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8 de out. de 2011

Morre Steve Jobs


Essa semana o mundo perdeu o maior mestre da tecnologia pessoal do mundo.

Steve Jobs é o criador da Apple, empresa de tecnologia que a cada a ano que passa se supera nas vendas e soluções de TI pessoais.

No dia 05/10/2011 Steve perdeu a batalha para um câncer no pâncreas que já lutava a cinco anos.

Steve deixou para trás uma companhia ao qual se dedicou até o último momento da sua vida.

"A Apple perdeu um gênio criativo e visionário, e o mundo perdeu um ser-humano incrível. Aqueles que tiveram a sorte de trabalhar com Steve perderam um querido amigo e mentor. Steve deixou para trás uma companhia que só ele poderia ter construído e seu espírito será sempre a base da Apple" informa o comunicado publicado pela companhia.

Fica a lembrança de um Gênio.

Biografia (Uol Notícias)
Steve Jobs nasceu em São Francisco, no estado da Califórnia (EUA). Com apenas cinco anos mudou-se com seus pais adotivos para Palo Alto, cidade que posteriormente ficaria conhecida como um dos polos da tecnologia e comporia o chamado Vale do Silício. Em Palo Alto, Jobs conheceu seu amigo e futuro sócio Steve Wozniak. Juntos eles criariam, em 1975, o primeiro computador da companhia, o Apple I, produzido na garagem dos pais de Steve Jobs.

Foi com o segundo protótipo, o Apple II, de 1977, que sua empresa ganhou atenção mundial do mercado e de investidores. O Apple II foi o primeiro computador pessoal vendido em larga escala e a um preço acessível. Os computadores produzidos a partir de então pela Apple trariam grandes inovações ao mercado.

Em uma visita aos laboratórios da Xerox, segundo relatos descritos no livro “Fire in the Valley: The Making of The Personal Computer”, Jobs teria se encantado por duas novas tecnologias que revolucionariam para sempre a computação pessoal: o mouse e a interface gráfica para usuário. O Lisa, computador que sucedeu o Apple II em 1983, foi o primeiro a ser vendido com as duas ferramentas compradas da Xerox. O computador Lisa recebeu esse nome em homenagem à filha mais velha Jobs, cuja paternidade só reconheceria após uma briga judicial.

De fora

Em 1984, após grandes sucessos (como o Apple II) e também enormes fracassos de venda (caso do impopular Apple III e o Lisa), Jobs subiu ao palco para apresentar aquele que seria um dos maiores acertos da Apple em toda a história: o Macintosh. No ano seguinte, foi afastado da própria companhia pelo corpo diretor que ele mesmo ajudou a formar. O motivo de seu afastamento seriam maus tratos para com seus funcionários e comportamento temperamental. Segundo o então diretor executivo, John Sculley, essas atitudes poderiam prejudicar os futuros negócios da própria empresa.

Ainda em 1985, fora da diretoria da Apple, Jobs fundou a NEXT, outra empresa focada na produção de computadores para uso pessoal e corporativo. Paralelamente, em 1986, o empresário comprou uma divisão da LucasFilm, do cineasta George Lucas, especializada em computação gráfica. A empresa mais tarde se tornaria a Pixar Films, que, em conjunto com a Disney, produziria renomados filmes de animação, como “Toy Story” e “Vida de Inseto”.

Sucesso

Em 1997 a Apple enfrentava uma forte crise de vendas e tinha como principal rival a Microsoft e seu sucesso arrebatador Windows 95. Convidado a retornar à empresa que fundou e com a missão de reerguê-la, Jobs levou consigo o NEXTstep, que seria uma das bases para o sistema operacional para o MacOS utilizado atualmente pelos computadores da Apple. A NEXT foi então anexada à Apple por US$ 400 milhões e Steve Jobs voltou a ser o CEO (diretor-executivo) interino da companhia. Por causa dessa condição, ele era chamado de iCEO.

Entre os produtos de sucesso da Apple na segunda fase sob o comando de Jobs estão a nova linha de computadores iMac e os notebooks MacBook. A companhia ainda revolucionaria o mercado da tecnologia e da indústria fonográfica com o player de música iPod, o smartphone com tela sensível ao toque iPhone e o recente lançamento iPad, o primeiro tablet vendido massivamente.

28 de set. de 2011

Ingresso VIP


VENDO INGRESSO VIP PARA ROCK IN RIO 2011

DIA 02/10 + CREDENCIAL PARA ESTACIONAMENTO

Desafios de uma cidade digital

Bom dia galera!

Estou aqui sentada em frente ao meu computador com um objetivo: Elaborar um projeto de Cidade Digital.

Nossa, tá sendo complicado!

Como já esperado, não encontrei ninguém disposto politicamente em tocar esse barco comigo, to bringando praticamente sozinha... to com prazo apertado até amanhã é preciso cadastrar a porposta no SICONV para tentantiva de conseguir recurso para elaboração do mega projeto de fazer da minha cidade uma CIDADE DIGITAL.

O que tenho pronto?
Somente a vontade de fazer... estou fazendo, escrevendo pesquisando futucando sites de municípios que já são cidades digitais. Pelo caminho achei algumas pessoas dispostas a compartilhar a experiência e por outro lado não consigo apoio do meu próprio município, não vou desistir!

Então para quem quer começar essa loucura vai uma dica!

TRABALHE! TRABALHE! TRABALHE!

Estou lendo um livro "Inclusão Digital, VivÊncias Brasileiras" estou encontrando muita coisa legal.

Vou escrevendo... by by

12 de jul. de 2011

Novo Orelhão

Além das chamadas telefônicas, terminal público vai oferecer serviços como o envio de SMS e o acesso à internet. Será?

Pelo menos é isso que diz o site do Ministério das Comunicações, basta saber se o povo está preparado para isso. Acho que a educação do povo brasileiro ainda deve ser muito apurado no que diz respeito a preservação do patrimônio pública entendendo que é o nosso dinheiro que está ali, investido naqueal tecnologia.

"O “novo orelhão”. Talvez possamos chamar assim a tecnologia que está sendo desenvolvida pelo Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD), com recursos do Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Comunicações (Funttel). Trata-se de um terminal público baseado em protocolo IP, que vai permitir, além das tradicionais chamadas telefônicas, uma série de recursos e facilidades, como o envio de SMS e o acesso à internet, além de serviços de localização e transações eletrônicas, como a compra de créditos para aparelhos celulares. A exemplo do que já acontece nos orelhões, o pagamento das tarifas será realizado por meio de cartões embutidos."

Vamos eperar para conferir!

27 de jun. de 2011

Lap top com ebergia Solar

Olha que beleza, uma empresa japonesa, AUO, está desenvolvendo lap top para usar energia solar para carregar sua bateria e economizar até 20% de energia dessa maneira. As placas solares ficam na parte de trás do aparelho e no teclado e possuem 2,1 mm de espessura.

A localização das placas solares permite que o aparelho se recarregue mesmo quando está fechado através de uma fonte de luz que pode ser natural ou artificial. O dispositivo possui uma tela de 14 polegadas e teclado touch.

O laptop da AUO será apresentado na feira internacional de tecnologia que acontece nos próximos dias 10, 11 e 12 de novembro em Chiba, no Japão. O computador ainda não tem preço e nem previsão de lançamento no ocidente.

Mas isso já uma grande notícia!

Fiquem ligados!

21 de jun. de 2011

Desafios de uma cidade Digital

Olá pessoal, estou de volta pra escrever sobre o meu grande desafio de conseguir fazer da cidade de Bom Jardim um CIDADE DIGITAL. Levar internet (teconologia) para todos no nosso município, locais que hoje não possui nem linha telefonica, e luz é algo muito novo. Agora vamos levar INTERNET, COMUNICAÇÃO, TECNOLOGIA...

Consegui fechar com um técnico para fazer o levantamento de todos os pontos (prédios,escolas,psf) do munícipio para poder saber qual o valor estimado para o início do projeto.

Encontrei dificuldades quanto o transporte, já que é necessário ficar o dia todo rodando de carro pelo município.

Bom Jardim é uma cidade pequena com 26.207 mil habitantes, altitude 574 metros, 154 km da capital (Rio de Janeiro),clima subtrapical, localizado no centro norte fluminense e possui uma área rural muito grande com estradas de chão ainda.Área da Unidade Territorial: 384,98 Km.

Acesso Rodoviário: Saíndo do Rio de Janeiro pela Ponte Rio-Niterói, seguir pela Rod. Niterói-Manilha (BR-101) e, em Itaboraí, dobrar no trevo para a RJ-116 (Itaboraí-Itaperuna) passando por Nova Friburgo e seguir até o centro do município de Bom Jardim.

O desafio é passar por cada ponto e marcar no GPS, no caminho encontramos buracos, pedras, barreira (ainda por conta das chuvas de janeiro) e uma bela paisagem apesar de tudo.

Conseguimos concluir essa parte do projeto, agora a hora é de definir valores.

Até a próxima!

Renata Oliveira
Analista de Sistemas

9 de mai. de 2011

Quatro tendências em marketing digital para 2011

"O Brasil é o oitavo país do mundo em número de internautas (40,5 milhões), que passam em média 26,4 horas por mês na web, segundo a ComScore, empresa de monitoramento de internet. Os brasileiros ultrapassam a média mundial (22,6) e a média da América Latina (24,3) em número de horas plugados a cada mês.

A utilização da internet fica mais concentrada nas buscas e navegação em geral, e também nas redes sociais. No Brasil, o Orkut é ainda o campeão em número de visitantes únicos (32,41 milhões em fevereiro/2011) mas cresceu apenas 2,85% em seis meses, enquanto o Facebook experimentou por aqui estrondosos 65,7% de crescimento — 45,5% apenas nos dois primeiros meses de janeiro deste ano.

Empresas brasileiras devem aproveitar esse apetite nacional pela internet, prestando atenção em algumas tendências ligadas ao consumo.

1. Mobile + social + local

O celular será nossa porta de entrada para o mundo. Cada vez mais, aplicativos facilitarão a comunicação, as transações comerciais, a integração com as redes sociais, a busca por informações locais e o georreferenciamento.

Quase 45% dos usuários brasileiros usam o celular para acesso à web, segundo estudo da e.Life. Um ano atrás, eram somente 34%. O índice tende a aumentar com base em dois fatos:

Fato número 1: as vendas de smartphones e tablets serão maiores, este ano, do que a de latptops e PCs.

Fato número 2: já começaram a surgir redes sociais baseadas unicamente no celular, como a Path e a Color, cujo intento é estimular as pessoas a compartilhar momentos em tempo real colocando fotos online.

As empresas que não desenvolverem plataformas mobile para seus produtos e serviços podem ficar para trás.

2. As pessoas escolherão o conteúdo que querem consumir

Crescerá o valor da curadoria, ou seja a capacidade para selecionar o que interessa dentro de um mar de conteúdos gerados por qualquer pessoa. A quantidade de informações hoje na web torna essa tarefa indispensável, apesar de ser complexa e exigir competências como foco e discernimento.

3. Tecnologia = pessoas + conectividade

Somos o “homo conectus”. Não existe mais separação entre online e offline. As pessoas querem estar conectadas 24 horas por dia, 7 dias por semana, e usarão todos os recursos para isso – de lan houses a iPhones (o que significa que mesmo as classes sociais menos abonadas dão um jeito).

Isso também leva a um compartilhamento cada vez mais intenso, às vezes sem que as pessoas pensem em privacidade e sem lembrar que a memória do Google e de outras ferramentas de busca é indelével.

4. As empresas se preocuparão mais com o feedback social e o consumo de nicho

O que as pessoas buscam online? Comunicação, conexão, entretenimento e educação/cooperação. Redes sociais de nicho, sobre temas específicos, tendem a prosperar porque reúnem todos esses elementos.

Empresas tendem a reforçar sua presença em canais como YouTube e Flickr, a fim de compartilhar conteúdo que tenha viés de entretenimento também, com isso chamando mais a atenção dos consumidores.

Compartilhar conhecimento e oferecer conteúdo e aconselhamento de graça é outro forte fator de sucesso para as empresas em sua presença nas mídias sociais.

Para terminar, um último ponto: se a internet é natural para as pessoas, também deve ser para as empresas."

Fonte: Exame.com

16 de mar. de 2011

Artista cria tênis estiloso juntando sucata eletrônica

Esse tênis tem um visual incrível, mas deve ser incrivelmente desconfortável! Calma, a Nike não criou o Air MAX 2011 e nem pretende comercializá-lo. A obra é do artista plástico Gabriel Dishaw. Ele usou peças de computador modificadas para criar o design que você pode conferir nas fotos que ilustram o post.

O artista norte-americano devotou cerca de 90 horas na criação da obra, a qual classifica como “Junk Art”. Gabriel colou peças de placas-mãe, portas USB, chipsets, processadores e até teclas de uma antiga máquina de escrever. Todo o material foi colhido de lixo eletrônico. Aliás, a crítica, segundo ele mesmo, é sobre o “mundo descartável em que vivemos”.

Clique aqui para ver o tênis.

3 de fev. de 2011

Só Imagens

Quem já visitou Bom Jardim, com certeza teve o prazer de conhecer o zoológico, por sorte dos animais, a poucos meses atrás muitos foram retirados devido a obras que aconteceriam no parque (zoo). Hoje o parque é só lixo e destruição. Esse vídeo foi feito as 6:00 da manhã do dia 12/01/2011, a rio encheu muito mais, chegando a derrubar as grades e a ponte que ligava São Miguel ao centro de Bom Jardim.

Após tragédia


Boa noite, estou voltando após algumas semanas vivenciando a tragédia ocorrida na região serrana do Rio de Janeiro.

Nunca pensei em ver de perto a fúria da natureza, com ela não se pode mesmo brincar. Vi casas sendo destruídas, famílias perdendo tudo, inclusive em minha própria família, dia de terror. A água parecia não acabar nunca, e por onde ela passou deixou rastros de destruição.

6 de jan. de 2011

Configurar a rede e compartilhar a conexão

Por Carlos E. Morimoto.

Próximo: Configuração de rede no Win 98

Introdução

O primeiro passo para montar uma rede é escolher os componentes físicos: placas de rede, hub e cabos de rede. Atualmente você deve considerar apenas a compra de placas de rede Ethernet 10/100 em versão PCI, a menos claro que pretenda ligar à algum 486 que não tenha slots PCI, neste caso você ainda poderá encontrar algumas placas ISA à venda. Prefira comprar uma placa de rede nova, pois atualmente as placas de rede são um periférico muito barato. Não vale à pena correr o risco de levar pra casa uma placa com defeito ou sem drivers para economizar 10 reais.

No caso das placas ISA existe mais um problema em potencial. As placas antigas, sem suporte a plug-and-play são mais complicadas de instalar que as atuais. Ao invés de simplesmente espetar a placa e fornecer o driver você precisará utilizar primeiro o utilitário DOS, presente no disquete que acompanha a placa para configurar seus endereços e em seguida instala-la manualmente, através do "adicionar novo Hardware" do Windows, fornecendo os endereços que escolheu anteriormente.

A instalação das placas de rede PCI não é simples apenas no Windows. Qualquer distribuição Linux atual também será capaz de reconhecer e instalar a placa logo na instalação. Em alguns pontos, a configuração da rede numa distribuição atual do Linux é mais simples até que no Windows 98 ou 2000. O Linux Mandrake, a partir da versão 8.0 chega ao cúmulo de configurar o Samba para integrar a estação Linux a uma rede Windows já existente de forma automática.

Se você optar por utilizar uma rede sem fio 802.11b ou HomeRF os procedimentos não mudam. As placas de rede ou cartões PC-Card são instalados nos PCs e Notebooks como uma placa de rede normal e o ponto de acesso (no caso de uma rede 802.11b) deve ser posicionado num ponto central do ambiente, para permitir que todos os micros fiquem o mais próximos possível dele. Lembre-se que quanto menos obstáculos houver entre os PCs e o ponto de acesso, maior será o alcance do sinal:
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Colocar o ponto de acesso no meio da instalação ao invés de próximo da porta da frente ou de uma janela, também diminui a possibilidade de alguém captar (acidentalmente ou não) os sinais da sua rede. Um procedimento importante é escolher um código SSID para o seu ponto de acesso, o que pode ser feito através do software que o acompanha. Este código é o que impedirá que qualquer um possa se conectar à sua rede. Escolha um código difícil de adivinhar e configure todas as placas de rede para utilizarem o mesmo código que o servidor. Como disso, isto pode ser feito através do utilitário que acompanha cada componente.

Se possível, compre placas e pontos de acesso do mesmo fabricante. Apesar de pontos de acesso e placas do mesmo padrão serem inter compatíveis, você pode ter um pouco mais de dificuldade para por a rede para funcionar caso cada placa venha com um software diferente.

Mas, Voltando para as boas e velhas redes com fio (que presumo, ainda seja as mais comuns dentro dos próximos dois ou três anos), precisamos agora escolher o Hub e os cabos a utilizar.

Eu não recomendo mais utilizar cabos coaxiais em hipótese alguma. Eles são mais caros, mais difíceis de achar (incluindo o alicate de crimpagem), a velocidade fica limitada a 10 megabits etc. Simplesmente estamos falando de um padrão que já faz parte do passado. Você teria interesse em comprar um PC com monitor monocromático? É um caso parecido :-)

Já que (por simples imposição do autor :-)) vamos utilizar um hub e cabos de par trançado, resta escolher qual hub utilizar. Esta é a escolha mais difícil, pois além das diferenças de recursos, os preços variam muito. Se esta é a sua primeira rede, eu recomendo começar por um hub 10/100 simples, com 8 portas. Os mais baratos custam na faixa dos 50 dólares e você poderá conectar a ele tanto placas de rede de 10 quanto de 100 megabits. Lembre-se porém que caso apenas uma placa de 10 megabits esteja conectada, toda a rede passará a operar a 10 megabits. Este é o significado de 10/100.

Existe uma forma de combinar placas de 10 e de 100 megabits na mesma rede, que é utilizar um hub-switch ao invés de um hub simples. O problema neste caso é o preço, já que um bom hub-switch não sairá por menos de 120 dólares.

Você também poderá encontrar alguns hubs 10/10 por um preço camarada. Dependendo do preço e do uso da rede, não deixa de ser uma opção, já que mais tarde você poderá troca-lo por um hub 10/100 mantendo os demais componentes da rede.

Não existe muito mistério quanto aos cabos. Basta comprar os cabos de categoria 5e, que são praticamente os únicos que você encontrará à venda, além dos conectores e um alicate de crimpagem, ou, se preferir, comprar os cabos já crimpados.

A parte mais complicada pode ser passar os cabos através das paredes ou do forro do teto. O negócio aqui é pensar com calma a melhor forma de passa-los. Uma opção é comprar canaletas e fazer uma instalação aparente. Para passar os cabos pelas paredes não há outra alternativa senão crimpá-los você mesmo.

Crimpando os cabos

Para crimpar o cabo, ou seja, para prender o cabo ao conector, usamos um alicate de crimpagem. Após retirar a capa protetora, você precisará tirar as tranças dos cabos e em seguida "arruma-los" na ordem correta para o tipo de cabo que estiver construindo (veremos logo adiante).
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Veja que o que protege os cabos contra as interferências externas são justamente as tranças. A parte destrançada que entra no conector é o ponto fraco do cabo, onde ele é mail vulnerável a todo tipo de interferência. Por isso, é recomendável deixar um espaço menor possível sem as tranças, se possível menos de 2,5 centímetros.

Para isso, uma sugestão é que você destrance um pedaço suficiente do fio, para ordena-los confortavelmente e depois corte o excesso, deixando apenas os 2 centímetros que entrarão dentro do conector:
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Finalmente, basta colocar os fios dentro do conector e pressiona-lo usando um alicate de crimpagem.
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A função do alicate é fornecer pressão suficiente para que os pinos do conector RJ-45, que internamente possuem a forma de lâminas, esmaguem os fios do cabo, alcançando o fio de cobre e criando o contato. Você deve retirar apenas a capa externa do cabo e não descascar individualmente os fios, pois isto ao invés de ajudar, serviria apenas para causar mau contato, deixado o encaixe com os pinos do conector "frouxo".
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Os alicates para crimpar cabos de par trançado são um pouco mais baratos que os usados para crimpar cabos coaxiais. Os alicates mais simples custam a partir de 40 reais, mas os bons alicates custam bem mais. Existem alguns modelos de alicates feitos de plástico, com apenas as pontas de metal. Estes custam bem menos, na faixa de 15 reais, mas são muito ruins, pois quebram muito facilmente e não oferecem a pressão adequada. Como no caso dos coaxiais, existe também a opção de comprar os cabos já crimpados, o ideal caso você não pretenda montar apenas sua rede doméstica ou da empresa, e não trabalhar profissionalmente com redes.

Um problema óbvio em trabalhar com cabos já crimpados é que será quase impossível passa-los através das paredes, como seria possível fazer com cabos ainda sem os conectores.

Existe uma posição certa para os cabos dentro do conector. Note que cada um dos fios do cabo possui uma cor diferente. Metade tem uma cor sólida enquanto a outra metade tem uma cor mesclada com branco. Para criar um cabo destinado a conectar os micros ao hub, a seqüência tanto no conector do micro quanto no conector do hub será o seguinte (usando o padrão AT&T258A):
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É possível também criar um cabo para ligar diretamente dois micros, sem usar um hub, chamado de cabo cross-over. Logicamente este cabo só poderá ser usado caso a sua rede tenha apenas dois micros. Neste tipo de cabo a posição dos fios é diferente nos dois conectores, de um dos lados a pinagem é a mesma de um cabo de rede normal, enquanto no outro a posição dos pares verde e laranja são trocados. Daí vem o nome cross-over, que significa, literalmente, cruzado na ponta:
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Existe um teste simples para saber se o cabo foi crimpado corretamente: basta conectar o cabo à placa de rede do micro e ao hub. Tanto o LED da placa quanto o do hub deverão acender. Naturalmente, tanto o micro quanto o hub deverão estar ligados.

Existem também aparelhos testadores de cabos, que oferecem um diagnóstico muito mais sofisticado, dizendo por exemplo se os cabos são adequados para transmissões a 10 ou a 100 megabits. Estes aparelhos serão bastante úteis caso você vá crimpar muitos cabos, mas são dispensáveis para trabalhos esporádicos. Custam a partir de 100 dólares.

Os cabos de rede são um artigo bem barato, que representam apenas uma pequena porcentagem do custo total da rede. Os cabos de par trançado podem ser comprados por até 60 centavos o metro, e centavos de real, não de dólar, enquanto os conectores custam 50 ou 60 centavos cada. O único artigo relativamente caro é o alicate de crimpagem.

Esta relativa dificuldade na instalação dos cabos é o que vem levando algumas pessoas a investir numa rede sem fio. Pessoalmente eu acho que os componentes ainda estão muito caros. Ainda sairá muito mais barato comprar um alicate de crimpagem e contratar um eletricista para passar os cabos se for o caso.

Planejando a rede

Depois de resolvida a instalação física da rede, planeje a configuração lógica da rede. Ou seja, se você pretende compartilhar a conexão com a Web, quais micros compartilharão arquivos, impressoras e outros recursos, qual será o endereço IP de cada micro e assim por diante.

Vamos exercitar um pouco a imaginação. Imagine que você tenha três micros. Um deles (vamos chamar de Artemis) têm uma conexão via cabo, que você quer compartilhar com os outros dois PCs (Athena e Odin).

Como o cable modem é ligado ao Artemis através de uma placa de rede, você precisará instalar uma segunda placa para liga-lo à rede. Ele passará a ter então dois endereços IP, o da internet, fornecido pelo seu provedor ou obtido automaticamente e um segundo IP para a sua rede interna.

Você pode usar por exemplo o endereço 192.168.0.1 para o Artemis (o defaut ao compartilhar a conexão através do ICS do Windows) e IPs sequenciais para os outros dois micros: 192.168.0.2 e 192.168.0.3. A máscara de sub-rede será 255.255.255.0 em todos os micros:
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Neste caso o Artemis passa a ser também o Gateway da rede ou seja, o PC que os outros dois irão consultar sempre que for solicitado qualquer endereço que não faça parte da sua rede local. O Artemis se encarregará então de enviar os pedidos através da Internet e devolver as respostas. É assim que funciona o acesso compartilhado. Na verdade o Artemis continua sendo o único conectado à Web, mas graças a este trabalho de garoto de recados, todos passam a ter acesso.

Para compartilhar o Acesso você pode tanto utilizar o ICS do Windows, presente no Windows 98 SE, ME, 2000 e XP ou utilizar um servidor proxy. Mais adiante veremos como compartilhar o acesso tanto usando o ICS quanto utilizando o AnalogX Proxy, um freeware bastante competente. Outra boa opção é o Wingate, que têm mais recursos que o ICS, mas em compensação custa US$ 69 para até 6 usuários. A página é http://www.wingate.com/

Também é possível compartilhar uma conexão via modem. Neste caso existe a opção de ativar a discagem por demanda, onde o servidor estabelece a conexão automaticamente sempre que um dos clientes solicita uma página qualquer e encerra a conexão depois de algum tempo de inatividade. Claro que o ideal é ter algum tipo de conexão contínua, seja via cabo, ADSL, Satélite, etc.

Além de compartilhar a conexão com a Web, você pode compartilhar pastas, impressoras, drives de CD-ROM, etc. Você pode por exemplo adicionar mais um micro na rede, um 486 velho por exemplo e usa-lo como um servidor de back-up, para não correr o risco de perder seus arquivos no caso de qualquer desastre.