Descubra o ERRO FATAL que está te impedindo de encontrar o seu amor! Vídeos Grátis

28 de mai. de 2010

Sua imagem nas mídias sociais é coisa séria!

No final do ano passado levantei essa bola para um grupo de amigos da AIESEC em Juiz de Fora. A realidade que encontrei por lá foi que, por mais que todos usassem as mídias sociais em casa como lazer e na empresa como negócio, ninguém tinha parado pra pensar que separar o seu lado pessoal do profissional é uma missão impossível. É a mesma coisa que existir duas pessoas de você. Uma só trabalha. A outra só se diverte e apronta. Isso não existe!

Ao questionar o grupo sobre quem usava o Orkut apenas de forma pessoal, colocando lá conteúdo que você não gostaria que seu cliente, chefe ou companheiros de trabalho vissem, a grande maioria respondeu de forma positiva, dizendo que teria alguma foto que teria vergonha que seu cliente visse ou estava presente em alguma comunidade que odeia trabalhar ou mesmo o simples estudar. Muitos também disseram que usavam o Linkedin como rede profissional, o Orkut como rede pessoal, o Twitter para saber o que os famosos estavam fazendo e pronto. Essa é a realidade de vários colegas meus de faculdade e acredito que de muitos outros que ainda não enxergaram que mídia social é uma coisa a ser levada a sério e determinar territórios é burrice, pois todo mundo estará te vendo onde é que você esteja. Seu chefe estará te vendo no Orkut, seu cliente estará te seguindo no Twitter, seus amigos estarão te vendo no Linkedin e todos estarão de olho em você no Facebook. Isso é fato!

As empresas aprenderam a usar as mídias sociais. Agora elas não só analisam apenas o currículo de seus candidatos a uma vaga de emprego, ou uma parceria ou mesmo a fazer negócios juntos. Elas querem saber quem é você de verdade, o que as pessoas falam de vocês e para isso as empresas vasculham sobre você na internet. Você vai preferir não existir? O que você quer que as empresas vejam de você?



E agora, o que fazer?

Antes de mais nada você precisa estar ciente de tudo que acabei de falar, que todos estarão de olho em você onde é que você esteja, por mais que você não queira. Use seu Orkut ou Facebook como rede social pessoal, para compartilhar informações com os amigos, mas sempre com a pergunta na cabeça “Eu gostaria que meu cliente visse tal coisa que estou publicando aqui?”. Use o Linkedin como rede profissional, mas sem exageros, pois sempre tem aquele amigo que te conhece melhor que ninguém que estará por lá para ver se você não está aumentando mais do que deve seus dados profissionais ou algo do tipo.

O Twitter, apesar de ser a mídia social mais simples de todas, é talvez a mais poderosa. Lembre-se disso toda vez que for soltar um tweet. Use-o como fonte de informação, para compartilhar conteúdo relevante e deixe a futilidade de lado. Você não é uma pessoa fútil!

Pense sempre no todo, não só nas mídias sociais que acabei de citar, mas também em qualquer outra rede que você, por ventura, esteja.

Aí você vira e me diz que é muito difícil e que prefere não estar nas mídias sociais. Simples, não? É como se você estivesse dizendo que não quer existir. Você deixa de viver por ser difícil estar em uma sociedade? Não! Estar nas mídias sociais é tão simples quanto estar inserido em uma sociedade. A dica é: use o bom senso! Com isso você já tem meio caminha andado para o sucesso pessoal e profissional.

Fonte: GutoModesto

26 de mai. de 2010

Visão da Internet

Nos próximos anos o uso da Internet como arma para conseguir clientes será uma atividade normal, muitas empresas utilizarão este sistema de forma indevida e o tiro com certeza sairá pela culatra, não entre nesta estatistica, aprenda sobre as ferramentas tecnológicas e saia na frente nesta corrida, garanta de 20% a 30% de crescimento anual pela internet e de quebra coordene toda a sua empresa pela rede. O comércio eletrônico não se resume a um site com a “foto do seu produto bem grande”.

Twitter espera centenas de anunciantes em sistema de publicidade

O Twitter planeja ter centenas de anunciantes participando de seu novo sistema de publicidade no quarto trimestre, com a aceleração de planos para se tornar um negócio lucrativo e autônomo em termos de receita.

O vice-presidente de operações Dick Costolo informou que o sistema de publicidade recém-lançado pela companhia seria uma base essencial nos planos do Twitter para transformar seu popular serviço em uma operação lucrativa e capaz de sustentar a generosa avaliação de mercado da empresa.

"Fomos avaliados em mais de US$ 1 bilhão, em setembro, e por isso vamos viver em um mundo no qual precisaremos gerar centenas de milhões de dólares em receita", disse Costolo à Reuters. "Estamos pensando sobre números muito, muito altos."

Costolo disse acreditar que a empresa sairá do vermelho no futuro. Mas não quis revelar o cronograma para chegar ao lucro, que a empresa no momento espera gerar por meio de seu sistema de publicidade e de um sistema de contas comerciais que deve ser lançado em julho ou agosto.

"Não estamos de forma alguma calculando que precisamos estar acima dos US$ 100 milhões em tal data e acima dos US$10 bilhões em tal outra data", afirmou.

A empresa está no momento acrescentando cerca de 12 novos anunciantes ao programa "Promoted Tweets", lançado com a participação de cinco anunciantes no mês passado, disse Costolo. Até o quarto trimestre, ele antecipa que haja centenas de anunciantes participando.

"Nosso plano é expandir o programa de forma realmente agressiva no terceiro trimestre e atingir o mercado mais amplo no quarto trimestre", disse Costolo. O site afirma ter cerca de 100 milhões de usuários do serviço de microblog.

O serviço vem cada vez mais desafiando os gigantes estabelecidos da Web, como Yahoo e Google, na disputa pelo tempo online dos usuários. Em janeiro, o Google lançou um serviço de mensagens sociais chamado Google Buzz que assemelha-se a muitos dos recursos do Twitter.

Fonte: Jornal do E-Commerce

25 de mai. de 2010

Web é meio de propaganda para 60% das pequenas empresas

Cerca de 60% das pequenas e médias empresas latino-americanas que administram um site próprio se servem das possibilidades oferecidas pela internet para fazer propaganda de seu trabalho empresarial, segundo revelou um relatório encomendado pelo Google e apresentado neste sábado (22) em Bogotá.

Das 3.600 pequenas e médias empresas de países como Brasil, Argentina, Chile, Colômbia e México (que foram entrevistadas pela empresa de consultoria Pyramid Research para o Google), 86% contam com um site, o que permitiu identificar o grau de vinculação destas empresas com a internet.

As pequenas e médias empresas da região sem site, que correspondem a 14% das consultadas, confirmaram que utilizam alguma forma a publicidade on-line ou que têm a intenção de fazê-lo nos próximos meses.

Dentre os tipos de publicidade às quais pequenas e médias empresas recorrem estão os anúncios contextuais e em buscadores (como Google ou AdWords); os gráficos (como banners); e anúncios multimídia.

Por outro lado, o "Estudo de tendências de uso de internet nas pequenas e médias empresas da América Latina" ressaltou que apenas 18% dos sites de pequenas e médias empresas permite, atualmente, as transações on-line.

Os dados sobre publicidade e comércio eletrônico refletem, segundo este reporte, que aumentou o interesse das pequenas e médias empresas latino-americanas em incorporar as ferramentas de internet entre suas estratégias, mas que "muitas estão ainda começando".

"Observamos um tremendo potencial para a adoção de ferramentas on-line entre as pequenas e médias empresas da região", considerou o diretor de vendas on-line do Google América Latina, John Ploumitsakos. "Cerca de 31% da população da América Latina e do Caribe utiliza internet."

Para o executivo, "o consumidor está pedindo novas funcionalidades e maiores opções no comércio eletrônico, logo, os comerciantes tradicionais devem seguir a tendência traçada pelo usuário para não ficar fora do jogo".

As pequenas e médias empresas latino-americanas representam 95% do total de empresas da região e se levantaram como os motores e grandes geradores de emprego da economia regional, segundo reconheceu o presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Luis Alberto Moreno, o março passado.

O Brasil lidera com 29% a lista de países de maior adoção de comércio eletrônico em sites da internet, seguido pela Colômbia, onde 23% de pequenas e médias empresas implementaram ferramentas para desenvolver o comércio eletrônico.

Chile, México e Argentina os seguem com menores níveis de envolvimento.

O estudo da Pyramid Research mostrou que não só o nível de aproveitamento tecnológico poderia ser melhorado, mas também concluiu que, "em termos gerais, a sofisticação tecnológica na América Latina continua sendo baixa".

"As pequenas e médias empresas precisam otimizar seus sites na internet, habilitar funcionalidades que permitam uma maior interatividade, assim como utilizar as diferentes ferramentas disponíveis para fazer propaganda on-line", destacou Ploumitsakos.

Fonte: Folha.com

24 de mai. de 2010

Classe C impulsiona Brasil a migrar para o digital

O Brasil possui a cultura mais digital do planeta e o maior percentual de pessoas conectadas à internet do mundo, incluindo a classe C, com uma média de 26,7 horas por mês de conexão, segundo dados da Comscore Media Matrix de setembro de 2009. Apesar disso, apenas 4,4% do budget de marketing das empresas são alocados hoje para as mídias digitais, um percentual muito inferior ao de países como a Inglaterra, onde 23% dos recursos destinam-se à área digital; a China, com 13,6%, ou ainda os Estados Unidos, onde esse percentual é de 11,3%.

Os dados constam da pesquisa New Digital Middle Class, que está sendo realizada pela Razorfish, maior agência de marketing digital do mundo (segundo o ranking da Advertising Age de 2009), que apresentou nesta semana alguns dados do estudo, em encontro no qual anunciou o início das suas operações no mercado brasileiro.

"Em quase todas as escalas, o brasileiro é o povo mais digital do planeta. Com programas como o novo Plano Nacional de Banda Larga do governo, o acesso se tornará ainda mais amplo e profundo”, afirmou Joseph Crump, vice-presidente sênior de estratégia e planejamento da Razorfish, ao ressaltar a importância da classe C para essa mudança de paradigma.

Um dado que comprova isso é que 33% da audiência da classe C hoje está na internet, em comparação a 44% da televisão, segundo dados do Grupo de Mídia de 2008. Em 2010, a Classe C deverá representar 45% do total do mercado de internet, destacando-se que 51% das compras online são de consumidores das classes C, D e E.

“É hora das empresas e marcas começarem a se libertar de sua dependência da televisão para se conectar aos seus consumidores", ressaltou Fernando Tassinari, gerente geral da subsidiária brasileira da Razorfish, ao citar que, em outros países, a alocação das verbas está migrando, e a agência quer contribuir para acelerar esse processo também no Brasil.

Segundo o estudo em elaboração pela Razorfish, diversos fatores têm reforçado a posição da televisão como a mídia mais forte no Brasil. Um deles é a forte cultura da telenovela, e o outro, a prática da Bonificação por Volume (BV) dada pelas emissoras de televisão às agências, que contribui para o direcionamento dos recursos para a mídia televisiva. Nos Estados Unidos, em contrapartida, menos de 10 milhões dos lares estão conectados hoje às redes abertas de televisão, em comparação a cerca de 50 milhões na década de 70.

No Brasil, a televisão detém cerca de 55% das verbas disponibilizadas para as várias mídias (impressas, internet, rádio e out of home), enquanto nos EUA essa participação está perto de 25% e na Inglaterra, próxima de 20%.

Fonte:AdNews

Copa do Mundo

Para quem quer acompanhar todos os jogos da copa, acesse aí a planilha com a table da copa do mundo.

Bom Jardim

19 de mai. de 2010

O que é uma Newsletter?

A Newsletter é uma comunicação regular e periódica enviada para clientes e clientes potenciais da empresa, oferecendo conteúdo sobre assunto específico juntamente com ofertas de produtos e serviços. Uma email newsletter utiliza o email como instrumento para essa comunicação e oferece inúmeras vantagens em relação ao formato em papel, enviado pelo correio.
Diferenças entre uma Email Newsletter e a Mala Direta Eletronica

Embora a newsletter possa ser confundida com a mala direta eletrônica, existe uma diferença essencial entre elas. A mala direta oferece promoções, enquanto a newsletter oferece conteúdo sobre determinado assunto e, também, promoções. Isso tem implicações em termos de objetivos e resultados. O objetivo da mala direta é chamar a atenção do leitor para uma determinada oferta e estimulá-lo a ação imediata por meio de algum benefício. Já o objetivo da newsletter é criar vínculos com o leitor, gerando conhecimento de marca e confiabilidade, o que não só abre o caminho para a ação desejada, como estabelece um relacionamento que estimulará a realização de mais ações ao longo do tempo. A mala direta visa a resultados imediatos, a newsletter visa, principalmente, a resultados de médio e longo prazo. Ambas são ferramentas eficientes de email marketing, quando bem utilizadas sendo que a newsletter é mais recomendada à empresas que tenham visão de longo prazo, na linha do famoso slogan: “você conhece, você confia”.

Na newsletter, é fundamental a relevância do conteúdo para que haja interesse na leitura e na continuidade do seu recebimento. Se a newsletter não oferecer nada de útil ao público-alvo, é melhor não a enviar, pois o resultado será nulo.

Exemplo de Newsletter: eCommerceNews*
Newsletter mensal sobre e-commerce publicada desde 2001

A email newsletter eCommerceNews teve seu primeiro número publicado em março de 2001, quando foi enviada para um punhado de alunos do curso de Ciência da Computação. Hoje é uma referência na Internet brasileira quando o assunto é e-commerce. O público atual da newsletter ultrapassa 100 mil assinantes e é composto por universitários, pesquisadores e, principalmente, empreendedores e empresários que utilizam a Internet como canal de comercialização. Citada em diversas publicações como exemplo de email newsletter bem-sucedida.

Fonte: E.comerce.org.br

18 de mai. de 2010

Sucesso sem risco?

por Edson Porto com Álvaro Oppermann

Faz parte do ideário capitalista a relação quase direta e proporcional entre empreendedorismo, risco e sucesso. Quanto mais ousado e corajoso o empreendedor, mais chances de chegar ao topo. Esse é o roteiro básico nas biografias de grandes homens de negócios. Ou era. Alguns livros e trabalhos recentes estão olhando de forma diferente para as histórias de mitos globais e as reescrevendo. É o que faz a obra From Predators to Icons (“De predadores a ícones”, em tradução livre), dos acadêmicos franceses Catherine Vuillermot e Michel Villette.

De acordo com a dupla, o herói empreendedor, em geral, pouco tem de ousado. Na verdade, sua grande qualidade seria enxergar as oportunidades antes dos outros e não sua habilidade de suportar o risco. Alguns, aliás, seriam na verdade até medrosos. Da lista dos cautelosos fazem parte George Eastman (Kodak), Giovanni Agnelli (Fiat), Sam Walton (Walmart) e Ingvar Kamprad (Ikea). Na fundação de seus impérios, de acordo com os autores, eles sempre jogaram defensivamente.

Os franceses não estão explorando sozinhos esse novo filão. O escritor e jornalista americano Malcolm Gladwell também escreveu sobre o assunto na revista New Yorker, citando os franceses. Na revisão da biografia de alguns grandes empreendedores, Gladwell diz que há aqueles com aversão quase física ao risco, como Ted Turner, o bilionário empresário de mídia, fundador da CNN. Na única vez em que colocou dinheiro vivo num negócio, na compra da empresa General Outdoor, nos anos 60, Turner ficou doente.

Herdeiro de um próspero negócio de outdoors, ele resolveu entrar para o ramo da televisão, em 1969, comprando uma emissora UHF em Atlanta. Não colocou US$ 1 em dinheiro – fez uma troca por ações de sua empresa. Ele, aliás, sempre evitou fazer aquisições em dinheiro. Depois, promoveu o canal, que custara US$ 2,5 milhões, usando espaço ocioso em seus próprios outdoors. Em 1973, a emissora dava lucro de US$ 1 milhão anual.

Os autores franceses afirmam que os “heróis de negócios” não se dão bem por assumir riscos. “Eles são na verdade predadores oportunistas. E predadores não se arriscam quando saem à caça.” A aversão pelo risco é compensada pela capacidade de não se preocupar muito com o que falam deles. Sam Walton, ao iniciar o Walmart, não usou as economias pessoais. Pediu dinheiro emprestado à família da esposa. Aguentou, por vários anos, cara feia nos dias de Ação de Graças. Até pagar. Nos anos 60, no auge da Guerra Fria, o sueco Ingvar Kamprad, da Ikea, encomendou seus móveis na comunista Polônia, por um terço do preço do da Suécia. Foi acusado de traidor. Deu de ombros. “O empreendedor de sucesso não tem medo de colocar a reputação pessoal em jogo. Sacrossanto é o bolso”, dizem Catherine e Villette.

A tese dos franceses é corroborada pelo professor da London Business School Don Sull. Uma grande oportunidade de negócios, diz ele, pode ser descrita como uma série de “janelas douradas” que se abre. O herói capitalista é aquele que sabe instintivamente, ou analiticamente, reconhecer esse padrão. Não é que ele topou o risco. Ele simplesmente viu o que nós não conseguimos enxergar: que não havia risco algum no negócio.

Fonte:Época Negócios

Quem quer faz. Quem não quer, arruma uma deculpa!

por Christian Barbosa

As empresas estão abarrotadas de pessoas que carregam consigo inúmeras respostas para explicar os motivos pelo qual deixaram de concluir determinadas atividades. É comum termos na ponta da língua um motivo chave que esclareça as dificuldades que nos levaram a não realizar aquela tarefa. Normalmente, o item mais comum da lista que contém milhares de desculpas possíveis é a falta de tempo. Concorda?

Se excluirmos os compromissos que estão totalmente fora de nosso controle ou atuação, os outros que não foram finalizados simplesmente deixaram de ser priorizados ou escolhidos por nós. Perceba os pretextos quando analisamos os motivos aos quais deixamos de cumprir determinada tarefa: você não leu aquele livro, porque teve preguiça. Não retornou aquela ligação, porque o cliente não lhe agradava. Não concluiu todas as atividades agendadas para o seu dia, porque priorizou outras tarefas. Deixou de ir à academia, porque estava sem motivação. Você não termina de escrever seu livro, porque precisa revisar outras vezes. E, com essas explicações para suas não-realizações, a vida passa.

Acredito que, para a maioria das pessoas, o problema para a não cumprir seus afazeres não é a falta de tempo, mas a sobra de desculpas. Quando desejamos realizar uma tarefa de verdade, ou seja, quando a vontade ou a necessidade é maior do que tudo, tendemos a ir atrás e fazer o que for preciso para atingir o objetivo. É preciso entender que todo ser humano cria desculpas, vez ou outra, para as pessoas ao qual nos relacionamos, visando um bem maior. Quem nunca faltou à aula para ver a/o namorada/o?

Ensino as pessoas a administrarem seu tempo e empresas a terem menos urgências. Mas isso não é uma tarefa fácil para a grande maioria dos clientes. Re-educar o planejamento, a maneira de priorizar as atividades, fazer com que essa pessoa agende seus afazeres no Neotriad (software) e fique com ele aberto o tempo todo para gerenciar o seu dia requer dedicação e força de vontade. Parece simples, mas não é. As pessoas necessitam e um entendimento: não temos que vencer o “vilão” do tempo, mas temos que lutar contra a “zona de conforto”, ao qual muitas vezes nos mantemos. É o modelo operante que existente em nós, criado através de nossos pensamentos e processados em nosso cérebro.

Esse padrão mental é o principal gerador da preguiça, nossas desculpas, a falta de tempo e não-realizações. Como vencê-lo? Primeiro, devemos nos conscientizar de que vivenciamos, há algumas décadas, um exemplo antigo pré-estabelecido, contra apenas alguns dias de um novo modelo. Isso requer duas coisas: a primeira é persistência constante, ou seja, todo o dia precisamos nos forçar a aplicar um pouco desse novo protótipo que desejamos implantar. Depois, será necessário encontrar um forte motivo que nos motive a manter esse ritmo.

Por que você quer mais tempo? Quando essa pergunta estiver respondida de forma que realmente toque todas as partes do seu cérebro, da sua alma, do seu coração e do seu ser, pode ter certeza que você desvendou a maneira de vencer seu antigo modelo.

Quem quer realizar algo que realmente traga resultados a curto, médio e longo prazo, e descobrir um motivo para isso, pode ter a certeza que irá cumpri-lo. Caso contrário, você vai encontrar uma excelente desculpa para deixar a realização para depois.


*Christian Barbosa é o maior especialista no Brasil em administração de tempo e produtividade. Fundador da Triad PS, empresa multinacional especializada em programas e consultoria na área de produtividade, colaboração e administração do tempo.

É isso aí... vamos GERENCIAR o nosso tempo!

Redes Sociais Temáticas

Redes sociais segmentadas crescem, diversificam-se e ampliam seu público.

A estilista Carolina Kawauchi, de 29 anos, descobriu na comida japonesa uma inspiração para criar roupas e acessórios de moda em forma de sushi e de outros itens da gastronomia oriental.

Assim surgiu a grife Sushi. C. Mas você não vai encontrar tais criações em lojas. Carolina vende suas peças pela internet e em feiras e bazares. Por isso, dedica cinco horas de seus dias para usar redes sociais e divulgar seu trabalho. Embora visite o orkut e o Facebook, Carolina escolheu como base o byMK, rede brasileira especializada em moda. Lá, encontra um público com interesses semelhantes aos seus e tem mais chances de ser bem-sucedida nos negócios.

Redes sociais como o byMK estão ganhando espaço na internet e têm sido descobertas por mais gente que quer se focar num tema. “A ideia é ter pessoas de um segmento específico, que entendam e se interessem muito por determinado assunto”, diz Elizabeth Saad, professora da Universidade de São Paulo especializada em mídias digitais.

A tendência é que as redes temáticas cresçam, mas sem disputar público com as grandes. Elas devem complementar discussões e espaços que as mais gerais não preenchem. No Brasil, o terreno é fértil. Aqui, a média mensal de tempo gasto em redes sociais é de 6,3 horas, e o número de páginas vistas por pessoa chega a 1 220. É quase o dobro da média mundial, de 3,7 horas. Os brasileiros perdem apenas para os russos, que assinalam 6,6 horas mensais.

Fonte: INFO

17 de mai. de 2010

IPV4-Esgotamento de IP

O Protocolo Internet (IP), na verdade, faz parte de um conjunto maior de protocolos, conhecidos por TCP/IP suite, que inclui outros protocolos como TCP, UDP, DNS, ARP, RARP, DHCP, FTP, HTTP, RIP, BGP, entre outros. Esse conjunto é hoje utilizado também nas redes locais. É, na verdade, o padrão de fato utilizado como protocolo de comunicação para diversas aplicações, a começar pela Internet.

A entidade que controla os números IP é o IANA (Internet Assigned Numbers Authority), que hoje é parte da ICANN (Internet Corporation for Assigned Names and Numbers). A autoridade sobre os números IP é delegada regionalmente para outras entidades. Na América Latina e Caribe a entidade responsável é o LACNIC, e , no Brasil, o NIC.br.

Razões históricas que levaram ao esgotamento do espaço de endereçamento do IP versão 4

É importante compreender que a Internet não foi projetada, inicialmente, para uso comercial. Por volta de 1983, ela poderia ser considerada um rede predominantemente acadêmica, com cerca de 100 computadores interligados. Contudo, seu crescimento foi exponencial e o início de sua utilização comercial, por volta de 1993, aliado à política então vigente de alocação de endereços, aparentemente poderiam fazer com que seu espaço de endereçamento se esgotasse num prazo de 2 ou 3 anos. Previa-se, já naquela época, um possível colapso no crescimento da rede.

Embora o espaço de endereçamento do IP versão 4 tenha 32 bits, o que representa 4.294.967.296 endereços, a política de alocação inicial não foi favorável a uma utilização racional dos mesmos. Dividiu-se esse espaço em 3 classes, à saber:

* Classe A: com 128 segmentos, que poderiam ser atribuídos individualmente às entidades que deles necessitassem, com aproximadamente 16 milhões de endereços cada. Essa classe era classificada como /8, pois os primeiros 8 bits representavam a rede, ou segmento, enquanto os demais poderiam ser usados livremente. Ela utilizava o espaço compreendido entre os endereços 00000000.*.*.* (0.*.*.*) e 01111111.*.*.* (127.*.*.*).

* Classe B: com aproximadamente 16 mil segmentos de 64 mil endereços cada. Essa classe era classificada como /16. Ela utilizava o espaço compreendido entre os endereços 10000000.0000000.*.* (128.0.*.*) e 10111111.11111111.*.* (191.255.*.*).

* Classe C: com aproximadamente 2 milhões de segmentos de 256 endereços cada. Essa classe era classificada como /24. Ela utilizava o espaço compreendido entre os endereços 11000000.0000000.00000000.* (192.0.0.*) e 11011111.11111111.11111111.* (213.255.255.*).

Além disso, os 32 blocos /8 restantes foram reservados para Multicast e para a IANA.

Compreenda-se que o espaço reservado para a classe A atenderia a apenas 128 entidades ligadas à Internet, no entanto, ocupava metade do espaço disponível. Não obstante, empresas e entidades como HP, GE, DEC, MIT, DISA, Apple, AT&T, IBM, USPS, dentre outras, receberam alocações classe A.
Voltar
O esgotamento do IPv4

O gráfico abaixo, feito manualmente à partir de um algorítmo fractal, que permite a representação do espaço unidimensional dos endereços IPv4, através de uma figura bidimensional, e tem a propriedade de permitir que faixas de endereços contíguas ocupem posições também contíguas no desenho, permite observar o espaço de alocação IPv4 em 2006. Ele está disponível no sítio web da IANA. Na parte superior esquerda pode-se observar as alocações classe A ocupando aproximadamente um quarto do espaço total.
As previsões iniciais, no entanto, de esgotamento quase imediato dos recursos, não se concretizaram, devido ao desenvolvimento de uma série de tecnologias, que funcionaram como uma solução paliativa para o problema trazido com o crescimento acelerado.

Dentre essas soluções pode citar-se o CIDR (Classless Inter Domain Routing), ou roteamento sem uso de classes, que é descrito pela RFC 1519. Com o CIDR foi abolido o esquema de classes, permitindo atribuir blocos de endereços com tamanho arbitrário, conforme a necessidade, trazendo um uso mais racional para o espaço. O CIDR permitiu também a agregação de informação nas tabelas de roteamento, que estavam também crescendo exageradamente, colaborando para sua viabilidade.

Outra solução importante foi o uso da RFC 1918, que especifica os endereços privados, não válidos na Internet, nas redes corporativas. Geralmente esses endereços são utilizados em conjunto com NAT (Network Address Translation). O NAT permite que com um endreço válido apenas, toda uma rede baseada em endereços privados, tenha conexão, embora limitada, com a Internet. Essa solução é largamente utilizada e chega-se a questionar seu caráter paliativo, no entanto, o NAT traz uma série de problemas: ele acaba com o modelo de funcionamento fim a fim (peer to peer), trazendo complicações ou impedindo o funcionamento de uma série de aplicações, como por exemplo aplicações de voz sobre IP baseadas em SIP; ele não escala bem, pois exige processamento pesado; ele não funciona com IPsec; ele funciona como um stateful firewall, dando uma falsa sensação de segurança a muitos administradores de rede e colaborando para a não adoção de boas práticas de segurança nas empresas; entre outros.

Deve-se citar ainda o DHCP (Dynamic Host Configuration Protocol), descrito pela RFC 2131. Esse protocolo permite a alocação dinâmica de endereços IP, o que trouxe a possibilidade aos provedores de reutilizarem endereços Internet fornecidos a seus clientes para conexões não permanentes, como as realizadas através de linhas discadas ou ADSL.

O conjunto dessas tecnologias reduziu a demanda por novos números IP, de forma que o esgotamento previsto para a década de 1990, ainda não ocorreu. No entanto, não estamos hoje em uma situação completamente confortável, pois o esgotamento no IANA, que é a entidade que controla mundialmente esse recurso, é previsto para 2010 e nos Registros Regionais, como o LACNIC, que controla os números IP para a América Latina e Caribe, em algum momento entre 2012 e 2014.

Essas previsões são baseadas na quantidade de IPs disponível atualmente: cerca de 42 blocos /8, na demanda anual por novos endereços e na taxa de crescimento dessa mesma demanda.

Os gráficos a seguir mostram a quantidade de IPs disponível hoje. O primeiro, através da mesma técnica de distribuição fractal da figura vista anteriormente, mostrando, dentro do espaço total de endereçamento do IP versão 4, os IPs livres: O segundo, indicando no gráfico em pizza, como “IANA Reserved”, os mesmos.

Fonte: IPV6

17 de Maio, dia Internacional da Internet

Hoje dia 17 de maio é comemorado o di Internacional da internet.
Vou destacar um tema muito conehcido pelo mundo, e resolvi postar uma matéria sobre sites de relacionametos, em partiuclar

O ORKUT!

Orkut, que tem os brasileiros como maior porcentagem de usuários: 49%. Dos 54 milhões de internautas, 76% no Brasil utilizam o orkut como ferramenta de relacionamento.

Nos últimos quatro anos, a posse de computadores nos domicílios cresceu em média 18% mais rápido que o número de domicílios com conexão à internet, que cresceu 16%. Quando trata-se de formas de acesso, a conexão discada ainda supera a de banda larga. Atualmente, temos 11 milhões de conexões de banda larga no país e 12 milhões de conexões discadas.

Hoje, o Brasil é o sexto país do mundo com o maior número de domínios, somando 1,6 milhão de registros com o final .br. O registro .br era, inicialmente, disponível apenas para empresas, pois o cadastro exigia a inscrição do CNPJ. Hoje, o .br aceita também o CPF, permitindo que pessoas físicas e empresas não registradas adquiram o domínio com .br. O levantamento, feito com 3500 empresas de todos os portes (grande, média e pequena) de todo o país, constata que 53% delas têm website, mas a maior parte deles é voltado apenas para informações institucionais. Apenas 13% das corporações, por exemplo, utilizam os seus sites para efetivar pagamentos de transações.

O comércio eletrônico no Brasil está em boa fase. Em 2008, a internet movimentou mais de 8 bilhões de reais, ocasionando um crescimento de 30% em relação a 2007. Mais de 13 milhões de pessoas no Brasil já compraram ao menos uma vez pela internet.

Investir na internet está se tornando uma das melhores formas, para enfrentar um mercado cada vez mais competitivo.

14 de mai. de 2010

Cabeamento Estruturado

Pode-se definir o cabeamento estruturado como um sistema baseado na padronização das interfaces e meios de transmissão, de modo a tornar o cabeamento independente da aplicação e do layout. O cabeamento estruturado descreve ainda os sistemas de rede interna e de campus e sua interconexão com a planta externa.

O cabeamento estruturado originou-se nos sistemas de cabeamento telefônico comerciais. Nesses sistemas, como os usuários mudam rotineiramente sua posição física no interior da edificação, existe a necessidade de constantes mudanças na infra-estrutura existente para adequar a rede interna a essas novas situações. Com o crescimento da demanda dos sistemas de telefonia e a crescente necessidade de transmissão de dados, vídeo e outros, as empresas e organizações perceberam que se tornava cada vez mais difícil acompanhar a velocidade dessas mudanças. Passaram então a estabelecer padrões próprios de cabeamento resultando numa vasta diversidade de topologias, tipos de cabos, padrões de ligação, etc.

A fusão de tecnologias tem mudado o modo como os ambientes de trabalho são concebidos. Atualmente existe uma forte tendência de interligação entre as redes de computadores e os diversos sistemas existentes (telefonia, CATV, de segurança, administração predial, etc). A infra-estrutura básica para a aplicação dessas tecnologias é o sistema de cabeamento estruturado, organizando e unificando as instalações de novas redes e novos sistemas de cabeamento em edificações comerciais e residenciais, tornando-se assim um sistema padrão para servir como referência no desenvolvimento de novos produtos e soluções para segmento de redes.

Este sistema é concebido para integrar, no mesmo cabeamento, toda a rede de comunicação de voz, dados e imagem. Suporta ainda, todos os controles lógicos, como alarmes, sensores de temperatura, umidade, fumaça, entre outros. O Sistema de Cabeamento Estruturado é regido por normas internacionais, utilizando conectores padronizados, permitindo a conexão de qualquer equipamento em qualquer ponto do cabeamento. Esse sistema influencia o funcionamento de toda a rede e sua confiabilidade e, por isso, é um dos métodos mais adequados para uma estrutura de rede local.

O projeto de cabeamento estruturado não é feito apenas para obedecer às normas de hoje, mas, também, para que esteja de conformidade com as tecnologias futuras, além de proporcionar grande flexibilidade de alterações e expansões do sistema.

Concepção do Projeto de Cabeamento

O projeto de instalação de uma rede utilizando a técnica de cabeamento estruturado deve seguir uma série de etapas para sua realização:
Levantamento das necessidades e facilidades de transmissão e cabos existentes;
Especificação da prumada e da topologia do cabeamento;
Orçamento para mão de obra, cabos, conectores e equipamentos;
Plano de migração.
Etapas que antecedem a instalação:
Estruturação funcional e técnica;
Descrição do desenho esquemático;
Preparação dos módulos de hardware;
Preparação dos cabos utilizados;
Arquitetura do sistema de distribuição;
Constituição do backbone físico.
Especificações técnicas, equipamentos de proteção, plano de etiquetagem, conexão de equipamentos, opcionais, equipamentos básicos.

Fonte:Malima

13 de mai. de 2010

GM e Google negociam novos aplicativos para sistema de navegação

A General Mortos e a Google estão em busca de um acordo por meio do qual smartphones equipados com o sistema operacional Android poderiam se conectar ao serviço de informação ao motorista OnStar, pertencente à montadora, revelou ao Wall Street Journal uma fonte ligada às negociações.

Se concretizada, a parceria permitirá que os usuários do serviço OnStar tenham acesso a novos aplicativos por intermédio de smartphones equipados com o Android, prosseguiu a fonte.

Em uma mensagem publicada na rede social Facebook, o presidente da OnStar, J. Christopher Preuss, afirma que a companhia pretende divulgar, na próxima semana, uma notícia relevante.

A GM, na tentativa de recuperar sua fatia de mercado nos Estados Unidos, está em busca de novas formas de alavancar o sistema OnStar para atrair consumidores mais jovens. Preuss, ex-vice-presidente da GM, assumiu este ano o comando da OnStar, subsidiária da montadora.

Recentemente, numa reunião com donos de concessionárias, Preuss afirmou que a OnStar pretendia adicionar aplicativos ao sistema com o objetivo de atrair novos compradores de veículos da GM.

O OnStar é um serviço de informação de bordo capaz de fornecer dados de navegação, encaminhar chamados de emergência, diagnosticar problemas mecânicos e rastrear veículos roubados. A GM tem estudado meios de expandir a capacidade do OnStar.

Nos últimos anos, a Ford conseguiu fazer uso de seu sistema de bordo, o Sync, para atrair compradores para seus veículos. O Sync opera com tecnologia desenvolvida pela Microsoft. As informações são da Dow Jones.

Fonte: Economia e Negócio

E.Comerce só cresce!

Entre 25 de abril e 09 de maio, foram realizados cerca de 1,6 milhão de pedidos em lojas virtuais, o que representa alta de 42% se comparado ao ano passado.

O desempenho do setor na data foi superior ao varejo tradicional. Segundo dados divulgados pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), o crescimento foi de 9,43%.

Pela primeira vez, Eletrodomésticos foi a campeã das categorias mais vendidas, com 15% do volume total de pedidos. Em 2009, a categoria havia ficado em terceiro lugar.

“O comércio eletrônico mostra que continua seu crescimento a passos largos. Com as ótimas oportunidades do canal, aliadas ao aumento significativo do crédito, tivemos um ótimo desempenho nesse Dia das Mães”, afirma o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti.

Fonte:E.comerce New

10 de mai. de 2010

Agora disponível registro de dominios .com.br com CPF

O Comitê Gestor da Internet no Brasil anunciou esta semana uma novidade que facilitará bastante a vida de quem ainda não possui seu domínio .com.br. A partir do dia 01/05/2008, será possível adquirir domínios apenas com utilização do CPF, sem necessidade do CPNJ que atualmente é exigido. Ou seja, pessoas naturais com atividades comerciais e afins poderão registrar domínios COM.BR.

Inicialmente, somente o domínio COM.BR estará disponível nesta nova
categoria, genérica, que permite registro tanto com CNPJ quanto com
CPF. Lembramos que, para manter a transparência do registro de
domínios .br, pessoas físicas responsáveis por domínios COM.BR estarão
sujeitas aos mesmos procedimentos das entidades cadastradas
previamente.

Fonte:WebKing

7 de mai. de 2010

Mais sobre E-commerce

Uma pesquisa inédita de mapeamento da Internet, realizada para a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e concluída em janeiro de 2010, mediante 500 entrevistas com gestores de empresas de todos os segmentos, em São Paulo, mostra que quase 30% das empresas já compram ou vendem pela Internet, principalmente as da Indústria e do Atacado. A pesquisa teve como foco as micro e pequenas empresas.

Entrevistamos Sandra Turchi, superintendente de Marketing da ACSP, a respeito de algumas conclusões do estudo.
Pergunta: Você é otimista quanto ao ritmo de evolução do e-commerce nas empresas de S. Paulo? Demoramos 15 anos para que 30% das empresas da capital tenham presença online. Quanto tempo até que pelo menos 50% das empresas estejam fazendo negócios online?

Sandra Turchi: Sim, sou otimista. No início das operações de e-commerce do país em meados da década de 90, poucas empresas varejistas, de maior porte, apostaram nesse "novo desafio". Era uma aposta mesmo, pois não havia massa crítica ainda de pessoas navegando, muito menos comprando. Depois, veio a bolha, o que fez com que muitos se desestimulassem e mesmo declinassem desses investimentos. Com a retomada, novamente as grandes redes varejistas do mundo físico e os grandes investidores on-line foram os responsáveis pelo crescimento do e-commerce, já com outra configuração, pois o crescimento do acesso vinha ocorrendo de forma consistente.
As MPEs na verdade, em sua grande maioria, tem se atentado para a importância do e-commerce nos últimos dois ou três anos. E dada sua dificuldade, por falta de verba, de estrutura e de equipes, a evolução não é tão rápida. Mas daqui pra frente o crescimento se acelerará, sem dúvida, mas não temos como prever ainda um percentual.

Pergunta: Desinteresse, falta de informação, custo de implementação e falta de segurança nas transações: qual desses fatores é o maior problema para a adoção da web como plataforma comercial pelas micro e pequenas empresas em SP?

Sandra Turchi: Principalmente a falta de informação, pois ao tomar mais conhecimento ele encontra, inclusive, solução para os problemas de custos e de falta de segurança, pois hoje os fornecedores estão mais adaptados para atender as MPEs, tanto em termos de estrutura como de valores cobrados.

Pergunta: Fale mais sobre a criação de um "selo oficial" de confiabilidade online. A ideia parece excelente e poderia funcionar como um estímulo para que as empresas entrem na Web - e atraiam os consumidores anunciando segurança nas transações online. A ACSP pretende criar um grupo de trabalho específico para isso, em parceria com as empresas?

Sandra Turchi: Estamos estudando junto à Camara-e.net a criação de um selo de confiança para as MPEs. Esse selo seria concedido após uma auditoria, baseada em um conjunto de critérios, cinco ou seis, que determinarão o quanto aquela loja está preparada para oferecer um processo de venda mais seguro ao cliente. Essa medida contribuirá para o crescimento das MPEs no universo do e-commerce, tendo em vista que facilitará a escolha do cliente por uma loja/marca que ele ainda não conhece.

Pergunta: Na pesquisa, a "falta de necessidade" é o maior motivo apontado para a não-adoção do e-commerce. Não seria o caso de criar um sistema de informações de fácil acesso para esclarecer as empresas? Existe algum projeto no sentido de oferecer cursos ou palestras gratuitas sobre e-commerce para micro e pequenas empresas? Qual seria a melhor maneira de resolver o problema da falta de conhecimentos nessa área?

Sandra Turchi: Sim, a ACSP já tem investido desde 2008 na disseminação de conhecimento através de seminários gratuitos ao público-alvo. Além disso estamos montando uma grade com diversos cursos de capacitação dos nossos associados, em várias áreas, além de um caderno a ser veiculado no Diário do Comércio, para o qual estamos tentando captar patrocínios.

Pergunta: Há na pesquisa da ACSP dados que mostrem os benefícios econômicos da adoção da Web como plataforma comercial?

Sandra Turchi: Nessa primeira pesquisa, que foi uma grande sondagem, obtivemos um dado interessante, que para aproximadamente 50% das empresas que estão fazendo vendas on-line, isso já representa 10% do seu faturamento.

Fonte: E.tailer

4 de mai. de 2010

Marketing Digital

Uma pesquisa feita pela consultoria TNS Research International apontou que os brasileiros costumam consultar sites antes de fazer uma compra e comentam suas experiências sobre produtos e serviços.

Segundo o levantamento, 92% dos usuários pesquisam sobre produtos ou serviços em sites de e-commerce ou comparam preços lojas virtuais e 76% procuram essas informações em fóruns ou blogs. O estudo constatou também que 56% dos entrevistados escrevem em blogs, 42% leem blogs de pessoas desconhecidas, 63% comentam experiências sobre produtos e serviços e 52% acessam essas mídias para obter informações sobre o que pretendem comprar.

As redes sociais são utilizadas pelos entrevistados principalmente para acesso e compartilhamento de informações (43%), mas também são percebidas como um espaço pessoal (32%) ou que permitem pertencer e ser aceito em grupos de amigos (24%), além de possibilitar expressar desejos e mostrar um lado que as pessoas desconhecem (22%) ou descontrair fugir da pressão diária e ter liberdade de expressão (21%).

Para o estudo “Decodificando as Necessidades Digitais”, foram entrevistados 1.000 usuários, com 16 a 35 anos, residentes em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre, Recife e Salvador.

Fonte: Site

As 5 mentiras mais contadas nos currículos

"A verdade é bela, sem dúvida, mas a mentira também", escreveu, certa vez, o ensaísta americano do século 19, Ralph Waldo Emerson. Na competitividade da vida moderna é cada vez mais difícil não lançar mão das belas artimanhas da autopromoção para destacar-se.

Vale de tudo, até mesmo falsificar informações no currículo, idealizando ou exagerando competências. A prática se tornou tão comum que já tramita na Câmara dos Deputados um projeto de lei para torná-la crime sujeito a pena de detenção. No ano passado, até a candidata à presidência da República Dilma Roussef foi acusada de inflar o documento com títulos que não possui.

"Em média, 40% dos currículos trazem algum tipo de informação inverídica", diz Vander Giordano, diretor executivo da Kroll, empresa que atua há 40 anos na área de consultoria em gerenciamento de risco. Em um ano, a demanda da empresa pelo chamado "background check" - um serviço de levantamento dos antecedentes escolares, profissionais e até criminais do candidato - aumentou cerca de 25%.

"Não importa quão inocente possa parecer, a mentira desfaz a credibilidade do candidato e pode gerar até um colapso permanente da confiança", afirma a consultora Juliana Nunes, da Asap. Para evitar constrangimentos ou até, quem sabe, um processo criminal no futuro, o melhor é manter o pé na realidade e optar pela honestidade, sempre. A seguir, saiba quais são as cinco mentiras mais contadas nos currículos, e cuide para manter-se longe delas.

1 - Idiomas: É a mentira mais popular e também a mais fácil de ser identificada. Um simples teste ou uma conversa com o recrutador são suficientes para checar a proficiência no idioma. Trata-se daquele inglês "básico" que no currículo aparece como "avançado". Segundo Juliana, nem sempre o candidato age de má fé. "O problema é de percepção. A pessoa acha que domina a língua mas, na prática, tá enferrujada", diz. Portanto, cuidado ao colocar no currículo que você é fluente numa língua. Procure explicar esse grau de fluência, caracterizando separadamente as habilidades de "fala", "escrita" e "leitura".

2 - Motivo de saída da empresa: Demissões não costumam ser bem vistas. Mas isso não é motivo para transformar uma dispensa individual em uma demissão em massa ou extinção de setor. "É comum os candidatos afirmarem que foram mandados embora porque a empresa onde trabalhavam passou por uma reestruturação ou que o setor onde atuavam foi extinto", diz Giordano. Se percebida, a mentira sobre os motivos da saída de empregos anteriores pode passar a impressão de que o candidato quer esconder algo.

Para evitar que um possível erro do passado influencie na conquista do novo emprego, o especialista recomenda uma saída ética: "Limite-se a dizer que não estava sendo bom nem para você nem para a empresa". Caso você não tenha se adequado bem ao trabalho anterior, não se preocupe. Em geral, problemas de adaptação cultural são justificativas legítimas para desligamento.

3 - Exagerar responsabilidades e salários: Aqui, um projeto realizado em equipe pode virar um triunfo pessoal no currículo. Exageros de competência acontecem aos montes, porém, nem sempre se sustentam. Principalmente, se recrutador pedir para o candidato especificar suas atribuições e as dos demais envolvidos no projeto. Para responder, o candidato precisa recriar e distorcer toda a história, e no meio do caminho..."Eles sempre se enrolam, não conseguem dar informações especificas sobre o seu papel, nem os dos outros participantes", conta Juliana.



Outro tiro no pé, segundo a consultora, é a artimanha de aumentar o salário do emprego anterior para tentar cifras maiores na nova oportunidade. "Isso pode ser tornar um entrave à contratação", alerta Juliana. "A empresa nem sempre tem condições de cobrir o salário anterior".

4 - Tempo de trabalho: O tempo que se dedicou à empresa também costuma ser mudado ou omitido pelos candidatos. Seja porque a pessoa ficou pouco tempo naquela posição e teme ser vista como instável ou com nível de empregabilidade baixo, seja porque a empresa é mal vista no mercado. Em qualquer caso, vale dizer a verdade no currículo e explicar os motivos durante a entrevista.

Para quem tem vergonha de dizer que estava desempregado esticar em alguns meses a permanência no emprego anterior pode ser até aceito pelo selecionador. Do contrário, desista de tentar manipular datas. "Aqui, a mentira tem perna curta mesmo, sendo facilmente constatada pelos checadores ao ligar para empresas ou observar a carteira de trabalho", diz Giordano.

5- Formação: Não minta sob qualquer hipótese sobre sua formação. Além de ser um critério bem objetivo, você pode simplesmente não conseguir executar uma função pela falta das competências. Bom senso não faz mal a ninguém. Um curso de artes no exterior para turistas, por exemplo, não é o mesmo que uma pós-graduação internacional. Assim como um MBA pela metade não representa um MBA completo. Seja honesto e inteligente. Afinal, qualquer exigência de certificado é suficiente para desmascarar a mentira.

Fonte: INFO

Evento discute empreendedorismo no Brasil

O empreendedorismo no Brasil será o tema do debate que a Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP) promove em São Paulo, nesta quarta.

O evento, que acontece às 19h30, terá uma palestra ministrada por Ronald Jean Degen, conhecido por criar o primeiro curso sobre o assunto no país. O especialista já atuou como diretor superintendente da Editora Abril e da Listel.
ntre os temas abordados estão a promoção do desenvolvimento econômico sustentável, a inclusão social, a redução da pobreza, a preservação dos recursos escassos da natureza e a proteção ao meio ambiente.

Os interessados devem fazer inscrição no site da FAAP. No dia do evento, os inscritos devem doar dois quilos de alimentos não- perecíveis que serão entregues ao Centro de Educação Infantil / Creche Batuíra.

A palestra “Empreender como Opção de Carreira” acontece no Centro de Excelência da instituição, localizado na Rua São Vicente de Paulo, 463, em SP – Santa Cecília.

Fonte: INFO