ao lucro, que a empresa no momento espera gerar por meio de seu sistema de publicidade e de um sistema de contas comerciais que deve ser lançado em julho ou agosto.
"Não estamos de forma alguma calculando que precisamos estar acima dos US$ 100 milhões em tal data e acima dos US$10 bilhões em tal outra data", afirmou.
A empresa está no momento acrescentando cerca de 12 novos anunciantes ao programa "Promoted Tweets", lançado com a participação de cinco anunciantes no mês passado, disse Costolo. Até o quarto trimestre, ele antecipa que haja centenas de anunciantes participando.
"Nosso plano é expandir o programa de forma realmente agressiva no terceiro trimestre e atingir o mercado mais amplo no quarto trimestre", disse Costolo. O site afirma ter cerca de 100 milhões de usuários do serviço de microblog.
O serviço vem cada vez mais desafiando os gigantes estabelecidos da Web, como Yahoo e Google, na disputa pelo tempo online dos usuários. Em janeiro, o Google lançou um serviço de mensagens sociais chamado Google Buzz que assemelha-se a muitos dos recursos do Twitter.
Fonte: Jornal do E-Commerce
25 de mai. de 2010
Web é meio de propaganda para 60% das pequenas empresas
Cerca de 60% das pequenas e médias empresas latino-americanas que administram um site próprio se servem das possibilidades oferecidas pela internet para fazer propaganda de seu trabalho empresarial, segundo revelou um relatório encomendado pelo Google e apresentado neste sábado (22) em Bogotá.
Das 3.600 pequenas e médias empresas de países como Brasil, Argentina, Chile, Colômbia e México (que foram entrevistadas pela empresa de consultoria Pyramid Research para o Google), 86% contam com um site, o que permitiu identificar o grau de vinculação destas empresas com a internet.
As pequenas e médias empresas da região sem site, que correspondem a 14% das consultadas, confirmaram que utilizam alguma forma a publicidade on-line ou que têm a intenção de fazê-lo nos próximos meses.
Dentre os tipos de publicidade às quais pequenas e médias empresas recorrem estão os anúncios contextuais e em buscadores (como Google ou AdWords); os gráficos (como banners); e anúncios multimídia.
Por outro lado, o "Estudo de tendências de uso de internet nas pequenas e médias empresas da América Latina" ressaltou que apenas 18% dos sites de pequenas e médias empresas permite, atualmente, as transações on-line.
Os dados sobre publicidade e comércio eletrônico refletem, segundo este reporte, que aumentou o interesse das pequenas e médias empresas latino-americanas em incorporar as ferramentas de internet entre suas estratégias, mas que "muitas estão ainda começando".
"Observamos um tremendo potencial para a adoção de ferramentas on-line entre as pequenas e médias empresas da região", considerou o diretor de vendas on-line do Google América Latina, John Ploumitsakos. "Cerca de 31% da população da América Latina e do Caribe utiliza internet."
Para o executivo, "o consumidor está pedindo novas funcionalidades e maiores opções no comércio eletrônico, logo, os comerciantes tradicionais devem seguir a tendência traçada pelo usuário para não ficar fora do jogo".
As pequenas e médias empresas latino-americanas representam 95% do total de empresas da região e se levantaram como os motores e grandes geradores de emprego da economia regional, segundo reconheceu o presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Luis Alberto Moreno, o março passado.
O Brasil lidera com 29% a lista de países de maior adoção de comércio eletrônico em sites da internet, seguido pela Colômbia, onde 23% de pequenas e médias empresas implementaram ferramentas para desenvolver o comércio eletrônico.
Chile, México e Argentina os seguem com menores níveis de envolvimento.
O estudo da Pyramid Research mostrou que não só o nível de aproveitamento tecnológico poderia ser melhorado, mas também concluiu que, "em termos gerais, a sofisticação tecnológica na América Latina continua sendo baixa".
"As pequenas e médias empresas precisam otimizar seus sites na internet, habilitar funcionalidades que permitam uma maior interatividade, assim como utilizar as diferentes ferramentas disponíveis para fazer propaganda on-line", destacou Ploumitsakos.
Fonte: Folha.com
Das 3.600 pequenas e médias empresas de países como Brasil, Argentina, Chile, Colômbia e México (que foram entrevistadas pela empresa de consultoria Pyramid Research para o Google), 86% contam com um site, o que permitiu identificar o grau de vinculação destas empresas com a internet.
As pequenas e médias empresas da região sem site, que correspondem a 14% das consultadas, confirmaram que utilizam alguma forma a publicidade on-line ou que têm a intenção de fazê-lo nos próximos meses.
Dentre os tipos de publicidade às quais pequenas e médias empresas recorrem estão os anúncios contextuais e em buscadores (como Google ou AdWords); os gráficos (como banners); e anúncios multimídia.
Por outro lado, o "Estudo de tendências de uso de internet nas pequenas e médias empresas da América Latina" ressaltou que apenas 18% dos sites de pequenas e médias empresas permite, atualmente, as transações on-line.
Os dados sobre publicidade e comércio eletrônico refletem, segundo este reporte, que aumentou o interesse das pequenas e médias empresas latino-americanas em incorporar as ferramentas de internet entre suas estratégias, mas que "muitas estão ainda começando".
"Observamos um tremendo potencial para a adoção de ferramentas on-line entre as pequenas e médias empresas da região", considerou o diretor de vendas on-line do Google América Latina, John Ploumitsakos. "Cerca de 31% da população da América Latina e do Caribe utiliza internet."
Para o executivo, "o consumidor está pedindo novas funcionalidades e maiores opções no comércio eletrônico, logo, os comerciantes tradicionais devem seguir a tendência traçada pelo usuário para não ficar fora do jogo".
As pequenas e médias empresas latino-americanas representam 95% do total de empresas da região e se levantaram como os motores e grandes geradores de emprego da economia regional, segundo reconheceu o presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Luis Alberto Moreno, o março passado.
O Brasil lidera com 29% a lista de países de maior adoção de comércio eletrônico em sites da internet, seguido pela Colômbia, onde 23% de pequenas e médias empresas implementaram ferramentas para desenvolver o comércio eletrônico.
Chile, México e Argentina os seguem com menores níveis de envolvimento.
O estudo da Pyramid Research mostrou que não só o nível de aproveitamento tecnológico poderia ser melhorado, mas também concluiu que, "em termos gerais, a sofisticação tecnológica na América Latina continua sendo baixa".
"As pequenas e médias empresas precisam otimizar seus sites na internet, habilitar funcionalidades que permitam uma maior interatividade, assim como utilizar as diferentes ferramentas disponíveis para fazer propaganda on-line", destacou Ploumitsakos.
Fonte: Folha.com
24 de mai. de 2010
Classe C impulsiona Brasil a migrar para o digital
O Brasil possui a cultura mais digital do planeta e o maior percentual de pessoas conectadas à internet do mundo, incluindo a classe C, com uma média de 26,7 horas por mês de conexão, segundo dados da Comscore Media Matrix de setembro de 2009. Apesar disso, apenas 4,4% do budget de marketing das empresas são alocados hoje para as mídias digitais, um percentual muito inferior ao de países como a Inglaterra, onde 23% dos recursos destinam-se à área digital; a China, com 13,6%, ou ainda os Estados Unidos, onde esse percentual é de 11,3%.
Os dados constam da pesquisa New Digital Middle Class, que está sendo realizada pela Razorfish, maior agência de marketing digital do mundo (segundo o ranking da Advertising Age de 2009), que apresentou nesta semana alguns dados do estudo, em encontro no qual anunciou o início das suas operações no mercado brasileiro.
"Em quase todas as escalas, o brasileiro é o povo mais digital do planeta. Com programas como o novo Plano Nacional de Banda Larga do governo, o acesso se tornará ainda mais amplo e profundo”, afirmou Joseph Crump, vice-presidente sênior de estratégia e planejamento da Razorfish, ao ressaltar a importância da classe C para essa mudança de paradigma.
Um dado que comprova isso é que 33% da audiência da classe C hoje está na internet, em comparação a 44% da televisão, segundo dados do Grupo de Mídia de 2008. Em 2010, a Classe C deverá representar 45% do total do mercado de internet, destacando-se que 51% das compras online são de consumidores das classes C, D e E.
“É hora das empresas e marcas começarem a se libertar de sua dependência da televisão para se conectar aos seus consumidores", ressaltou Fernando Tassinari, gerente geral da subsidiária brasileira da Razorfish, ao citar que, em outros países, a alocação das verbas está migrando, e a agência quer contribuir para acelerar esse processo também no Brasil.
Segundo o estudo em elaboração pela Razorfish, diversos fatores têm reforçado a posição da televisão como a mídia mais forte no Brasil. Um deles é a forte cultura da telenovela, e o outro, a prática da Bonificação por Volume (BV) dada pelas emissoras de televisão às agências, que contribui para o direcionamento dos recursos para a mídia televisiva. Nos Estados Unidos, em contrapartida, menos de 10 milhões dos lares estão conectados hoje às redes abertas de televisão, em comparação a cerca de 50 milhões na década de 70.
No Brasil, a televisão detém cerca de 55% das verbas disponibilizadas para as várias mídias (impressas, internet, rádio e out of home), enquanto nos EUA essa participação está perto de 25% e na Inglaterra, próxima de 20%.
Fonte:AdNews
Os dados constam da pesquisa New Digital Middle Class, que está sendo realizada pela Razorfish, maior agência de marketing digital do mundo (segundo o ranking da Advertising Age de 2009), que apresentou nesta semana alguns dados do estudo, em encontro no qual anunciou o início das suas operações no mercado brasileiro.
"Em quase todas as escalas, o brasileiro é o povo mais digital do planeta. Com programas como o novo Plano Nacional de Banda Larga do governo, o acesso se tornará ainda mais amplo e profundo”, afirmou Joseph Crump, vice-presidente sênior de estratégia e planejamento da Razorfish, ao ressaltar a importância da classe C para essa mudança de paradigma.
Um dado que comprova isso é que 33% da audiência da classe C hoje está na internet, em comparação a 44% da televisão, segundo dados do Grupo de Mídia de 2008. Em 2010, a Classe C deverá representar 45% do total do mercado de internet, destacando-se que 51% das compras online são de consumidores das classes C, D e E.
“É hora das empresas e marcas começarem a se libertar de sua dependência da televisão para se conectar aos seus consumidores", ressaltou Fernando Tassinari, gerente geral da subsidiária brasileira da Razorfish, ao citar que, em outros países, a alocação das verbas está migrando, e a agência quer contribuir para acelerar esse processo também no Brasil.
Segundo o estudo em elaboração pela Razorfish, diversos fatores têm reforçado a posição da televisão como a mídia mais forte no Brasil. Um deles é a forte cultura da telenovela, e o outro, a prática da Bonificação por Volume (BV) dada pelas emissoras de televisão às agências, que contribui para o direcionamento dos recursos para a mídia televisiva. Nos Estados Unidos, em contrapartida, menos de 10 milhões dos lares estão conectados hoje às redes abertas de televisão, em comparação a cerca de 50 milhões na década de 70.
No Brasil, a televisão detém cerca de 55% das verbas disponibilizadas para as várias mídias (impressas, internet, rádio e out of home), enquanto nos EUA essa participação está perto de 25% e na Inglaterra, próxima de 20%.
Fonte:AdNews
Copa do Mundo
Para quem quer acompanhar todos os jogos da copa, acesse aí a planilha com a table da copa do mundo.
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