Por: Paula Rothman, de INFO Online
Tramita na Câmara dos deputados um Projeto de Lei que obrigará as agências de propaganda a informar o público sobre a manipulação de imagens em material publicitário.
Quem desrespeitar a obrigatoriedade do aviso poderá ser multado em até R$ 50 mil.
O Projeto de Lei 6853/10, do deputado Wladimir Costa (PMDB-PA), prevê que os anúncios tragam a mensagem: "Atenção: imagem retocada para alterar a aparência física da pessoa retratada."
Segundo entrevista concedida à Agência Câmara, o deputado Costa pretende acabar com a idealização do corpo humano. "Em tempos de Photoshop, a manipulação de imagens faz com que a fotografia seja muitas vezes radicalmente diferente da realidade. Manchas na pele são apagadas, rugas são cobertas, quilos a mais são extirpados. É difícil a um leigo perceber que o resultado final não é uma imagem original", disse.
A ideia é similar à proposta por uma deputada francesa em setembro do ano passado. Valerie Boyer enviou texto ao parlamento no qual todas as agências de publicidade e editores de conteúdo na França ficavam obrigados a estampar no rodapé de anúncios palavras como “Esta imagem foi modificada digitalmente e pode não corresponder à realidade”.
O argumento de Boyer é que a popularização dos editores de imagens como o Photoshop, da Adobe, está criando referências de beleza e estética que não são atingíveis no mundo real. Na França, o projeto prevê multas de 54 mil euros (cerca de R$ 140 mil) para quem desobedecer a nova regra.
Aqui no Brasil, caso o responsável pelo material ou pelo veículo descumprir a medida, as punições variam de advertência, obrigatoriedade de esclarecimento e multa de R$ 1,5 mil a R$ 50 mil, cobrada em dobro na reincidência. Caberá ao Poder Executivo definir os órgãos que aplicarão as sanções.
O projeto tramita em caráter conclusivo, o que significa que não precisa ser votado pelo Plenário, apenas pelas comissões designadas para analisá-lo – no caso, Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática; de Defesa do Consumidor; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Caso haja parecer divergente entre as comissões ou recurso contra assinado por 51 deputados (10% do total), o projeto precisará ser votado pelo Plenário. Ele será analisado pelas comissões de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática; Defesa do Consumidor e Constituição e Justiça e de Cidadania.
30 de mar. de 2010
29 de mar. de 2010
Gerar Negócio pela Internet
"Ter site é uma coisa, gerar negócios através dele através dele é outra
No final do ano passado, a Associação Comercial de São Paulo conduziu uma pesquisa com seus associados e revelou que 66% das micro, pequenas e médias empresas têm um site na internet. Destas, apenas 36% conseguem realizar negócios através da web. O número mostra que ainda há muito a se avançar. Entretanto, não se pode ficar para trás nesta tendência, o e-commerce no Brasil cresceu 25% em 2009. Para abocanhar uma fatia neste mercado é fundamental investir no marketing digital.
O marketing digital é o diferencial entre ter um site e gerar negócios através dele. A pesquisa mostrou que justamente o maior empecilho que as micro, pequenas e médias empresas enfrentam para ingressar mais ativamente na web é a falta de tempo e foco que o micro-empresário tem para se dedicar a buscar soluções. Afinal, na maioria das vezes, ele é o responsável por toda a operação da empresa e não tem uma equipe de marketing.
A empresa que trabalha com o Marketing Digital possui equipe utiliza ferramentas de otimização de sites e links patrocinados para alçar seu e-commerce na primeira página do Google, a maior vitrine da internet. Para fazer decolar um e-commerce, o primeiro passo é compreender o público-alvo de seu produto e saber como ele navega na web e, mais importante, como ele chegará até o seu site. E isso, certamente é uma tarefa para especialistas."
No final do ano passado, a Associação Comercial de São Paulo conduziu uma pesquisa com seus associados e revelou que 66% das micro, pequenas e médias empresas têm um site na internet. Destas, apenas 36% conseguem realizar negócios através da web. O número mostra que ainda há muito a se avançar. Entretanto, não se pode ficar para trás nesta tendência, o e-commerce no Brasil cresceu 25% em 2009. Para abocanhar uma fatia neste mercado é fundamental investir no marketing digital.
O marketing digital é o diferencial entre ter um site e gerar negócios através dele. A pesquisa mostrou que justamente o maior empecilho que as micro, pequenas e médias empresas enfrentam para ingressar mais ativamente na web é a falta de tempo e foco que o micro-empresário tem para se dedicar a buscar soluções. Afinal, na maioria das vezes, ele é o responsável por toda a operação da empresa e não tem uma equipe de marketing.
A empresa que trabalha com o Marketing Digital possui equipe utiliza ferramentas de otimização de sites e links patrocinados para alçar seu e-commerce na primeira página do Google, a maior vitrine da internet. Para fazer decolar um e-commerce, o primeiro passo é compreender o público-alvo de seu produto e saber como ele navega na web e, mais importante, como ele chegará até o seu site. E isso, certamente é uma tarefa para especialistas."
25 de mar. de 2010
Filmes para máquinas Polaroid voltam a ser vendidos
Fãs das máquinas Polaroid, engenheiros recriaram filmes para as câmeras que revelam as fotos instantaneamente e começarão a vendê-los no fim desta semana.
Batizado de The Impossible Project (O Projeto Impossível), o grupo alugou uma antiga fábrica da Polaroid na Holanda para tentar recriar os filmes dois anos após a empresa ter parado de fabricá-los.
Donos do modelo clássico Polaroid SX-70 e do mais recente 600 poderão comprar filmes em preto e branco já nesta semana. Cada pacote, que produz 8 imagens em preto e branco, custará US$ 21. Os filmes coloridos estarão disponíveis a partir de julho. A expectativa é que sejam vendidos 1 milhão de pacotes neste ano.
A maior dificuldade na produção dos filmes foi encontrar os produtos químicos usados no processo de revelação instantânea. O grupo precisou descobrir um novo meio de fazer os filmes.
Fonte:G1
Batizado de The Impossible Project (O Projeto Impossível), o grupo alugou uma antiga fábrica da Polaroid na Holanda para tentar recriar os filmes dois anos após a empresa ter parado de fabricá-los.
Donos do modelo clássico Polaroid SX-70 e do mais recente 600 poderão comprar filmes em preto e branco já nesta semana. Cada pacote, que produz 8 imagens em preto e branco, custará US$ 21. Os filmes coloridos estarão disponíveis a partir de julho. A expectativa é que sejam vendidos 1 milhão de pacotes neste ano.
A maior dificuldade na produção dos filmes foi encontrar os produtos químicos usados no processo de revelação instantânea. O grupo precisou descobrir um novo meio de fazer os filmes.
Fonte:G1
Pagamento pelo celular tem aceitação de 71% no Brasil
O uso do celular para fazer compras e pagamentos ainda engatinha no Brasil, mas a aceitação potencial desse tipo de serviço é grande: 71% dos brasileiros dizem que usariam o celular em substituição a um cartão de crédito ou de débito e 66% afirmam que usariam o telefone para consultar o saldo e movimentar a conta do banco.
Os dados são de pesquisa da empresa de serviços de telefonia celular Acision, em parceria com a consultoria Teleco.
O uso de serviços desse tipo no Brasil, no entanto, ainda é muito baixo: 5% dos usuários disseram ter feito algum pagamento pelo celular nos últimos três meses e 7% disseram que acessaram o banco pelo aparelho no mesmo período.
De acordo com o levantamento, entre os serviços financeiros no celular, o pagamento de compras é o que desperta maior interesse entre os brasileiros, seguido pelo acesso à conta bancária, pagamento de contas e pela transferência de dinheiro entre celulares.
Formas de pagamento
As principais tecnologias para fazer o pagamento de compras pelo celular são o SMS, a conhecida mensagem de texto, e o chamado NFC.
No pagamento por SMS, o comprador informa ao vendedor o número de seu telefone; em seguida, recebe uma mensagem de texto com as informações e valor da compra.
"Os pagamentos por celular podem se tornar muito importantes e muito grandes no país."
Após clicar em um botão de confirmação e digita sua senha, o cliente recebe uma mensagem confirmando o sucesso da transação. O vendedor também não precisa de nenhum equipamento especial além de um celular.
Já o NFC depende de um chip especial no celular: o aparelho é só aproximado a um leitor especial e a compra está paga.
Os pagamentos por SMS já existem no Brasil, com o Oi Paggo, que funciona como uma espécie de cartão de crédito: o usuário tem um limite até o qual pode gastar usando o celular e no final do mês, recebe a fatura.
O serviço tem 75 mil lojistas e 250 mil clientes cadastrados e funciona principalmente em capitais do Nordeste do Brasil.
Segundo Eduardo Neubern, da Oi Paggo, a empresa lançará neste ano novas funcionalidades, como a transferência de dinheiro entre celulares e o pagamento de contas.
Fonte: G1
Os dados são de pesquisa da empresa de serviços de telefonia celular Acision, em parceria com a consultoria Teleco.
O uso de serviços desse tipo no Brasil, no entanto, ainda é muito baixo: 5% dos usuários disseram ter feito algum pagamento pelo celular nos últimos três meses e 7% disseram que acessaram o banco pelo aparelho no mesmo período.
De acordo com o levantamento, entre os serviços financeiros no celular, o pagamento de compras é o que desperta maior interesse entre os brasileiros, seguido pelo acesso à conta bancária, pagamento de contas e pela transferência de dinheiro entre celulares.
Formas de pagamento
As principais tecnologias para fazer o pagamento de compras pelo celular são o SMS, a conhecida mensagem de texto, e o chamado NFC.
No pagamento por SMS, o comprador informa ao vendedor o número de seu telefone; em seguida, recebe uma mensagem de texto com as informações e valor da compra.
"Os pagamentos por celular podem se tornar muito importantes e muito grandes no país."
Após clicar em um botão de confirmação e digita sua senha, o cliente recebe uma mensagem confirmando o sucesso da transação. O vendedor também não precisa de nenhum equipamento especial além de um celular.
Já o NFC depende de um chip especial no celular: o aparelho é só aproximado a um leitor especial e a compra está paga.
Os pagamentos por SMS já existem no Brasil, com o Oi Paggo, que funciona como uma espécie de cartão de crédito: o usuário tem um limite até o qual pode gastar usando o celular e no final do mês, recebe a fatura.
O serviço tem 75 mil lojistas e 250 mil clientes cadastrados e funciona principalmente em capitais do Nordeste do Brasil.
Segundo Eduardo Neubern, da Oi Paggo, a empresa lançará neste ano novas funcionalidades, como a transferência de dinheiro entre celulares e o pagamento de contas.
Fonte: G1
24 de mar. de 2010
SBT prepara TV digital com redes sociais
O SBT realiza há mais de um ano testes em universidades, agências de propaganda, associações e focus group com consumidores para implementar a tão esperada interatividade para TV digital no Brasil.
Na expectativa de que o Ginga, software que vai permitir interatividade, vingue num futuro próximo, o SBT busca aliar digitalização às redes sociais, sucesso no ambiente digital brasileiro.
Entretanto, o projeto ainda depende de outros fatores, segundo Roberto Franco, diretor de tecnologia e operações da emissora. “Para que isso aconteça, será necessário, por exemplo, identificar o receptor, um a um, pelo número IP, ou outro recurso que permita identificar o usuário sem ferir sua privacidade, respeitando sua individualidade e o seu anonimato”.
Franco afirma que o uso de redes sociais também é uma aplicação interativa dependente do canal de retorno. “Então, além de a aplicação pedir licença para ter acesso ao seu IP, também terá que avisar sempre que o uso do canal de retorno implicar em custo”, diz em entrevista ao blog Circuito de Luca.
Interatividade para poucos
O SBT aposta na interatividade e trabalha firme para atrair o telespectador para a TV Digital. “Colocaremos a interatividade no ar, mesmo que para um público pequeno, pois acreditamos que, apesar de todas as críticas, o modelo brasileiro de TV Digital é o que mais beneficia o telespectador”, argumenta Franco.
O diretor revela que os estudos sobre comportamento das pessoas com a interatividade, realizados pela emissora, os fizeram aprender muito e atingir um modelo de conteúdo interativo bom para iniciar a oferta. "Será possível consultar informações sobre a novela no meio do jornal, ou notícias no meio da novela”, explica. Segundo ele, a "ideia do SBT é de que a TV deve ser uma plataforma integrada de acesso a conteúdos, informações e entretenimento".
O conceito lembra muito o de um portal. No entanto, a emissora diz que a interatividade não é igual a do cabo, nem igual à da internet. Segundo ele, "houve o cuidado de não copiar nenhum modelo de operação existente".
A rede de Silvio Santos experimentou mudanças na interface do portal interativo a cada programa. Porém, constatou que as alterações poderiam confundir o telespectador e, por fim, decidiu adotar uma aplicação única o para acesso às informações.
A rede desenvolve uma versão 2.0 do portal interativo, ainda sem data prevista para o lançamento. A interação é feita através do controle remoto, mas a aplicação está preparada para o uso de outros dispositivos, como teclados.
As informações são do blog Circuito de Luca
Na expectativa de que o Ginga, software que vai permitir interatividade, vingue num futuro próximo, o SBT busca aliar digitalização às redes sociais, sucesso no ambiente digital brasileiro.
Entretanto, o projeto ainda depende de outros fatores, segundo Roberto Franco, diretor de tecnologia e operações da emissora. “Para que isso aconteça, será necessário, por exemplo, identificar o receptor, um a um, pelo número IP, ou outro recurso que permita identificar o usuário sem ferir sua privacidade, respeitando sua individualidade e o seu anonimato”.
Franco afirma que o uso de redes sociais também é uma aplicação interativa dependente do canal de retorno. “Então, além de a aplicação pedir licença para ter acesso ao seu IP, também terá que avisar sempre que o uso do canal de retorno implicar em custo”, diz em entrevista ao blog Circuito de Luca.
Interatividade para poucos
O SBT aposta na interatividade e trabalha firme para atrair o telespectador para a TV Digital. “Colocaremos a interatividade no ar, mesmo que para um público pequeno, pois acreditamos que, apesar de todas as críticas, o modelo brasileiro de TV Digital é o que mais beneficia o telespectador”, argumenta Franco.
O diretor revela que os estudos sobre comportamento das pessoas com a interatividade, realizados pela emissora, os fizeram aprender muito e atingir um modelo de conteúdo interativo bom para iniciar a oferta. "Será possível consultar informações sobre a novela no meio do jornal, ou notícias no meio da novela”, explica. Segundo ele, a "ideia do SBT é de que a TV deve ser uma plataforma integrada de acesso a conteúdos, informações e entretenimento".
O conceito lembra muito o de um portal. No entanto, a emissora diz que a interatividade não é igual a do cabo, nem igual à da internet. Segundo ele, "houve o cuidado de não copiar nenhum modelo de operação existente".
A rede de Silvio Santos experimentou mudanças na interface do portal interativo a cada programa. Porém, constatou que as alterações poderiam confundir o telespectador e, por fim, decidiu adotar uma aplicação única o para acesso às informações.
A rede desenvolve uma versão 2.0 do portal interativo, ainda sem data prevista para o lançamento. A interação é feita através do controle remoto, mas a aplicação está preparada para o uso de outros dispositivos, como teclados.
As informações são do blog Circuito de Luca
Carro do futuro!

por Juliano Barreto
Eles não poluem, evitam acidentes, ajudam a controlar o trânsito e ainda por cima dirigem sozinhos. Bem-vindo ao mundo perfeito dos GM EN-V.
Apresentados como destaque da General Motors para a próxima Shanghai World Expo, os três protótipos EN-V são carros de duas rodas projetados para resolver de uma vez só todos os principais problemas atuais das metrópoles: trânsito, poluição e stress. Agruras já sentidas pelos chineses, que estão na co-autoria dos conceitos.
Os carrinhos com lugar para duas pessoas, batizados de Jiao, Miao e Xiao, usam uma tecnologia desenvolvida pela mesma equipe que criou o Segway, aquele patinete meio estranho que hoje em dia é usado por seguranças.
Por baixo da carenagem enxuta e colorida, os carrinhos terão um arsenal tecnológico formado por câmeras e sensores contra colisão em todas as partes do carro, um GPS integrado e um motor 100% elétrico.
Esse conjunto terá condução autônoma, ou seja, o motorista só precisaria entrar, digitar seu destino no GPS e deixar o EN-V fazer o resto. Parece avançado demais? Parece. Até por isso a própria GM estipula que o lançamento do carro deverá acontecer aproximadamente daqui a 20 anos.
Fonte:INFO
22 de mar. de 2010
Espermatozóide fluorescente testado em mosca
Biólogos trabalham com esperma que brilha no escuro para compreender melhor os mecanismos da seleção natural.
Ao alterar geneticamente moscas de fruta para que a cabeça de seus espermatozóides seja fluorescente, pesquisadores conseguem visualizar eventos antes impossíveis de serem vistos.
Ao tornar verde ou vermelho o material, Mollie Manier, John Belote e Scott Pitnick, da Universidade Syracuse, conseguiram ver o que ocorre entre a inseminação e a fertilização. Observando em detalhes o que acontece com esperma vivo dentro da fêmea eles podem determinar quais mecanismos agem na seleção chamada pós-copulativa.
Na natureza, a promiscuidade é muito comum e as fêmeas frequentemente copulam com mais de um macho no mesmo dia. Sempre que isso acontece há uma competição entre os diferentes espermas dentro do corpo na fêmea para ver quem fertilizará o óvulo. A seleção pós-cópula é, portanto, um mecanismo poderoso de mudanças evolutivas – afinal, é dessa disputa que sairá o espermatozóide que passará adiante suas características genéticas.
No caso da mosca da fruta (Drosophila melanogaster) há um detalhe que torna ainda mais interessante o estudo: as fêmeas possuem uma espermateca, um receptáculo que armazena os espermas antes de serem liberados ao encontro do óvulo.
Com os espermas que brilham no escuro os cientistas puderam, finalmente, diferenciar o sêmen de diferentes machos e observar seu comportamento dentro do corpo da fêmea.
O primeiro objetivo era desvendar o mecanismo por trás da competição de espermas e, quantificando os movimentos e destino dos espermatozóides de diferentes machos foi possível compreender melhor os mecanismos de seleção.
O estudo foi publicado na revista Science.
Fonte: INFO
Ao alterar geneticamente moscas de fruta para que a cabeça de seus espermatozóides seja fluorescente, pesquisadores conseguem visualizar eventos antes impossíveis de serem vistos.
Ao tornar verde ou vermelho o material, Mollie Manier, John Belote e Scott Pitnick, da Universidade Syracuse, conseguiram ver o que ocorre entre a inseminação e a fertilização. Observando em detalhes o que acontece com esperma vivo dentro da fêmea eles podem determinar quais mecanismos agem na seleção chamada pós-copulativa.
Na natureza, a promiscuidade é muito comum e as fêmeas frequentemente copulam com mais de um macho no mesmo dia. Sempre que isso acontece há uma competição entre os diferentes espermas dentro do corpo na fêmea para ver quem fertilizará o óvulo. A seleção pós-cópula é, portanto, um mecanismo poderoso de mudanças evolutivas – afinal, é dessa disputa que sairá o espermatozóide que passará adiante suas características genéticas.
No caso da mosca da fruta (Drosophila melanogaster) há um detalhe que torna ainda mais interessante o estudo: as fêmeas possuem uma espermateca, um receptáculo que armazena os espermas antes de serem liberados ao encontro do óvulo.
Com os espermas que brilham no escuro os cientistas puderam, finalmente, diferenciar o sêmen de diferentes machos e observar seu comportamento dentro do corpo da fêmea.
O primeiro objetivo era desvendar o mecanismo por trás da competição de espermas e, quantificando os movimentos e destino dos espermatozóides de diferentes machos foi possível compreender melhor os mecanismos de seleção.
O estudo foi publicado na revista Science.
Fonte: INFO
21 de mar. de 2010
SISCOSERV
Siscoserv é o Sistema Integrado de Comércio Exterior de Serviços, Intangíveis e Outras Operações que Produzem Variações no Patrimônio das Entidades. Este sistema está previsto para entrar em vigor já no primeiro semestre de 2010 em seu módulo de vendas o qual encontra-se dividido em três submódulos, a saber: Comercial, Faturamento e Presença Comercial no Exterior.
Submódulo Comercial: deverá ser registrado o Registro de Venda (RVS) em decorrência de vendas de residentes ou domiciliados no País a residentes ou domiciliados no exterior de serviços, intangíveis e de outras operações que produzem variações no patrimônio das entidades. O RVS deverá contemplar basicamente os dados do adquirente (nome, endereço e país do adquirente), os dados do negócio (código NBS, país de destino, moeda, modo de prestação conforme definição da OMC, data de início e conclusão, valor e enquadramento), vinculação à movimentação de mercadorias e informações complementares.
Muito similar a NCM, a NBS é composta por nove dígitos (um a mais do que a NCM) sendo que o primeiro dígito sempre será o número 1. A classificação na NBS dos serviços, intangíveis e outras operações que produzem variações no patrimônio das entidades deverá observar as 4 Regras Gerais para Interpretação da NBS (RGS) bem como as Notas Explicativas da NBS (NEBS).
Para acessar a Minuta da NBS + RGS acesse: http://www.desenvolvimento.gov.br/arquivos/dwnl_1254341867.pdf
Leia mais sobre a NBS em: http://felipecampoi.blogspot.com/2008/12/nbs-nomenclatura-brasileira-de-servios.html
Para acessar a Minuta das NEBS acesse: http://www.desenvolvimento.gov.br/arquivos/dwnl_1254341906.pdf
Submódulo Faturamento: são indicados os dados da fatura por código NBS. Aqui indicam-se data e número da fatura, valor a ser mantido no exterior (quando for o caso) e vinculação à movimentação temporária de bens.
Submódulo Presença Comercial no Exterior: são indicados os dados sobre a Presença Comercial no Exterior, a saber: nome da empresa no país da presença comercial, principal código NBS comercializado, códigos do País e da moeda, data de encerramento do balanço anual, a receita operacional total e informações complementares que forem tidas como relevantes.
Por: Felipe Campoi
Submódulo Comercial: deverá ser registrado o Registro de Venda (RVS) em decorrência de vendas de residentes ou domiciliados no País a residentes ou domiciliados no exterior de serviços, intangíveis e de outras operações que produzem variações no patrimônio das entidades. O RVS deverá contemplar basicamente os dados do adquirente (nome, endereço e país do adquirente), os dados do negócio (código NBS, país de destino, moeda, modo de prestação conforme definição da OMC, data de início e conclusão, valor e enquadramento), vinculação à movimentação de mercadorias e informações complementares.
Muito similar a NCM, a NBS é composta por nove dígitos (um a mais do que a NCM) sendo que o primeiro dígito sempre será o número 1. A classificação na NBS dos serviços, intangíveis e outras operações que produzem variações no patrimônio das entidades deverá observar as 4 Regras Gerais para Interpretação da NBS (RGS) bem como as Notas Explicativas da NBS (NEBS).
Para acessar a Minuta da NBS + RGS acesse: http://www.desenvolvimento.gov.br/arquivos/dwnl_1254341867.pdf
Leia mais sobre a NBS em: http://felipecampoi.blogspot.com/2008/12/nbs-nomenclatura-brasileira-de-servios.html
Para acessar a Minuta das NEBS acesse: http://www.desenvolvimento.gov.br/arquivos/dwnl_1254341906.pdf
Submódulo Faturamento: são indicados os dados da fatura por código NBS. Aqui indicam-se data e número da fatura, valor a ser mantido no exterior (quando for o caso) e vinculação à movimentação temporária de bens.
Submódulo Presença Comercial no Exterior: são indicados os dados sobre a Presença Comercial no Exterior, a saber: nome da empresa no país da presença comercial, principal código NBS comercializado, códigos do País e da moeda, data de encerramento do balanço anual, a receita operacional total e informações complementares que forem tidas como relevantes.
Por: Felipe Campoi
Dica do dia.
Hoje vou começar a postar uma série de dicas que vão ajudar no nosso dia a dia junto a tecnologia, seja PC, Iphone, SmartPhone etc.
Dica de hoje:
Arquivos de recuperação no Excel
O Excel salva periodicamente uma cópia do trabalho para o caso de algum problema acontecer – o computador falhar, a energia elétrica faltar, o nobreak não funcionar, o filho desligar o pc sem te avisar e muitas outras.
Não convém desabilitar esse recurso, mas se você quiser alterar algumas de suas configurações, pressione o Botão Office, selecione Opções do Excel e clique em Salvar. Para alterar o intervalo entre as ações de salvamento, mude o número de minutos que aparece em Salvar Informações de AutoRecuperação a Cada xx Minutos. É possível mudar também o local onde esses arquivos são armazenados, assim como desabilitar o recurso para a pasta de trabalho aberta.
Por: Maria Isabel Moreira
Dica de hoje:
Arquivos de recuperação no Excel
O Excel salva periodicamente uma cópia do trabalho para o caso de algum problema acontecer – o computador falhar, a energia elétrica faltar, o nobreak não funcionar, o filho desligar o pc sem te avisar e muitas outras.
Não convém desabilitar esse recurso, mas se você quiser alterar algumas de suas configurações, pressione o Botão Office, selecione Opções do Excel e clique em Salvar. Para alterar o intervalo entre as ações de salvamento, mude o número de minutos que aparece em Salvar Informações de AutoRecuperação a Cada xx Minutos. É possível mudar também o local onde esses arquivos são armazenados, assim como desabilitar o recurso para a pasta de trabalho aberta.
Por: Maria Isabel Moreira
Livro calda Longa
Acabei de adquirir o livro Calda Longa de ACHRIS ANDERSON, em resumo que achei no TECHBITS, fala o seguinte:
"O que é a Cauda Longa?
A Cauda Longa é um fenômeno observado em empresas de internet que conseguem faturar com produtos de nicho tanto quanto, ou até mais que os tradicionais arrasa-quarteirão. Isso se tornou viável com o advento da internet já que a inexistência de limitação do espaço físico para exibição de produtos faz com que os mercados de nicho sejam explorados da mesma forma que o mercado de massas.
A prateleira infinita
Dizem por aí que a “regra dos 80/20” rege o faturamento das empresas, ou seja, 20% dos produtos representam 80% do faturamento. Se a loja é uma livraria, sabemos que a última aventura do Harry Potter vai vender tanto que representará uma parcela significativa do faturamento. Por este motivo a livraria acaba colocando em suas prateleiras aqueles títulos que têm mais chance de vender. Como o espaço físico de uma loja é limitado e tem um custo, só é possível disponibilizar uma quantidade limitada de títulos diferentes, exatamente aqueles que vendem. Faz sentido? Certamente.
Na internet tudo isso muda. Uma livraria virtual possui prateleiras de tamanho teoricamente infinito, cuja limitação é a quantidade de títulos oferecidos e não o espaço físico. Ao invés de disponibilizar apenas aqueles “xis” mil títulos que são os que mais vendem, é possível ter em catálogo um número muito maior. No livro “A Cauda Longa”, o autor Chris Anderson mostra que uma loja física de uma grande livraria nos EUA possui em média 100 mil títulos diferentes disponíveis. Ao mesmo tempo a loja virtual Amazon.com possui em suas “prateleiras” cerca de 3,7 milhões de livros diferentes. Note que o fato da Amazon possuir o título na “prateleira” não significa necessariamente que ele esteja em estoque.
A grande descoberta veio da análise das quantidades vendidas dos produtos. Um estudo feito com a Amazon mostrou que, por ter uma “prateleira” maior de livros à venda, o faturamento dos livros menos polulares (fora dos 100 mil principais títulos) representava em torno de um quarto da receita. Analisando o gráfico (acima) temos a impressão de que são produtos que não vale a pena vender. Sim, isso é verdade para uma loja física tracional. No varejo da internet descobriu-se o poder da Cauda Longa e da prateleira de tamanho infinito.
O fim da era dos arrasa-quarteirão
Na economia da Cauda Longa, o que faz a diferença é a abundância, ao contrário da escassez que existia até então. Em um mercado que predomina a escassez o que faz sentido é explorar aquilo que vende mais, ou seja, os arrasa-quarteirão, os hits. Nesse novo conceito de negócios (a abundância da Cauda Longa) o não-hit acaba se tornando uma parcela importante do faturamento e concorre diretamente com os poucos e efêmeros sucessos do momento. Saber explorar isso tem feito empresas como o Google ou Amazon crescerem vertiginosamente, tornando-as gigantes da nova era.
A ironia é que um livro que analisa, entre outras, o fim da era dos arrasa-quarteirão acabou virando best-seller internacional."
Vou conferir e depois falo a minha experiência.
Até lá!
"O que é a Cauda Longa?
A Cauda Longa é um fenômeno observado em empresas de internet que conseguem faturar com produtos de nicho tanto quanto, ou até mais que os tradicionais arrasa-quarteirão. Isso se tornou viável com o advento da internet já que a inexistência de limitação do espaço físico para exibição de produtos faz com que os mercados de nicho sejam explorados da mesma forma que o mercado de massas.
A prateleira infinita
Dizem por aí que a “regra dos 80/20” rege o faturamento das empresas, ou seja, 20% dos produtos representam 80% do faturamento. Se a loja é uma livraria, sabemos que a última aventura do Harry Potter vai vender tanto que representará uma parcela significativa do faturamento. Por este motivo a livraria acaba colocando em suas prateleiras aqueles títulos que têm mais chance de vender. Como o espaço físico de uma loja é limitado e tem um custo, só é possível disponibilizar uma quantidade limitada de títulos diferentes, exatamente aqueles que vendem. Faz sentido? Certamente.
Na internet tudo isso muda. Uma livraria virtual possui prateleiras de tamanho teoricamente infinito, cuja limitação é a quantidade de títulos oferecidos e não o espaço físico. Ao invés de disponibilizar apenas aqueles “xis” mil títulos que são os que mais vendem, é possível ter em catálogo um número muito maior. No livro “A Cauda Longa”, o autor Chris Anderson mostra que uma loja física de uma grande livraria nos EUA possui em média 100 mil títulos diferentes disponíveis. Ao mesmo tempo a loja virtual Amazon.com possui em suas “prateleiras” cerca de 3,7 milhões de livros diferentes. Note que o fato da Amazon possuir o título na “prateleira” não significa necessariamente que ele esteja em estoque.
A grande descoberta veio da análise das quantidades vendidas dos produtos. Um estudo feito com a Amazon mostrou que, por ter uma “prateleira” maior de livros à venda, o faturamento dos livros menos polulares (fora dos 100 mil principais títulos) representava em torno de um quarto da receita. Analisando o gráfico (acima) temos a impressão de que são produtos que não vale a pena vender. Sim, isso é verdade para uma loja física tracional. No varejo da internet descobriu-se o poder da Cauda Longa e da prateleira de tamanho infinito.
O fim da era dos arrasa-quarteirão
Na economia da Cauda Longa, o que faz a diferença é a abundância, ao contrário da escassez que existia até então. Em um mercado que predomina a escassez o que faz sentido é explorar aquilo que vende mais, ou seja, os arrasa-quarteirão, os hits. Nesse novo conceito de negócios (a abundância da Cauda Longa) o não-hit acaba se tornando uma parcela importante do faturamento e concorre diretamente com os poucos e efêmeros sucessos do momento. Saber explorar isso tem feito empresas como o Google ou Amazon crescerem vertiginosamente, tornando-as gigantes da nova era.
A ironia é que um livro que analisa, entre outras, o fim da era dos arrasa-quarteirão acabou virando best-seller internacional."
Vou conferir e depois falo a minha experiência.
Até lá!
Tony Blair vai ganhar mais de R$ 535 mil para falar sobre ganhar dinheiro
"O ex-primeiro-ministro do Reino Unido Tony Blair ganhará mais de 220 mil euros (cerca de R$ 535 mil) no mês que vem para falar, em duas conferências internacionais, sobre como ser bem-sucedido na vida e ganhar muito dinheiro, segundo cálculos do jornal "Independent on Sunday".
Em ambas as conferências, que acontecerão em Cingapura e Kuala Lumpur (Malásia), Blair vai dividir a tribuna de oradores com o autor de um livro de dicas e com um financista que ensinará como ganhar "US$ 45 mil [mais de R$ 80 mil] em apenas quatro minutos".
Blair dividirá a tribuna com financista que ensina como ganhar 80 mil reais em 4 minutos
Os participantes dos encontros pagarão, cada um, 5.500 euros (R$ 13,5 mil) por um convite, que dará direito a uma foto e a uma rápida conversa com o ex-primeiro-ministro"
Fonte: G1
Nossa! Vamos lá!
Em ambas as conferências, que acontecerão em Cingapura e Kuala Lumpur (Malásia), Blair vai dividir a tribuna de oradores com o autor de um livro de dicas e com um financista que ensinará como ganhar "US$ 45 mil [mais de R$ 80 mil] em apenas quatro minutos".
Blair dividirá a tribuna com financista que ensina como ganhar 80 mil reais em 4 minutos
Os participantes dos encontros pagarão, cada um, 5.500 euros (R$ 13,5 mil) por um convite, que dará direito a uma foto e a uma rápida conversa com o ex-primeiro-ministro"
Fonte: G1
Nossa! Vamos lá!
TWITTER do espaço!
19 de mar. de 2010
Nem tudo são rosas na GOOGLE
A Corte Europeia de Justiça, em Luxemburgo, decidirá na terça-feira se o Google violou ou não os direitos de marca registrada de empresas como a Louis Vuitton com seu serviço Adwords, no qual anunciantes pagam para vincular anúncios a termos de busca que podem incluir marcas registradas dessas empresas.
No serviço Google Adwords, anunciantes pagam para que "Links patrocinados" ao seus sites sejam exibidos ao lado dos resultados de busca gerados por determinados termos.
"O caso tem o potencial de definir os padrões mundiais para a legitimidade da publicidade vinculada a termos de busca", disse Eric Goldman, professor associado de Direito na Santa Clara University School of Law, que definiu o julgamento como "uma pergunta bilionária".
Os proprietários de marcas examinarão com cuidado o julgamento de três casos, na semana que vem, um dos quais movido pela Louis Vuitton, que representam tentativas de proteger marcas registradas contra práticas que, segundo eles, desvalorizam seu prestígio.
Comprar um link para um termo de busca como "Nike" pode ser útil para um varejista que venda produtos dessa marca - mas os varejistas não pagam à Nike pelo uso de sua marca. Em uma questão mais controvertida, rivais da companhia poderiam comprar o uso do termo de busca, na esperança de desviar visitas e compras para seus sites.
Marcas como a Louis Vuitton e outras também temem a possibilidade, ainda que extrema, de perder o controle sobre suas marcas em benefício de empresas indesejáveis - a exemplo de falsificadores -, o que poderia prejudicar reputações cuidadosamente administradas ou confundir e afastar consumidores.
Por:Reuters INFO
No serviço Google Adwords, anunciantes pagam para que "Links patrocinados" ao seus sites sejam exibidos ao lado dos resultados de busca gerados por determinados termos.
"O caso tem o potencial de definir os padrões mundiais para a legitimidade da publicidade vinculada a termos de busca", disse Eric Goldman, professor associado de Direito na Santa Clara University School of Law, que definiu o julgamento como "uma pergunta bilionária".
Os proprietários de marcas examinarão com cuidado o julgamento de três casos, na semana que vem, um dos quais movido pela Louis Vuitton, que representam tentativas de proteger marcas registradas contra práticas que, segundo eles, desvalorizam seu prestígio.
Comprar um link para um termo de busca como "Nike" pode ser útil para um varejista que venda produtos dessa marca - mas os varejistas não pagam à Nike pelo uso de sua marca. Em uma questão mais controvertida, rivais da companhia poderiam comprar o uso do termo de busca, na esperança de desviar visitas e compras para seus sites.
Marcas como a Louis Vuitton e outras também temem a possibilidade, ainda que extrema, de perder o controle sobre suas marcas em benefício de empresas indesejáveis - a exemplo de falsificadores -, o que poderia prejudicar reputações cuidadosamente administradas ou confundir e afastar consumidores.
Por:Reuters INFO
Anatel determina desbloqueio de celulares
Uma decisão da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) determinou que o desbloqueio de celulares deve ser efetuado pelas operadoras sem custo para o consumidor e a qualquer momento do contrato, sem multas.
O desbloqueio gratuito já era uma exigência da Agência, mas uma regra garantia às teles o direito de manter o cliente preso a ela por um período máximo de 12 meses nas ocasiões em que um novo aparelho é cedido gratuitamente ou de forma subsidiada.
Segundo o presidente da Anatel, Ronaldo Sardenberg, agora o consumidor pode solicitar o desbloqueio mesmo se tiver recebido um celular de forma subsidiada e estiver ainda sob os 12 meses de contrato fidelizado.
“O desbloqueio é um direito do consumidor que pode ser solicitado, sem multas e custo, a qualquer momento”, disse Sardenberg, para quem as teles não têm o direito de negar o desbloqueio sob o argumento de que o cliente recebeu um celular subsidiado.
O texto divulgado pela Anatel afirma que o desbloqueio não significa que o usuário vá renunciar a seu contrato. Ou seja, o consumidor pode pedir o desbloqueio para usar mais de um chip em seu celular e manter o chip da telecom que lhe forneceu o aparelho, mantendo seu contrato.
Se quiser romper o contrato, mesmo no período de 12 meses, o cliente pode fazê-lo sem multas, sob o argumento de que a tele não o atendeu com qualidade, o que configura quebra de contrato.
Nesse caso, no entanto, a tele deve liberá-lo do contrato, mas poderá questionar o motivo do rompimento e, caso prove ter razão (ter prestado um ótimo serviço, por exemplo) cobrar multas do consumidor.
A mesma resolução determina que cobrar o ponto-extra em serviços de TV paga é proibido, mas libera a cobrança de aluguel do conversor. O que, na prática, não evita a cobrança de uma taxa mensal por ponto-extra.
Por:Felipe Zmoginski, de INFO Online
O desbloqueio gratuito já era uma exigência da Agência, mas uma regra garantia às teles o direito de manter o cliente preso a ela por um período máximo de 12 meses nas ocasiões em que um novo aparelho é cedido gratuitamente ou de forma subsidiada.
Segundo o presidente da Anatel, Ronaldo Sardenberg, agora o consumidor pode solicitar o desbloqueio mesmo se tiver recebido um celular de forma subsidiada e estiver ainda sob os 12 meses de contrato fidelizado.
“O desbloqueio é um direito do consumidor que pode ser solicitado, sem multas e custo, a qualquer momento”, disse Sardenberg, para quem as teles não têm o direito de negar o desbloqueio sob o argumento de que o cliente recebeu um celular subsidiado.
O texto divulgado pela Anatel afirma que o desbloqueio não significa que o usuário vá renunciar a seu contrato. Ou seja, o consumidor pode pedir o desbloqueio para usar mais de um chip em seu celular e manter o chip da telecom que lhe forneceu o aparelho, mantendo seu contrato.
Se quiser romper o contrato, mesmo no período de 12 meses, o cliente pode fazê-lo sem multas, sob o argumento de que a tele não o atendeu com qualidade, o que configura quebra de contrato.
Nesse caso, no entanto, a tele deve liberá-lo do contrato, mas poderá questionar o motivo do rompimento e, caso prove ter razão (ter prestado um ótimo serviço, por exemplo) cobrar multas do consumidor.
A mesma resolução determina que cobrar o ponto-extra em serviços de TV paga é proibido, mas libera a cobrança de aluguel do conversor. O que, na prática, não evita a cobrança de uma taxa mensal por ponto-extra.
Por:Felipe Zmoginski, de INFO Online
16 de mar. de 2010
Errou o envio do email?! Que tal cancelar!
O Gmail disponibiliza para os distraídos a ferramenta para cancelar o envio do email que por ventura foi enviado incompleto, para a pessoa errada ou com dados incompletos.
Então uma boa saída é visitar o Labs e ativar a opção Cancelar Envio. Ela retarda em alguns segundos o envio e coloca o comando Desfazer como uma opção na status de envio exibido pelo Gmail. Clicando nesse link a mensagem vai para a pasta de Rascunho. Você pode então editá-la para fazer novo envio ou descartá-la por completo.
Até mais!
Então uma boa saída é visitar o Labs e ativar a opção Cancelar Envio. Ela retarda em alguns segundos o envio e coloca o comando Desfazer como uma opção na status de envio exibido pelo Gmail. Clicando nesse link a mensagem vai para a pasta de Rascunho. Você pode então editá-la para fazer novo envio ou descartá-la por completo.
Até mais!
15 de mar. de 2010
Sites registram aumento de vagas
2010 Promete!
Esse ano virou sinônimo de um ano muito bom para quem deseja entrar no mercado de trabalho, de acordo com dados de dois grandes sites de reposicionamento profissional.
Segundo o Vagas.com.br, o número de postos para TI abertos em seu banco de dados alcançou a marca de 1.678 em fevereiro. Um crescimento de 44% em relação a 2009 e o maior desde setembro de 2008, quando foram registradas 1.767 posições disponíveis.
A matéria completa escrita por James Della Valle, de INFO Online
Esse ano virou sinônimo de um ano muito bom para quem deseja entrar no mercado de trabalho, de acordo com dados de dois grandes sites de reposicionamento profissional.
Segundo o Vagas.com.br, o número de postos para TI abertos em seu banco de dados alcançou a marca de 1.678 em fevereiro. Um crescimento de 44% em relação a 2009 e o maior desde setembro de 2008, quando foram registradas 1.767 posições disponíveis.
A matéria completa escrita por James Della Valle, de INFO Online
Astronauta posta no YouTube direto do espaço
Eu amo a INTERNET!! HEHE
A mais nova notícia é que o engenheiro japonês Soichi Noguchi se tornou o primeiro homem a postar no YouTube do espaço.
Há uma semana, o astronauta de 44 anos publicou um vídeo de um minuto mostrando a lua se pondo lentamente no horizonte. Confiram a reportagem completa!
INFO
A mais nova notícia é que o engenheiro japonês Soichi Noguchi se tornou o primeiro homem a postar no YouTube do espaço.
Há uma semana, o astronauta de 44 anos publicou um vídeo de um minuto mostrando a lua se pondo lentamente no horizonte. Confiram a reportagem completa!
INFO
10 de mar. de 2010
Taiwan lança laptop popular por US$ 245
que beleza!
A empresa taiwanesa Asustek anunciou nesta terça-feira (16) que venderá o novo laptop de baixo custo por US$ 245, enquanto a empresa mira usuários casuais em mercados desenvolvidos. O Eee PC 701 tem sistema operacional Linux, tela de sete polegadas, memória flash de 2 GB, 4 GB ou 8 GB e webcam. Ainda não há informações sobre a chegada da novidade ao Brasil.
A nova linha de notebooks, chamada de Eee PCs, custará no varejo entre US$ 245 e US$ 425. Nos mercados emergentes, a companhia buscará compradores maiores como governos e organizações educacionais, vendendo o Eee PCs por apenas US$ 199 a unidade. A Asustek terá como alvo mulheres e crianças para o produto, disse o presidente da empresa, Jonathan Tsang.
A empresa taiwanesa Asustek anunciou nesta terça-feira (16) que venderá o novo laptop de baixo custo por US$ 245, enquanto a empresa mira usuários casuais em mercados desenvolvidos. O Eee PC 701 tem sistema operacional Linux, tela de sete polegadas, memória flash de 2 GB, 4 GB ou 8 GB e webcam. Ainda não há informações sobre a chegada da novidade ao Brasil.
A nova linha de notebooks, chamada de Eee PCs, custará no varejo entre US$ 245 e US$ 425. Nos mercados emergentes, a companhia buscará compradores maiores como governos e organizações educacionais, vendendo o Eee PCs por apenas US$ 199 a unidade. A Asustek terá como alvo mulheres e crianças para o produto, disse o presidente da empresa, Jonathan Tsang.
Tecnologia e Educação
Um projeto financiado pelo Conselho de Pesquisa Econômica e Social em Londres, no Reino Unido, desenvolveu formas de ensinar às pessoas as habilidades necessárias para aproveitar o máximo das informações tecnológicas atuais. O Instituto Nacional de Educação Adulta Continuada (NIACE, em inglês), irá utilizar as descobertas do projeto Penceil (que estuda como as pessoas se deparam com o analfabetismo digital e como atuam para superá-lo) em seu trabalho atual com uma iniciativa do governo.
Um grupo de pesquisa da Escola de Economia de Londres trabalhou com moradores e organizações comunitárias no distrito de Lambeth, descobrindo que as pessoas com problemas em relação a informações tecnológicas tendem a ter menos recursos financeiros, maior idade e menor nível de educação que a média. Mas seus medos têm fundamento. Por não saber como lidar com um PC, elas ficam assustadas com as notificações de ataques de vírus e prejuízos ocorridos pela web divulgados na mídia.
Além disso, de acordo com o pesquisador Mike Cushman, elas geralmente não utilizam os recursos por dificuldade com o idioma. “Ferramentas de busca estão envolvidas em muitos usos dentro de um computador, e elas são pouco tolerantes a palavras escritas erradas. Mesmo com corretores ortográficos, isso pode significar uma experiência on-line desapontadora para estas pessoas”, disse Cushman.
Os pesquisadores envolvidos no projeto Penceil descobriram que a maior parte dos cursos disponíveis para potenciais usuários de computadores falha em ajudar os estudantes a fazer o que eles mais querem. No topo desta lista está comunicação através de e-mails, encontrar informações on-line e fazer compras via web. Eles desenvolveram e ensinaram um curso para ajudar esses usuários a realizar as tarefas e superar seus medos em relação aos PCs.
O curso desenvolvido também conta com tópicos mais avançados, como contribuição em blogs e fóruns on-line, além de privacidade na internet e precisão das informações encontradas na web.
Para Cushman, um grande problema é que a maior parte do material para pessoas que querem utilizar PCs é voltado para o uso no trabalho, não em casa. “Isso pode piorar a exclusão social. Os governos querem realizar mais serviços através da internet, mas poucas pessoas têm consciência destas facilidades. Nossa pesquisa mostra que é possível que as habilidades tecnológicas sejam ensinadas e a confiança desses usuários seja aumentada”, afirmou.
Fonte: G1
Um grupo de pesquisa da Escola de Economia de Londres trabalhou com moradores e organizações comunitárias no distrito de Lambeth, descobrindo que as pessoas com problemas em relação a informações tecnológicas tendem a ter menos recursos financeiros, maior idade e menor nível de educação que a média. Mas seus medos têm fundamento. Por não saber como lidar com um PC, elas ficam assustadas com as notificações de ataques de vírus e prejuízos ocorridos pela web divulgados na mídia.
Além disso, de acordo com o pesquisador Mike Cushman, elas geralmente não utilizam os recursos por dificuldade com o idioma. “Ferramentas de busca estão envolvidas em muitos usos dentro de um computador, e elas são pouco tolerantes a palavras escritas erradas. Mesmo com corretores ortográficos, isso pode significar uma experiência on-line desapontadora para estas pessoas”, disse Cushman.
Os pesquisadores envolvidos no projeto Penceil descobriram que a maior parte dos cursos disponíveis para potenciais usuários de computadores falha em ajudar os estudantes a fazer o que eles mais querem. No topo desta lista está comunicação através de e-mails, encontrar informações on-line e fazer compras via web. Eles desenvolveram e ensinaram um curso para ajudar esses usuários a realizar as tarefas e superar seus medos em relação aos PCs.
O curso desenvolvido também conta com tópicos mais avançados, como contribuição em blogs e fóruns on-line, além de privacidade na internet e precisão das informações encontradas na web.
Para Cushman, um grande problema é que a maior parte do material para pessoas que querem utilizar PCs é voltado para o uso no trabalho, não em casa. “Isso pode piorar a exclusão social. Os governos querem realizar mais serviços através da internet, mas poucas pessoas têm consciência destas facilidades. Nossa pesquisa mostra que é possível que as habilidades tecnológicas sejam ensinadas e a confiança desses usuários seja aumentada”, afirmou.
Fonte: G1
117 anos de Bom Jardim
Bom Jardim completou, no último dia 05, 117 anos de emancipação político-administrativa.
A comemoração teve a presença de meninos e meninas do Olodum (Bom Jardim) onde interpretaram os hinos Nacional e de Bom Jardim e outras canções brasileiras em companhia dos músicos Renato de Paula e Marcelinho Martins.
Ao fim da comemoração, alunos representantes de cada escola estenderam suas mensagens sobre a Campanha da Fraternidade deste ano que propõe reflexão, instrução e vivência, cujo tema é Economia e Vida.
Fonte:Prefeitura de Bom Jardim
A comemoração teve a presença de meninos e meninas do Olodum (Bom Jardim) onde interpretaram os hinos Nacional e de Bom Jardim e outras canções brasileiras em companhia dos músicos Renato de Paula e Marcelinho Martins.
Ao fim da comemoração, alunos representantes de cada escola estenderam suas mensagens sobre a Campanha da Fraternidade deste ano que propõe reflexão, instrução e vivência, cujo tema é Economia e Vida.
Fonte:Prefeitura de Bom Jardim
9 de mar. de 2010
O impacto das redes sociais na gestão do database marketing
Amei essa reportagem do Ricardo Sleiman e resolvi publicar aqui... vejam só.
É possível aprimorar o database marketing por meio das redes sociais? Depende do ponto de vista, da aceitação de uma nova geração. Na verdade, através dessa infinidade de recursos presentes na web, é possível isso e muito mais. Trabalhar a favor da marca na Era da Colaboração está virando jargão, mas a questão é: vamos praticar ou continuar na teoria?
As redes sociais chegaram para salvar muitas relações e...prejudicar outras, aqui refiro-me não especificamente à relação virtual entre seres humanos, mas entre empresas e consumidores. Para aumentar as chances de fidelizar a marca, só basta uma coisa: querer. Não há mais desculpas, não há mais falta de recursos, não há mais tanto investimento. Ora, a internet facilitou a vida de muitas organizações e pessoas. Quanto se investe em mala direta impressa? Quanto se investe em propaganda para massa?
As universidades aumentam o número de seus cursos e trazem especializações que nunca imaginamos há 20 anos. Sim, programas de formação dedicados exclusivamente ao universo digital. Portanto, definitivamente, contra fatos, não há argumentos. Quem não pensou em um blog para sua empresa, na criação de comunidades virtuais e, pasmem, até no twitter, ainda não se deu conta dos gastos excessivos em tempo e dinheiro que desperdiçam criando e, o pior, sem saber a real receptividade do público que se quer atingir.
Aliás, quem você quer atingir? Qual seu público-alvo? Somos milhões e milhões de seres humanos, com preferências diversas. Hoje podemos gostar de seu produto, mas amanhã podemos mudar de ideia. Não apenas porque resolvemos simplesmente mudar de ideia, mas porque as companhias, talvez mais antenadas com os recursos da web, pesquisaram nossos gostos e criaram, não para elas...para nós. Existe um motivador mais forte que esse para trocarmos sua marca pela concorrência?
Em tempos de atendimento personalizado, adequação de perfis para ofertas customizadas, campanhas de marketing altamente segmentadas e maior interesse pelo que o cliente fala de sua empresa, ignorar as tradicionais críticas e sugestões – só que agora expostas publicamente – significa ser vencido pela concorrência.
A web 2.0 traz interatividade e o database marketing não está fora disso. Não estou falando de cruzamento de dados cadastrais para gerar campos necessários para um trabalho de marketing direto comum. Estou falando de inovação. É claro que a aplicação do database marketing em qualquer organização é um dos pontos principais para assertividade na comunicação.
Depois de nos tornarmos maduros o suficiente para saber que dados desatualizados só trazem prejuízos, chegou a hora de falarmos sobre os recursos para aprimorar o relacionamento com o target. As redes sociais exploram as opiniões, satisfações, insatisfações e formam comunidades contra ou a favor de uma marca. É justamente nesse ponto que é preciso entrar. Um trabalho minucioso sobre o que é exposto em relação a sua marca na web permite alimentar o banco de dados com informações relevantes sobre os gostos e preferências de seu público e, com isso, acertar ainda mais em ações segmentadas.
Na era Colaborativa, onde tudo e todos estão expostos em redes públicas, a gestão pode ser ainda mais eficaz. A pesquisa permanente sobre o que dizem de sua empresa na web é fundamental para alimentar a base. Ao invés de colocar profissionais em campo para pesquisas de satisfação sobre determinado produto e montar um banco de dados com base nos resultados obtidos, por que não montar blogs e comunidades onde as pessoas, ativamente não só entram como buscam essas ferramentas para opinar?
E, o que é melhor, a possibilidade de intermediar, em tempo real, com ações estratégicas que podem mudar a opinião de um cliente insatisfeito é verídica. Nas redes sociais, informações relevantes devem ser abastecidas em uma base para customização da comunicação.
A criação de seus produtos e serviços deve ter base na sua “base”. Não desperdice mais seu tempo e nem invista em soluções que só você acredita. Pode ter dado certo em épocas em que a web não existia. Os modelos de marketing aplicados anteriormente devem ser transformados, inovados.
Antigamente, optávamos pela força de um bom marketing, comprávamos pelas poucas opções e muitas vezes porque nossas opiniões nunca foram levadas em consideração. Hoje, em meio a tanta falta de tempo e muito trabalho, queremos ser bem atendidos, buscamos marcas que se preocupam conosco e trazem o que estamos precisando. Não nos interessamos por spams, comunicação em massa, banners, pop-ups que nos impedem de enxergar o que teclamos para ler...
A excelência do marketing digital é diretamente proporcional ao estudo sobre seu cliente ou potencial público. Cuide-se, a geração Y chegou e já está contaminando a geração X. O caminho...é sem volta! E o de sua marca? Também.
É possível aprimorar o database marketing por meio das redes sociais? Depende do ponto de vista, da aceitação de uma nova geração. Na verdade, através dessa infinidade de recursos presentes na web, é possível isso e muito mais. Trabalhar a favor da marca na Era da Colaboração está virando jargão, mas a questão é: vamos praticar ou continuar na teoria?
As redes sociais chegaram para salvar muitas relações e...prejudicar outras, aqui refiro-me não especificamente à relação virtual entre seres humanos, mas entre empresas e consumidores. Para aumentar as chances de fidelizar a marca, só basta uma coisa: querer. Não há mais desculpas, não há mais falta de recursos, não há mais tanto investimento. Ora, a internet facilitou a vida de muitas organizações e pessoas. Quanto se investe em mala direta impressa? Quanto se investe em propaganda para massa?
As universidades aumentam o número de seus cursos e trazem especializações que nunca imaginamos há 20 anos. Sim, programas de formação dedicados exclusivamente ao universo digital. Portanto, definitivamente, contra fatos, não há argumentos. Quem não pensou em um blog para sua empresa, na criação de comunidades virtuais e, pasmem, até no twitter, ainda não se deu conta dos gastos excessivos em tempo e dinheiro que desperdiçam criando e, o pior, sem saber a real receptividade do público que se quer atingir.
Aliás, quem você quer atingir? Qual seu público-alvo? Somos milhões e milhões de seres humanos, com preferências diversas. Hoje podemos gostar de seu produto, mas amanhã podemos mudar de ideia. Não apenas porque resolvemos simplesmente mudar de ideia, mas porque as companhias, talvez mais antenadas com os recursos da web, pesquisaram nossos gostos e criaram, não para elas...para nós. Existe um motivador mais forte que esse para trocarmos sua marca pela concorrência?
Em tempos de atendimento personalizado, adequação de perfis para ofertas customizadas, campanhas de marketing altamente segmentadas e maior interesse pelo que o cliente fala de sua empresa, ignorar as tradicionais críticas e sugestões – só que agora expostas publicamente – significa ser vencido pela concorrência.
A web 2.0 traz interatividade e o database marketing não está fora disso. Não estou falando de cruzamento de dados cadastrais para gerar campos necessários para um trabalho de marketing direto comum. Estou falando de inovação. É claro que a aplicação do database marketing em qualquer organização é um dos pontos principais para assertividade na comunicação.
Depois de nos tornarmos maduros o suficiente para saber que dados desatualizados só trazem prejuízos, chegou a hora de falarmos sobre os recursos para aprimorar o relacionamento com o target. As redes sociais exploram as opiniões, satisfações, insatisfações e formam comunidades contra ou a favor de uma marca. É justamente nesse ponto que é preciso entrar. Um trabalho minucioso sobre o que é exposto em relação a sua marca na web permite alimentar o banco de dados com informações relevantes sobre os gostos e preferências de seu público e, com isso, acertar ainda mais em ações segmentadas.
Na era Colaborativa, onde tudo e todos estão expostos em redes públicas, a gestão pode ser ainda mais eficaz. A pesquisa permanente sobre o que dizem de sua empresa na web é fundamental para alimentar a base. Ao invés de colocar profissionais em campo para pesquisas de satisfação sobre determinado produto e montar um banco de dados com base nos resultados obtidos, por que não montar blogs e comunidades onde as pessoas, ativamente não só entram como buscam essas ferramentas para opinar?
E, o que é melhor, a possibilidade de intermediar, em tempo real, com ações estratégicas que podem mudar a opinião de um cliente insatisfeito é verídica. Nas redes sociais, informações relevantes devem ser abastecidas em uma base para customização da comunicação.
A criação de seus produtos e serviços deve ter base na sua “base”. Não desperdice mais seu tempo e nem invista em soluções que só você acredita. Pode ter dado certo em épocas em que a web não existia. Os modelos de marketing aplicados anteriormente devem ser transformados, inovados.
Antigamente, optávamos pela força de um bom marketing, comprávamos pelas poucas opções e muitas vezes porque nossas opiniões nunca foram levadas em consideração. Hoje, em meio a tanta falta de tempo e muito trabalho, queremos ser bem atendidos, buscamos marcas que se preocupam conosco e trazem o que estamos precisando. Não nos interessamos por spams, comunicação em massa, banners, pop-ups que nos impedem de enxergar o que teclamos para ler...
A excelência do marketing digital é diretamente proporcional ao estudo sobre seu cliente ou potencial público. Cuide-se, a geração Y chegou e já está contaminando a geração X. O caminho...é sem volta! E o de sua marca? Também.
5 de mar. de 2010
Automação Comercial
Não perca o prazo para legalizar sua empresa, adquira já o seu software homologado para emissão de cupom fiscal.
Entre em Contato e solicite um orçamento!
ret_renata@hotmail.com
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3 de mar. de 2010
Procon multa lojas online por entrega falha
A Fundação Procon em São Paulo multou 47 empresas – entre lojas físicas e online – por não cumprirem a “lei da entrega”.
Uma regra do Código do Consumidor, publicada em outubro do ano passado, determina que lojas que vendem produtos para entregá-los depois devem agendar o turno para deixar a mercadoria com o consumidor.
Os turnos podem ser das 8h às 12h, 12h às 18h ou 18h às 23h. Quem compra, por exemplo, uma geladeira online, deve ser avisado exatamente do dia e turno em que o produto será entregue. Lojas que atrasam a entrega ou não agendam o turno foram multadas.
A ideia é não deixar o consumidor esperando um dia inteiro pela entrega do produto. Segundo o Procon, nove lojas online foram autuadas nesta operação.
A fundação afirma que a desobediência a essa legislação caiu nos últimos meses, mas continua alta. Cerca de 28% das lojas não cumprem com rigor a regra de marcar horário para efetuar a entrega de um produto.
As empresas terão o direito de recorrer da autuação, mas se forem condenadas devem pagar multa de até R$ 3,2 milhões.
Usuários que comprem produtos na web e não os recebam no prazo adequado podem prestar queixa contra a loja online ao Procon.
Fonte: Info
Uma regra do Código do Consumidor, publicada em outubro do ano passado, determina que lojas que vendem produtos para entregá-los depois devem agendar o turno para deixar a mercadoria com o consumidor.
Os turnos podem ser das 8h às 12h, 12h às 18h ou 18h às 23h. Quem compra, por exemplo, uma geladeira online, deve ser avisado exatamente do dia e turno em que o produto será entregue. Lojas que atrasam a entrega ou não agendam o turno foram multadas.
A ideia é não deixar o consumidor esperando um dia inteiro pela entrega do produto. Segundo o Procon, nove lojas online foram autuadas nesta operação.
A fundação afirma que a desobediência a essa legislação caiu nos últimos meses, mas continua alta. Cerca de 28% das lojas não cumprem com rigor a regra de marcar horário para efetuar a entrega de um produto.
As empresas terão o direito de recorrer da autuação, mas se forem condenadas devem pagar multa de até R$ 3,2 milhões.
Usuários que comprem produtos na web e não os recebam no prazo adequado podem prestar queixa contra a loja online ao Procon.
Fonte: Info
2 de mar. de 2010
Tecnologia da informação e comunicação na melhoria do processo de ensino e aprendizagem
Começa a se tornar comum nas escolas e universidades o uso de tecnologia da informação e comunicação (TIC) como recurso para melhoria do processo de ensino e aprendizagem. A incorporação de elementos multimodais incrementa os documentos digitais (isto é documentos com recursos de natureza multimídia) bem como melhora a acessibilidade a esses documentos. Isto vale para todos os indivíduos e também àqueles que possuem alguma deficiência. Trata-se de uma tecnologia que oferece múltiplas perspectivas as pessoas facilitando o processo de assimilação de algum conhecimento novo. Isto é ótimo para o processo de aprendizado.
Perceba que o conhecimento codificado em documentos (e outros textos) possui, em geral, diferentes representações e as pessoas, similarmente, têm diferentes capacidades de assimilarem novos conteúdos. Note ainda que o entendimento de um novo conceito e aquisição de novo conhecimento depende da maneira que ele é apresentado às pessoas. O processo de aprendizado é altamente dependente da maneira que o indivíduo aprende. Dessa forma, documentos digitais que incorporam múltiplos recursos, isto é, possui vários recursos multimodais e interativos (isto é de natureza multimídia). Utilizar tais recursos, por exemplo, torna mais fácil o ensino e aprendizado de conceitos abstratos já que apresenta o novo conceito sob diferentes perspectivas. Um exemplo evidente é o uso da simulação como recurso para facilitar o aprendizado de novos conceitos. Exemplos de uso applets são ilustrados em http://polymer.bu.edu/wamnet.html e http://www-groups.dcs.st-and.ac.uk/~history/Java/index.html.
Vale observar que maioria do material de ensino disponível hoje na Web está no formato HTML, o que limita a possibilidade de apresentar conteúdos multimodal e interativo. Essa situação, contudo, começa a mudar com o uso da linguagem XML (Extended Markup Language) combinado com outras aplicações, tais como MathML, SVG e SMIL. A XML oferece mais flexibilidade comparativamente a HTML. Se considerarmos o uso de MathML (www.w3.org/TR/REC-MathML), vê-se que ela é uma aplicação que oferece aos usuários recursos para processar e exibir conteúdo de matemática na Web. Isto pode ser feito mais facilmente com o uso de uma ferramenta de autoria e browser Amaya (http://www.w3.org/Amaya/). Trata-se de uma ferramenta de código aberto disponibilizada pelo Consórcio W3C. Outras aplicações que podem ser utilizadas em conjunto com a XML compreendem SVG (http://www.w3.org/Graphics/SVG/) e SMIL (http://www.w3.org/AudioVideo/).
Embora as aplicações mencionadas acima (MathML, SVG e SMIL) já estejam disponíveis e possam ser utilizadas como recursos para incrementar o processo de ensino e aprendizagem, seu uso para este fim tem sido módico. Parte se deve ao desconhecimento e parte devido a falta de incentivos no sentido de aprimorar as formas atuais de aprendizado.
Adicionalmente, observa-se que esforços de pesquisa têm se concentrado em estudos e testes empíricos, visando compreender e modelar a forma através da qual as pessoas executam suas tarefas, buscando-se capturar todos os aspectos das experiências e interações humanas no uso de ferramentas computacionais para o aprendizado. Nesse sentido, o ‘casamento’ do entendimento detalhado do ser humano com a compreensão aprofundada da tecnologia empregada permite a concepção e projeto de novos produtos.
Essa preocupação se estende ao uso das TIC’s visando a melhoria do processo de ensino e aprendizagem. O uso das TIC’s na educação auxilia a compreensão de, por exemplo, conceitos abstratos visto que os estudantes podem alterar variáveis e verificar as mudanças resultantes. A disponibilidade do imenso armazém de dados que é a Web combinada com o uso de aplicações como MathML, SVG, SMIL oferece diversas perspectivas que podem ser exploradas pelo aprendiz, tornando a aquisição de novos conhecimentos mais fácil.
Perceba que as ‘fronteiras’ da sala de aula estão em processo de mutação, facilitando cada vez mais o processo de consulta, ensino, aprendizado e colaboração entre estudantes, professores e profissionais de várias especialidades. Uma modesta parcela dos educadores já percebeu a riqueza das TIC’s e como elas podem aprimorar o processo de aprendizado. Todavia, é preciso ampliar esse número de modo a gerar multiplicadores para que uma parcela maior da sociedade possa se beneficiar.
fonte: espacoacademico.com.br
Perceba que o conhecimento codificado em documentos (e outros textos) possui, em geral, diferentes representações e as pessoas, similarmente, têm diferentes capacidades de assimilarem novos conteúdos. Note ainda que o entendimento de um novo conceito e aquisição de novo conhecimento depende da maneira que ele é apresentado às pessoas. O processo de aprendizado é altamente dependente da maneira que o indivíduo aprende. Dessa forma, documentos digitais que incorporam múltiplos recursos, isto é, possui vários recursos multimodais e interativos (isto é de natureza multimídia). Utilizar tais recursos, por exemplo, torna mais fácil o ensino e aprendizado de conceitos abstratos já que apresenta o novo conceito sob diferentes perspectivas. Um exemplo evidente é o uso da simulação como recurso para facilitar o aprendizado de novos conceitos. Exemplos de uso applets são ilustrados em http://polymer.bu.edu/wamnet.html e http://www-groups.dcs.st-and.ac.uk/~history/Java/index.html.
Vale observar que maioria do material de ensino disponível hoje na Web está no formato HTML, o que limita a possibilidade de apresentar conteúdos multimodal e interativo. Essa situação, contudo, começa a mudar com o uso da linguagem XML (Extended Markup Language) combinado com outras aplicações, tais como MathML, SVG e SMIL. A XML oferece mais flexibilidade comparativamente a HTML. Se considerarmos o uso de MathML (www.w3.org/TR/REC-MathML), vê-se que ela é uma aplicação que oferece aos usuários recursos para processar e exibir conteúdo de matemática na Web. Isto pode ser feito mais facilmente com o uso de uma ferramenta de autoria e browser Amaya (http://www.w3.org/Amaya/). Trata-se de uma ferramenta de código aberto disponibilizada pelo Consórcio W3C. Outras aplicações que podem ser utilizadas em conjunto com a XML compreendem SVG (http://www.w3.org/Graphics/SVG/) e SMIL (http://www.w3.org/AudioVideo/).
Embora as aplicações mencionadas acima (MathML, SVG e SMIL) já estejam disponíveis e possam ser utilizadas como recursos para incrementar o processo de ensino e aprendizagem, seu uso para este fim tem sido módico. Parte se deve ao desconhecimento e parte devido a falta de incentivos no sentido de aprimorar as formas atuais de aprendizado.
Adicionalmente, observa-se que esforços de pesquisa têm se concentrado em estudos e testes empíricos, visando compreender e modelar a forma através da qual as pessoas executam suas tarefas, buscando-se capturar todos os aspectos das experiências e interações humanas no uso de ferramentas computacionais para o aprendizado. Nesse sentido, o ‘casamento’ do entendimento detalhado do ser humano com a compreensão aprofundada da tecnologia empregada permite a concepção e projeto de novos produtos.
Essa preocupação se estende ao uso das TIC’s visando a melhoria do processo de ensino e aprendizagem. O uso das TIC’s na educação auxilia a compreensão de, por exemplo, conceitos abstratos visto que os estudantes podem alterar variáveis e verificar as mudanças resultantes. A disponibilidade do imenso armazém de dados que é a Web combinada com o uso de aplicações como MathML, SVG, SMIL oferece diversas perspectivas que podem ser exploradas pelo aprendiz, tornando a aquisição de novos conhecimentos mais fácil.
Perceba que as ‘fronteiras’ da sala de aula estão em processo de mutação, facilitando cada vez mais o processo de consulta, ensino, aprendizado e colaboração entre estudantes, professores e profissionais de várias especialidades. Uma modesta parcela dos educadores já percebeu a riqueza das TIC’s e como elas podem aprimorar o processo de aprendizado. Todavia, é preciso ampliar esse número de modo a gerar multiplicadores para que uma parcela maior da sociedade possa se beneficiar.
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