Em Brasilia acontece o Seminário que visa a criar diretrizes para implantação de telecentros comunitários que oferecem contato com a tecnologia a pessoas de baixa renda ou que não possuem meios de acesso a Internet gratuita.
O Projeto visa formação de monitores entre 16 e 18 anos, que estejam cursando o ensino medio. Esses monitores serão capacitados a ministrar cusos gratuitos de formação em diversas áreas. Esses monitores receberão uma bolsa do governo federal, como insentivo ao trabalho executado para comunidade.
Atender comunidade sem acesso a tecnologia como um todo é o foco do projeto.
23 de set. de 2010
20 de set. de 2010
O que é o Google Instant ?
O Google Instant é uma nova funcionalidade do motor de busca do Google. À medida que o internauta for escrevendo as palavras que deseja pesquisar, os resultados da pesquisa vão mudando, actualizando-se, em função da porção que já foi introduzida, em função das primeiras letras ou palavras que já se encontram digitadas na caixa de pesquisa. Os resultados aparecem antes de se terminar de escrever tudo, e mesmo sem se clicar no botão “pesquisar”, o que pode tornar o processo de pesquisa mais rápido para os utilizadores.
Segundo o Google esta nova funcionalidade baseia-se no facto de que os utilizadores levam muito mais tempo a escrever na caixa de pesquisas do que a ler e a seleccionar os resultados da pesquisa que lhes interessam, procurando assim facilitar-lhes a vida.
Veja o vídeo “Google vs Google Instant”:
O Google Instant também abre uma caixa de sugestões por baixo da caixa de pesquisas, e na própria caixa de pesquisas um “auto-complete” sugere uma forma de completarmos as palavras que estamos a escrever.
O Google Instant vai afectar a visibilidade dos nossos sites?
Resta saber se esta mudança na forma como os resultados são apresentados serão boas noticias para quem tem sites na internet e precisa deles nas melhores posições nos motores de busca.
Um indicador da importância deste assunto e a antecipar que vêm aí ventos de mudança é o facto de haver já há muitos webmasters e blogueiros no universo da lingua portuguesa a falar sobre Google Instant apesar de este ainda nem estar disponível no google.com.br e no google.pt .
Claro que sim. Não tenho dúvidas que o Google Instant vai afectar a visibilidade de alguns sites.
Numa primeira observação do Google Instant em funcionamento, facilmente observamos que o todo o processo de sugestões (a caixa que se abre por baixo da caixa de pesquisas) ocupa bastante espaço. Por baixo da caixa de sugestões ainda temos que contar com o espaço que ocupam os anúncios do adwords. Sobra cerca de metade do ecrã (ou até menos) para os resultados orgânicos (pelo menos na maior parte das resoluções). Isto significa que apenas os 2 ou 3 primeiros resultados naturais vão receber uma quantidade interessante de visitas provenientes do Google. Os donos destes primeiros sites podem ficar a ganhar com o Google Instant podendo passar a vir a receber mais visitas do que recebiam antes da implementação do Google Instant.
Mas pode não ser tanto assim. Isto porque os anúncios do AdWords também ganham destaque, passam a ocupar uma posição central no ecrã (e numa lista com menos resultados do que o que acontecia antes, com menos opções, os anúncios ganham ainda mais força), podendo desta forma contrariar o aumento de visitantes que os sites das primeiras posições naturais teriam (que os perdem para o AdWords).
Não estou certo de que os utilizadores fiquem a ganhar com este novo processo de pesquisas. É que se por um lado eles recebem a ajuda das sugestões (e podem obter resultados mais rápidamente), por outro lado são menos os resultados que lhes colocam perante os olhos, obrigando-os a fazer scrolldown sempre que querem ver várias opções, sempre que não querem ficar limitados a 2 ou 3 resultados para uma determinada “palavra chave”.
O que vai mudar nas técnicas de optimização dos sites para os motores de busca (SEO)?
É ainda muito prematuro tentar prever que técnicas SEO vão surgir e quais as que se vão tornar obsoletas com a chegada do Google Instant, até porque este ainda está em fase de testes, ninguém sabe se vai ficar como está ou se vai sofrer mais alterações. Mas a tendência parece ser o aumentar ainda mais da importância dos primeiros lugares, que vão passar a ser mais disputados, aumentando a concorrência entre webmasters e blogueiros. Isto significa que vai aumentar ainda mais a procura e o desenvolvimento de técnicas SEO destinadas a alcançar os lugares cimeiros.
Por outro lado, optimizar os sites para as “long tails”, para palavras chave compridas que sejam sugeridas aos utilizadores, pode ser o caminho a seguir para captar os utilizadores que clicam nessas sugestões.
Se o Google Instant vai ter um impacto positivo ou negativo vamos saber quando este chegar a Portugal e ao Brasil, e começarmos a verificar aumento ou diminuição dos visitantes nos nossos sites. Nessa altura será possível analisar e compreender o que muda no comportamento dos utilizadores do motor de busca do Google e em função disso desenvolver as estratégias mais acertadas para optimizarmos os nossos sites para o Google Instant.
Experimente o Google Instant:
Por enquanto pode experimentar você mesmo o Google Instant em http://www.google.com/en
Fonte: Como Fazer um Site
Segundo o Google esta nova funcionalidade baseia-se no facto de que os utilizadores levam muito mais tempo a escrever na caixa de pesquisas do que a ler e a seleccionar os resultados da pesquisa que lhes interessam, procurando assim facilitar-lhes a vida.
Veja o vídeo “Google vs Google Instant”:
O Google Instant também abre uma caixa de sugestões por baixo da caixa de pesquisas, e na própria caixa de pesquisas um “auto-complete” sugere uma forma de completarmos as palavras que estamos a escrever.
O Google Instant vai afectar a visibilidade dos nossos sites?
Resta saber se esta mudança na forma como os resultados são apresentados serão boas noticias para quem tem sites na internet e precisa deles nas melhores posições nos motores de busca.
Um indicador da importância deste assunto e a antecipar que vêm aí ventos de mudança é o facto de haver já há muitos webmasters e blogueiros no universo da lingua portuguesa a falar sobre Google Instant apesar de este ainda nem estar disponível no google.com.br e no google.pt .
Claro que sim. Não tenho dúvidas que o Google Instant vai afectar a visibilidade de alguns sites.
Numa primeira observação do Google Instant em funcionamento, facilmente observamos que o todo o processo de sugestões (a caixa que se abre por baixo da caixa de pesquisas) ocupa bastante espaço. Por baixo da caixa de sugestões ainda temos que contar com o espaço que ocupam os anúncios do adwords. Sobra cerca de metade do ecrã (ou até menos) para os resultados orgânicos (pelo menos na maior parte das resoluções). Isto significa que apenas os 2 ou 3 primeiros resultados naturais vão receber uma quantidade interessante de visitas provenientes do Google. Os donos destes primeiros sites podem ficar a ganhar com o Google Instant podendo passar a vir a receber mais visitas do que recebiam antes da implementação do Google Instant.
Mas pode não ser tanto assim. Isto porque os anúncios do AdWords também ganham destaque, passam a ocupar uma posição central no ecrã (e numa lista com menos resultados do que o que acontecia antes, com menos opções, os anúncios ganham ainda mais força), podendo desta forma contrariar o aumento de visitantes que os sites das primeiras posições naturais teriam (que os perdem para o AdWords).
Não estou certo de que os utilizadores fiquem a ganhar com este novo processo de pesquisas. É que se por um lado eles recebem a ajuda das sugestões (e podem obter resultados mais rápidamente), por outro lado são menos os resultados que lhes colocam perante os olhos, obrigando-os a fazer scrolldown sempre que querem ver várias opções, sempre que não querem ficar limitados a 2 ou 3 resultados para uma determinada “palavra chave”.
O que vai mudar nas técnicas de optimização dos sites para os motores de busca (SEO)?
É ainda muito prematuro tentar prever que técnicas SEO vão surgir e quais as que se vão tornar obsoletas com a chegada do Google Instant, até porque este ainda está em fase de testes, ninguém sabe se vai ficar como está ou se vai sofrer mais alterações. Mas a tendência parece ser o aumentar ainda mais da importância dos primeiros lugares, que vão passar a ser mais disputados, aumentando a concorrência entre webmasters e blogueiros. Isto significa que vai aumentar ainda mais a procura e o desenvolvimento de técnicas SEO destinadas a alcançar os lugares cimeiros.
Por outro lado, optimizar os sites para as “long tails”, para palavras chave compridas que sejam sugeridas aos utilizadores, pode ser o caminho a seguir para captar os utilizadores que clicam nessas sugestões.
Se o Google Instant vai ter um impacto positivo ou negativo vamos saber quando este chegar a Portugal e ao Brasil, e começarmos a verificar aumento ou diminuição dos visitantes nos nossos sites. Nessa altura será possível analisar e compreender o que muda no comportamento dos utilizadores do motor de busca do Google e em função disso desenvolver as estratégias mais acertadas para optimizarmos os nossos sites para o Google Instant.
Experimente o Google Instant:
Por enquanto pode experimentar você mesmo o Google Instant em http://www.google.com/en
Fonte: Como Fazer um Site
19 de set. de 2010
Meu blog em pontos

What do the colors mean?
blue: for links (the A tag)
red: for tables (TABLE, TR and TD tags)
green: for the DIV tag
violet: for images (the IMG tag)
yellow: for forms (FORM, INPUT, TEXTAREA, SELECT and OPTION tags)
orange: for linebreaks and blockquotes (BR, P, and BLOCKQUOTE tags)
black: the HTML tag, the root node
gray: all other tags
Fonte: http://www.aharef.info/static/htmlgraph/
18 de set. de 2010
Para que comprar um tablet?
Muitas pessoas têm pensado em como arrumar dinheiro para comprar os novos tablets, que têm preços um pouco altos. Outras resolveram pagar 169 dólares pelos seus. Com um pouco de criatividade, eles estão criando tablets em cima de aparelhos feitos com outros propósitos.
Um deles, que custa os 169 dólares, é o Insignia Infocast. O aparelho, vendido nos Estados Unidos, tem o hardware de um tablet basicão: é uma máquina com processador de 800 MHz, sistema operacional Linux, tela sensível ao toque, 128 MB de RAM DDR2 e espaço interno de 2 GB.
Apesar de ter em mãos um tablet que pode realizar tarefas simples, a fabricante permite que ele acesse a web somente por meio de aplicativos. Alguns deles são o do New York Times, para ver notícias do jornal, do Photobucket, para ver fotos, ou do Facebook, para atualizar o status. Essencialmente, ele não é aproveitado como poderia.
Seu sistema operacional é o Chumby Linux 2.6, projetado pela Chumby, empresa que detém o direito dos aplicativos. E claro, quando se fala em Linux, fala-se em modificação. Não faltam instruções na web ensinando a mudar seu código. Um exemplo é um wiki ensinando a modificar aparelhos Chumby. Entre as páginas, há uma ensinando a usar um webkit para rodar um browser no Infocast, o que expande suas funcionalidades. E ele pode até ser pareado com um teclado físico.
“Comparado ao que se pode fazer com a plataforma, colocar um browser é só arranhar a superfície”, diz em seu blog Bunny Huang, fundador da Chumby, segundo a Wired. De acordo com ele, há quem esteja trabalhando até em colocar o Android no aparelho.
É claro, o Infocast tem seus limites, sejamos realistas. Não há câmera para videoconferências e muito menos um processador A4 que o faça competir com o iPad (embora ele provoque a Apple com duas entradas USB). Mas todo esse desenvolvimento de software faz pensar que logo mais podemos ver surgir uma geração de tablets mais acessíveis. Afinal, fazer o seu não é tão difícil quanto parecia.
Fonte: INFO
Um deles, que custa os 169 dólares, é o Insignia Infocast. O aparelho, vendido nos Estados Unidos, tem o hardware de um tablet basicão: é uma máquina com processador de 800 MHz, sistema operacional Linux, tela sensível ao toque, 128 MB de RAM DDR2 e espaço interno de 2 GB.
Apesar de ter em mãos um tablet que pode realizar tarefas simples, a fabricante permite que ele acesse a web somente por meio de aplicativos. Alguns deles são o do New York Times, para ver notícias do jornal, do Photobucket, para ver fotos, ou do Facebook, para atualizar o status. Essencialmente, ele não é aproveitado como poderia.
Seu sistema operacional é o Chumby Linux 2.6, projetado pela Chumby, empresa que detém o direito dos aplicativos. E claro, quando se fala em Linux, fala-se em modificação. Não faltam instruções na web ensinando a mudar seu código. Um exemplo é um wiki ensinando a modificar aparelhos Chumby. Entre as páginas, há uma ensinando a usar um webkit para rodar um browser no Infocast, o que expande suas funcionalidades. E ele pode até ser pareado com um teclado físico.
“Comparado ao que se pode fazer com a plataforma, colocar um browser é só arranhar a superfície”, diz em seu blog Bunny Huang, fundador da Chumby, segundo a Wired. De acordo com ele, há quem esteja trabalhando até em colocar o Android no aparelho.
É claro, o Infocast tem seus limites, sejamos realistas. Não há câmera para videoconferências e muito menos um processador A4 que o faça competir com o iPad (embora ele provoque a Apple com duas entradas USB). Mas todo esse desenvolvimento de software faz pensar que logo mais podemos ver surgir uma geração de tablets mais acessíveis. Afinal, fazer o seu não é tão difícil quanto parecia.
Fonte: INFO
Dica de Privacidade
Fiquem atentos! Para quem não quer suas atualizações expostas em um game, acomopanhe essa matéria.
Um game baseado no Facebook tem exposto as atualizações dos usuários da rede social de Mark Zuckerberg.
Chamado “Who Said it?”, o jogo exibe uma atualização postada no Facebook e pergunta quem é o autor da mensagem entre três perfis sugeridos.
O objetivo é fazer o maior número possível de acertos em uma série de cinco perguntas. Segundo o site do game, ele é recomendado apenas para maiores de 18 anos, pois as mensagens podem conter conteúdo inapropriado.
Para evitar que suas atualizações sejam usadas pelo game, o usuário deve restringir suas configurações de privacidade no Facebook.
Fonte: INFO
Um game baseado no Facebook tem exposto as atualizações dos usuários da rede social de Mark Zuckerberg.
Chamado “Who Said it?”, o jogo exibe uma atualização postada no Facebook e pergunta quem é o autor da mensagem entre três perfis sugeridos.
O objetivo é fazer o maior número possível de acertos em uma série de cinco perguntas. Segundo o site do game, ele é recomendado apenas para maiores de 18 anos, pois as mensagens podem conter conteúdo inapropriado.
Para evitar que suas atualizações sejam usadas pelo game, o usuário deve restringir suas configurações de privacidade no Facebook.
Fonte: INFO
Concorrência para o facebook
Concorrência para o facebook mostra a cara. A Diaspora, nova rede social que está sendo construída sobre uma plataforma open source, no dia 15 de setembro seu conjunto de códigos para os desenvolvedores.
De acordo com os primeiros screenshots divulgados no blog do projeto, é possível afirmar que, estruturalmente, a Diaspora é parecida com o Facebook.
A previsão é que o serviço seja ofertado em outubro próximo. Entre outros, a Diaspora vai permitir integração e migração automática do Facebook para o novo serviço.
A ideia surgiu de quatro estudantes de Nova York durante a crise de privacidade que atingiu o Facebook entre março e maio deste ano.
Para financiar a ideia, os jovens arrecadaram em torno 100 mil dólares. Até Mark Zuckerberg contribuiu.
O foco do projeto é criar uma rede social limpa, com compartilhamento opções de compartilhamento claras. Antes de serem publicadas no site, as informações carregadas pelos usuários serão criptografadas.
Vamos ver como será o novo concorrente do facebook, a questão de privacidade e as informção criptografadas chamarão a atenção de usuário mais exigentes.
Fonte: INFO On Line
De acordo com os primeiros screenshots divulgados no blog do projeto, é possível afirmar que, estruturalmente, a Diaspora é parecida com o Facebook.
A previsão é que o serviço seja ofertado em outubro próximo. Entre outros, a Diaspora vai permitir integração e migração automática do Facebook para o novo serviço.
A ideia surgiu de quatro estudantes de Nova York durante a crise de privacidade que atingiu o Facebook entre março e maio deste ano.
Para financiar a ideia, os jovens arrecadaram em torno 100 mil dólares. Até Mark Zuckerberg contribuiu.
O foco do projeto é criar uma rede social limpa, com compartilhamento opções de compartilhamento claras. Antes de serem publicadas no site, as informações carregadas pelos usuários serão criptografadas.
Vamos ver como será o novo concorrente do facebook, a questão de privacidade e as informção criptografadas chamarão a atenção de usuário mais exigentes.
Fonte: INFO On Line
17 de set. de 2010
O que um analista de Sistemas não faz?
Então, já postei aqui uma pequena explicação do que um analista de sistemas faz, agora vou dizer o que nós não fazemos.
Um Analista de Sistemas não vai saber tudo do word, excel, power point entre outros aplicativos que são utilidade de usuário de informática, da mesma forma que não vamos concertar seu computador e nem saber desenha no corel draw...
Enfim, esse é meu desabafo de hoje.
Até mais.
Um Analista de Sistemas não vai saber tudo do word, excel, power point entre outros aplicativos que são utilidade de usuário de informática, da mesma forma que não vamos concertar seu computador e nem saber desenha no corel draw...
Enfim, esse é meu desabafo de hoje.
Até mais.
Sistema de Gestão de Saúde

O S.I.G.S. – Sistema Integrado de Gestão da Saúde é um software desenvolvido para registrar e regular os serviços de saúde do município, auxiliando os gestores no planejamento dos processos de gestão e nas tomadas de decisões.
Através do cadastro único, o S.I.G.S. identifica o usuário, permitindo mapear suas reais necessidades, proporcionando maior agilidade e eficácia no atendimento.
Com a utilização do S.I.G.S. será possível centralizar todas as informações geradas nas unidades de saúde e realizar a efetiva regulação de suas funções, melhorando o acesso da população aos serviços prestados.
O S.I.G.S. disponibiliza relatórios detalhados, que subsidiam a formulação de políticas para a melhoria do bem-estar e da saúde da população.
Entre em contato e adquira a sua licença.
(22) 8132-5842
ret_renata@hotmail.com
PAF-ECF
O sistema que eu ofereço é homologado no PAF - ECF.
O que é o PAF-ECF?
PAF-ECF nada mais é do que Programa Aplicativo Fiscal que trabalha com ECF. Durante muito tempo cada Estado determinava as normas e regras a serem aplicadas sobre tal aplicativo. Visando centralizar e extinguir essas diferentes normas e regras exigidas pelos diferentes estados sobre o Programa Aplicativo Fiscal, foi publicado pelo fisco o Convênio ICMS 15/08 e o Ato COTEPE 06/08 de âmbito nacional onde é determinado que todo Programa Aplicativo Fiscal deve passar por uma Análise Funcional em um órgão técnico credenciado para que o mesmo possa ser utilizado no varejo. De posse do laudo da análise funcional a Software House deverá cadastrar a versão aprovada do programa aplicativo nos estados onde deseja atuar. Então fiquem atentos aos programas que estão em seus estabelecimentos.
Quais as principais mudanças no meu aplicativo para adequá-lo a este Convênio?
Uma das principais mudanças exigidas pelo Ato COTEPE 06/08 é a geração de um arquivo eletrônico de periodicidade diária, tal arquivo deve ser assinado digitalmente garantindo assim que as informações contidas no mesmo foram geradas pelo PAF. Portanto sua aplicação deverá estar preparada para utilizar Assinatura Digital e assinar os arquivos gerados. Outras mudanças que também valem ser comentadas são que o PAF deverá fazer controle criptografado do GT e número de série do ECF, impedindo assim a troca de ECF entre PDVs. Também foi estabelecido um tempo máximo de diferença entre o relógio do PDV onde é executado o PAF e o relógio do ECF.
Fiquem atentos...
O que é o PAF-ECF?
PAF-ECF nada mais é do que Programa Aplicativo Fiscal que trabalha com ECF. Durante muito tempo cada Estado determinava as normas e regras a serem aplicadas sobre tal aplicativo. Visando centralizar e extinguir essas diferentes normas e regras exigidas pelos diferentes estados sobre o Programa Aplicativo Fiscal, foi publicado pelo fisco o Convênio ICMS 15/08 e o Ato COTEPE 06/08 de âmbito nacional onde é determinado que todo Programa Aplicativo Fiscal deve passar por uma Análise Funcional em um órgão técnico credenciado para que o mesmo possa ser utilizado no varejo. De posse do laudo da análise funcional a Software House deverá cadastrar a versão aprovada do programa aplicativo nos estados onde deseja atuar. Então fiquem atentos aos programas que estão em seus estabelecimentos.
Quais as principais mudanças no meu aplicativo para adequá-lo a este Convênio?
Uma das principais mudanças exigidas pelo Ato COTEPE 06/08 é a geração de um arquivo eletrônico de periodicidade diária, tal arquivo deve ser assinado digitalmente garantindo assim que as informações contidas no mesmo foram geradas pelo PAF. Portanto sua aplicação deverá estar preparada para utilizar Assinatura Digital e assinar os arquivos gerados. Outras mudanças que também valem ser comentadas são que o PAF deverá fazer controle criptografado do GT e número de série do ECF, impedindo assim a troca de ECF entre PDVs. Também foi estabelecido um tempo máximo de diferença entre o relógio do PDV onde é executado o PAF e o relógio do ECF.
Fiquem atentos...
Sete brechas de segurança que redes sociais trazem às empresas
O lado negro da força!
A preocupação dos responsáveis pela segurança da informação com o uso das redes sociais no ambiente corporativo tem uma série de justificativas. Ambientes como Twitter, Facebook, Orkut e LinkedIn são uma rica fonte para crackers colherem dados valiosos das empresas ou, ainda, se infiltrar na rede.
“Os sites de redes sociais são uma verdadeira praga”, pelo menos da perspectiva de segurança corporativa, afirmou Alan Lustiger, diretor de segurança de informação da empresa de gestão de riscos Gain Capital Holdings, durante a conferência The Security Standard 2010 esta semana, em Nova York (Estados Unidos).
A seguir, Lustiger lista as sete principais brechas à segurança criadas pelas redes sociais:
1 - A busca em sites sociais por nomes de empresas revela, mesmo que parcialmente, uma lista dos funcionários, o que já facilita bastante o trabalho de quem pretende explorar ataques baseados em engenharia social.
2 - Endereços corporativos de e-mail publicados em sites sociais fornecem informação valiosa. Se o esquema de formação dos e-mails (inicial do primeiro nome e sobrenome, ou primeiro nome mais “sublinhado” e sobrenome) for o mesmo da senha, então a segurança estará comprometida. “Você estará a meio caminho de divulgar seu usuário e senha”, avisa o especialista.
3 - Informações publicadas em sites sociais dão pistas para tentativas de adivinhação de senha – nomes de crianças, comida favorita, equipes esportivas, entre outros.
4 - Concursos falsos anunciados em sites sociais que exigem todo tipo de dado, e que poderiam ser usados para redefinir senhas - que escola você frequentou, nome de seu primeiro animal de estimação, seu tio favorito, entre outros - podem ajudar o criminoso a invadir a conta do usuários.
5 - URLs encurtadas usadas frequentemente no Twitter podem levar a qualquer lugar - e a URL não lhe dá pista alguma de qual lugar seria esse.
6 - O garimpo de informação em quadros de avisos pode render notícias de vagas de TI em empresas dentro do alvo do invasor. Esse, por sua vez, poderia se qualificar para uma entrevista e, nela, obter informações detalhadas sobre a rede corporativa no decorrer da discussão, sobre o trabalho em potencial e sua esperiência com tecnologias específicas.
7 - O uso do GPS pelo Google Latitude torna público o local onde a pessoa está no momento, revelando também todos os lugares onde ela não está. Pessoas que buscam um pretexto para entrar num prédio comercial poderiam usar esta informação para passar na empresa e pedir para falar com um empregado que sabidamente não estará lá.
Pé na empresa
Lustiger diz que tudo o que os exploradores de engenharia social precisam é conseguir colocar um pé dentro da empresa, mesmo que seja na área da recepção. Basta que um deles entre, pergunte por alguém que não está lá, decida esperar e, então, peça à recepcionista para imprimir uma planilha que deveria ser levada à reunião com a pessoa que não está lá.
As recepcionistas, treinadas para serem solícitas, irão inserir um pen drive USB em seu computador para imprimir o documento. Ao mesmo tempo, na retaguarda, um malware estará plantando um backdoor, roubando dados ou liberando código destrutivo, diz o diretor – tudo sem deixar rastro.
Outros truques de engenharia social incluem conseguir qualquer vaga na empresa, dando ao invasor acesso interno às redes e mais tempo do que realmente precisariam para causar estrago. “Levaria minutos e não seria algo difícil de fazer”, diz.
Educar os empregados sobre os riscos é a melhor forma de bloquear ataques, diz Lustiger. Relacionar essas medidas a suas vidas pessoais ajuda. “Por que um site precisa saber sua data de aniversário?”, pergunta, apontando que a informação pode ser utilizada como um fator de identificação para mudar senhas ou roubar identidades. Ele relata que tem uma data de nascimento falsa que utiliza para ajudar a protegê-lo contra roubo de identidade.
As recomendações de segurança física que os empregados deveriam seguir incluem não deixar que pessoas aproveitem a passagem por uma porta aberta depois que alguém a tenha destravado com um cartão, e pedir identificação a qualquer pessoa que não seja reconhecida como funcionário.
Quanto aos sites de redes sociais, as equipes de segurança corporativa deveriam promover a monitoração, mesmo que amostral, dos sites de rede social usados por seus funcionários em busca de informação que, tornada pública, poderia comprometer a segurança de ativos da empresa. “Os empregados estão colocando informação lá fora em seu próprio tempo livre”, diz.
Mesmo as empresas mais diligentes permanecem vulneráveis, afirma. “É virtualmente impossível defender-se contra um invasor de engenharia social realmente dedicado que tenha tempo suficiente”, conclui.
Fonte: Computer Word Uol
A preocupação dos responsáveis pela segurança da informação com o uso das redes sociais no ambiente corporativo tem uma série de justificativas. Ambientes como Twitter, Facebook, Orkut e LinkedIn são uma rica fonte para crackers colherem dados valiosos das empresas ou, ainda, se infiltrar na rede.
“Os sites de redes sociais são uma verdadeira praga”, pelo menos da perspectiva de segurança corporativa, afirmou Alan Lustiger, diretor de segurança de informação da empresa de gestão de riscos Gain Capital Holdings, durante a conferência The Security Standard 2010 esta semana, em Nova York (Estados Unidos).
A seguir, Lustiger lista as sete principais brechas à segurança criadas pelas redes sociais:
1 - A busca em sites sociais por nomes de empresas revela, mesmo que parcialmente, uma lista dos funcionários, o que já facilita bastante o trabalho de quem pretende explorar ataques baseados em engenharia social.
2 - Endereços corporativos de e-mail publicados em sites sociais fornecem informação valiosa. Se o esquema de formação dos e-mails (inicial do primeiro nome e sobrenome, ou primeiro nome mais “sublinhado” e sobrenome) for o mesmo da senha, então a segurança estará comprometida. “Você estará a meio caminho de divulgar seu usuário e senha”, avisa o especialista.
3 - Informações publicadas em sites sociais dão pistas para tentativas de adivinhação de senha – nomes de crianças, comida favorita, equipes esportivas, entre outros.
4 - Concursos falsos anunciados em sites sociais que exigem todo tipo de dado, e que poderiam ser usados para redefinir senhas - que escola você frequentou, nome de seu primeiro animal de estimação, seu tio favorito, entre outros - podem ajudar o criminoso a invadir a conta do usuários.
5 - URLs encurtadas usadas frequentemente no Twitter podem levar a qualquer lugar - e a URL não lhe dá pista alguma de qual lugar seria esse.
6 - O garimpo de informação em quadros de avisos pode render notícias de vagas de TI em empresas dentro do alvo do invasor. Esse, por sua vez, poderia se qualificar para uma entrevista e, nela, obter informações detalhadas sobre a rede corporativa no decorrer da discussão, sobre o trabalho em potencial e sua esperiência com tecnologias específicas.
7 - O uso do GPS pelo Google Latitude torna público o local onde a pessoa está no momento, revelando também todos os lugares onde ela não está. Pessoas que buscam um pretexto para entrar num prédio comercial poderiam usar esta informação para passar na empresa e pedir para falar com um empregado que sabidamente não estará lá.
Pé na empresa
Lustiger diz que tudo o que os exploradores de engenharia social precisam é conseguir colocar um pé dentro da empresa, mesmo que seja na área da recepção. Basta que um deles entre, pergunte por alguém que não está lá, decida esperar e, então, peça à recepcionista para imprimir uma planilha que deveria ser levada à reunião com a pessoa que não está lá.
As recepcionistas, treinadas para serem solícitas, irão inserir um pen drive USB em seu computador para imprimir o documento. Ao mesmo tempo, na retaguarda, um malware estará plantando um backdoor, roubando dados ou liberando código destrutivo, diz o diretor – tudo sem deixar rastro.
Outros truques de engenharia social incluem conseguir qualquer vaga na empresa, dando ao invasor acesso interno às redes e mais tempo do que realmente precisariam para causar estrago. “Levaria minutos e não seria algo difícil de fazer”, diz.
Educar os empregados sobre os riscos é a melhor forma de bloquear ataques, diz Lustiger. Relacionar essas medidas a suas vidas pessoais ajuda. “Por que um site precisa saber sua data de aniversário?”, pergunta, apontando que a informação pode ser utilizada como um fator de identificação para mudar senhas ou roubar identidades. Ele relata que tem uma data de nascimento falsa que utiliza para ajudar a protegê-lo contra roubo de identidade.
As recomendações de segurança física que os empregados deveriam seguir incluem não deixar que pessoas aproveitem a passagem por uma porta aberta depois que alguém a tenha destravado com um cartão, e pedir identificação a qualquer pessoa que não seja reconhecida como funcionário.
Quanto aos sites de redes sociais, as equipes de segurança corporativa deveriam promover a monitoração, mesmo que amostral, dos sites de rede social usados por seus funcionários em busca de informação que, tornada pública, poderia comprometer a segurança de ativos da empresa. “Os empregados estão colocando informação lá fora em seu próprio tempo livre”, diz.
Mesmo as empresas mais diligentes permanecem vulneráveis, afirma. “É virtualmente impossível defender-se contra um invasor de engenharia social realmente dedicado que tenha tempo suficiente”, conclui.
Fonte: Computer Word Uol
9 de set. de 2010
Analista de Sistema
O que faz um Analista de Sistemas?
Poucas pessoas sabem,ou ninguém sabe...
Aí vai...
Analistas de sistemas de computador melhoram sistemas de computador existentes. Eles também planejam e desenvolvem novos sistemas e ajudam organizações a redesenhar os sistemas de computador.
Às vezes apenas sugerem e implementam alguns softwares para aprimorar o uso dos computadores. Também projetam sistemas de software. Analistas de Sistema se especializam freqüentemente em administração de sistemas, ciência, ou engenharia.
Analistas de sistemas começam projetos colhendo informação, discutem as necessidades de uma organização com seus gerentes e funcionários. Uma vez as metas estão claras, os analistas determinam se eles precisarem projetar um novo sistema de software.
Os analistas preparam relatórios que mostram quanto valerão as mudanças. Estes relatórios também discutem como as organizações podem se beneficiar e o que podem esperar dessas mudanças, e os gerentes usam estes relatórios para ajudar decidirem se o sistema proposto valerá o custo.
Uma vez que estes planos são aprovados, os analistas de sistemas coordenam a atualização ou instalação do sistema de computador. Alguns analistas de sistemas escrevem o código de programação. Quando eles tiverem um sistema quase concluído, os analistas os testam com seus usuários.
Eles observam a interação dos funcionários com o sistema e como eles o usam, buscando saber se o sistema implantado atende as necessidades da empresa como planejado. Eles também vasculham o computador em busca de problemas existentes e em potencial e procuram corrigi-los.
Quando o sistema estiver pronto e implantado, os analistas promovem o treinamento dos funcionários, para que estes possam utilizá-lo de forma satisfatória. Eles também escrevem manuais que descrevem como usar o sistema. Estes manuais devem ser escritos em condições que os gerentes e outros usuários podem entender.
Além disso, analistas escrevem documentação para as pessoas que farão a manutenção do sistema.
Entendenram?!
Poucas pessoas sabem,ou ninguém sabe...
Aí vai...
Analistas de sistemas de computador melhoram sistemas de computador existentes. Eles também planejam e desenvolvem novos sistemas e ajudam organizações a redesenhar os sistemas de computador.
Às vezes apenas sugerem e implementam alguns softwares para aprimorar o uso dos computadores. Também projetam sistemas de software. Analistas de Sistema se especializam freqüentemente em administração de sistemas, ciência, ou engenharia.
Analistas de sistemas começam projetos colhendo informação, discutem as necessidades de uma organização com seus gerentes e funcionários. Uma vez as metas estão claras, os analistas determinam se eles precisarem projetar um novo sistema de software.
Os analistas preparam relatórios que mostram quanto valerão as mudanças. Estes relatórios também discutem como as organizações podem se beneficiar e o que podem esperar dessas mudanças, e os gerentes usam estes relatórios para ajudar decidirem se o sistema proposto valerá o custo.
Uma vez que estes planos são aprovados, os analistas de sistemas coordenam a atualização ou instalação do sistema de computador. Alguns analistas de sistemas escrevem o código de programação. Quando eles tiverem um sistema quase concluído, os analistas os testam com seus usuários.
Eles observam a interação dos funcionários com o sistema e como eles o usam, buscando saber se o sistema implantado atende as necessidades da empresa como planejado. Eles também vasculham o computador em busca de problemas existentes e em potencial e procuram corrigi-los.
Quando o sistema estiver pronto e implantado, os analistas promovem o treinamento dos funcionários, para que estes possam utilizá-lo de forma satisfatória. Eles também escrevem manuais que descrevem como usar o sistema. Estes manuais devem ser escritos em condições que os gerentes e outros usuários podem entender.
Além disso, analistas escrevem documentação para as pessoas que farão a manutenção do sistema.
Entendenram?!
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