Com certeza você já ouviu falar em outsourcing, não é? Muito em moda hoje em dia, essa palavra aparentemente complicada tem sido usada no mercado como sinônimo de terceirização. Ou seja: uma companhia está praticando o outsourcing quando contrata profissionais de empresas prestadoras de serviços, em caráter temporário.
A terceirização não é algo novo no mercado. Há anos ocorre em várias áreas das empresas e de uns tempos pra cá vem atingindo também o setor de TI das corporações.
Existe atualmente uma forte tendência das empresas a terceirizar tudo o que não se refere ao seu core-business, e isso muitas vezes inclui o setor de tecnologia. Toda a parte operacional das empresas está sendo feita por pessoas de fora das companhias, enquanto as empresas concentram a parte de negócios, os setores estratégicos – confirma a consultora da Foco RH, Renata Schmidt.
Fonte: Revista TI
28 de dez. de 2010
22 de dez. de 2010
Pastor fala sobre o efeito democratizante das mídias sociais na religião
Alguns domingos atrás, após pregar um sermão sobre a evolução dos rituais de Natal, o pastor Corey Baker (foto) usou seu celular para postar um comentário no Twitter. Líder da Primeira Assembléia de West, uma pequena igreja em Cape Coral, Flórida, Baker tem conta no Twitter, perfil no Facebook, um canal no YouTube, disponibiliza seus sermões como podcasts no iTunes e mantém um blog.
“Sinto que meu trabalho como pastor é fazer contato e relacionar-me com as pessoas”, diz ele. “É para isso que uso essas coisas.”
O use de mídias sociais pelos religiosos está crescendo muito, tanto nas igrejas menores e conservadoras, quanto nas megaigrejas, diz Sarah Bailey Pulliam, editora da revista Christianity Today.
“A preocupação de que as mídias sociais possa prejudicar a reunião das pessoas para adorarem juntas está desaparecendo”, diz ela. “Você tem que usar com cautela, como qualquer outra coisa”, diz Baker. “Não é Facebook que provoca essa desconfiança, são as pessoas.”
O uso de mídias sociais não tem a bênção de todos os líderes religiosos. No mês passado, um pastor de New Jersey chamou o Facebook de um “assassino de casamentos”. Um grupo de rabinos de Nova York escreveu uma reflexão em um blog sobre a necessidade (ou não) de as pessoas fazerem um “jejum de Facebook” durante a Páscoa. Ano passado, o Papa Bento 16 alertou os católicos romanos para não permitem que as relações virtuais se sobreponham às reais.
0 O efeito democratizante das mídias sociais na religiãoA igreja Mars Hill, sediada em Seattle, que possui de mais de 10 mil membros em nove locais de reunião diferentes, é uma usuário constante do Facebook, Twitter e YouTube, afirma Nick Bogardus, porta-voz da igreja. Mark Driscoll, seu pastor e fundador (foto), tem cerca de 160 mil seguidores no Facebook e no Twitter, e a igreja possui cerca de 60 mil amigos e seguidores nesses novos meios de comunicação, assegura Bogardus.
Com certeza, as mídia sociais “abrem uma oportunidade para criar relacionamentos de verdade”, acrescenta o porta-voz. Como exemplo, ele menciona uma mãe solteira que visitou a igreja pela primeira vez e postou um agradecimento pelo sermão no Facebook na segunda-feira seguinte.
“Pastor Mark respondeu a ela, dizendo: ‘Por favor, procure a mim ou outro de nossos pastores da próxima vez que vier, assim poderemos nos conhecer melhor’”, lembra Bogardus.
Para o rabino Jeremy Barras, do Templo Beth-El, de Fort Myers, Flórida, o Facebook é uma ótima maneira de manter contato com membros mais jovens da sinagoga. “É incrível, pois você pode telefonar ou mandar um e-mail para eles e nunca receber uma resposta”, diz Barras. “Mas basta mandar uma mensagem no Facebook e você recebe uma resposta em poucos minutos.”
“Ao longo da história, os líderes religiosos sempre foram resistentes às novas tecnologias de seu tempo, seja a imprensa, o rádio ou a TV”, diz Dell deChant, professor e presidente adjunto de estudos religiosos na Universidade do Sul da Flórida, em Tampa. “Mas a era digital parece ter um impacto singular. As redes sociais tendem a ser uma influência democratizante. Todo mundo pode dar sua opinião e geralmente não é assim que a religião funciona”, acredita DeChant.
Howard Coachman, 59 anos, é membro da Primeira Assembléia de West. Ele diz que ter o seu pastor como amigo no Facebook lembra-lhe de editar suas postagens. “Isso me impede de falar o que não devo, porque penso, ‘o pastor Corey pode ler isso’”, afirma Coachman.
Fonte: USA Today/ Jarbas Aragão/Pavablog
Via: www.guiame.com.br
“Sinto que meu trabalho como pastor é fazer contato e relacionar-me com as pessoas”, diz ele. “É para isso que uso essas coisas.”
O use de mídias sociais pelos religiosos está crescendo muito, tanto nas igrejas menores e conservadoras, quanto nas megaigrejas, diz Sarah Bailey Pulliam, editora da revista Christianity Today.
“A preocupação de que as mídias sociais possa prejudicar a reunião das pessoas para adorarem juntas está desaparecendo”, diz ela. “Você tem que usar com cautela, como qualquer outra coisa”, diz Baker. “Não é Facebook que provoca essa desconfiança, são as pessoas.”
O uso de mídias sociais não tem a bênção de todos os líderes religiosos. No mês passado, um pastor de New Jersey chamou o Facebook de um “assassino de casamentos”. Um grupo de rabinos de Nova York escreveu uma reflexão em um blog sobre a necessidade (ou não) de as pessoas fazerem um “jejum de Facebook” durante a Páscoa. Ano passado, o Papa Bento 16 alertou os católicos romanos para não permitem que as relações virtuais se sobreponham às reais.
0 O efeito democratizante das mídias sociais na religiãoA igreja Mars Hill, sediada em Seattle, que possui de mais de 10 mil membros em nove locais de reunião diferentes, é uma usuário constante do Facebook, Twitter e YouTube, afirma Nick Bogardus, porta-voz da igreja. Mark Driscoll, seu pastor e fundador (foto), tem cerca de 160 mil seguidores no Facebook e no Twitter, e a igreja possui cerca de 60 mil amigos e seguidores nesses novos meios de comunicação, assegura Bogardus.
Com certeza, as mídia sociais “abrem uma oportunidade para criar relacionamentos de verdade”, acrescenta o porta-voz. Como exemplo, ele menciona uma mãe solteira que visitou a igreja pela primeira vez e postou um agradecimento pelo sermão no Facebook na segunda-feira seguinte.
“Pastor Mark respondeu a ela, dizendo: ‘Por favor, procure a mim ou outro de nossos pastores da próxima vez que vier, assim poderemos nos conhecer melhor’”, lembra Bogardus.
Para o rabino Jeremy Barras, do Templo Beth-El, de Fort Myers, Flórida, o Facebook é uma ótima maneira de manter contato com membros mais jovens da sinagoga. “É incrível, pois você pode telefonar ou mandar um e-mail para eles e nunca receber uma resposta”, diz Barras. “Mas basta mandar uma mensagem no Facebook e você recebe uma resposta em poucos minutos.”
“Ao longo da história, os líderes religiosos sempre foram resistentes às novas tecnologias de seu tempo, seja a imprensa, o rádio ou a TV”, diz Dell deChant, professor e presidente adjunto de estudos religiosos na Universidade do Sul da Flórida, em Tampa. “Mas a era digital parece ter um impacto singular. As redes sociais tendem a ser uma influência democratizante. Todo mundo pode dar sua opinião e geralmente não é assim que a religião funciona”, acredita DeChant.
Howard Coachman, 59 anos, é membro da Primeira Assembléia de West. Ele diz que ter o seu pastor como amigo no Facebook lembra-lhe de editar suas postagens. “Isso me impede de falar o que não devo, porque penso, ‘o pastor Corey pode ler isso’”, afirma Coachman.
Fonte: USA Today/ Jarbas Aragão/Pavablog
Via: www.guiame.com.br
20 de dez. de 2010
Facebook, uma história de cinema
Nas últimas 24 horas, mais de 250 milhões de pessoas entraram no Facebook, e você talvez faça parte desse grupo. Elas dividiram com seus amigos 1 bilhão de informações em um único dia, quase 42 milhões por hora: links de notícias interessantes, vídeos engraçados do YouTube, fotos do passeio do final de semana, desejos de feliz aniversário. Festejaram o nascimento de crianças, comentaram o começo de namoros e o fim de casamentos.
Falaram de política e de religião. Jogaram pôquer e cuidaram de sua fazendinha eletrônica sem sujar as mãos (mas gastando dinheiro de verdade na compra de um novo trator ou de um pacote de sementes mágicas). Os de inclinação mais nobre fizeram doações para alguma causa humanitária. Mais e mais pedaços de nossa vida hoje em dia passam pela internet, e mais e mais a internet inteira passa pelo Facebook.
O que o americano Mark Zuckerberg criou no começo de 2004 em seu quarto da Kirkland House, um alojamento da Universidade Harvard, hoje é muito mais que um mero site: é uma poderosíssima rede de pessoas, suas ligações e seus interesses. Os 500 milhões que hoje têm uma conta no Facebook logo serão 1 bilhão, depois 2 bilhões, e 3 bilhões, até o dia em que todos os habitantes do planeta estiverem interligados pelos computadores da empresa, se a ambição de Zuckerberg for concretizada. O Facebook é um fenômeno cultural, mas também tem tudo para se tornar um negócio fenomenal.
A última estimativa calcula que a empresa — que não tem ações em bolsa — valha 41 bilhões de dólares. Trata-se de uma força tão ou mais poderosa que o Google, com as mesmas aspirações de domínio (ou monopólio?) da Microsoft. O negócio do Facebook é tecnologia.
A empresa já desequilibrou o jogo de forças na internet. Seus funcionários gostam de falar em espírito hacker e trabalham num espaço repleto de cartazes que os instigam a quebrar as coisas para fazê-las funcionar melhor. Mas o Facebook é mais que um grupo de hackers usando crachá e dividindo o mesmo teto. Ele tem o potencial de transformar todo e qualquer tipo de negócio com sua imensa coleção de informações. Para o jovem Zuckerberg, de apenas 26 anos, a brincadeira está apenas começando.
Confira na íntegra aqui.
Falaram de política e de religião. Jogaram pôquer e cuidaram de sua fazendinha eletrônica sem sujar as mãos (mas gastando dinheiro de verdade na compra de um novo trator ou de um pacote de sementes mágicas). Os de inclinação mais nobre fizeram doações para alguma causa humanitária. Mais e mais pedaços de nossa vida hoje em dia passam pela internet, e mais e mais a internet inteira passa pelo Facebook.
O que o americano Mark Zuckerberg criou no começo de 2004 em seu quarto da Kirkland House, um alojamento da Universidade Harvard, hoje é muito mais que um mero site: é uma poderosíssima rede de pessoas, suas ligações e seus interesses. Os 500 milhões que hoje têm uma conta no Facebook logo serão 1 bilhão, depois 2 bilhões, e 3 bilhões, até o dia em que todos os habitantes do planeta estiverem interligados pelos computadores da empresa, se a ambição de Zuckerberg for concretizada. O Facebook é um fenômeno cultural, mas também tem tudo para se tornar um negócio fenomenal.
A última estimativa calcula que a empresa — que não tem ações em bolsa — valha 41 bilhões de dólares. Trata-se de uma força tão ou mais poderosa que o Google, com as mesmas aspirações de domínio (ou monopólio?) da Microsoft. O negócio do Facebook é tecnologia.
A empresa já desequilibrou o jogo de forças na internet. Seus funcionários gostam de falar em espírito hacker e trabalham num espaço repleto de cartazes que os instigam a quebrar as coisas para fazê-las funcionar melhor. Mas o Facebook é mais que um grupo de hackers usando crachá e dividindo o mesmo teto. Ele tem o potencial de transformar todo e qualquer tipo de negócio com sua imensa coleção de informações. Para o jovem Zuckerberg, de apenas 26 anos, a brincadeira está apenas começando.
Confira na íntegra aqui.
16 de dez. de 2010
Twitter lança site para ensinar empresas a anunciarem na rede social
A nova página esclarece as empresas sobre como se promover online, utilizando todos os serviços e recursos disponíveis.
Twitter for Business, este é o novo site lançado pelo Twitter para ensinar as empresas a aproveitarem todo o potencial de exposição, comunicação e negócios que a rede social pode oferecer.
Para facilitar a busca pelas dicas, a página foi organizada em três áreas:
1 - "Learn the Basics", para ensinar o que é o Twitter, qual o significado de alguns vocábulos próprios da rede social, como hashtag, por exemplo, dicas de como se comportar online e também como aproveitar ao máximo à mobilidade oferecida por dispositivos móveis.
Novo site do Twitter para auxiliar empresas
2 - "Optimize your Activity", exemplifica empresas com portfólios bem sucedidos, explicações sobre APIs e ensina como criar widgets personalizados para serem inseridos em sites corporativos.
3 - "Start Advertising" - é a grande novidade. Nela a equipe do Twitter explica como as corporações podem analisar a interação na rede, e planejar o uso de tuítes, perfis e trends topics promocionais. No site a empresa pode se cadastrar o interesse em anunciar no Twitter, através de uma das opções de ferramentas promocionais e o quanto estaria disposta desembolsar na ação.
Fonte: Clique aqui
Twitter for Business, este é o novo site lançado pelo Twitter para ensinar as empresas a aproveitarem todo o potencial de exposição, comunicação e negócios que a rede social pode oferecer.
Para facilitar a busca pelas dicas, a página foi organizada em três áreas:
1 - "Learn the Basics", para ensinar o que é o Twitter, qual o significado de alguns vocábulos próprios da rede social, como hashtag, por exemplo, dicas de como se comportar online e também como aproveitar ao máximo à mobilidade oferecida por dispositivos móveis.
Novo site do Twitter para auxiliar empresas
2 - "Optimize your Activity", exemplifica empresas com portfólios bem sucedidos, explicações sobre APIs e ensina como criar widgets personalizados para serem inseridos em sites corporativos.
3 - "Start Advertising" - é a grande novidade. Nela a equipe do Twitter explica como as corporações podem analisar a interação na rede, e planejar o uso de tuítes, perfis e trends topics promocionais. No site a empresa pode se cadastrar o interesse em anunciar no Twitter, através de uma das opções de ferramentas promocionais e o quanto estaria disposta desembolsar na ação.
Fonte: Clique aqui
13 de dez. de 2010
Papai Noel
O personagem Papai Noel (português brasileiro) ou Pai Natal (português europeu) foi inspirado em São Nicolau Taumaturgo, arcebispo de Mira, no século IV. Nicolau costumava ajudar, anonimamente, quem estivesse em dificuldades financeiras. Colocava o saco com moedas de ouro a ser ofertado na chaminé das casas. Foi declarado santo depois que muitos milagres lhe foram atribuídos. Sua transformação em símbolo natalino aconteceu na Alemanha e daí correu o mundo inteiro.
Divulgação
Uma das pessoas que ajudaram a dar força à lenda do Papai Noel foi Clemente Clark Moore, um professor de literatura grega de Nova Iorque, que lançou o poema Uma visita de São Nicolau, em 1822, escrito para seus seis filhos. Nesse poema, Moore divulgava a versão de que ele viajava num trenó puxado por renas. Ele também ajudou a popularizar outras características do bom velhinho, como o fato dele entrar pela chaminé.
O caso da chaminé, inclusive, é um dos mais curiosos na lenda de Papai Noel. Alguns estudiosos defendem que isso se deve ao fato de que várias pessoas tinham o costume de limpar as chaminés no Ano Novo para permitir que a boa sorte entrasse na casa durante o resto do ano.
No poema, várias tradições foram buscadas de diversas fontes e a verdadeira explicação da chaminé veio da Finlândia. Os antigos lapões viviam em pequenas tendas, semelhantes a iglus, que eram cobertas com pele de rena. A entrada para essa “casa” era um buraco no telhado.
A última e mais importante característica incluída na figura do Pai Natal é sua blusa vermelha e branca. Antigamente, ele usava cores que tendiam mais para o marrom e costumava usar uma coroa de azevinhos na cabeça, mas não havia um padrão.
Seu atual visual foi obra do cartunista Thomas Nast[2], na revista Harper’s Weeklys, em 1886, na edição especial de Natal. Em alguns lugares na Europa, contudo, algumas vezes ele também é representado com os paramentos eclesiásticos de bispo, tendo, em vez do gorro vermelho, uma mitra episcopal.
Para saber mais: Fonte Histórias de Papai Noel
Divulgação
Uma das pessoas que ajudaram a dar força à lenda do Papai Noel foi Clemente Clark Moore, um professor de literatura grega de Nova Iorque, que lançou o poema Uma visita de São Nicolau, em 1822, escrito para seus seis filhos. Nesse poema, Moore divulgava a versão de que ele viajava num trenó puxado por renas. Ele também ajudou a popularizar outras características do bom velhinho, como o fato dele entrar pela chaminé.
O caso da chaminé, inclusive, é um dos mais curiosos na lenda de Papai Noel. Alguns estudiosos defendem que isso se deve ao fato de que várias pessoas tinham o costume de limpar as chaminés no Ano Novo para permitir que a boa sorte entrasse na casa durante o resto do ano.
No poema, várias tradições foram buscadas de diversas fontes e a verdadeira explicação da chaminé veio da Finlândia. Os antigos lapões viviam em pequenas tendas, semelhantes a iglus, que eram cobertas com pele de rena. A entrada para essa “casa” era um buraco no telhado.
A última e mais importante característica incluída na figura do Pai Natal é sua blusa vermelha e branca. Antigamente, ele usava cores que tendiam mais para o marrom e costumava usar uma coroa de azevinhos na cabeça, mas não havia um padrão.
Seu atual visual foi obra do cartunista Thomas Nast[2], na revista Harper’s Weeklys, em 1886, na edição especial de Natal. Em alguns lugares na Europa, contudo, algumas vezes ele também é representado com os paramentos eclesiásticos de bispo, tendo, em vez do gorro vermelho, uma mitra episcopal.
Para saber mais: Fonte Histórias de Papai Noel
30 de nov. de 2010
Sistemas para Pequenas e Grandes Confecções
Procurando atender a demanda das confecções de moda, temos sistemas diversificados, que atendem desde pequenas confecções que trabalham através de sistemas em linha de produção até avançados sistemas de controle através de células produtivas.
A idéia é que cada confecção possa crescer a seu tempo. As pequenas não devem tentar se adaptar a um sistema que trabalha de forma diferente da que estão acostumadas, e as grandes devem ter ferramentas que possibilitem informatizar todos os seus controles, sem a necessidade de utilizar outras ferramentas não integradas. Já foram observados aumentos de produtividade na taxa de até 30%, o que por si só já justifica o investimento.
A idéia é que cada confecção possa crescer a seu tempo. As pequenas não devem tentar se adaptar a um sistema que trabalha de forma diferente da que estão acostumadas, e as grandes devem ter ferramentas que possibilitem informatizar todos os seus controles, sem a necessidade de utilizar outras ferramentas não integradas. Já foram observados aumentos de produtividade na taxa de até 30%, o que por si só já justifica o investimento.
Sistema Loja - Homologado PAF-ECF
O sistema Loja v.2.0, foi lançado em junho de 2010, com grande sucesso. Seus usuários tem elogiado a facilidade de uso do sistema e a sua interface leve, que permite um aprendizado extremamente rápido e possibilita, ainda, a qualquer lojista estar de acordo com as novas exigências legais.
O software é um completo sistema de gestão integrado que possibilita desde um efetivo controle de estoque até um completo controle financeiro.
O sistema encontra se homologado PAF-ECF, inclusive com pré-venda, acrescentando grande agilidade no atendimento ao público.
Agende uma demonstração e conheça mais esse sucesso da Tecnologia da Informação. PAF-ECF.
O software é um completo sistema de gestão integrado que possibilita desde um efetivo controle de estoque até um completo controle financeiro.
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Nota Fiscal Eletrônica - NF-e
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Além disso, o NF-e pode ser utilizado em conjunto ao software disponibilizado pela Receita Federal.
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23 de nov. de 2010
16 de nov. de 2010
WIFI Antenna Hack
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GVT promete inovar em TV por assinatura
Um ano após a entrada da francesa Vivendi no controle da operadora de telefonia e banda larga GVT, as duas empresas podem considerar que o negócio foi bem sucedido.
Um ano após a entrada da francesa Vivendi no controle da operadora de telefonia e banda larga GVT, as duas empresas podem considerar que o negócio foi bem sucedido.
A companhia brasileira cresce 34% em receita, amplia a área de atuação em ritmo superior ao planejado e começa a investir em novos segmentos. Em 2011, entrará no concorrido mercado de São Paulo e Rio de Janeiro e tirará do papel, enfim, os planos de entrar no segmento de TV por assinatura.
Os executivos da empresa cansaram de esperar a votação do Projeto de Lei 116 (antigo PL 29), que abriria espaço para a oferta de conteúdo de TV pelas redes de telefonia, e decidiram apostar em um modelo híbrido. A distribuição via banda larga será apenas de material sob demanda, como filmes e jogos, o que é permitido pela legislação atual.
Já a programação linear será transmitida por satélite, por meio da tecnologia DTH. “Vamos fazer em TV por assinatura o que fizemos em telefonia e banda larga: oferecer serviços inovadores”, afirma Alcides Troller Pinto, vice-presidente de marketing e vendas da GVT.
A autorização da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para a transmissão por satélite deve sair até o fim deste ano, segundo estimativa da companhia.
Fonte: Info Abril
Um ano após a entrada da francesa Vivendi no controle da operadora de telefonia e banda larga GVT, as duas empresas podem considerar que o negócio foi bem sucedido.
A companhia brasileira cresce 34% em receita, amplia a área de atuação em ritmo superior ao planejado e começa a investir em novos segmentos. Em 2011, entrará no concorrido mercado de São Paulo e Rio de Janeiro e tirará do papel, enfim, os planos de entrar no segmento de TV por assinatura.
Os executivos da empresa cansaram de esperar a votação do Projeto de Lei 116 (antigo PL 29), que abriria espaço para a oferta de conteúdo de TV pelas redes de telefonia, e decidiram apostar em um modelo híbrido. A distribuição via banda larga será apenas de material sob demanda, como filmes e jogos, o que é permitido pela legislação atual.
Já a programação linear será transmitida por satélite, por meio da tecnologia DTH. “Vamos fazer em TV por assinatura o que fizemos em telefonia e banda larga: oferecer serviços inovadores”, afirma Alcides Troller Pinto, vice-presidente de marketing e vendas da GVT.
A autorização da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para a transmissão por satélite deve sair até o fim deste ano, segundo estimativa da companhia.
Fonte: Info Abril
9 de nov. de 2010
Consumidor Y: quem é, quanto gasta e o que pensa
A Geração Y deu origem a um novo perfil de consumidor. Durante o HSM Management, em São Paulo, Jorge Kodja, Diretor da TNS Research International, apresentou o resultado da pesquisa TRU Study, feita com 1.500 jovens nascidos entre 1980 e 1990 anos. No Brasil, esse grupo representa 14% da população, com 32 milhões de pessoas.
Apesar da forte presença das tecnologias na vida dos consumidores Y, 43% deles pertencem à classe C. Ainda assim, os gastos anuais dos jovens aficionados por TV e internet atingem a marca de R$ 32 bilhões. O perfil deles pode ser baseado em comportamento, mas poucas companhias conseguem desenvolver uma estratégia efetivamente voltada somente para este grupo.
Em média, os consumidores Y gastam até R$ 49,00 por semana. Se olharmos para o sudeste, veremos a região com o maior ticket médio do país com relação aos valores semanais de consumo, com R$ 54,00. No nordeste o número chega a R$ 31,00. Apesar disso, o dinheiro provém dos pais em 76% dos casos, contra 16% dos que trabalham nesta idade.
Conflito de gerações
Não importa de onde vem o dinheiro. A pesquisa aponta que os principais gastos destes consumidores são roupas e acessórios, higiene e beleza, e só depois a diversão. O sinal de novos tempos surge quando a Geração Z, os filhos dos consumidores Y, que preferem sair com seus pais ou fazer atividades em família do que estar entre amigos. “Oitenta e quatro por cento dos pesquisados preferem estar com seus familiares na hora do lazer”, afirma Jorge Kodja, Diretor da TNS Research International.
Essa geração nasceu entre os anos 1990 e 2000 e o Z é principalmente por conta do “zapear”. Ou seja, varia de perfil de consumo com facilidade. Outro forte elemento presente no dia a dia dessa geração são as redes sociais. Se por um lado é preciso que os pais se preocupem com os crimes na web, por outro, o alívio é grande ao saber que a pesquisa aponta os jovens de hoje como menos transgressores.
Além disso, os jovens de hoje estão mais tolerantes e menos preconceituosos. Prova disso é que para 95% dos que responderam ao estudo da TNS, os idosos merecem respeito. Do total, 80% têm amigos de outras raças e 40% mantém amizade com pessoas com outra orientação sexual. Por outro lado, não há novidades sobre o canal que eles preferem usar para obter informações. A TV ainda é o principal já que 84% deles citaram o aparelho, contra 43% que preferem a internet”.
Hábitos de consumo e comportamento
Para as empresas que atuam em um mercado de produtos voltados para estes jovens, a boa notícia é para o setor de telefonia. Perguntados sobre o objeto que possuem em casa, 81% citaram o aparelho celular e 43% o computador. Entre os sites, o Orkut é acessado por 72% dos que participaram da pesquisa, apesar do forte crescimento do Facebook.
Definir o consumidor Y é difícil porque as variações podem ocorrer a qualquer momento, com apenas um clique no mouse. Mas, para atingi-los, é preciso jogo de cintura e habilidade para saber onde e como encontrá-los. “Eles são um alvo móvel”, define Kodja.
De acordo com o Diretor da TNS, é possível que estejamos vivendo um conflito de gerações, já que os mais velhos de hoje invejam as facilidades e a liberdade dada aos teens. A quantidade de informações que a geração Z recebe diariamente é muito grande, porém, com pouco conteúdo, o que pode ser a vantagem dos Y. “Eles obtém informações em cápsulas. Cada vez mais informação com cada vez menos analise”, completa.
Fonte: Mundo do Marketing
Apesar da forte presença das tecnologias na vida dos consumidores Y, 43% deles pertencem à classe C. Ainda assim, os gastos anuais dos jovens aficionados por TV e internet atingem a marca de R$ 32 bilhões. O perfil deles pode ser baseado em comportamento, mas poucas companhias conseguem desenvolver uma estratégia efetivamente voltada somente para este grupo.
Em média, os consumidores Y gastam até R$ 49,00 por semana. Se olharmos para o sudeste, veremos a região com o maior ticket médio do país com relação aos valores semanais de consumo, com R$ 54,00. No nordeste o número chega a R$ 31,00. Apesar disso, o dinheiro provém dos pais em 76% dos casos, contra 16% dos que trabalham nesta idade.
Conflito de gerações
Não importa de onde vem o dinheiro. A pesquisa aponta que os principais gastos destes consumidores são roupas e acessórios, higiene e beleza, e só depois a diversão. O sinal de novos tempos surge quando a Geração Z, os filhos dos consumidores Y, que preferem sair com seus pais ou fazer atividades em família do que estar entre amigos. “Oitenta e quatro por cento dos pesquisados preferem estar com seus familiares na hora do lazer”, afirma Jorge Kodja, Diretor da TNS Research International.
Essa geração nasceu entre os anos 1990 e 2000 e o Z é principalmente por conta do “zapear”. Ou seja, varia de perfil de consumo com facilidade. Outro forte elemento presente no dia a dia dessa geração são as redes sociais. Se por um lado é preciso que os pais se preocupem com os crimes na web, por outro, o alívio é grande ao saber que a pesquisa aponta os jovens de hoje como menos transgressores.
Além disso, os jovens de hoje estão mais tolerantes e menos preconceituosos. Prova disso é que para 95% dos que responderam ao estudo da TNS, os idosos merecem respeito. Do total, 80% têm amigos de outras raças e 40% mantém amizade com pessoas com outra orientação sexual. Por outro lado, não há novidades sobre o canal que eles preferem usar para obter informações. A TV ainda é o principal já que 84% deles citaram o aparelho, contra 43% que preferem a internet”.
Hábitos de consumo e comportamento
Para as empresas que atuam em um mercado de produtos voltados para estes jovens, a boa notícia é para o setor de telefonia. Perguntados sobre o objeto que possuem em casa, 81% citaram o aparelho celular e 43% o computador. Entre os sites, o Orkut é acessado por 72% dos que participaram da pesquisa, apesar do forte crescimento do Facebook.
Definir o consumidor Y é difícil porque as variações podem ocorrer a qualquer momento, com apenas um clique no mouse. Mas, para atingi-los, é preciso jogo de cintura e habilidade para saber onde e como encontrá-los. “Eles são um alvo móvel”, define Kodja.
De acordo com o Diretor da TNS, é possível que estejamos vivendo um conflito de gerações, já que os mais velhos de hoje invejam as facilidades e a liberdade dada aos teens. A quantidade de informações que a geração Z recebe diariamente é muito grande, porém, com pouco conteúdo, o que pode ser a vantagem dos Y. “Eles obtém informações em cápsulas. Cada vez mais informação com cada vez menos analise”, completa.
Fonte: Mundo do Marketing
4 de nov. de 2010
Serviços da Serra: Olha quem ja se juntou ao Serviço da Serra!
Serviços da Serra: Olha quem ja se juntou ao Serviço da Serra!: "Academia TopTraine de Bom Jardim JL Sonorização Wais Sistemas de Informação de Nova friburgo Altarede Provedor de Internet Junte-se você t..."
1 de nov. de 2010
Serviços da Serra: Já está no ar!
Serviços da Serra: Já está no ar!: "Site divulga empresas em serviços da região Entrou no ar esta semana o site servicosdaserra.com.br A ideia é colocar a disposição de qualqu..."
26 de out. de 2010
E-mail coorporativo é acessado até em igreja
Sem dúvida, nós estamos conectados a rede chamada Internet praticamente da hora que acordamos até a hora de dormir.
Essa matéria mostra, através de uma pesquisa, o quanto acessamos email.
"Os brasileiros checam seus e-mails de trabalho mesmo depois do expediente. A constatação é da pesquisa “Consumerização de TI”, realizada pelo IDC.
De acordo com o relatório, 36% dos entrevistados checam seus e-mails de trabalho quando estão em aviões - quase o dobro dos australianos/neozelandeses (19%) e ultrapassando os europeus (24%) e os norte-americanos (22%).
Outros 21% disseram checar suas caixas de e-mail enquanto estão dirigindo carro – mais uma vez, quase o dobro do número obtido na Austrália/Nova Zelândia (11%) e superando os 15% dos entrevistados nos Estados Unidos e Europa.
Por fim, 17% afirmaram que acessam suas caixas de correspondência até quando estão em cultos religiosos – mais do que o dobro apontado nos Estados Unidos (7%), Europa (5%) e Austrália/Nova Zelândia (4%).
A pesquisa foi realizada em vários países do mundo. No Brasil, a primeira etapa entrevistou 301 trabalhadores usuários de aparelhos celulares, smartphones, palms, laptops etc., e redes sociais, como blogs, Twitter, Facebook etc. São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Porto Alegre, Belo Horizonte, Curitiba, Salvador e Fortaleza participaram da pesquisa.
O objetivo do estudo é mostrar como a chamada “consumerização de TI” – que significa como os equipamentos pessoais e as redes sociais, utilizadas pela sociedade de modo geral, podem afetar as organizações e seus funcionários.
“Estes dados sobre o uso da tecnologia de qualquer lugar para fins de trabalho de qualquer lugar demonstram ainda mais que a consumerização de TI já é uma realidade tanto para os funcionários como para as organizações no Brasil, que precisam cada vez mais entendê-la e explorá-la”, concluiu Paulo Roberto de Carvalho, diretor da Unisys, empresa patrocinadora da pesquisa."
Fonte: INFO
Essa matéria mostra, através de uma pesquisa, o quanto acessamos email.
"Os brasileiros checam seus e-mails de trabalho mesmo depois do expediente. A constatação é da pesquisa “Consumerização de TI”, realizada pelo IDC.
De acordo com o relatório, 36% dos entrevistados checam seus e-mails de trabalho quando estão em aviões - quase o dobro dos australianos/neozelandeses (19%) e ultrapassando os europeus (24%) e os norte-americanos (22%).
Outros 21% disseram checar suas caixas de e-mail enquanto estão dirigindo carro – mais uma vez, quase o dobro do número obtido na Austrália/Nova Zelândia (11%) e superando os 15% dos entrevistados nos Estados Unidos e Europa.
Por fim, 17% afirmaram que acessam suas caixas de correspondência até quando estão em cultos religiosos – mais do que o dobro apontado nos Estados Unidos (7%), Europa (5%) e Austrália/Nova Zelândia (4%).
A pesquisa foi realizada em vários países do mundo. No Brasil, a primeira etapa entrevistou 301 trabalhadores usuários de aparelhos celulares, smartphones, palms, laptops etc., e redes sociais, como blogs, Twitter, Facebook etc. São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Porto Alegre, Belo Horizonte, Curitiba, Salvador e Fortaleza participaram da pesquisa.
O objetivo do estudo é mostrar como a chamada “consumerização de TI” – que significa como os equipamentos pessoais e as redes sociais, utilizadas pela sociedade de modo geral, podem afetar as organizações e seus funcionários.
“Estes dados sobre o uso da tecnologia de qualquer lugar para fins de trabalho de qualquer lugar demonstram ainda mais que a consumerização de TI já é uma realidade tanto para os funcionários como para as organizações no Brasil, que precisam cada vez mais entendê-la e explorá-la”, concluiu Paulo Roberto de Carvalho, diretor da Unisys, empresa patrocinadora da pesquisa."
Fonte: INFO
Pesquisa revela a importância da classe C para o e-commerce
De acordo com um estudo elaborado pela Razorfish em parceria com o Terra, revelou que 66% das pessoas pertencentes à classe C dispõe de algum meio de acesso à internet. Do total, 40% são computadores do tipo desktops, 23% celulares, e apenas 3% laptops.
Até o final do ano de 2010, dos 3,7 milhões de consumidores que pretendem adquirir um computador, 57% pertencem às classes emergentes.
“Estes dados demonstram uma mudança forte no perfil das classes emergentes, que deve ser considerado pelas empresas ao definirem suas estratégias de negócios e de comunicação”, afirma o diretor-geral da Razorfish, Fernando Tassinari.
Ainda de acordo com o estudo, o Brasil possui 28 milhões de residências com computadores. Destes, 63% pertencem à classe C, 23% A e B, e 14% à classe D.
Do total de internautas brasileiros, 42% pertencem à classe C, um avanço significativo na comparação com o ano de 2004, quando esta classe respondia por 29% dos acessos.
“O estudo corrobora o que vivenciamos na prática e que extrapola rótulos ou categorias. Foi o que aconteceu na Copa e é o que vem acontecendo nas Eleições, por exemplo. Seja pela informação, seja por entretenimento, a internet já é hoje o meio mais democrático para todas as classes sociais. E com menores custos e sem a limitação da grade da mídia tradicional, a Classe C encontra na internet opções que contemplam todos as suas necessidades e gostos”, diz Paulo Castro, diretor geral do portal Terra.
Fonte: E.commerce News
Até o final do ano de 2010, dos 3,7 milhões de consumidores que pretendem adquirir um computador, 57% pertencem às classes emergentes.
“Estes dados demonstram uma mudança forte no perfil das classes emergentes, que deve ser considerado pelas empresas ao definirem suas estratégias de negócios e de comunicação”, afirma o diretor-geral da Razorfish, Fernando Tassinari.
Ainda de acordo com o estudo, o Brasil possui 28 milhões de residências com computadores. Destes, 63% pertencem à classe C, 23% A e B, e 14% à classe D.
Do total de internautas brasileiros, 42% pertencem à classe C, um avanço significativo na comparação com o ano de 2004, quando esta classe respondia por 29% dos acessos.
“O estudo corrobora o que vivenciamos na prática e que extrapola rótulos ou categorias. Foi o que aconteceu na Copa e é o que vem acontecendo nas Eleições, por exemplo. Seja pela informação, seja por entretenimento, a internet já é hoje o meio mais democrático para todas as classes sociais. E com menores custos e sem a limitação da grade da mídia tradicional, a Classe C encontra na internet opções que contemplam todos as suas necessidades e gostos”, diz Paulo Castro, diretor geral do portal Terra.
Fonte: E.commerce News
25 de out. de 2010
Sony encerra venda de Walkman no Japão
Eu nem sabia que ainda fabricavam...
A Sony divulgou hoje que não irá mais produzir e comercializar o Walkman, para fitas cassete, que ainda estava em circulação no Japão.
À época de seu lançamento, há 31 anos, a Sony qualificou seu aparelho como o “produto do século”, ideal para reproduzir músicas em fita cassete (alguns modelos traziam rádio AM/FM) com o auxílio de fones de ouvido.
A última leva de Walkman chegou ás lojas japonesas em abril e os estoques não serão mais repostos. Porém, os modelos fabricados na China continuarão sendo comercializados nos Estados Unidos e Reino Unido.
A Sony afirma que já vendeu mais de 220 milhões de Walkman em todo o mundo.
Fonte: Info Abril
A Sony divulgou hoje que não irá mais produzir e comercializar o Walkman, para fitas cassete, que ainda estava em circulação no Japão.
À época de seu lançamento, há 31 anos, a Sony qualificou seu aparelho como o “produto do século”, ideal para reproduzir músicas em fita cassete (alguns modelos traziam rádio AM/FM) com o auxílio de fones de ouvido.
A última leva de Walkman chegou ás lojas japonesas em abril e os estoques não serão mais repostos. Porém, os modelos fabricados na China continuarão sendo comercializados nos Estados Unidos e Reino Unido.
A Sony afirma que já vendeu mais de 220 milhões de Walkman em todo o mundo.
Fonte: Info Abril
Facebook cria aplicativo exclusivo para brasileiros que usam Orkut
O Facebook, maior rede social do mundo, com mais de 500 milhões de usuários cadastrados, ainda está atrás do Orkut na preferência entre os internautas brasileiros. Mas o cenário pode se alterar em breve. Ao mesmo tempo em que o site do Google vê seu rival crescer rapidamente no Brasil, o Facebook investe em ações para atrair o público do Orkut.
Nesta sexta-feira (22), o Facebook lançará um aplicativo exclusivo para o público brasileiro, que permitirá aos usuários compartilhar informações de seu perfil no Orkut. A ferramenta também facilitará aos internautas recém-chegados no Facebook a encontrar os amigos com que já mantinha contato na rede social do Google.
O novo aplicativo será disponibilizado ainda nesta sexta e poderá ser acessado a partir da página inicial do Facebook, logo que o usuário fizer o login. Ao vincular as contas das duas redes sociais, o internauta poderá compartilhar entre os dois perfis atualizações de status, vídeos e fotos. Da mesma forma que ocorre com outros aplicativos, a nova ferramenta permitirá que o usuário configure que informações serão compartilhadas no Orkut.
Pesquisa divulgada pela consultoria comScore há duas semanas mostrou que enquanto o Orkut teve aproximadamente 29,4 milhões de acessos únicos no Brasil em agosto, o Facebook registrou visitas 8,9 milhões de internautas brasileiros. O mesmo relatório aponta, por outro lado, que o Facebook cresceu 479% em relação ao ano passado, ao passo que o Orkut teve elevação de 30% na audiência. O estudo levou em consideração o comportamento de brasileiros maiores de 15 anos e o acesso a partir de computadores domésticos ou de trabalho – máquinas de lan houses e smartphones, por exemplo, não foram incluídos.
Fonte: Exame
Nesta sexta-feira (22), o Facebook lançará um aplicativo exclusivo para o público brasileiro, que permitirá aos usuários compartilhar informações de seu perfil no Orkut. A ferramenta também facilitará aos internautas recém-chegados no Facebook a encontrar os amigos com que já mantinha contato na rede social do Google.
O novo aplicativo será disponibilizado ainda nesta sexta e poderá ser acessado a partir da página inicial do Facebook, logo que o usuário fizer o login. Ao vincular as contas das duas redes sociais, o internauta poderá compartilhar entre os dois perfis atualizações de status, vídeos e fotos. Da mesma forma que ocorre com outros aplicativos, a nova ferramenta permitirá que o usuário configure que informações serão compartilhadas no Orkut.
Pesquisa divulgada pela consultoria comScore há duas semanas mostrou que enquanto o Orkut teve aproximadamente 29,4 milhões de acessos únicos no Brasil em agosto, o Facebook registrou visitas 8,9 milhões de internautas brasileiros. O mesmo relatório aponta, por outro lado, que o Facebook cresceu 479% em relação ao ano passado, ao passo que o Orkut teve elevação de 30% na audiência. O estudo levou em consideração o comportamento de brasileiros maiores de 15 anos e o acesso a partir de computadores domésticos ou de trabalho – máquinas de lan houses e smartphones, por exemplo, não foram incluídos.
Fonte: Exame
Twitter cria Central de Ajuda em português
O microblog Twitter disponibilizou, ontem, a página Help Center (Central de Ajuda) em português.
A iniciativa está relacionada à popularidade do serviço no país e, também, por representar uma parcela importante do total dos usuários do Twitter no mundo.
Na Central de Ajuda, basicamente, o usuário do Twitter encontra pequenos tutoriais para aprender a usar o serviço. Além disso, pode encontrar respostas para alguns dos problemas que acontecem no microblog – tais como o sumiço de tuítes e os motivos de bloqueio da conta.
A Central de Ajuda oferece ainda recursos para o usuário do serviço denunciar possíveis problemas de privacidade, contas que somente enviam spam e pedofilia, entre outras coisas.
O local também disponibiliza informações para empresas que têm – ou pretendem ter – um perfil no microblog.
Fonte: Info Abril
A iniciativa está relacionada à popularidade do serviço no país e, também, por representar uma parcela importante do total dos usuários do Twitter no mundo.
Na Central de Ajuda, basicamente, o usuário do Twitter encontra pequenos tutoriais para aprender a usar o serviço. Além disso, pode encontrar respostas para alguns dos problemas que acontecem no microblog – tais como o sumiço de tuítes e os motivos de bloqueio da conta.
A Central de Ajuda oferece ainda recursos para o usuário do serviço denunciar possíveis problemas de privacidade, contas que somente enviam spam e pedofilia, entre outras coisas.
O local também disponibiliza informações para empresas que têm – ou pretendem ter – um perfil no microblog.
Fonte: Info Abril
20 de out. de 2010
Microsoft anuncia versão em nuvem do Office
A Microsoft anunciou nesta terça-feira uma versão totalmente online do pacote de aplicativos Office, buscando ampliar sua base de clientes e combater o rival Google.
O novo serviço, chamado Office 365, estará disponível em edição limitada para testes a partir desta terça-feira, e começará a ser vendido ano que vem por assinaturas. Porém, apenas empresas dos Estados Unidos e de outros 12 países é que poderão utilizar a versão beta do pacote.
Em entrevista à INFO, Eduardo Campos de Oliveira, gerente geral de produtividade e colaboração da Microsoft Brasil, informou que a maior parte dos clientes brasileiros da empresa já utilizam serviços em cloud computing, como o BPOS (Business Productivity Online Suíte), e o Office 365 irá substituir essa ferramenta, pois agregará este e outros serviços da Microsoft para empresas que queiram trabalhar nas nuvens.
“A Microsoft irá liberar apenas a versão final para testes alguns meses antes do início das vendas do produto, para que os clientes brasileiros possam se adaptar e experimentar o novo Office, sem a necessidade de passar pelos eventuais problemas que uma versão beta possa ter”, explicou Oliveira.
Com a combinação de alguns serviços baseados em computação em nuvem já existentes, como o Office Web Apps, Lync Online e Exchange, o pacote será compatível com a maioria dos navegadores e dispositivos móveis.
Isso significa que os usuários terão acesso a programas do Office, como Outlook e SharePoint, sem terem de instalá-los em seus computadores, a partir de qualquer lugar.
A empresa também anunciou os preços para o pacote. Para empresas com até 25 funcionários, a Microsoft irá cobrar US$ 6 por usuário por mês. E isto dará direito à pequena empresa adquirir um website e e-mails dedicados para seus funcionários, utilizando a plataforma e a infraestrutura da Microsoft.
O movimento representa um contra-ataque ao Google, que tem tido sucesso com seu próprio pacote de aplicativos baseado na Web, disponível a custo mais baixo e que surge como alternativa aos tradicionais programas da Microsoft.
Fonte: INFO
O novo serviço, chamado Office 365, estará disponível em edição limitada para testes a partir desta terça-feira, e começará a ser vendido ano que vem por assinaturas. Porém, apenas empresas dos Estados Unidos e de outros 12 países é que poderão utilizar a versão beta do pacote.
Em entrevista à INFO, Eduardo Campos de Oliveira, gerente geral de produtividade e colaboração da Microsoft Brasil, informou que a maior parte dos clientes brasileiros da empresa já utilizam serviços em cloud computing, como o BPOS (Business Productivity Online Suíte), e o Office 365 irá substituir essa ferramenta, pois agregará este e outros serviços da Microsoft para empresas que queiram trabalhar nas nuvens.
“A Microsoft irá liberar apenas a versão final para testes alguns meses antes do início das vendas do produto, para que os clientes brasileiros possam se adaptar e experimentar o novo Office, sem a necessidade de passar pelos eventuais problemas que uma versão beta possa ter”, explicou Oliveira.
Com a combinação de alguns serviços baseados em computação em nuvem já existentes, como o Office Web Apps, Lync Online e Exchange, o pacote será compatível com a maioria dos navegadores e dispositivos móveis.
Isso significa que os usuários terão acesso a programas do Office, como Outlook e SharePoint, sem terem de instalá-los em seus computadores, a partir de qualquer lugar.
A empresa também anunciou os preços para o pacote. Para empresas com até 25 funcionários, a Microsoft irá cobrar US$ 6 por usuário por mês. E isto dará direito à pequena empresa adquirir um website e e-mails dedicados para seus funcionários, utilizando a plataforma e a infraestrutura da Microsoft.
O movimento representa um contra-ataque ao Google, que tem tido sucesso com seu próprio pacote de aplicativos baseado na Web, disponível a custo mais baixo e que surge como alternativa aos tradicionais programas da Microsoft.
Fonte: INFO
Uma fábrica em cada garagem
s impressoras 3D repetem a história dos computadores e começam a aparecer nas pequenas empresas, nas universidades - e em casa.
É difícil subestimar o impacto dos computadores pessoais na nossa vida, ainda mais quando se sabe que eles são uma invenção relativamente recente. A ideia do PC nasceu em reuniões de engenheiros que se encontravam em universidades da Califórnia, em meados dos anos 70, para montar os próprios computadores com kits de peças. Foram a inventividade e a troca de ideias entre os "hobistas" que lançaram a semente da revolução dos PCs. Steve Jobs e Steve Wozniak se conheceram num desses clubes e, com base no que viram ali, decidiram criar uma empresa chamada Apple Computer na região que hoje é conhecida como Vale do Silício. Hoje, quase 40 anos depois, outra leva de pessoas que usam a tecnologia como hobby está dando origem ao que muitos acreditam ser uma nova revolução. Impressoras 3D, capazes de produzir objetos com base em desenhos feitos no computador, também são vendidas em kit de montar. O preço dessas máquinas caiu drasticamente nos últimos meses - a mais barata custa apenas 650 dólares. Trocando informações pela internet e usando software gratuito para desenhar os objetos, esses novos pioneiros estão inaugurando a era das fábricas dentro de casa.
Acompanhe mais no portal EXAME.
É difícil subestimar o impacto dos computadores pessoais na nossa vida, ainda mais quando se sabe que eles são uma invenção relativamente recente. A ideia do PC nasceu em reuniões de engenheiros que se encontravam em universidades da Califórnia, em meados dos anos 70, para montar os próprios computadores com kits de peças. Foram a inventividade e a troca de ideias entre os "hobistas" que lançaram a semente da revolução dos PCs. Steve Jobs e Steve Wozniak se conheceram num desses clubes e, com base no que viram ali, decidiram criar uma empresa chamada Apple Computer na região que hoje é conhecida como Vale do Silício. Hoje, quase 40 anos depois, outra leva de pessoas que usam a tecnologia como hobby está dando origem ao que muitos acreditam ser uma nova revolução. Impressoras 3D, capazes de produzir objetos com base em desenhos feitos no computador, também são vendidas em kit de montar. O preço dessas máquinas caiu drasticamente nos últimos meses - a mais barata custa apenas 650 dólares. Trocando informações pela internet e usando software gratuito para desenhar os objetos, esses novos pioneiros estão inaugurando a era das fábricas dentro de casa.
Acompanhe mais no portal EXAME.
13 de out. de 2010
A empresa que não for encontrada na internet não existe!
Li essa matéria e é exatamente o que a TI leva de mensagem aos nossos clientes.
Cerca de 88% das pessoas que adquirem quaisquer produtos pesquisam na web antes de realizar suas compras.
Hoje em dia, você compraria um carro sem consultar a internet? E um apartamento? Um instrumento musical? Enfim, qualquer coisa. Se você respondeu que sim, lamento, pois você está perdendo a chance de fazer um negócio ainda melhor.
As ofertas na web vão de automóveis a medicamentos, de roupas de grife a descontos em bares, passando pelos leilões de arte, filmes, flores, quer dizer, tudo. Isso mesmo. Podemos encontrar praticamente tudo na internet. São milhares de lojas vendendo uma infinidade de produtos. É um shopping gigantesco, com o que você imaginar.
Porém, como fazer para localizar o que se deseja? E como ter certeza de que estamos fazendo realmente um bom negócio? As ferramentas de busca estão aí para isso. Seja por meio do grande campeão de audiência, o Google, ou pelo Yahoo!, ou utilizando buscadores de preços como Buscapé e Mercado Livre – entre muitas outras opções -, o importante mesmo para o consumidor é pesquisar antes, e a web oferece vantagens significativas, pois acelera essa procura. Sem esquecer dos clubes de compras, sites privativos para sócios, clubes de descontos, entre outros.
Cerca de 88% das pessoas que adquirem quaisquer produtos pesquisam na web antes de realizar suas compras. Dos que adquirem imóveis, por exemplo, são mais de 90%, pois isso facilita a seleção prévia daqueles que serão visitados, de acordo com faixa de preço, localização, tamanho e todas as especificações que o interessado buscar.
O varejo on-line no Brasil tende a realizar mais de R$ 24 bilhões em 2010, se forem somadas as transações de bens de consumo, automóveis e turismo, sendo esse último um dos setores que mais cresce, pois cerca de 90% das passagens aéreas são compradas pela web.
Com tudo isso, torna-se imprescindível conhecer as metodologias para se fazer presente e ser encontrado nessas ferramentas de busca. As empresas não podem mais se dar ao luxo de depender apenas da sua comunicação tradicional, ou de e-mail marketing, por exemplo. Devem investir na inteligência necessária para serem localizadas, pois, como costumamos dizer, o melhor não é ir atrás dos clientes, e sim, ser encontrado por ele.
Deve-se procurar conhecer, profundamente, os mecanismos utilizados por esses sites. Assim, o seu negócio aparecerá com destaque e credibilidade para aqueles que desejam o seu produto ou serviço. Entre diversos aspectos, destaca-se a importância de se ter um site com conteúdo relevante desenvolvido com foco no seu público-alvo, ter um site ou blog desenvolvido dentro de padrões que permitem a identificação pelos buscadores das palavras-chave que você definir, links para outros sites importantes, bem como tê-los também em outros sites, remetendo para o seu e demonstrando a importância que ele tem.
Enfim, não se esgotam aqui as sugestões. Muito pelo contrário: isso é só o mínimo que você deve se preocupar em fazer, se ainda não fez. Se for o caso, lembre-se somente de uma coisa: “A empresa que não for encontrada, simplesmente não existe!”
Por Sandra Turchi
E você empreendedor? Já está na internet? Se ainda não, o que está esperando? Não perca mais tempo. Entre em contato conosco!
Cerca de 88% das pessoas que adquirem quaisquer produtos pesquisam na web antes de realizar suas compras.
Hoje em dia, você compraria um carro sem consultar a internet? E um apartamento? Um instrumento musical? Enfim, qualquer coisa. Se você respondeu que sim, lamento, pois você está perdendo a chance de fazer um negócio ainda melhor.
As ofertas na web vão de automóveis a medicamentos, de roupas de grife a descontos em bares, passando pelos leilões de arte, filmes, flores, quer dizer, tudo. Isso mesmo. Podemos encontrar praticamente tudo na internet. São milhares de lojas vendendo uma infinidade de produtos. É um shopping gigantesco, com o que você imaginar.
Porém, como fazer para localizar o que se deseja? E como ter certeza de que estamos fazendo realmente um bom negócio? As ferramentas de busca estão aí para isso. Seja por meio do grande campeão de audiência, o Google, ou pelo Yahoo!, ou utilizando buscadores de preços como Buscapé e Mercado Livre – entre muitas outras opções -, o importante mesmo para o consumidor é pesquisar antes, e a web oferece vantagens significativas, pois acelera essa procura. Sem esquecer dos clubes de compras, sites privativos para sócios, clubes de descontos, entre outros.
Cerca de 88% das pessoas que adquirem quaisquer produtos pesquisam na web antes de realizar suas compras. Dos que adquirem imóveis, por exemplo, são mais de 90%, pois isso facilita a seleção prévia daqueles que serão visitados, de acordo com faixa de preço, localização, tamanho e todas as especificações que o interessado buscar.
O varejo on-line no Brasil tende a realizar mais de R$ 24 bilhões em 2010, se forem somadas as transações de bens de consumo, automóveis e turismo, sendo esse último um dos setores que mais cresce, pois cerca de 90% das passagens aéreas são compradas pela web.
Com tudo isso, torna-se imprescindível conhecer as metodologias para se fazer presente e ser encontrado nessas ferramentas de busca. As empresas não podem mais se dar ao luxo de depender apenas da sua comunicação tradicional, ou de e-mail marketing, por exemplo. Devem investir na inteligência necessária para serem localizadas, pois, como costumamos dizer, o melhor não é ir atrás dos clientes, e sim, ser encontrado por ele.
Deve-se procurar conhecer, profundamente, os mecanismos utilizados por esses sites. Assim, o seu negócio aparecerá com destaque e credibilidade para aqueles que desejam o seu produto ou serviço. Entre diversos aspectos, destaca-se a importância de se ter um site com conteúdo relevante desenvolvido com foco no seu público-alvo, ter um site ou blog desenvolvido dentro de padrões que permitem a identificação pelos buscadores das palavras-chave que você definir, links para outros sites importantes, bem como tê-los também em outros sites, remetendo para o seu e demonstrando a importância que ele tem.
Enfim, não se esgotam aqui as sugestões. Muito pelo contrário: isso é só o mínimo que você deve se preocupar em fazer, se ainda não fez. Se for o caso, lembre-se somente de uma coisa: “A empresa que não for encontrada, simplesmente não existe!”
Por Sandra Turchi
E você empreendedor? Já está na internet? Se ainda não, o que está esperando? Não perca mais tempo. Entre em contato conosco!
12 de out. de 2010
Evolução do E.Commerce
Dentro do comércio eletrônico, vender roupas só não é mais difícil do que vender itens de perfumaria. Experimentar e ver como a peça se comporta no corpo é uma necessidade para grande maioria dos consumidores, e isto, assim como as fragrâncias, a internet ainda não pode proporcionar.
Para saciar este desejo dos compradores, a empresa Fits.me, da Estônia, criou um robô que assume 2 mil diferentes biotipos. Desta forma, no ato da compra, o cliente digita suas medidas no site da marca (por enquanto só em pés e para homens…) e vê as alterações na forma física do boneco. Assim, fica fácil notar diferenças mínimas no caimento e decidir sem hesitar entre os tamanhos disponíveis. E o sistema, prometem, é fácil de integrar e permite customização.
Recentemente a empresa fez um teste do provador virtual e as vendas aumentaram mais de 300%. Enquanto isso, o número de devoluções caiu 28%. Heikki Haldre, um dos fundadores da empresa, espera que a novidade seja um poderoso aliado na disputa do e-commerce, que hoje responde só 8% do comércio de roupas – e promete ser uma das novas fronteiras no cenário brasileiro.
Fonte: PagSeguro
Para saciar este desejo dos compradores, a empresa Fits.me, da Estônia, criou um robô que assume 2 mil diferentes biotipos. Desta forma, no ato da compra, o cliente digita suas medidas no site da marca (por enquanto só em pés e para homens…) e vê as alterações na forma física do boneco. Assim, fica fácil notar diferenças mínimas no caimento e decidir sem hesitar entre os tamanhos disponíveis. E o sistema, prometem, é fácil de integrar e permite customização.
Recentemente a empresa fez um teste do provador virtual e as vendas aumentaram mais de 300%. Enquanto isso, o número de devoluções caiu 28%. Heikki Haldre, um dos fundadores da empresa, espera que a novidade seja um poderoso aliado na disputa do e-commerce, que hoje responde só 8% do comércio de roupas – e promete ser uma das novas fronteiras no cenário brasileiro.
Fonte: PagSeguro
6 Tendências do Comércio Eletrônico
1. A segurança é mais importante do que nunca
A cada três minutos alguém tem sua identidade roubada. O roubo de identidade é o crime com maior índice de crescimento. Avalie a segurança de seu site, a hospedagem, faça todo o possível – e o impossível também – para proteger os dados de seus clientes.
2. Mídias sociais
O s-commerce veio para ficar – e deve estar dentro das estratégias de marketing. Portanto, lembre-se de planejar a sua presença, objetivos e metas neste quesito. E tudo deve estar alinhado com cada etapa de seu negócio (lembrem do pós-venda, por favor). Além do planejamento, fique atento sempre às novidades para enfrentar os desafios que com certeza surgirão.
3. O cliente quer mais pelo seu dinheiro
Não é à toa que os sites de compra coletiva se tornaram a grande tendência de 2010. Os clientes querem mais valor pelo seu dinheiro. Implemente promoções, descontos, crie logística diferenciada, um relacionamento bem afinado com cada um.
4. Relacionamento é tudo
Por falar em relacionamento, este ponto é fundamental quando você está na internet. Além de criar comunicação direta a favor do cliente, isso gera boas oportunidades para as empresas, que recebem expectativas e feedbacks dos seus usuários.
5. Idéias Criativas ganham, sempre
Criatividade é a palavra da vez. Isso não quer dizer que as estratégias e táticas para vender online não devem ser bem pensadas, mas o aumento de quantidade de desordem na web, misturado com a grande competição entre empresas em captar mais compradores para suas lojas virtuais significa que a criatividade e a inovação serão críticos para o sucesso. O lado positivo é que todos nós podemos aprender uns com os outros e trocar idéias. Será importante atender as demandas de seus clientes de uma forma convincente.
Fonte: PagSeguro
A cada três minutos alguém tem sua identidade roubada. O roubo de identidade é o crime com maior índice de crescimento. Avalie a segurança de seu site, a hospedagem, faça todo o possível – e o impossível também – para proteger os dados de seus clientes.
2. Mídias sociais
O s-commerce veio para ficar – e deve estar dentro das estratégias de marketing. Portanto, lembre-se de planejar a sua presença, objetivos e metas neste quesito. E tudo deve estar alinhado com cada etapa de seu negócio (lembrem do pós-venda, por favor). Além do planejamento, fique atento sempre às novidades para enfrentar os desafios que com certeza surgirão.
3. O cliente quer mais pelo seu dinheiro
Não é à toa que os sites de compra coletiva se tornaram a grande tendência de 2010. Os clientes querem mais valor pelo seu dinheiro. Implemente promoções, descontos, crie logística diferenciada, um relacionamento bem afinado com cada um.
4. Relacionamento é tudo
Por falar em relacionamento, este ponto é fundamental quando você está na internet. Além de criar comunicação direta a favor do cliente, isso gera boas oportunidades para as empresas, que recebem expectativas e feedbacks dos seus usuários.
5. Idéias Criativas ganham, sempre
Criatividade é a palavra da vez. Isso não quer dizer que as estratégias e táticas para vender online não devem ser bem pensadas, mas o aumento de quantidade de desordem na web, misturado com a grande competição entre empresas em captar mais compradores para suas lojas virtuais significa que a criatividade e a inovação serão críticos para o sucesso. O lado positivo é que todos nós podemos aprender uns com os outros e trocar idéias. Será importante atender as demandas de seus clientes de uma forma convincente.
Fonte: PagSeguro
8 de out. de 2010
Internet no Brasil cresceu 5,9% em agosto
Número de usuários ativos cresceu de 39,3 milhões para 41,6 milhões no mês; maior crescimento vem ocorrendo entre usuários domiciliares de banda larga
O total de pessoas com acesso no trabalho e em residências chegou a 51,8 milhões, o que significa uma evolução de 6,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. Do total de pessoas com acesso, 41,6 milhões foram usuárias ativas em agosto de 2010, crescimento de 5,9% sobre o mês de julho e de 11% na comparação com agosto de 2009.
Considerando o uso da internet em todos ambientes (trabalho, residências, escolas, lan houses, bibliotecas e telecentros), o número de pessoas com acesso foi de 67,5 milhões, no quarto trimestre de 2009.
Na navegação somente em ambiente domiciliar, o número de usuários ativos cresceu 12% no período de um ano e chegou a 32,3 milhões em agosto de 2010. A maior parte desse aumento ocorreu entre usuários de conexões de mais de 512 Kb.
A quantidade de usuários de conexões de mais 512 Kb cresceu 36% e a participação passou de 50% dos usuários ativos em agosto de 2009 para 61% em agosto de 2010.
As empresas que oferecem serviços de conexão de banda larga têm apresentado elevada atividade publicitária na internet. Segundo o AdRelevance, serviço do IBOPE Nielsen Online que mensura a publicidade online, no mês de agosto foram anunciadas 18 campanhas de serviços de banda larga na internet brasileira por meio de 95 peças publicitárias de cinco diferentes anunciantes. A maior parte dessas campanhas concentrou-se entre os dias 9 e 22 de agosto.
Nos sites de rede sociais, a maior parte dos comentários de pessoas que acabaram de adquirir um plano de banda larga refere-se a dúvidas de instalação e utilização do serviço. De acordo com o BuzzMetrics, ferramenta do IBOPE Nielsen Online de monitoramento de discussões em redes sociais, as palavras que mais acompanham expressões como “instalei banda larga” e “assinei um plano de velocidade” são termos como “dúvida”, “roteador”, “problema”, “preciso” e “ajuda”, principalmente em fóruns de informática.
Fonte: IBOPE
O total de pessoas com acesso no trabalho e em residências chegou a 51,8 milhões, o que significa uma evolução de 6,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. Do total de pessoas com acesso, 41,6 milhões foram usuárias ativas em agosto de 2010, crescimento de 5,9% sobre o mês de julho e de 11% na comparação com agosto de 2009.
Considerando o uso da internet em todos ambientes (trabalho, residências, escolas, lan houses, bibliotecas e telecentros), o número de pessoas com acesso foi de 67,5 milhões, no quarto trimestre de 2009.
Na navegação somente em ambiente domiciliar, o número de usuários ativos cresceu 12% no período de um ano e chegou a 32,3 milhões em agosto de 2010. A maior parte desse aumento ocorreu entre usuários de conexões de mais de 512 Kb.
A quantidade de usuários de conexões de mais 512 Kb cresceu 36% e a participação passou de 50% dos usuários ativos em agosto de 2009 para 61% em agosto de 2010.
As empresas que oferecem serviços de conexão de banda larga têm apresentado elevada atividade publicitária na internet. Segundo o AdRelevance, serviço do IBOPE Nielsen Online que mensura a publicidade online, no mês de agosto foram anunciadas 18 campanhas de serviços de banda larga na internet brasileira por meio de 95 peças publicitárias de cinco diferentes anunciantes. A maior parte dessas campanhas concentrou-se entre os dias 9 e 22 de agosto.
Nos sites de rede sociais, a maior parte dos comentários de pessoas que acabaram de adquirir um plano de banda larga refere-se a dúvidas de instalação e utilização do serviço. De acordo com o BuzzMetrics, ferramenta do IBOPE Nielsen Online de monitoramento de discussões em redes sociais, as palavras que mais acompanham expressões como “instalei banda larga” e “assinei um plano de velocidade” são termos como “dúvida”, “roteador”, “problema”, “preciso” e “ajuda”, principalmente em fóruns de informática.
Fonte: IBOPE
7 de out. de 2010
Firewall: conceitos e tipos
Introdução
Firewall é um quesito de segurança com cada vez mais importância no mundo da computação. À medida que o uso de informações e sistemas é cada vez maior, a proteção destes requer a aplicação de ferramentas e conceitos de segurança eficientes. O firewall é uma opção praticamente imprescindível. Este artigo mostrará o que é firewall, seus tipos, modos de funcionamento e o porquê de usá-lo em seu computador.
O que é firewall
Firewall pode ser definidido como uma barreira de proteção, que controla o tráfego de dados entre seu computador e a Internet (ou entre a rede onde seu computador está instalado e a Internet). Seu objetivo é permitir somente a transmissão e a recepção de dados autorizados. Existem firewalls baseados na combinação de hardware e software e firewalls baseados somente em software. Este último é o tipo recomendado ao uso doméstico e também é o mais comum.
Explicando de maneira mais precisa, o firewall é um mecanismo que atua como "defesa" de um computador ou de uma rede, controlando o acesso ao sistema por meio de regras e a filtragem de dados. A vantagem do uso de firewalls em redes, é que somente um computador pode atuar como firewall, não sendo necessário instalá-lo em cada máquina conectada.
Como o firewall funciona
Há mais de uma forma de funcionamento de um firewall, que varia de acordo com o sistema, aplicação ou do desenvolvedor do programa. No entanto, existem dois tipos básicos de conceitos de firewalls: o que é baseado em filtragem de pacotes e o que é baseado em controle de aplicações. Ambos não devem ser comparados para se saber qual o melhor, uma vez que cada um trabalha para um determinado fim, fazendo que a comparação não seja aplicável. Conheça cada tipo a seguir.
Filtragem de pacotes
O firewall que trabalha na filtragem de pacotes é muito utilizado em redes pequenas ou de porte médio. Por meio de um conjunto de regras estabelecidas, esse tipo de firewall determina que endereços IPs e dados podem estabelecer comunicação e/ou transmitir/receber dados. Alguns sistemas ou serviços podem ser liberados completamente (por exemplo, o serviço de e-mail da rede), enquanto outros são bloqueados por padrão, por terem riscos elevados (como softwares de mensangens instantâneas, tal como o ICQ). O grande problema desse tipo de firewall, é que as regras aplicadas podem ser muito complexas e causar perda de desempenho da rede ou não serem eficazes o suficiente.
Este tipo, se restringe a trabalhar nas camadas TCP/IP, decidindo quais pacotes de dados podem passar e quais não. Tais escolhas são regras baseadas nas informações endereço IP remoto, endereço IP do destinatário, além da porta TCP usada.
Quando devidamente configurado, esse tipo de firewall permite que somente "computadores conhecidos troquem determinadas informações entre si e tenham acesso a determinados recursos". Um firewall assim, também é capaz de analisar informações sobre a conexão e notar alterações suspeitas, além de ter a capacidade de analisar o conteúdo dos pacotes, o que permite um controle ainda maior do que pode ou não ser acessível.
Firewall de aplicação
Ilustração de um firewall: o desenho de uma parede é usado para representá-loFirewalls de controle de aplicação (exemplos de aplicação: SMTP, FTP, HTTP, etc) são instalados geralmente em computadores servidores e são conhecidos como proxy. Este tipo não permite comunicação direto entre a rede e a Internet. Tudo deve passar pelo firewall, que atua como um intermediador. O proxy efetua a comunicação entre ambos os lados por meio da avaliação do número da sessão TCP dos pacotes.
Este tipo de firewall é mais complexo, porém muito seguro, pois todas as aplicações precisam de um proxy. Caso não haja, a aplicação simplesmente não funciona. Em casos assim, uma solução é criar um "proxy genérico", através de uma configuração que informa que determinadas aplicações usarão certas portas. Essa tarefa só é bem realizada por adminstradores de rede ou profissionais de comunicação qualificados.
O firewall de aplicação permite um acompanhamento mais preciso do tráfego entre a rede e a Internet (ou entre a rede e outra rede). É possível, inclusive, contar com recursos de log e ferramentas de auditoria. Tais características deixam claro que este tipo de firewall é voltado a redes de porte médio ou grande e que sua configuração exige certa experiência no assunto.
Razões para utilizar um firewall
A seguir são citadas as 3 principais razões (segundo o InfoWester) para se usar um firewall:
1 - o firewall pode ser usado para ajudar a impedir que sua rede ou seu computador seja acessado sem autorização. Assim, é possível evitar que informações sejam capturadas ou que sistemas tenham seu funcionamento prejudicado pela ação de hackers;
2 - o firewall é um grande aliado no combate a vírus e cavalos-de-tróia, uma vez que é capaz de bloquear portas que eventualmente sejam usadas pelas "pragas digitais" ou então bloquear acesso a programas não autorizados;
3 - em redes corporativas, é possível evitar que os usuários acessem serviços ou sistemas indevidos, além de ter o controle sobre as ações realizadas na rede, sendo possível até mesmo descobrir quais usuários as efetuaram.
Firewalls existentes
Existe uma quantidade grande de soluções de firewall disponível. Para usuários domésticos que usam o sistema operacional Windows, um dos mais conhecidos é o ZoneAlarm (www.zonealarm.com), que dispõe de uma versão gratuita e outra paga, com mais recursos. Em ambos os casos, é possível utilizar configurações pré-definidas, que oferecem bons níveis de segurança, sem que para tanto, o usuário necessite ter muito conhecimento no assunto. Vale citar que o Windows XP já vem com um firewall, que apesar de não ser tão eficiente, é um bom aliado na segurança. Para ativá-lo, vá em Iniciar / Configurações / Conexões de Rede / Conexão Local / Propriedades / Avançado e habilite o item Firewall de Conexão com a Internet.
.: Livros sugeridos :.
:: Construindo Firewalls para a Internet
:: Sistema de Segurança da Informação
:: Firewalls - Guia Completo
Via Shopping UOL
Usuários de Linux podem contar com a ferramenta IPTables (www.iptables.org), inclusive para trabalhar na rede. No entanto, este firewall é mais complexo e exige algum conhecimento do assunto. Mas assim como existem várias opções para o Windows, para Linux ocorre o mesmo.
Finalizando
Este artigo foi escrito no intuito de explicar o que é e de maneira básica, como trabalha o firewall. Sua importância é cada vez maior, não somente para o uso em redes, mas também para o uso doméstico. Portanto, se decidir usar um firewall em seu computador, procure por soluções conhecidas para seu sistema operacional. Existem muitas que são gratuitas, contam com configurações pré-definidas que exigem pouco conhecimento e não consomem muitos recursos do computador (assim como existem outras, que exigem experiência no assunto). Para administradores de rede, obviamente, o uso de firewall é tido como uma obrigação.
Fonte: Escrito por Emerson Alecrim
Firewall é um quesito de segurança com cada vez mais importância no mundo da computação. À medida que o uso de informações e sistemas é cada vez maior, a proteção destes requer a aplicação de ferramentas e conceitos de segurança eficientes. O firewall é uma opção praticamente imprescindível. Este artigo mostrará o que é firewall, seus tipos, modos de funcionamento e o porquê de usá-lo em seu computador.
O que é firewall
Firewall pode ser definidido como uma barreira de proteção, que controla o tráfego de dados entre seu computador e a Internet (ou entre a rede onde seu computador está instalado e a Internet). Seu objetivo é permitir somente a transmissão e a recepção de dados autorizados. Existem firewalls baseados na combinação de hardware e software e firewalls baseados somente em software. Este último é o tipo recomendado ao uso doméstico e também é o mais comum.
Explicando de maneira mais precisa, o firewall é um mecanismo que atua como "defesa" de um computador ou de uma rede, controlando o acesso ao sistema por meio de regras e a filtragem de dados. A vantagem do uso de firewalls em redes, é que somente um computador pode atuar como firewall, não sendo necessário instalá-lo em cada máquina conectada.
Como o firewall funciona
Há mais de uma forma de funcionamento de um firewall, que varia de acordo com o sistema, aplicação ou do desenvolvedor do programa. No entanto, existem dois tipos básicos de conceitos de firewalls: o que é baseado em filtragem de pacotes e o que é baseado em controle de aplicações. Ambos não devem ser comparados para se saber qual o melhor, uma vez que cada um trabalha para um determinado fim, fazendo que a comparação não seja aplicável. Conheça cada tipo a seguir.
Filtragem de pacotes
O firewall que trabalha na filtragem de pacotes é muito utilizado em redes pequenas ou de porte médio. Por meio de um conjunto de regras estabelecidas, esse tipo de firewall determina que endereços IPs e dados podem estabelecer comunicação e/ou transmitir/receber dados. Alguns sistemas ou serviços podem ser liberados completamente (por exemplo, o serviço de e-mail da rede), enquanto outros são bloqueados por padrão, por terem riscos elevados (como softwares de mensangens instantâneas, tal como o ICQ). O grande problema desse tipo de firewall, é que as regras aplicadas podem ser muito complexas e causar perda de desempenho da rede ou não serem eficazes o suficiente.
Este tipo, se restringe a trabalhar nas camadas TCP/IP, decidindo quais pacotes de dados podem passar e quais não. Tais escolhas são regras baseadas nas informações endereço IP remoto, endereço IP do destinatário, além da porta TCP usada.
Quando devidamente configurado, esse tipo de firewall permite que somente "computadores conhecidos troquem determinadas informações entre si e tenham acesso a determinados recursos". Um firewall assim, também é capaz de analisar informações sobre a conexão e notar alterações suspeitas, além de ter a capacidade de analisar o conteúdo dos pacotes, o que permite um controle ainda maior do que pode ou não ser acessível.
Firewall de aplicação
Ilustração de um firewall: o desenho de uma parede é usado para representá-loFirewalls de controle de aplicação (exemplos de aplicação: SMTP, FTP, HTTP, etc) são instalados geralmente em computadores servidores e são conhecidos como proxy. Este tipo não permite comunicação direto entre a rede e a Internet. Tudo deve passar pelo firewall, que atua como um intermediador. O proxy efetua a comunicação entre ambos os lados por meio da avaliação do número da sessão TCP dos pacotes.
Este tipo de firewall é mais complexo, porém muito seguro, pois todas as aplicações precisam de um proxy. Caso não haja, a aplicação simplesmente não funciona. Em casos assim, uma solução é criar um "proxy genérico", através de uma configuração que informa que determinadas aplicações usarão certas portas. Essa tarefa só é bem realizada por adminstradores de rede ou profissionais de comunicação qualificados.
O firewall de aplicação permite um acompanhamento mais preciso do tráfego entre a rede e a Internet (ou entre a rede e outra rede). É possível, inclusive, contar com recursos de log e ferramentas de auditoria. Tais características deixam claro que este tipo de firewall é voltado a redes de porte médio ou grande e que sua configuração exige certa experiência no assunto.
Razões para utilizar um firewall
A seguir são citadas as 3 principais razões (segundo o InfoWester) para se usar um firewall:
1 - o firewall pode ser usado para ajudar a impedir que sua rede ou seu computador seja acessado sem autorização. Assim, é possível evitar que informações sejam capturadas ou que sistemas tenham seu funcionamento prejudicado pela ação de hackers;
2 - o firewall é um grande aliado no combate a vírus e cavalos-de-tróia, uma vez que é capaz de bloquear portas que eventualmente sejam usadas pelas "pragas digitais" ou então bloquear acesso a programas não autorizados;
3 - em redes corporativas, é possível evitar que os usuários acessem serviços ou sistemas indevidos, além de ter o controle sobre as ações realizadas na rede, sendo possível até mesmo descobrir quais usuários as efetuaram.
Firewalls existentes
Existe uma quantidade grande de soluções de firewall disponível. Para usuários domésticos que usam o sistema operacional Windows, um dos mais conhecidos é o ZoneAlarm (www.zonealarm.com), que dispõe de uma versão gratuita e outra paga, com mais recursos. Em ambos os casos, é possível utilizar configurações pré-definidas, que oferecem bons níveis de segurança, sem que para tanto, o usuário necessite ter muito conhecimento no assunto. Vale citar que o Windows XP já vem com um firewall, que apesar de não ser tão eficiente, é um bom aliado na segurança. Para ativá-lo, vá em Iniciar / Configurações / Conexões de Rede / Conexão Local / Propriedades / Avançado e habilite o item Firewall de Conexão com a Internet.
.: Livros sugeridos :.
:: Construindo Firewalls para a Internet
:: Sistema de Segurança da Informação
:: Firewalls - Guia Completo
Via Shopping UOL
Usuários de Linux podem contar com a ferramenta IPTables (www.iptables.org), inclusive para trabalhar na rede. No entanto, este firewall é mais complexo e exige algum conhecimento do assunto. Mas assim como existem várias opções para o Windows, para Linux ocorre o mesmo.
Finalizando
Este artigo foi escrito no intuito de explicar o que é e de maneira básica, como trabalha o firewall. Sua importância é cada vez maior, não somente para o uso em redes, mas também para o uso doméstico. Portanto, se decidir usar um firewall em seu computador, procure por soluções conhecidas para seu sistema operacional. Existem muitas que são gratuitas, contam com configurações pré-definidas que exigem pouco conhecimento e não consomem muitos recursos do computador (assim como existem outras, que exigem experiência no assunto). Para administradores de rede, obviamente, o uso de firewall é tido como uma obrigação.
Fonte: Escrito por Emerson Alecrim
4 de out. de 2010
Os 10 programas mais baixados
O programa mais baixado da semana foi o antivírus gratuito AVG.
Fácil explicar: ele acaba de ganhar uma nova versão, a 2011.
E a edição vem recheada de recursos. A mais interessante é o algoritmo inteligente que equipa o motor de caça e detecção de vírus - que, além de ser mais rápido que a versão anterior, não consome muitos recursos do PC. Baixe o AVG 2011 Antivirus Free no Downloads INFO.
Conheça, abaixo, os outros campeões de downloads.
2 - Internet Explorer 9 - nova versão do navegador, que chega com interface repaginada e muita a velocidade para carregar as páginas e os serviços web.
3 – Windows Live Messenger 2011– versão nova do popular MSN, o comunicador instantâneo mais usado no Brasil.
4 – Google Chrome 6 – o navegador da empresa de busca é um dos mais rápidos do mercado.
5 - WinOptimizer 2010 Free - seu PC anda meio lerdo e cheio de erros? Baixe esse programa para reparar os erros.
6 – Firefox 4 Beta – o navegador da Mozilla mudou e está recheado de novos recursos.
7 - Avast 5 Free Antivirus – software para defender o computador dos vírus que roubam e danificam os arquivos.
8 - Personal Finance Free - anda com as contas no vermelho? Este freeware pode te ajudar a organizar a vida financeira.
9 - JDownloader - um gerenciador de downloads que dá um jeito na senha do serviço Megaupload.
10 - CCleaner - Poderoso software para dar uma geral no arquivos inúteis do Windows.
Fonte:Info
Fácil explicar: ele acaba de ganhar uma nova versão, a 2011.
E a edição vem recheada de recursos. A mais interessante é o algoritmo inteligente que equipa o motor de caça e detecção de vírus - que, além de ser mais rápido que a versão anterior, não consome muitos recursos do PC. Baixe o AVG 2011 Antivirus Free no Downloads INFO.
Conheça, abaixo, os outros campeões de downloads.
2 - Internet Explorer 9 - nova versão do navegador, que chega com interface repaginada e muita a velocidade para carregar as páginas e os serviços web.
3 – Windows Live Messenger 2011– versão nova do popular MSN, o comunicador instantâneo mais usado no Brasil.
4 – Google Chrome 6 – o navegador da empresa de busca é um dos mais rápidos do mercado.
5 - WinOptimizer 2010 Free - seu PC anda meio lerdo e cheio de erros? Baixe esse programa para reparar os erros.
6 – Firefox 4 Beta – o navegador da Mozilla mudou e está recheado de novos recursos.
7 - Avast 5 Free Antivirus – software para defender o computador dos vírus que roubam e danificam os arquivos.
8 - Personal Finance Free - anda com as contas no vermelho? Este freeware pode te ajudar a organizar a vida financeira.
9 - JDownloader - um gerenciador de downloads que dá um jeito na senha do serviço Megaupload.
10 - CCleaner - Poderoso software para dar uma geral no arquivos inúteis do Windows.
Fonte:Info
3 de out. de 2010
Urna Eletrônica

A urna eletrônica brasileira é um computador responsável pelo armazenamento de votos durante as eleições. O dispositivo foi desenvolvido no aqui no Brasil em 1996 e desde então diversos outros países vêm testando esse e outros equipamentos semelhantes.
A urna eletrônica que automatizou 100% das eleições, no Brasil, foi desenvolvida, por uma empresa brasileira, a OMNITECH Serviços em Tecnologia e Marketing, entre 1995 e 1996, e aperfeiçoada, em 1997, para o modelo que se tornou o padrão brasileiro, até hoje.
Para projetar, desenvolver e fabricar a urna eletrônica para as eleições de 1996, foi aberta uma licitação com o Edital TSE 002/1995, onde concorreram a IBM, que propôs um projeto baseado em um notebook, a Procomp, que apresentou uma espécie de quiosque de auto atendimento bancário e a Unisys, a vencedora da licitação com um design original que se tornou o padrão utilizado até hoje. A Unisys contratou a licença para comercializar ao TSE a urna eletrônica desenvolvida pela OMNITECH.
Em 1996, foi realizado o depósito do Pedido de Patente de Invenção da Urna Eletrônica no INPI, pelo engenheiro Carlos Rocha da OMNITECH e da Samurai.
Em 1997, surgiu o modelo atual da Urna Eletrônica, modelo UE 2000, um aperfeiçoamento da urna original realizado pela OMNITECH, que o Ministério da Ciência e Tecnologia reconheceu que atende à condição de bem com tecnologia desenvolvida no País, através da Portaria Nº 413, de 27 de outubro 1997.
A implantação do voto eletrônico dificulta algumas das antigas e comuns fraudes externas da votação de papel (como o "voto carneirinho", "voto formiguinha", ou votos de protesto realizados em favor de conhecidos animais como o Macaco Tião e o Rinoceronte Cacareco, etc.).
Em 1985, houve a implantação de um cadastro eleitoral informatizado pelo TSE, enquanto a urna eletrônica como se concebe hoje só foi desenvolvida em 1995, e utilizada pela primeira vez nas eleições municipais do ano seguinte. Porém foi em 1989, na cidade de Brusque, Santa Catarina, onde o juiz Carlos Prudêncio realizou a primeira experiência de votação com micro-computadores.
A urna eletrônica, inicialmente chamada de "coletor eletrônico de voto" (CEV), teve como objetivo identificar as alternativas para a automação do processo de votação e definir as medidas necessárias à sua implementação, a partir das eleições de 1996, em mais de cinqüenta municípios brasileiros.
Na ocasião somente municípios com um determinado número de eleitores teria votação eletrônica. A única exceção a esta regra era justamente Brusque, que já havia tido eleições digitais anteriormente.
Fonte: Winkipedia
Eleições 2010
Acompanhe o resultultado da apuração dos votos acessando o link do TSE, clique aqui e confira.
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1 de out. de 2010
Mitnick hackeia iPhone ao vivo
Achei a reportagem super interessante:
Confiram.
Kevin Mitnick, o hacker mais famoso da história da tecnologia, fez uma apresentação, hoje, em São Paulo mostrando como se defender de ataques digitais.
Equipado com três laptops (um Macbook, um Dell e um Acer Ferrari) sobre uma bancada e um modem roteador, Mitnick também mostrou como fraudar sistemas.
Nem todas suas tentativas foram bem-sucedidas -- segundo ele, devido à velocidade precária da conexão do hotel-- porém, mesmo assim, capazes de impressionar.
Mitcnik partiu de considerações básicas para a captura de informações, como o uso de Keyloggers (programas que registram as informações digitadas no teclado).
Ele também ressaltou a vulnerabilidade dos roteadores Wi-Fi. “Se uma pessoa precisa invadir uma empresa, ela vai tentar primeiro capturar informações de seu executivo, invadindo o seu modem Wi-Fi doméstico”, explicou o ex-hacker, hoje consultor em segurança. Para Mitcnik, roteadores Wi-Fi domésticos são dispositivos “baratos” e “descartáveis”.
Em outra demonstração, o ex-cracker alterou o preço de um laptop de 2 700 dólares para meros 5 dólares em uma loja virtual alterando o código HTML da página.
“É uma pena, porque nesse mesmo momento que eu faço essa exibição, milhares de lojas online ainda apresentam essa falha básica”, apontou ele.Por último, o americano fez um exemplo de engenharia social ao hacker o iPhone de uma pessoa da plateia. Em seguida, ele o usou para enviar mensagens SMS de forma remota e sem que o proprietário desconfiasse da prática.
"Nós não estamos seguros ainda hoje. Os desenvolvedores de ataques mudam suas estratégias à todo momento”, disse Mitcnik à INFO. “A cada vez que a indústria da segurança desenvolve sistemas mais seguros, os hackers encontram formas inovadoras de frauda-los”, apontou ele.
Segundo o ex-cracker, que ficou preso entre os anos de 1995 e 2000 e ficou proibido de usar a internet por três anos após ser solto, a ideologia dos crackers mudou ao longo dos anos.
“Na minha época, nós invadíamos os sistemas motivados pelo desafio e pela curiosidade. Hoje, eles [os hackers] o fazem visando o lucro. Pegue a rede russa de hackers, por exemplo. Eles são uma organização sofisticada e organizada que tem como objetivo roubar informações sobre tecnologia, metadados e pesquisas de grandes empresas, além das informações de milhares de contas bancárias”, apontou Mitcnik.
Apesar dos ataques constantes, Mitcnik não afirma que os crackers estão à frente das equipes de segurança. “Eu participo de conferências de segurança ao redor do mundo onde os pesquisadores expõem vulnerabilidades que precisam ser resolvidas. Então, nós temos os pesquisadores encontrando essas falhas e as companhias procurando solucioná-las. Os hackers agem nesse espaço de tempo entre um processo e outro”, explicou ele.
Kevin Mitnick veio ao Brasil a convite da empresa MIPC Informática, especializada em soluções de cloud computing.
Fonte; INFO
Confiram.
Kevin Mitnick, o hacker mais famoso da história da tecnologia, fez uma apresentação, hoje, em São Paulo mostrando como se defender de ataques digitais.
Equipado com três laptops (um Macbook, um Dell e um Acer Ferrari) sobre uma bancada e um modem roteador, Mitnick também mostrou como fraudar sistemas.
Nem todas suas tentativas foram bem-sucedidas -- segundo ele, devido à velocidade precária da conexão do hotel-- porém, mesmo assim, capazes de impressionar.
Mitcnik partiu de considerações básicas para a captura de informações, como o uso de Keyloggers (programas que registram as informações digitadas no teclado).
Ele também ressaltou a vulnerabilidade dos roteadores Wi-Fi. “Se uma pessoa precisa invadir uma empresa, ela vai tentar primeiro capturar informações de seu executivo, invadindo o seu modem Wi-Fi doméstico”, explicou o ex-hacker, hoje consultor em segurança. Para Mitcnik, roteadores Wi-Fi domésticos são dispositivos “baratos” e “descartáveis”.
Em outra demonstração, o ex-cracker alterou o preço de um laptop de 2 700 dólares para meros 5 dólares em uma loja virtual alterando o código HTML da página.
“É uma pena, porque nesse mesmo momento que eu faço essa exibição, milhares de lojas online ainda apresentam essa falha básica”, apontou ele.Por último, o americano fez um exemplo de engenharia social ao hacker o iPhone de uma pessoa da plateia. Em seguida, ele o usou para enviar mensagens SMS de forma remota e sem que o proprietário desconfiasse da prática.
"Nós não estamos seguros ainda hoje. Os desenvolvedores de ataques mudam suas estratégias à todo momento”, disse Mitcnik à INFO. “A cada vez que a indústria da segurança desenvolve sistemas mais seguros, os hackers encontram formas inovadoras de frauda-los”, apontou ele.
Segundo o ex-cracker, que ficou preso entre os anos de 1995 e 2000 e ficou proibido de usar a internet por três anos após ser solto, a ideologia dos crackers mudou ao longo dos anos.
“Na minha época, nós invadíamos os sistemas motivados pelo desafio e pela curiosidade. Hoje, eles [os hackers] o fazem visando o lucro. Pegue a rede russa de hackers, por exemplo. Eles são uma organização sofisticada e organizada que tem como objetivo roubar informações sobre tecnologia, metadados e pesquisas de grandes empresas, além das informações de milhares de contas bancárias”, apontou Mitcnik.
Apesar dos ataques constantes, Mitcnik não afirma que os crackers estão à frente das equipes de segurança. “Eu participo de conferências de segurança ao redor do mundo onde os pesquisadores expõem vulnerabilidades que precisam ser resolvidas. Então, nós temos os pesquisadores encontrando essas falhas e as companhias procurando solucioná-las. Os hackers agem nesse espaço de tempo entre um processo e outro”, explicou ele.
Kevin Mitnick veio ao Brasil a convite da empresa MIPC Informática, especializada em soluções de cloud computing.
Fonte; INFO
23 de set. de 2010
Primeiro Seminário Nacional de Inclusão Digital
Em Brasilia acontece o Seminário que visa a criar diretrizes para implantação de telecentros comunitários que oferecem contato com a tecnologia a pessoas de baixa renda ou que não possuem meios de acesso a Internet gratuita.
O Projeto visa formação de monitores entre 16 e 18 anos, que estejam cursando o ensino medio. Esses monitores serão capacitados a ministrar cusos gratuitos de formação em diversas áreas. Esses monitores receberão uma bolsa do governo federal, como insentivo ao trabalho executado para comunidade.
Atender comunidade sem acesso a tecnologia como um todo é o foco do projeto.
O Projeto visa formação de monitores entre 16 e 18 anos, que estejam cursando o ensino medio. Esses monitores serão capacitados a ministrar cusos gratuitos de formação em diversas áreas. Esses monitores receberão uma bolsa do governo federal, como insentivo ao trabalho executado para comunidade.
Atender comunidade sem acesso a tecnologia como um todo é o foco do projeto.
20 de set. de 2010
O que é o Google Instant ?
O Google Instant é uma nova funcionalidade do motor de busca do Google. À medida que o internauta for escrevendo as palavras que deseja pesquisar, os resultados da pesquisa vão mudando, actualizando-se, em função da porção que já foi introduzida, em função das primeiras letras ou palavras que já se encontram digitadas na caixa de pesquisa. Os resultados aparecem antes de se terminar de escrever tudo, e mesmo sem se clicar no botão “pesquisar”, o que pode tornar o processo de pesquisa mais rápido para os utilizadores.
Segundo o Google esta nova funcionalidade baseia-se no facto de que os utilizadores levam muito mais tempo a escrever na caixa de pesquisas do que a ler e a seleccionar os resultados da pesquisa que lhes interessam, procurando assim facilitar-lhes a vida.
Veja o vídeo “Google vs Google Instant”:
O Google Instant também abre uma caixa de sugestões por baixo da caixa de pesquisas, e na própria caixa de pesquisas um “auto-complete” sugere uma forma de completarmos as palavras que estamos a escrever.
O Google Instant vai afectar a visibilidade dos nossos sites?
Resta saber se esta mudança na forma como os resultados são apresentados serão boas noticias para quem tem sites na internet e precisa deles nas melhores posições nos motores de busca.
Um indicador da importância deste assunto e a antecipar que vêm aí ventos de mudança é o facto de haver já há muitos webmasters e blogueiros no universo da lingua portuguesa a falar sobre Google Instant apesar de este ainda nem estar disponível no google.com.br e no google.pt .
Claro que sim. Não tenho dúvidas que o Google Instant vai afectar a visibilidade de alguns sites.
Numa primeira observação do Google Instant em funcionamento, facilmente observamos que o todo o processo de sugestões (a caixa que se abre por baixo da caixa de pesquisas) ocupa bastante espaço. Por baixo da caixa de sugestões ainda temos que contar com o espaço que ocupam os anúncios do adwords. Sobra cerca de metade do ecrã (ou até menos) para os resultados orgânicos (pelo menos na maior parte das resoluções). Isto significa que apenas os 2 ou 3 primeiros resultados naturais vão receber uma quantidade interessante de visitas provenientes do Google. Os donos destes primeiros sites podem ficar a ganhar com o Google Instant podendo passar a vir a receber mais visitas do que recebiam antes da implementação do Google Instant.
Mas pode não ser tanto assim. Isto porque os anúncios do AdWords também ganham destaque, passam a ocupar uma posição central no ecrã (e numa lista com menos resultados do que o que acontecia antes, com menos opções, os anúncios ganham ainda mais força), podendo desta forma contrariar o aumento de visitantes que os sites das primeiras posições naturais teriam (que os perdem para o AdWords).
Não estou certo de que os utilizadores fiquem a ganhar com este novo processo de pesquisas. É que se por um lado eles recebem a ajuda das sugestões (e podem obter resultados mais rápidamente), por outro lado são menos os resultados que lhes colocam perante os olhos, obrigando-os a fazer scrolldown sempre que querem ver várias opções, sempre que não querem ficar limitados a 2 ou 3 resultados para uma determinada “palavra chave”.
O que vai mudar nas técnicas de optimização dos sites para os motores de busca (SEO)?
É ainda muito prematuro tentar prever que técnicas SEO vão surgir e quais as que se vão tornar obsoletas com a chegada do Google Instant, até porque este ainda está em fase de testes, ninguém sabe se vai ficar como está ou se vai sofrer mais alterações. Mas a tendência parece ser o aumentar ainda mais da importância dos primeiros lugares, que vão passar a ser mais disputados, aumentando a concorrência entre webmasters e blogueiros. Isto significa que vai aumentar ainda mais a procura e o desenvolvimento de técnicas SEO destinadas a alcançar os lugares cimeiros.
Por outro lado, optimizar os sites para as “long tails”, para palavras chave compridas que sejam sugeridas aos utilizadores, pode ser o caminho a seguir para captar os utilizadores que clicam nessas sugestões.
Se o Google Instant vai ter um impacto positivo ou negativo vamos saber quando este chegar a Portugal e ao Brasil, e começarmos a verificar aumento ou diminuição dos visitantes nos nossos sites. Nessa altura será possível analisar e compreender o que muda no comportamento dos utilizadores do motor de busca do Google e em função disso desenvolver as estratégias mais acertadas para optimizarmos os nossos sites para o Google Instant.
Experimente o Google Instant:
Por enquanto pode experimentar você mesmo o Google Instant em http://www.google.com/en
Fonte: Como Fazer um Site
Segundo o Google esta nova funcionalidade baseia-se no facto de que os utilizadores levam muito mais tempo a escrever na caixa de pesquisas do que a ler e a seleccionar os resultados da pesquisa que lhes interessam, procurando assim facilitar-lhes a vida.
Veja o vídeo “Google vs Google Instant”:
O Google Instant também abre uma caixa de sugestões por baixo da caixa de pesquisas, e na própria caixa de pesquisas um “auto-complete” sugere uma forma de completarmos as palavras que estamos a escrever.
O Google Instant vai afectar a visibilidade dos nossos sites?
Resta saber se esta mudança na forma como os resultados são apresentados serão boas noticias para quem tem sites na internet e precisa deles nas melhores posições nos motores de busca.
Um indicador da importância deste assunto e a antecipar que vêm aí ventos de mudança é o facto de haver já há muitos webmasters e blogueiros no universo da lingua portuguesa a falar sobre Google Instant apesar de este ainda nem estar disponível no google.com.br e no google.pt .
Claro que sim. Não tenho dúvidas que o Google Instant vai afectar a visibilidade de alguns sites.
Numa primeira observação do Google Instant em funcionamento, facilmente observamos que o todo o processo de sugestões (a caixa que se abre por baixo da caixa de pesquisas) ocupa bastante espaço. Por baixo da caixa de sugestões ainda temos que contar com o espaço que ocupam os anúncios do adwords. Sobra cerca de metade do ecrã (ou até menos) para os resultados orgânicos (pelo menos na maior parte das resoluções). Isto significa que apenas os 2 ou 3 primeiros resultados naturais vão receber uma quantidade interessante de visitas provenientes do Google. Os donos destes primeiros sites podem ficar a ganhar com o Google Instant podendo passar a vir a receber mais visitas do que recebiam antes da implementação do Google Instant.
Mas pode não ser tanto assim. Isto porque os anúncios do AdWords também ganham destaque, passam a ocupar uma posição central no ecrã (e numa lista com menos resultados do que o que acontecia antes, com menos opções, os anúncios ganham ainda mais força), podendo desta forma contrariar o aumento de visitantes que os sites das primeiras posições naturais teriam (que os perdem para o AdWords).
Não estou certo de que os utilizadores fiquem a ganhar com este novo processo de pesquisas. É que se por um lado eles recebem a ajuda das sugestões (e podem obter resultados mais rápidamente), por outro lado são menos os resultados que lhes colocam perante os olhos, obrigando-os a fazer scrolldown sempre que querem ver várias opções, sempre que não querem ficar limitados a 2 ou 3 resultados para uma determinada “palavra chave”.
O que vai mudar nas técnicas de optimização dos sites para os motores de busca (SEO)?
É ainda muito prematuro tentar prever que técnicas SEO vão surgir e quais as que se vão tornar obsoletas com a chegada do Google Instant, até porque este ainda está em fase de testes, ninguém sabe se vai ficar como está ou se vai sofrer mais alterações. Mas a tendência parece ser o aumentar ainda mais da importância dos primeiros lugares, que vão passar a ser mais disputados, aumentando a concorrência entre webmasters e blogueiros. Isto significa que vai aumentar ainda mais a procura e o desenvolvimento de técnicas SEO destinadas a alcançar os lugares cimeiros.
Por outro lado, optimizar os sites para as “long tails”, para palavras chave compridas que sejam sugeridas aos utilizadores, pode ser o caminho a seguir para captar os utilizadores que clicam nessas sugestões.
Se o Google Instant vai ter um impacto positivo ou negativo vamos saber quando este chegar a Portugal e ao Brasil, e começarmos a verificar aumento ou diminuição dos visitantes nos nossos sites. Nessa altura será possível analisar e compreender o que muda no comportamento dos utilizadores do motor de busca do Google e em função disso desenvolver as estratégias mais acertadas para optimizarmos os nossos sites para o Google Instant.
Experimente o Google Instant:
Por enquanto pode experimentar você mesmo o Google Instant em http://www.google.com/en
Fonte: Como Fazer um Site
19 de set. de 2010
Meu blog em pontos

What do the colors mean?
blue: for links (the A tag)
red: for tables (TABLE, TR and TD tags)
green: for the DIV tag
violet: for images (the IMG tag)
yellow: for forms (FORM, INPUT, TEXTAREA, SELECT and OPTION tags)
orange: for linebreaks and blockquotes (BR, P, and BLOCKQUOTE tags)
black: the HTML tag, the root node
gray: all other tags
Fonte: http://www.aharef.info/static/htmlgraph/
18 de set. de 2010
Para que comprar um tablet?
Muitas pessoas têm pensado em como arrumar dinheiro para comprar os novos tablets, que têm preços um pouco altos. Outras resolveram pagar 169 dólares pelos seus. Com um pouco de criatividade, eles estão criando tablets em cima de aparelhos feitos com outros propósitos.
Um deles, que custa os 169 dólares, é o Insignia Infocast. O aparelho, vendido nos Estados Unidos, tem o hardware de um tablet basicão: é uma máquina com processador de 800 MHz, sistema operacional Linux, tela sensível ao toque, 128 MB de RAM DDR2 e espaço interno de 2 GB.
Apesar de ter em mãos um tablet que pode realizar tarefas simples, a fabricante permite que ele acesse a web somente por meio de aplicativos. Alguns deles são o do New York Times, para ver notícias do jornal, do Photobucket, para ver fotos, ou do Facebook, para atualizar o status. Essencialmente, ele não é aproveitado como poderia.
Seu sistema operacional é o Chumby Linux 2.6, projetado pela Chumby, empresa que detém o direito dos aplicativos. E claro, quando se fala em Linux, fala-se em modificação. Não faltam instruções na web ensinando a mudar seu código. Um exemplo é um wiki ensinando a modificar aparelhos Chumby. Entre as páginas, há uma ensinando a usar um webkit para rodar um browser no Infocast, o que expande suas funcionalidades. E ele pode até ser pareado com um teclado físico.
“Comparado ao que se pode fazer com a plataforma, colocar um browser é só arranhar a superfície”, diz em seu blog Bunny Huang, fundador da Chumby, segundo a Wired. De acordo com ele, há quem esteja trabalhando até em colocar o Android no aparelho.
É claro, o Infocast tem seus limites, sejamos realistas. Não há câmera para videoconferências e muito menos um processador A4 que o faça competir com o iPad (embora ele provoque a Apple com duas entradas USB). Mas todo esse desenvolvimento de software faz pensar que logo mais podemos ver surgir uma geração de tablets mais acessíveis. Afinal, fazer o seu não é tão difícil quanto parecia.
Fonte: INFO
Um deles, que custa os 169 dólares, é o Insignia Infocast. O aparelho, vendido nos Estados Unidos, tem o hardware de um tablet basicão: é uma máquina com processador de 800 MHz, sistema operacional Linux, tela sensível ao toque, 128 MB de RAM DDR2 e espaço interno de 2 GB.
Apesar de ter em mãos um tablet que pode realizar tarefas simples, a fabricante permite que ele acesse a web somente por meio de aplicativos. Alguns deles são o do New York Times, para ver notícias do jornal, do Photobucket, para ver fotos, ou do Facebook, para atualizar o status. Essencialmente, ele não é aproveitado como poderia.
Seu sistema operacional é o Chumby Linux 2.6, projetado pela Chumby, empresa que detém o direito dos aplicativos. E claro, quando se fala em Linux, fala-se em modificação. Não faltam instruções na web ensinando a mudar seu código. Um exemplo é um wiki ensinando a modificar aparelhos Chumby. Entre as páginas, há uma ensinando a usar um webkit para rodar um browser no Infocast, o que expande suas funcionalidades. E ele pode até ser pareado com um teclado físico.
“Comparado ao que se pode fazer com a plataforma, colocar um browser é só arranhar a superfície”, diz em seu blog Bunny Huang, fundador da Chumby, segundo a Wired. De acordo com ele, há quem esteja trabalhando até em colocar o Android no aparelho.
É claro, o Infocast tem seus limites, sejamos realistas. Não há câmera para videoconferências e muito menos um processador A4 que o faça competir com o iPad (embora ele provoque a Apple com duas entradas USB). Mas todo esse desenvolvimento de software faz pensar que logo mais podemos ver surgir uma geração de tablets mais acessíveis. Afinal, fazer o seu não é tão difícil quanto parecia.
Fonte: INFO
Dica de Privacidade
Fiquem atentos! Para quem não quer suas atualizações expostas em um game, acomopanhe essa matéria.
Um game baseado no Facebook tem exposto as atualizações dos usuários da rede social de Mark Zuckerberg.
Chamado “Who Said it?”, o jogo exibe uma atualização postada no Facebook e pergunta quem é o autor da mensagem entre três perfis sugeridos.
O objetivo é fazer o maior número possível de acertos em uma série de cinco perguntas. Segundo o site do game, ele é recomendado apenas para maiores de 18 anos, pois as mensagens podem conter conteúdo inapropriado.
Para evitar que suas atualizações sejam usadas pelo game, o usuário deve restringir suas configurações de privacidade no Facebook.
Fonte: INFO
Um game baseado no Facebook tem exposto as atualizações dos usuários da rede social de Mark Zuckerberg.
Chamado “Who Said it?”, o jogo exibe uma atualização postada no Facebook e pergunta quem é o autor da mensagem entre três perfis sugeridos.
O objetivo é fazer o maior número possível de acertos em uma série de cinco perguntas. Segundo o site do game, ele é recomendado apenas para maiores de 18 anos, pois as mensagens podem conter conteúdo inapropriado.
Para evitar que suas atualizações sejam usadas pelo game, o usuário deve restringir suas configurações de privacidade no Facebook.
Fonte: INFO
Concorrência para o facebook
Concorrência para o facebook mostra a cara. A Diaspora, nova rede social que está sendo construída sobre uma plataforma open source, no dia 15 de setembro seu conjunto de códigos para os desenvolvedores.
De acordo com os primeiros screenshots divulgados no blog do projeto, é possível afirmar que, estruturalmente, a Diaspora é parecida com o Facebook.
A previsão é que o serviço seja ofertado em outubro próximo. Entre outros, a Diaspora vai permitir integração e migração automática do Facebook para o novo serviço.
A ideia surgiu de quatro estudantes de Nova York durante a crise de privacidade que atingiu o Facebook entre março e maio deste ano.
Para financiar a ideia, os jovens arrecadaram em torno 100 mil dólares. Até Mark Zuckerberg contribuiu.
O foco do projeto é criar uma rede social limpa, com compartilhamento opções de compartilhamento claras. Antes de serem publicadas no site, as informações carregadas pelos usuários serão criptografadas.
Vamos ver como será o novo concorrente do facebook, a questão de privacidade e as informção criptografadas chamarão a atenção de usuário mais exigentes.
Fonte: INFO On Line
De acordo com os primeiros screenshots divulgados no blog do projeto, é possível afirmar que, estruturalmente, a Diaspora é parecida com o Facebook.
A previsão é que o serviço seja ofertado em outubro próximo. Entre outros, a Diaspora vai permitir integração e migração automática do Facebook para o novo serviço.
A ideia surgiu de quatro estudantes de Nova York durante a crise de privacidade que atingiu o Facebook entre março e maio deste ano.
Para financiar a ideia, os jovens arrecadaram em torno 100 mil dólares. Até Mark Zuckerberg contribuiu.
O foco do projeto é criar uma rede social limpa, com compartilhamento opções de compartilhamento claras. Antes de serem publicadas no site, as informações carregadas pelos usuários serão criptografadas.
Vamos ver como será o novo concorrente do facebook, a questão de privacidade e as informção criptografadas chamarão a atenção de usuário mais exigentes.
Fonte: INFO On Line
17 de set. de 2010
O que um analista de Sistemas não faz?
Então, já postei aqui uma pequena explicação do que um analista de sistemas faz, agora vou dizer o que nós não fazemos.
Um Analista de Sistemas não vai saber tudo do word, excel, power point entre outros aplicativos que são utilidade de usuário de informática, da mesma forma que não vamos concertar seu computador e nem saber desenha no corel draw...
Enfim, esse é meu desabafo de hoje.
Até mais.
Um Analista de Sistemas não vai saber tudo do word, excel, power point entre outros aplicativos que são utilidade de usuário de informática, da mesma forma que não vamos concertar seu computador e nem saber desenha no corel draw...
Enfim, esse é meu desabafo de hoje.
Até mais.
Sistema de Gestão de Saúde

O S.I.G.S. – Sistema Integrado de Gestão da Saúde é um software desenvolvido para registrar e regular os serviços de saúde do município, auxiliando os gestores no planejamento dos processos de gestão e nas tomadas de decisões.
Através do cadastro único, o S.I.G.S. identifica o usuário, permitindo mapear suas reais necessidades, proporcionando maior agilidade e eficácia no atendimento.
Com a utilização do S.I.G.S. será possível centralizar todas as informações geradas nas unidades de saúde e realizar a efetiva regulação de suas funções, melhorando o acesso da população aos serviços prestados.
O S.I.G.S. disponibiliza relatórios detalhados, que subsidiam a formulação de políticas para a melhoria do bem-estar e da saúde da população.
Entre em contato e adquira a sua licença.
(22) 8132-5842
ret_renata@hotmail.com
PAF-ECF
O sistema que eu ofereço é homologado no PAF - ECF.
O que é o PAF-ECF?
PAF-ECF nada mais é do que Programa Aplicativo Fiscal que trabalha com ECF. Durante muito tempo cada Estado determinava as normas e regras a serem aplicadas sobre tal aplicativo. Visando centralizar e extinguir essas diferentes normas e regras exigidas pelos diferentes estados sobre o Programa Aplicativo Fiscal, foi publicado pelo fisco o Convênio ICMS 15/08 e o Ato COTEPE 06/08 de âmbito nacional onde é determinado que todo Programa Aplicativo Fiscal deve passar por uma Análise Funcional em um órgão técnico credenciado para que o mesmo possa ser utilizado no varejo. De posse do laudo da análise funcional a Software House deverá cadastrar a versão aprovada do programa aplicativo nos estados onde deseja atuar. Então fiquem atentos aos programas que estão em seus estabelecimentos.
Quais as principais mudanças no meu aplicativo para adequá-lo a este Convênio?
Uma das principais mudanças exigidas pelo Ato COTEPE 06/08 é a geração de um arquivo eletrônico de periodicidade diária, tal arquivo deve ser assinado digitalmente garantindo assim que as informações contidas no mesmo foram geradas pelo PAF. Portanto sua aplicação deverá estar preparada para utilizar Assinatura Digital e assinar os arquivos gerados. Outras mudanças que também valem ser comentadas são que o PAF deverá fazer controle criptografado do GT e número de série do ECF, impedindo assim a troca de ECF entre PDVs. Também foi estabelecido um tempo máximo de diferença entre o relógio do PDV onde é executado o PAF e o relógio do ECF.
Fiquem atentos...
O que é o PAF-ECF?
PAF-ECF nada mais é do que Programa Aplicativo Fiscal que trabalha com ECF. Durante muito tempo cada Estado determinava as normas e regras a serem aplicadas sobre tal aplicativo. Visando centralizar e extinguir essas diferentes normas e regras exigidas pelos diferentes estados sobre o Programa Aplicativo Fiscal, foi publicado pelo fisco o Convênio ICMS 15/08 e o Ato COTEPE 06/08 de âmbito nacional onde é determinado que todo Programa Aplicativo Fiscal deve passar por uma Análise Funcional em um órgão técnico credenciado para que o mesmo possa ser utilizado no varejo. De posse do laudo da análise funcional a Software House deverá cadastrar a versão aprovada do programa aplicativo nos estados onde deseja atuar. Então fiquem atentos aos programas que estão em seus estabelecimentos.
Quais as principais mudanças no meu aplicativo para adequá-lo a este Convênio?
Uma das principais mudanças exigidas pelo Ato COTEPE 06/08 é a geração de um arquivo eletrônico de periodicidade diária, tal arquivo deve ser assinado digitalmente garantindo assim que as informações contidas no mesmo foram geradas pelo PAF. Portanto sua aplicação deverá estar preparada para utilizar Assinatura Digital e assinar os arquivos gerados. Outras mudanças que também valem ser comentadas são que o PAF deverá fazer controle criptografado do GT e número de série do ECF, impedindo assim a troca de ECF entre PDVs. Também foi estabelecido um tempo máximo de diferença entre o relógio do PDV onde é executado o PAF e o relógio do ECF.
Fiquem atentos...
Sete brechas de segurança que redes sociais trazem às empresas
O lado negro da força!
A preocupação dos responsáveis pela segurança da informação com o uso das redes sociais no ambiente corporativo tem uma série de justificativas. Ambientes como Twitter, Facebook, Orkut e LinkedIn são uma rica fonte para crackers colherem dados valiosos das empresas ou, ainda, se infiltrar na rede.
“Os sites de redes sociais são uma verdadeira praga”, pelo menos da perspectiva de segurança corporativa, afirmou Alan Lustiger, diretor de segurança de informação da empresa de gestão de riscos Gain Capital Holdings, durante a conferência The Security Standard 2010 esta semana, em Nova York (Estados Unidos).
A seguir, Lustiger lista as sete principais brechas à segurança criadas pelas redes sociais:
1 - A busca em sites sociais por nomes de empresas revela, mesmo que parcialmente, uma lista dos funcionários, o que já facilita bastante o trabalho de quem pretende explorar ataques baseados em engenharia social.
2 - Endereços corporativos de e-mail publicados em sites sociais fornecem informação valiosa. Se o esquema de formação dos e-mails (inicial do primeiro nome e sobrenome, ou primeiro nome mais “sublinhado” e sobrenome) for o mesmo da senha, então a segurança estará comprometida. “Você estará a meio caminho de divulgar seu usuário e senha”, avisa o especialista.
3 - Informações publicadas em sites sociais dão pistas para tentativas de adivinhação de senha – nomes de crianças, comida favorita, equipes esportivas, entre outros.
4 - Concursos falsos anunciados em sites sociais que exigem todo tipo de dado, e que poderiam ser usados para redefinir senhas - que escola você frequentou, nome de seu primeiro animal de estimação, seu tio favorito, entre outros - podem ajudar o criminoso a invadir a conta do usuários.
5 - URLs encurtadas usadas frequentemente no Twitter podem levar a qualquer lugar - e a URL não lhe dá pista alguma de qual lugar seria esse.
6 - O garimpo de informação em quadros de avisos pode render notícias de vagas de TI em empresas dentro do alvo do invasor. Esse, por sua vez, poderia se qualificar para uma entrevista e, nela, obter informações detalhadas sobre a rede corporativa no decorrer da discussão, sobre o trabalho em potencial e sua esperiência com tecnologias específicas.
7 - O uso do GPS pelo Google Latitude torna público o local onde a pessoa está no momento, revelando também todos os lugares onde ela não está. Pessoas que buscam um pretexto para entrar num prédio comercial poderiam usar esta informação para passar na empresa e pedir para falar com um empregado que sabidamente não estará lá.
Pé na empresa
Lustiger diz que tudo o que os exploradores de engenharia social precisam é conseguir colocar um pé dentro da empresa, mesmo que seja na área da recepção. Basta que um deles entre, pergunte por alguém que não está lá, decida esperar e, então, peça à recepcionista para imprimir uma planilha que deveria ser levada à reunião com a pessoa que não está lá.
As recepcionistas, treinadas para serem solícitas, irão inserir um pen drive USB em seu computador para imprimir o documento. Ao mesmo tempo, na retaguarda, um malware estará plantando um backdoor, roubando dados ou liberando código destrutivo, diz o diretor – tudo sem deixar rastro.
Outros truques de engenharia social incluem conseguir qualquer vaga na empresa, dando ao invasor acesso interno às redes e mais tempo do que realmente precisariam para causar estrago. “Levaria minutos e não seria algo difícil de fazer”, diz.
Educar os empregados sobre os riscos é a melhor forma de bloquear ataques, diz Lustiger. Relacionar essas medidas a suas vidas pessoais ajuda. “Por que um site precisa saber sua data de aniversário?”, pergunta, apontando que a informação pode ser utilizada como um fator de identificação para mudar senhas ou roubar identidades. Ele relata que tem uma data de nascimento falsa que utiliza para ajudar a protegê-lo contra roubo de identidade.
As recomendações de segurança física que os empregados deveriam seguir incluem não deixar que pessoas aproveitem a passagem por uma porta aberta depois que alguém a tenha destravado com um cartão, e pedir identificação a qualquer pessoa que não seja reconhecida como funcionário.
Quanto aos sites de redes sociais, as equipes de segurança corporativa deveriam promover a monitoração, mesmo que amostral, dos sites de rede social usados por seus funcionários em busca de informação que, tornada pública, poderia comprometer a segurança de ativos da empresa. “Os empregados estão colocando informação lá fora em seu próprio tempo livre”, diz.
Mesmo as empresas mais diligentes permanecem vulneráveis, afirma. “É virtualmente impossível defender-se contra um invasor de engenharia social realmente dedicado que tenha tempo suficiente”, conclui.
Fonte: Computer Word Uol
A preocupação dos responsáveis pela segurança da informação com o uso das redes sociais no ambiente corporativo tem uma série de justificativas. Ambientes como Twitter, Facebook, Orkut e LinkedIn são uma rica fonte para crackers colherem dados valiosos das empresas ou, ainda, se infiltrar na rede.
“Os sites de redes sociais são uma verdadeira praga”, pelo menos da perspectiva de segurança corporativa, afirmou Alan Lustiger, diretor de segurança de informação da empresa de gestão de riscos Gain Capital Holdings, durante a conferência The Security Standard 2010 esta semana, em Nova York (Estados Unidos).
A seguir, Lustiger lista as sete principais brechas à segurança criadas pelas redes sociais:
1 - A busca em sites sociais por nomes de empresas revela, mesmo que parcialmente, uma lista dos funcionários, o que já facilita bastante o trabalho de quem pretende explorar ataques baseados em engenharia social.
2 - Endereços corporativos de e-mail publicados em sites sociais fornecem informação valiosa. Se o esquema de formação dos e-mails (inicial do primeiro nome e sobrenome, ou primeiro nome mais “sublinhado” e sobrenome) for o mesmo da senha, então a segurança estará comprometida. “Você estará a meio caminho de divulgar seu usuário e senha”, avisa o especialista.
3 - Informações publicadas em sites sociais dão pistas para tentativas de adivinhação de senha – nomes de crianças, comida favorita, equipes esportivas, entre outros.
4 - Concursos falsos anunciados em sites sociais que exigem todo tipo de dado, e que poderiam ser usados para redefinir senhas - que escola você frequentou, nome de seu primeiro animal de estimação, seu tio favorito, entre outros - podem ajudar o criminoso a invadir a conta do usuários.
5 - URLs encurtadas usadas frequentemente no Twitter podem levar a qualquer lugar - e a URL não lhe dá pista alguma de qual lugar seria esse.
6 - O garimpo de informação em quadros de avisos pode render notícias de vagas de TI em empresas dentro do alvo do invasor. Esse, por sua vez, poderia se qualificar para uma entrevista e, nela, obter informações detalhadas sobre a rede corporativa no decorrer da discussão, sobre o trabalho em potencial e sua esperiência com tecnologias específicas.
7 - O uso do GPS pelo Google Latitude torna público o local onde a pessoa está no momento, revelando também todos os lugares onde ela não está. Pessoas que buscam um pretexto para entrar num prédio comercial poderiam usar esta informação para passar na empresa e pedir para falar com um empregado que sabidamente não estará lá.
Pé na empresa
Lustiger diz que tudo o que os exploradores de engenharia social precisam é conseguir colocar um pé dentro da empresa, mesmo que seja na área da recepção. Basta que um deles entre, pergunte por alguém que não está lá, decida esperar e, então, peça à recepcionista para imprimir uma planilha que deveria ser levada à reunião com a pessoa que não está lá.
As recepcionistas, treinadas para serem solícitas, irão inserir um pen drive USB em seu computador para imprimir o documento. Ao mesmo tempo, na retaguarda, um malware estará plantando um backdoor, roubando dados ou liberando código destrutivo, diz o diretor – tudo sem deixar rastro.
Outros truques de engenharia social incluem conseguir qualquer vaga na empresa, dando ao invasor acesso interno às redes e mais tempo do que realmente precisariam para causar estrago. “Levaria minutos e não seria algo difícil de fazer”, diz.
Educar os empregados sobre os riscos é a melhor forma de bloquear ataques, diz Lustiger. Relacionar essas medidas a suas vidas pessoais ajuda. “Por que um site precisa saber sua data de aniversário?”, pergunta, apontando que a informação pode ser utilizada como um fator de identificação para mudar senhas ou roubar identidades. Ele relata que tem uma data de nascimento falsa que utiliza para ajudar a protegê-lo contra roubo de identidade.
As recomendações de segurança física que os empregados deveriam seguir incluem não deixar que pessoas aproveitem a passagem por uma porta aberta depois que alguém a tenha destravado com um cartão, e pedir identificação a qualquer pessoa que não seja reconhecida como funcionário.
Quanto aos sites de redes sociais, as equipes de segurança corporativa deveriam promover a monitoração, mesmo que amostral, dos sites de rede social usados por seus funcionários em busca de informação que, tornada pública, poderia comprometer a segurança de ativos da empresa. “Os empregados estão colocando informação lá fora em seu próprio tempo livre”, diz.
Mesmo as empresas mais diligentes permanecem vulneráveis, afirma. “É virtualmente impossível defender-se contra um invasor de engenharia social realmente dedicado que tenha tempo suficiente”, conclui.
Fonte: Computer Word Uol
9 de set. de 2010
Analista de Sistema
O que faz um Analista de Sistemas?
Poucas pessoas sabem,ou ninguém sabe...
Aí vai...
Analistas de sistemas de computador melhoram sistemas de computador existentes. Eles também planejam e desenvolvem novos sistemas e ajudam organizações a redesenhar os sistemas de computador.
Às vezes apenas sugerem e implementam alguns softwares para aprimorar o uso dos computadores. Também projetam sistemas de software. Analistas de Sistema se especializam freqüentemente em administração de sistemas, ciência, ou engenharia.
Analistas de sistemas começam projetos colhendo informação, discutem as necessidades de uma organização com seus gerentes e funcionários. Uma vez as metas estão claras, os analistas determinam se eles precisarem projetar um novo sistema de software.
Os analistas preparam relatórios que mostram quanto valerão as mudanças. Estes relatórios também discutem como as organizações podem se beneficiar e o que podem esperar dessas mudanças, e os gerentes usam estes relatórios para ajudar decidirem se o sistema proposto valerá o custo.
Uma vez que estes planos são aprovados, os analistas de sistemas coordenam a atualização ou instalação do sistema de computador. Alguns analistas de sistemas escrevem o código de programação. Quando eles tiverem um sistema quase concluído, os analistas os testam com seus usuários.
Eles observam a interação dos funcionários com o sistema e como eles o usam, buscando saber se o sistema implantado atende as necessidades da empresa como planejado. Eles também vasculham o computador em busca de problemas existentes e em potencial e procuram corrigi-los.
Quando o sistema estiver pronto e implantado, os analistas promovem o treinamento dos funcionários, para que estes possam utilizá-lo de forma satisfatória. Eles também escrevem manuais que descrevem como usar o sistema. Estes manuais devem ser escritos em condições que os gerentes e outros usuários podem entender.
Além disso, analistas escrevem documentação para as pessoas que farão a manutenção do sistema.
Entendenram?!
Poucas pessoas sabem,ou ninguém sabe...
Aí vai...
Analistas de sistemas de computador melhoram sistemas de computador existentes. Eles também planejam e desenvolvem novos sistemas e ajudam organizações a redesenhar os sistemas de computador.
Às vezes apenas sugerem e implementam alguns softwares para aprimorar o uso dos computadores. Também projetam sistemas de software. Analistas de Sistema se especializam freqüentemente em administração de sistemas, ciência, ou engenharia.
Analistas de sistemas começam projetos colhendo informação, discutem as necessidades de uma organização com seus gerentes e funcionários. Uma vez as metas estão claras, os analistas determinam se eles precisarem projetar um novo sistema de software.
Os analistas preparam relatórios que mostram quanto valerão as mudanças. Estes relatórios também discutem como as organizações podem se beneficiar e o que podem esperar dessas mudanças, e os gerentes usam estes relatórios para ajudar decidirem se o sistema proposto valerá o custo.
Uma vez que estes planos são aprovados, os analistas de sistemas coordenam a atualização ou instalação do sistema de computador. Alguns analistas de sistemas escrevem o código de programação. Quando eles tiverem um sistema quase concluído, os analistas os testam com seus usuários.
Eles observam a interação dos funcionários com o sistema e como eles o usam, buscando saber se o sistema implantado atende as necessidades da empresa como planejado. Eles também vasculham o computador em busca de problemas existentes e em potencial e procuram corrigi-los.
Quando o sistema estiver pronto e implantado, os analistas promovem o treinamento dos funcionários, para que estes possam utilizá-lo de forma satisfatória. Eles também escrevem manuais que descrevem como usar o sistema. Estes manuais devem ser escritos em condições que os gerentes e outros usuários podem entender.
Além disso, analistas escrevem documentação para as pessoas que farão a manutenção do sistema.
Entendenram?!
24 de ago. de 2010
Profissões na Internet
Junto a internet vem surgindo novas profissões e oportunidades, vejam só:
ARQUITETO DA INFORMAÇÃO - Information Architect
Desenvolve o projeto do site. Responsável pela definição clara dos objetivos do site e pela organização do conteúdo, navegação e usabilidade em função desses objetivos. Recebe as informações vindas do cliente, realiza o projeto que será a base para outros profissionais envolvidos como o Web-designer, Web-developer e Copywriter.
ANALISTA DE MÍDIA ONLINE - Media analyst
Analisa a organização na Internet e outros canais e propõe ações de divulgação tendo em vista os objetivos a serem atingidos. A atividade mais comum é a avaliação e escolha das melhores alternativas para realização de campanhas, bem como acompanhamento da presença na Internet, mídia impressa, radio e TV
http://www.wisegeek.com/what-does-a-media-analyst-do.htm
ANALISTA DE ANUNCIOS EM LINKS PATROCINADOS - Pay Per Click Analyst
Trabalha principalmente com links patrocinados do Google, Yahoo e outros sistemas de busca. Escolhe as palavras-chaves mais adequadas, compõe o texto dos anúncios, acompanha o desempenho dos anúncios e define estratégias. Este profissional É normalmente encontrado em agencia de marketing digital, como responsável pelas campanhas PPC dos clientes.
http://www.e-commerce.org.br/links_patrocinados.php
BLOGGER PROFISSIONAL - Professional Blogger
Administra a publicação de conteúdo e a manutenção de um blog. Pode trabalhar em blogs corporativos ou para si próprio, obtendo receita de publicidade vinda de seu blog. Pesquisa e publica conteúdo com regularidade. Deve escrever bem, ter muita familiaridade com Internet e suas peculiaridades, conhecer bem ferramentas de publicação de conteúdo como Blogger e Wordpress.
http://www.ehow.com/how_2149306_become-professional-blogger.html
CONSULTOR EM ECOMMERCE - eCommerce Consultant
Analisa o posicionamento da empresa na Web e recomenda ações de gerenciamento. Deve ser especialista em e-commerce, com conhecimento do mercado da Internet, funcionamento das lojas virtuais e sites de conteúdo, bem como das principais estratégias de marketing digital. Trabalha com um escopo amplo de conhecimento, por isso deve ser um profissional com muito estudo e vivência na área.
http://www.e-commerce.org.br/consultoria_e-commerce.php
COPYWRITER - Copywriter
Utiliza a escrita para realizar a promoção de uma Idea, uma pessoa ou um produto. Seu texto dever ser claro, objetivo e, principalmente convincente. Pode trabalhar tanto na mídia impressa quanto na Internet, desde que se atenha as peculiaridades da web e de seu apressado leitor. É encontrado em agências de publicidade, na área de relações públicas de grandes empresas e organizações e também como free-lancer..
http://en.wikipedia.org/wiki/Copywriter
ESPECIALISTA EM OTIMIZAÇÃO DE SITES - SEO - Expert
Pesquisa, analisa e realiza modificações no site, de forma a melhorar o posicionamento nos sites de busca. Com o aumento do valor do espaço publicitário na web, conseguir um bom posicionamento nos sites de busca orgânica tornou-se cada vez mais importante, e mais difícil em razão da concorrência. Por esse motivo, esse profissional tende a ser cada vez mais valorizado. É encontrado em grandes corporações, empresas de consultoria prestadoras de serviços na Internet e também pode atuar como free-lancer.
http://www.e-commerce.org.br/otimizacao_de_sites.php
ESPECIALISTA EM REDES SOCIAIS – Social Media Expert
Um profissional que monitora as diversas comunidades existentes na rede mundial de computadores. O papel dele é estar atento ao que se fala sobre uma empresa ou marca em fóruns, sites de relacionamento e blogs. Ele precisa atuar como uma ponte entre o cliente e as pessoas certas da empresa para a qual trabalha.
http://www.conversationmarketing.com/2009/07/10-questions-for-social-media-experts.htm
GERENTE DE ECOMMERCE - eCommerce Manager
Gerencia o canal de comercialização Internet. Planeja e executa ações na Internet, acompanha o desempenho da loja virtual, o desempenho das vendas on-line e as ações de web-marketing. É um cargo de responsabilidade e demanda um profissional com visão ampla de administração no ambiente da Internet. É um profissional cada vez mais valorizado em virtude do peso cada vez maior das vendas on-line para as empresas.
http://www.collegecrunch.org/careers/business-admin/ecommerce-manager/
WEB DESIGNER - Web Designer
Elabora o projeto estético e funcional de web sites, segundo a definição encontrada na Wikipédia. A estética remete ao uso adequado das cores e visual adequado e a funcionalidade lembra que o visual deve estar em sintonia com o objetivo do site e com as funções neles executadas. Além de bom-gosto, o web-designer deve ter um bom conhecimento de ferramentas de web design como Photoshop, e também conhecimentos específicos, tais como: XHTML e CSS.
http://www.e-commerce.org.br/web_design.php
DESENVOLVEDOR WEB - Web Developer
Executa a construção e manutenção de sites utilizando linguagens de programação como ASP, PHP. JAVA; bancos de dados como SQL, e ferramentas como Dreamweaver e outras. Cria aplicativos e soluções sempre tendo em vista a funcionalidade do site. O desenvolvedor web trabalha em conjunto com o Webdesigner para construir um site que atenda tanto os objetivos funcionais quanto estéticos.
http://www.wisegeek.com/what-does-a-web-developer-do.htm
WEBWRITER - Webwriter
Diferentemente de seu colega COPYWRITER, o Webwriter escreve texto jornalístico e realiza pesquisas para embasar o conteúdo publicado. Além de saber escrever bem, precisa estar familiarizado com a web, conhecer o perfil do internauta e padrão de comunicação mais eficiente neste meio.
http://www.useit.com/papers/webwriting/writing.html
PROFISSIONAL DE SUPORTE – Support Professional
Auxilia o internauta, geralmente o cliente de uma loja virtual, a realizar a contento as ações que deseja realizar. Foi uma das primeira profissões surgidas com advento das lojas virtuais. Pode realizar suas funções por meio de salas de chat ou telefone.
Fonte: www.e-commerce.org
ARQUITETO DA INFORMAÇÃO - Information Architect
Desenvolve o projeto do site. Responsável pela definição clara dos objetivos do site e pela organização do conteúdo, navegação e usabilidade em função desses objetivos. Recebe as informações vindas do cliente, realiza o projeto que será a base para outros profissionais envolvidos como o Web-designer, Web-developer e Copywriter.
ANALISTA DE MÍDIA ONLINE - Media analyst
Analisa a organização na Internet e outros canais e propõe ações de divulgação tendo em vista os objetivos a serem atingidos. A atividade mais comum é a avaliação e escolha das melhores alternativas para realização de campanhas, bem como acompanhamento da presença na Internet, mídia impressa, radio e TV
http://www.wisegeek.com/what-does-a-media-analyst-do.htm
ANALISTA DE ANUNCIOS EM LINKS PATROCINADOS - Pay Per Click Analyst
Trabalha principalmente com links patrocinados do Google, Yahoo e outros sistemas de busca. Escolhe as palavras-chaves mais adequadas, compõe o texto dos anúncios, acompanha o desempenho dos anúncios e define estratégias. Este profissional É normalmente encontrado em agencia de marketing digital, como responsável pelas campanhas PPC dos clientes.
http://www.e-commerce.org.br/links_patrocinados.php
BLOGGER PROFISSIONAL - Professional Blogger
Administra a publicação de conteúdo e a manutenção de um blog. Pode trabalhar em blogs corporativos ou para si próprio, obtendo receita de publicidade vinda de seu blog. Pesquisa e publica conteúdo com regularidade. Deve escrever bem, ter muita familiaridade com Internet e suas peculiaridades, conhecer bem ferramentas de publicação de conteúdo como Blogger e Wordpress.
http://www.ehow.com/how_2149306_become-professional-blogger.html
CONSULTOR EM ECOMMERCE - eCommerce Consultant
Analisa o posicionamento da empresa na Web e recomenda ações de gerenciamento. Deve ser especialista em e-commerce, com conhecimento do mercado da Internet, funcionamento das lojas virtuais e sites de conteúdo, bem como das principais estratégias de marketing digital. Trabalha com um escopo amplo de conhecimento, por isso deve ser um profissional com muito estudo e vivência na área.
http://www.e-commerce.org.br/consultoria_e-commerce.php
COPYWRITER - Copywriter
Utiliza a escrita para realizar a promoção de uma Idea, uma pessoa ou um produto. Seu texto dever ser claro, objetivo e, principalmente convincente. Pode trabalhar tanto na mídia impressa quanto na Internet, desde que se atenha as peculiaridades da web e de seu apressado leitor. É encontrado em agências de publicidade, na área de relações públicas de grandes empresas e organizações e também como free-lancer..
http://en.wikipedia.org/wiki/Copywriter
ESPECIALISTA EM OTIMIZAÇÃO DE SITES - SEO - Expert
Pesquisa, analisa e realiza modificações no site, de forma a melhorar o posicionamento nos sites de busca. Com o aumento do valor do espaço publicitário na web, conseguir um bom posicionamento nos sites de busca orgânica tornou-se cada vez mais importante, e mais difícil em razão da concorrência. Por esse motivo, esse profissional tende a ser cada vez mais valorizado. É encontrado em grandes corporações, empresas de consultoria prestadoras de serviços na Internet e também pode atuar como free-lancer.
http://www.e-commerce.org.br/otimizacao_de_sites.php
ESPECIALISTA EM REDES SOCIAIS – Social Media Expert
Um profissional que monitora as diversas comunidades existentes na rede mundial de computadores. O papel dele é estar atento ao que se fala sobre uma empresa ou marca em fóruns, sites de relacionamento e blogs. Ele precisa atuar como uma ponte entre o cliente e as pessoas certas da empresa para a qual trabalha.
http://www.conversationmarketing.com/2009/07/10-questions-for-social-media-experts.htm
GERENTE DE ECOMMERCE - eCommerce Manager
Gerencia o canal de comercialização Internet. Planeja e executa ações na Internet, acompanha o desempenho da loja virtual, o desempenho das vendas on-line e as ações de web-marketing. É um cargo de responsabilidade e demanda um profissional com visão ampla de administração no ambiente da Internet. É um profissional cada vez mais valorizado em virtude do peso cada vez maior das vendas on-line para as empresas.
http://www.collegecrunch.org/careers/business-admin/ecommerce-manager/
WEB DESIGNER - Web Designer
Elabora o projeto estético e funcional de web sites, segundo a definição encontrada na Wikipédia. A estética remete ao uso adequado das cores e visual adequado e a funcionalidade lembra que o visual deve estar em sintonia com o objetivo do site e com as funções neles executadas. Além de bom-gosto, o web-designer deve ter um bom conhecimento de ferramentas de web design como Photoshop, e também conhecimentos específicos, tais como: XHTML e CSS.
http://www.e-commerce.org.br/web_design.php
DESENVOLVEDOR WEB - Web Developer
Executa a construção e manutenção de sites utilizando linguagens de programação como ASP, PHP. JAVA; bancos de dados como SQL, e ferramentas como Dreamweaver e outras. Cria aplicativos e soluções sempre tendo em vista a funcionalidade do site. O desenvolvedor web trabalha em conjunto com o Webdesigner para construir um site que atenda tanto os objetivos funcionais quanto estéticos.
http://www.wisegeek.com/what-does-a-web-developer-do.htm
WEBWRITER - Webwriter
Diferentemente de seu colega COPYWRITER, o Webwriter escreve texto jornalístico e realiza pesquisas para embasar o conteúdo publicado. Além de saber escrever bem, precisa estar familiarizado com a web, conhecer o perfil do internauta e padrão de comunicação mais eficiente neste meio.
http://www.useit.com/papers/webwriting/writing.html
PROFISSIONAL DE SUPORTE – Support Professional
Auxilia o internauta, geralmente o cliente de uma loja virtual, a realizar a contento as ações que deseja realizar. Foi uma das primeira profissões surgidas com advento das lojas virtuais. Pode realizar suas funções por meio de salas de chat ou telefone.
Fonte: www.e-commerce.org
17 de ago. de 2010
Sistema Homologado PAF - ECF
Não fique correndo riscos no seu negócio,adquira seu software para emissão de cupom fiscal homologado de acordo com as normas.
(22)8132-5842
ret_renata@hotmail.com
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Sistema de Vacinação - SIVAC

O sistema on-line de vacinação que organiza e traz agilidade aos processos de aplicação das vacinas. Com uma tecnologia diferenciada, o SIVAC monitora e aperfeiçoa a distribuição dos imunobiológicos, evitando o desperdício e a estocagem desnecessária. Navegue pelo site e conheça o nosso sistema.
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Ferramenta Balcão de Emprego

Profissionais poderão se inscrever em vagas da sua cidade.
Um novo sistema de busca de emprego está disponível. A ferramenta disponível facilitará a recolocação no mercado de trabalho e a procura por candidatos pelos empregadores.
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13 de jul. de 2010
Estatística
Número de usuários
Geeks com seus computadores
Foto: Beth Kanter 67,5 milhões de internautas segundo o Ibope/Nielsen em dezembro de 2009. Em setembro eram 66,3 milhões. Ou seja: em apenas 3 meses surgiu 1,2 milhão de novos brasileiros e brasileiras com mais de 16 anos na internet. O Brasil é o 5º país com o maior número de conexões à Internet.
Nas áreas urbanas, 44% da população está conectada à internet. 97% das empresas e 23,8% dos domicílios brasileiros estão conectados à internet.
Internautas ativos
27,5 milhões acessam regularmente a Internet de casa, número que sobe para 36,4 milhões se considerados também os acesso do trabalho (jul/2009). 38% das pessoas acessam à web diariamente; 10% de quatro a seis vezes por semana; 21% de duas a três vezes por semana; 18% uma vez por semana. Somando, 87% dos internautas brasileiros entram na internet semanalmente.
Segundo Alexandre Sanches Magalhães, gerente de análise do Ibope//NetRatings, "o ritmo de crescimento da internet brasileira é intenso. A entrada da classe C para o clube dos internautas deve continuar a manter esse mesmo compasso forte de aumento no número de usuários residenciais"..
Gráfico exibindo o crescimento da internet nas residências, com uma penetração de 8,6% em 2001 até 20,4% em 2007
Tempo médio de navegação
Tempo médio de navegação Posição País Tempo
1º Brasil 48h26m
2º Estados Unidos 42h19m
3º Reino Unido 36h30m
4º França 33h22m
5º Japão 31h55m
6º Espanha 31h45m
7º Alemanha 30h25m
8º Itália 28h15m
9º Austrália 23h45m
Desde que esta métrica foi criada, o Brasil sempre obteve excelentes marcas, estando constantemente na liderança mundial. Em julho de 2009, o tempo foi de 48 horas e 26 minutos, considerando apenas a navegação em sites. O tempo sobe para 71h30m se considerar o uso de aplicativos on-line (MSN, Emule, Torrent, Skype etc)[9].
Veja as marcas dos outros países em julho de 2009 e compare com a do Brasil na tabela ao lado.
Comércio eletrônico
No primeiro semestre de 2008, as compras on-line somaram R$ 3,8 bilhões (45% mais do que igual período de 2007)[10]. O ano fechou em R$ 8,2 bilhões (crescimento de 30% na comparação com 2007). A previsão para o primeiro semestre de 2009 era de R$ 4,5 bilhões[11], mas, mesmo com crise, o faturamento foi de R$ 4,8 bilhões, 27% a mais em relação ao mesmo período de 2008. O valor médio das compras é de 323 reais[12]. A previsão é que o ano feche em R$ 10,6 bilhões.
Publicidade on-line
A internet se tornou o terceiro veículo de maior alcance no Brasil, atrás apenas de rádio e TV. 87% dos internautas utilizam a rede para pesquisar produtos e serviços. Antes de comprar, 90% dos consumidores ouvem sugestões de pessoas conhecidas, enquanto 70% confiam em opiniões expressas online.
Venda de Computadores
São 60 milhões de computadores em uso, segundo a FGV, devendo chegar a 100 milhões em 2012. 95% das empresas brasileiras possuem computador.
Banda larga
Modem com LEDs acessos
Foto: Declan JewellAtingimos 10,04 milhões de conexões em junho de 2008: um ano e meio antes do previsto, já que essa era a projeção para 2010. Quanto ao volume de dados, o incremento foi de 56 vezes de 2002 até 2007. E a projeção é de um aumento de 8 vezes até 2012; o número de conexões móveis cresceu de 233 mil para 1,31 milhão em um ano; Sistemas gratuitos de banda larga sem fio (Wi-Fi) funcionam nas orlas de Copacabana, Leme, Ipanema e Leblon, nos Morros Santa Marta e Cidade de Deus e na Praça Roberto Silveira, em Duque de Caxias. Estão nos planos: São João de Meriti, Belford Roxo, Mesquita, Nova Iguaçu, Nilópolis, Rocinha, Pavão-Pavãozinho, Cantagalo e 58km da Avenida Brasil, todos no Rio de Janeiro.
No Mundo
O número de usuários de computador vai dobrar até 2012, chegando a 2 bilhões. A cada dia, 500 mil pessoas entram pela primeira vez na Internet, a cada minuto são disponibilizadas 20 horas de vídeo no YouTube e cada segundo um novo blog é criado. 70% das pessoas consideram a Internet indispensável. Em 1982 havia 315 sites na Internet. Hoje existem 174 milhões.
Resoluções de tela
Apresentamos nosso terceiro estudo informal sobre a resolução de tela utilizada pelo internauta brasileiro.
Importante para desenvolvedores nacionais, esta é uma média baseada nos relatórios de acessos de diferentes perfis de sites. A tabela está ordenada de acordo com a primeira coluna, que mostra a média nacional englobando esses diferentes perfis, enquanto a última coluna exibe uma comparação com a média internacional.
Média brasileira de resolução de tela - Abril/2010 Resolução Abril/2010 Agosto/2009 Agosto/2008 Total internacional
1024x768 45,48% 47,88% 65,1% 25.93%
1280x800 23,26% 21,35% 9,7% 19.57%
1280x1024 8,62% 6,73% 10,2% 10.92%
1440x900 7,32% 5,80% - 8.38%
800x600 4,10% 7,73% 15% 3.98%
1680x1050 3,53% 4,44% - 5.48%
1152x864 2,69% 2,08% - 2.31%
Navegadores
Outra importante referência: qual navegador os brasileiros andam usando? Veja a tabela abaixo, ligue o fod@-se pro IE6 e seja mais feliz!
Navegadores utilizados pelos brasileiros - Abril/2010 Navegador Abril/2010 Agosto/2009 Internacional
Firefox 33,18% 28,42% 32,23%
IE7 23,05% 30,59% 14,03%
IE8 21,62% 14,09% 24,67%
Chrome 11,10% 4,20% 6,46%
IE6 8,35% 21,38% 9,19%
Safari 2,21% 0,91% 5,09%
Opera 0,49% 0,41% 1,42%
Links Inscritos do Google
Deixe nossa experiência auxiliar em suas buscas
A ferramenta de Links Inscritos fornece uma forma de aprimorar suas buscas no Google.
Funciona assim: você nos adiciona clicando no botão ao lado e nossas indicações aparecerão em destaque quando forem relevantes para a sua pesquisa. Comprometemo-nos a apresentar os links de forma imparcial, sem "jabá". Nossas dicas são garimpadas à exaustão e são incluídos apenas aqueles sites que têm o fator como vivi sem isso até hoje? embutido.
Fonte:Tobeguarany
Geeks com seus computadores
Foto: Beth Kanter 67,5 milhões de internautas segundo o Ibope/Nielsen em dezembro de 2009. Em setembro eram 66,3 milhões. Ou seja: em apenas 3 meses surgiu 1,2 milhão de novos brasileiros e brasileiras com mais de 16 anos na internet. O Brasil é o 5º país com o maior número de conexões à Internet.
Nas áreas urbanas, 44% da população está conectada à internet. 97% das empresas e 23,8% dos domicílios brasileiros estão conectados à internet.
Internautas ativos
27,5 milhões acessam regularmente a Internet de casa, número que sobe para 36,4 milhões se considerados também os acesso do trabalho (jul/2009). 38% das pessoas acessam à web diariamente; 10% de quatro a seis vezes por semana; 21% de duas a três vezes por semana; 18% uma vez por semana. Somando, 87% dos internautas brasileiros entram na internet semanalmente.
Segundo Alexandre Sanches Magalhães, gerente de análise do Ibope//NetRatings, "o ritmo de crescimento da internet brasileira é intenso. A entrada da classe C para o clube dos internautas deve continuar a manter esse mesmo compasso forte de aumento no número de usuários residenciais"..
Gráfico exibindo o crescimento da internet nas residências, com uma penetração de 8,6% em 2001 até 20,4% em 2007
Tempo médio de navegação
Tempo médio de navegação Posição País Tempo
1º Brasil 48h26m
2º Estados Unidos 42h19m
3º Reino Unido 36h30m
4º França 33h22m
5º Japão 31h55m
6º Espanha 31h45m
7º Alemanha 30h25m
8º Itália 28h15m
9º Austrália 23h45m
Desde que esta métrica foi criada, o Brasil sempre obteve excelentes marcas, estando constantemente na liderança mundial. Em julho de 2009, o tempo foi de 48 horas e 26 minutos, considerando apenas a navegação em sites. O tempo sobe para 71h30m se considerar o uso de aplicativos on-line (MSN, Emule, Torrent, Skype etc)[9].
Veja as marcas dos outros países em julho de 2009 e compare com a do Brasil na tabela ao lado.
Comércio eletrônico
No primeiro semestre de 2008, as compras on-line somaram R$ 3,8 bilhões (45% mais do que igual período de 2007)[10]. O ano fechou em R$ 8,2 bilhões (crescimento de 30% na comparação com 2007). A previsão para o primeiro semestre de 2009 era de R$ 4,5 bilhões[11], mas, mesmo com crise, o faturamento foi de R$ 4,8 bilhões, 27% a mais em relação ao mesmo período de 2008. O valor médio das compras é de 323 reais[12]. A previsão é que o ano feche em R$ 10,6 bilhões.
Publicidade on-line
A internet se tornou o terceiro veículo de maior alcance no Brasil, atrás apenas de rádio e TV. 87% dos internautas utilizam a rede para pesquisar produtos e serviços. Antes de comprar, 90% dos consumidores ouvem sugestões de pessoas conhecidas, enquanto 70% confiam em opiniões expressas online.
Venda de Computadores
São 60 milhões de computadores em uso, segundo a FGV, devendo chegar a 100 milhões em 2012. 95% das empresas brasileiras possuem computador.
Banda larga
Modem com LEDs acessos
Foto: Declan JewellAtingimos 10,04 milhões de conexões em junho de 2008: um ano e meio antes do previsto, já que essa era a projeção para 2010. Quanto ao volume de dados, o incremento foi de 56 vezes de 2002 até 2007. E a projeção é de um aumento de 8 vezes até 2012; o número de conexões móveis cresceu de 233 mil para 1,31 milhão em um ano; Sistemas gratuitos de banda larga sem fio (Wi-Fi) funcionam nas orlas de Copacabana, Leme, Ipanema e Leblon, nos Morros Santa Marta e Cidade de Deus e na Praça Roberto Silveira, em Duque de Caxias. Estão nos planos: São João de Meriti, Belford Roxo, Mesquita, Nova Iguaçu, Nilópolis, Rocinha, Pavão-Pavãozinho, Cantagalo e 58km da Avenida Brasil, todos no Rio de Janeiro.
No Mundo
O número de usuários de computador vai dobrar até 2012, chegando a 2 bilhões. A cada dia, 500 mil pessoas entram pela primeira vez na Internet, a cada minuto são disponibilizadas 20 horas de vídeo no YouTube e cada segundo um novo blog é criado. 70% das pessoas consideram a Internet indispensável. Em 1982 havia 315 sites na Internet. Hoje existem 174 milhões.
Resoluções de tela
Apresentamos nosso terceiro estudo informal sobre a resolução de tela utilizada pelo internauta brasileiro.
Importante para desenvolvedores nacionais, esta é uma média baseada nos relatórios de acessos de diferentes perfis de sites. A tabela está ordenada de acordo com a primeira coluna, que mostra a média nacional englobando esses diferentes perfis, enquanto a última coluna exibe uma comparação com a média internacional.
Média brasileira de resolução de tela - Abril/2010 Resolução Abril/2010 Agosto/2009 Agosto/2008 Total internacional
1024x768 45,48% 47,88% 65,1% 25.93%
1280x800 23,26% 21,35% 9,7% 19.57%
1280x1024 8,62% 6,73% 10,2% 10.92%
1440x900 7,32% 5,80% - 8.38%
800x600 4,10% 7,73% 15% 3.98%
1680x1050 3,53% 4,44% - 5.48%
1152x864 2,69% 2,08% - 2.31%
Navegadores
Outra importante referência: qual navegador os brasileiros andam usando? Veja a tabela abaixo, ligue o fod@-se pro IE6 e seja mais feliz!
Navegadores utilizados pelos brasileiros - Abril/2010 Navegador Abril/2010 Agosto/2009 Internacional
Firefox 33,18% 28,42% 32,23%
IE7 23,05% 30,59% 14,03%
IE8 21,62% 14,09% 24,67%
Chrome 11,10% 4,20% 6,46%
IE6 8,35% 21,38% 9,19%
Safari 2,21% 0,91% 5,09%
Opera 0,49% 0,41% 1,42%
Links Inscritos do Google
Deixe nossa experiência auxiliar em suas buscas
A ferramenta de Links Inscritos fornece uma forma de aprimorar suas buscas no Google.
Funciona assim: você nos adiciona clicando no botão ao lado e nossas indicações aparecerão em destaque quando forem relevantes para a sua pesquisa. Comprometemo-nos a apresentar os links de forma imparcial, sem "jabá". Nossas dicas são garimpadas à exaustão e são incluídos apenas aqueles sites que têm o fator como vivi sem isso até hoje? embutido.
Fonte:Tobeguarany
Como as empresas podem usar as redes sociais
As redes sociais representam um mercado em potencial para muitas empresas, mas poucas se dão conta disso.
De acordo com recente pesquisa da Associação Comercial de São Paulo, apenas 17% das organizações afirmaram ter implantado estratégias de comunicação em redes como orkut, Facebook e Twitter.
Ainda segundo esse mesmo levantamento, as companhias financeiras são as que mais se utilizam das redes sociais: 26% delas estão presentes na rede para manter contato com os clientes e divulgar as atividades relacionadas ao mercado de ações.
Na sequência, aparecem as companhias de serviços (21%), de comércio atacadista (17%) e indústria (15%).
Esses números demonstram a importância das redes sociais para as corporações, seja por meio de divulgação de produtos e serviços nas mídias sociais ou mesmo como mais um canal de interatividade com o cliente.
Confira, a seguir, algumas dicas práticas para o empresário interessado em iniciar uma estratégia de comunicação online por meio do Twitter, Orkut, Facebook, Flickr e You Tube, elaboradas por Urgel Augustin, diretor de operações na Talk Interactive, empresa especializada em relacionamento digital.
Twitter
- Comece a seguir seus clientes e, assim, ser seguidos por eles;
- Atualize o seu perfil com novidades sobre os produtos e crie campanhas de divulgação por meio dessa ferramenta;
- Monitore o que as pessoas falam sobre a sua empresa no Twitter;
- Muitas empresas já utilizam o Twitter como Serviço de Atendimento ao Cliente. Considere isso como forma de oferecer uma rápida resposta ao seu cliente.
orkut e Facebook
- O Orkut é atualmente a rede social com mais usuários ativos no Brasil e por isso não pode ser desprezada;
Se sua empresa é fabricante de móveis, por exemplo, vale interagir em comunidades relacionadas à decoração e design de ambientes;
- Crie uma comunidade sobre a sua empresa e adicione funcionários e clientes nesse ambiente. A estratégia pode ser utilizada também no Facebook, a partir da criação de Fan Page da empresa;
- Neste ano, o Facebook cresceu muito no Brasil, principalmente entre as classes A e B. Vale também interagir com grupos relacionados ao setor de atuação da empresa.
Flickr
- O Flickr é uma excelente ferramenta para a organização de fotos. Essa rede social pode ser utilizada caso você queira expor o seu portfólio de produtos, por exemplo;
- Além de expor os seus produtos para clientes, o Flickr tem um grande poder de indexação nos mecanismos de busca. Isso vai abrir a possibilidade de sua página ser encontrada por um futuro cliente, por exemplo, durante uma pesquisa de produtos na internet.
YouTube
- Na internet, os vídeos muitas vezes substituem as palavras. Por isso é essencial que a empresa utilize o YouTube como forma de divulgação de seus produtos;
- Crie um canal da sua empresa no YouTube e produza vídeos com informações sobre os produtos fabricados e também sobre o seu mercado de atuação.
Fonte: InfoAbril
De acordo com recente pesquisa da Associação Comercial de São Paulo, apenas 17% das organizações afirmaram ter implantado estratégias de comunicação em redes como orkut, Facebook e Twitter.
Ainda segundo esse mesmo levantamento, as companhias financeiras são as que mais se utilizam das redes sociais: 26% delas estão presentes na rede para manter contato com os clientes e divulgar as atividades relacionadas ao mercado de ações.
Na sequência, aparecem as companhias de serviços (21%), de comércio atacadista (17%) e indústria (15%).
Esses números demonstram a importância das redes sociais para as corporações, seja por meio de divulgação de produtos e serviços nas mídias sociais ou mesmo como mais um canal de interatividade com o cliente.
Confira, a seguir, algumas dicas práticas para o empresário interessado em iniciar uma estratégia de comunicação online por meio do Twitter, Orkut, Facebook, Flickr e You Tube, elaboradas por Urgel Augustin, diretor de operações na Talk Interactive, empresa especializada em relacionamento digital.
- Comece a seguir seus clientes e, assim, ser seguidos por eles;
- Atualize o seu perfil com novidades sobre os produtos e crie campanhas de divulgação por meio dessa ferramenta;
- Monitore o que as pessoas falam sobre a sua empresa no Twitter;
- Muitas empresas já utilizam o Twitter como Serviço de Atendimento ao Cliente. Considere isso como forma de oferecer uma rápida resposta ao seu cliente.
orkut e Facebook
- O Orkut é atualmente a rede social com mais usuários ativos no Brasil e por isso não pode ser desprezada;
Se sua empresa é fabricante de móveis, por exemplo, vale interagir em comunidades relacionadas à decoração e design de ambientes;
- Crie uma comunidade sobre a sua empresa e adicione funcionários e clientes nesse ambiente. A estratégia pode ser utilizada também no Facebook, a partir da criação de Fan Page da empresa;
- Neste ano, o Facebook cresceu muito no Brasil, principalmente entre as classes A e B. Vale também interagir com grupos relacionados ao setor de atuação da empresa.
Flickr
- O Flickr é uma excelente ferramenta para a organização de fotos. Essa rede social pode ser utilizada caso você queira expor o seu portfólio de produtos, por exemplo;
- Além de expor os seus produtos para clientes, o Flickr tem um grande poder de indexação nos mecanismos de busca. Isso vai abrir a possibilidade de sua página ser encontrada por um futuro cliente, por exemplo, durante uma pesquisa de produtos na internet.
YouTube
- Na internet, os vídeos muitas vezes substituem as palavras. Por isso é essencial que a empresa utilize o YouTube como forma de divulgação de seus produtos;
- Crie um canal da sua empresa no YouTube e produza vídeos com informações sobre os produtos fabricados e também sobre o seu mercado de atuação.
Fonte: InfoAbril
30 de jun. de 2010
Carro voador
Carro voador é aprovado nos EUA
Um carro que se transforma em avião pode parecer o sonho de quem enfrenta longos engarrafamentos – mas o projeto já é uma realidade nos Estados Unidos.
O Transition faz 185 km/h no ar, é movido à gasolina e possui asas dobráveis ativadas por um sistema controlado de dentro do cockpit.
Em menos de 30 segundos, as asas são colocadas verticalmente na lateral do carro enquanto o motor é direcionado para as rodas.
Segundo informações da BBC, a Administração Federal de Aviação (FAA) dos Estados Unidos aprovou a produção do veículo na categoria aeronave esportiva leve.
A empresa responsável por ele, Terrafugia, esclarece que o Transition é classificado como uma aeronave que roda em estradas, e não como um carro voador. A especificação se deve justamente à licença necessária: é preciso ser um piloto registrado dentro da categoria para dirigi-lo, e não somente possuir carta de motorista.
Especificações
O objetivo da fabricante não é substituir os carros, mas sim dar a opção de viagem às pessoas que desejarem (e souberem) pilotar uma aeronave.
Projetado por engenheiros do MIT, o Transition transporta duas pessoas e possui um tanque com capacidade para 75 litros sendo que consome, em média, 18 litros por hora de vôo.
O custo será de US$194 mil para os primeiros a fazerem a encomenda – e é necessário depositar US$10 mil antecipados na hora do pedido. Os primeiro clientes devem receber seus veículos no segundo semestre de 2011. Segundo a Terrafugia, até agora, mais de 70 unidades foram encomendadas.
Fonte: INFO
Um carro que se transforma em avião pode parecer o sonho de quem enfrenta longos engarrafamentos – mas o projeto já é uma realidade nos Estados Unidos.
O Transition faz 185 km/h no ar, é movido à gasolina e possui asas dobráveis ativadas por um sistema controlado de dentro do cockpit.
Em menos de 30 segundos, as asas são colocadas verticalmente na lateral do carro enquanto o motor é direcionado para as rodas.
Segundo informações da BBC, a Administração Federal de Aviação (FAA) dos Estados Unidos aprovou a produção do veículo na categoria aeronave esportiva leve.
A empresa responsável por ele, Terrafugia, esclarece que o Transition é classificado como uma aeronave que roda em estradas, e não como um carro voador. A especificação se deve justamente à licença necessária: é preciso ser um piloto registrado dentro da categoria para dirigi-lo, e não somente possuir carta de motorista.
Especificações
O objetivo da fabricante não é substituir os carros, mas sim dar a opção de viagem às pessoas que desejarem (e souberem) pilotar uma aeronave.
Projetado por engenheiros do MIT, o Transition transporta duas pessoas e possui um tanque com capacidade para 75 litros sendo que consome, em média, 18 litros por hora de vôo.
O custo será de US$194 mil para os primeiros a fazerem a encomenda – e é necessário depositar US$10 mil antecipados na hora do pedido. Os primeiro clientes devem receber seus veículos no segundo semestre de 2011. Segundo a Terrafugia, até agora, mais de 70 unidades foram encomendadas.
Fonte: INFO
29 de jun. de 2010
Nota Fiscal Eletrônica
I. Conceito, uso e obrigatoriedade da NF-e
(Perguntas Frequentes)
1. O que é a Nota Fiscal Eletrônica - NF-e?
2. Já existe legislação aprovada sobre a NF-e?
3. Quais são as vantagens da NF-e?
4. Quais os tipos de documentos fiscais em papel que a NF-e substitui?
5. Para quais tipos de operações (ex: entrada, saída, importação, exportação, simples remessa) a NF-e pode ser utilizada?
6. Quais empresas e a partir de quando as empresas serão obrigadas à emissão de NF-e? As médias e pequenas empresas também devem emitir NF-e?
7. O que muda para meu cliente se minha empresa passar a utilizar NF-e em suas operações?
8. A Nota Fiscal Eletrônica e o seu documento auxiliar – DANFE - podem ser utilizados para documentar vendas de mercadorias a Órgãos Públicos (Administração Direta ou Indireta) e empresas públicas?
9. O destinatário da mercadoria poderá exigir receber a Nota Fiscal em papel modelo 1 ou 1A ao invés da Nota Fiscal Eletrônica?
10. As empresas obrigadas serão credenciadas de ofício pela Secretaria da Fazenda ou terão que providenciar seu credenciamento para emissão de NF-e?
11. Os contribuintes obrigados a emitir NF-e poderão antecipar o início desta emissão?
12. Os estabelecimentos obrigados a emitir NF-e que optarem por antecipar sua emissão anteciparão também a data inicial da obrigatoriedade de emissão de NF-e?
13. Quais CNAE´s geram a obrigatoriedade de emissão de NF-e?
14. Uma empresa credenciada a emitir NF-e deve substituir 100% de suas Notas Fiscais em papel pela Nota Fiscal Eletrônica?
15. As médias e pequenas empresas também podem emitir NF-e?
16. Quais os procedimentos para que uma empresa interessada possa passar a emitir NF-e?
17. Qual a diferença entre os ambientes de homologação (teste) e de produção das Secretarias de Fazenda?
18. Após o início da emissão de NF-e com validade jurídica a empresa poderá continuar os testes de seus sistemas?
19. A obrigatoriedade em emitir a NF-e alcança as empresas enquadradas no Simples Nacional? (incluído em 01/01/09)
20. Para ser emissor da NF-e, a empresa precisa estar em dias com suas obrigações fiscais? (incluído em 01/01/09)
21. Quem é responsável pelo credenciamento de empresas de outros Estados que utilizam Sefaz-Virtual? (incluído em 01/01/09)
22. Quando o contribuinte possui mais de um estabelecimento no Estado, precisa credenciar todos ou apenas um deles? (incluído em 01/01/09)
23. Para solicitar o credenciamento na NF-e devo informar o CNPJ da matriz quando localizada em outro Estado ou da filial localizada no Estado de credenciamento? (incluído em 01/01/09)
24. O acesso ao ambiente de teste e de produção está aberto para as empresas de software que desejarem desenvolver programas para a NF-e? (incluído em 01/01/09)
25. Ser usuário de processamento eletrônico de dados é condição para ser emissor de NF-e? (incluído em 01/01/09)
26. O que o contribuinte fabricante de vinho ou cachaça que tenha auferido no exercício anterior receita bruta inferior a R$ 360.000,00 deve fazer para ser dispensado da obrigatoriedade de emitir NF-e? (incluído em 01/01/09)
27. Em caso de troca de CNPJ, de fusão, incorporação e cisão de empresas, como fica o credenciamento? (incluído em 01/01/09)
28. O Estado pode credenciar de ofício emissores da NF-e ou o credenciamento sempre deverá ser solicitado pelo contribuinte? (incluído em 01/01/09)
29. No caso de importação, a empresa é obrigada a emitir NF-e para todas as operações (importações, vendas, transferências, etc) ou somente para as importações das mercadorias introduzidas na obrigatoriedade pelo Protocolo ICMS 87/2008.(incluído em 01/01/09)
Respostas
1. O que é a Nota Fiscal Eletrônica - NF-e?
Podemos conceituar a Nota Fiscal Eletrônica como sendo um documento de existência apenas digital, emitido e armazenado eletronicamente, com o intuito de documentar, para fins fiscais, uma operação de circulação de mercadorias ou uma prestação de serviços, ocorrida entre as partes. Sua validade jurídica é garantida pela assinatura digital do remetente (garantia de autoria e de integridade) e pela recepção, pelo Fisco, do documento eletrônico, antes da ocorrência do fato gerador.
2. Já existe legislação aprovada sobre a NF-e?(Atualizado em 31/12/08)
A Nota Fiscal Eletrônica tem validade em todos os Estados da Federação e já é uma realidade na legislação brasileira desde outubro de 2005, com a aprovação do Ajuste SINIEF 07/05 que instituiu nacionalmente a Nota Fiscal Eletrônica e o Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica – DANFE. Consulte a legislação no Portal da NF-e.
3. Quais são as vantagens da NF-e?
A Nota Fiscal Eletrônica proporciona benefícios a todos os envolvidos em uma transação comercial.
Para os emitentes da Nota Fiscal Eletrônica (vendedores) podemos citar os seguintes benefícios:
* Redução de custos de impressão do documento fiscal, uma vez que o documento é emitido eletronicamente. O modelo da NF-e contempla a impressão de um documento em papel, chamado de Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica (DANFE), cuja função é acompanhar o trânsito das mercadorias ou facilitar a consulta da respectiva NF-e na internet. Apesar de ainda haver, portanto, a impressão de um documento em papel, deve-se notar que este pode ser impresso em papel comum A4 (exceto papel jornal), geralmente em apenas uma via;
* Redução de custos de aquisição de papel, pelos mesmos motivos expostos acima;
* Redução de custos de armazenagem de documentos fiscais. Atualmente os documentos fiscais em papel devem ser guardados pelos contribuintes, para apresentação ao fisco pelo prazo decadencial. A redução de custo abrange não apenas o espaço físico necessário para adequada guarda de documentos fiscais como também toda a logística que se faz necessária para sua recuperação. Um contribuinte que emita, hipoteticamente, 100 Notas Fiscais por dia, contará com aproximadamente 2.000 notas por mês, acumulando cerca de 120.000 ao final de 5 anos. Ao emitir os documentos apenas eletronicamente a guarda do documento eletrônico continua sob responsabilidade do contribuinte, mas o custo do arquivamento digital é muito menor do que o custo do arquivamento físico;
* GED - Gerenciamento Eletrônico de Documentos: a NF-e é um documento eletrônico e não requer a digitalização do original em papel, o que permite a otimização dos processos de organização, guarda e gerenciamento de documentos eletrônicos, facilitando a recuperação e intercâmbio das informações;
* Simplificação de obrigações acessórias. Inicialmente a NF-e prevê dispensa de Autorização de Impressão de Documentos Fiscais – AIDF. No futuro outras obrigações acessórias poderão ser simplificadas ou eliminadas com a adoção da NF-e;
* Redução de tempo de parada de caminhões em Postos Fiscais de Fronteira. Com a NF-e, os processos de fiscalização realizados nos postos fiscais de fiscalização de mercadorias em trânsito serão simplificados, reduzindo o tempo de parada dos veículos de cargas nestas unidades de fiscalização;
* Incentivo a uso de relacionamentos eletrônicos com clientes (B2B). O B2B (business-to-business) é uma das formas de comércio eletrônico existentes e envolve as empresas (relação “empresa - à - empresa”). Com o advento da NF-e, espera-se que tal relacionamento seja efetivamente impulsionado pela utilização de padrões abertos de comunicação pela Internet e pela segurança trazida pela certificação digital.
Para as empresas destinatárias de Notas Fiscais (compradoras), podemos citar os seguintes benefícios:
* Eliminação de digitação de notas fiscais na recepção de mercadorias, uma vez que poderá adaptar seus sistemas para extrair as informações, já digitais, do documento eletrônico recebido. Isso pode representar redução de custos de mão-de-obra para efetuar a digitação, bem como a redução de possíveis erros de digitação de informações;
* Planejamento de logística de recepção de mercadorias pelo conhecimento antecipado da informação da NF-e, pois a previsibilidade das mercadorias a caminho permitirá prévia conferência da Nota Fiscal com o pedido, quantidade e preço, permitindo, além de outros benefícios, o uso racional de docas e áreas de estacionamento para caminhões;
* Redução de erros de escrituração devido à eliminação de erros de digitação de notas fiscais;
* GED - Gerenciamento Eletrônico de Documentos, conforme os motivos expostos nos benefícios das empresas emitentes;
* Incentivo a uso de relacionamentos eletrônicos com fornecedores (B2B), pelos motivos já expostos anteriormente.
Benefícios para a Sociedade:
* Redução do consumo de papel, com impacto positivo em termos ecológicos;
* Incentivo ao comércio eletrônico e ao uso de novas tecnologias;
* Padronização dos relacionamentos eletrônicos entre empresas;
* Surgimento de oportunidades de negócios e empregos na prestação de serviços ligados a NF-e.
Benefícios para os Contabilistas:
* Facilitação e simplificação da Escrituração Fiscal e contábil;
* GED - Gerenciamento Eletrônico de Documentos, conforme os motivos expostos nos benefícios das empresas emitentes;
* Oportunidades de serviços e consultoria ligados à NF-e.
Benefícios para o Fisco:
* Aumento na confiabilidade da Nota Fiscal;
* Melhoria no processo de controle fiscal, possibilitando um melhor intercâmbio e compartilhamento de informações entre os fiscos;
* Redução de custos no processo de controle das notas fiscais capturadas pela fiscalização de mercadorias em trânsito;
* Diminuição da sonegação e aumento da arrecadação sem aumento de carga tributária;
* GED - Gerenciamento Eletrônico de Documentos, conforme os motivos expostos nos benefícios das empresas emitentes;
* Suporte aos projetos de escrituração eletrônica contábil e fiscal da Secretaria da Receita Federal e demais Secretarias de Fazendas Estaduais (Sistema Público de Escrituração Digital – SPED).
4. Quais os tipos de documentos fiscais em papel que a NF-e substitui?
Atualmente a legislação nacional permite que a NF-e substitua apenas a chamada nota fiscal modelo 1 / 1A, que é utilizada, em regra, para documentar transações comerciais com mercadorias entre pessoas jurídicas.
Não se destina a substituir os outros modelos de documentos fiscais existentes na legislação como, por exemplo, a Nota Fiscal a Consumidor (modelo 2) ou o Cupom Fiscal.
Os documentos que não foram substituídos pela NF-e devem continuar a ser emitidos de acordo com a legislação em vigor.
5. Para quais tipos de operações (ex: entrada, saída, importação, exportação, simples remessa) a NF-e pode ser utilizada?
A NF-e substitui a nota fiscal modelo 1 e 1-A em todas as hipóteses previstas na legislação em que esses documentos possam ser utilizados. Isso inclui, por exemplo: a Nota Fiscal de entrada, operações de importação, operações de exportação, operações interestaduais ou ainda operações de simples remessa.
6. Quais empresas e a partir de quando as empresas serão obrigadas à emissão de NF-e? As médias e pequenas empresas também devem emitir NF-e?(Atualizado em 31/12/08)
O Protocolo ICMS 30/07 de 06/07/2007, alterou disposições do Protocolo ICMS 10/07 e estabeleceu a obrigatoriedade de utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) a partir de 1º de abril de 2008, para os contribuintes:
I - fabricantes de cigarros;
II - distribuidores de cigarros;
III - produtores, formuladores e importadores de combustíveis líquidos, assim definidos e autorizados por órgão federal competente;
IV - distribuidores de combustíveis líquidos, assim definidos e autorizados por órgão federal competente;
V - transportadores e revendedores retalhistas – TRR, assim definidos e autorizados por órgão federal competente.
O Protocolo ICMS 88/07 de 14/12/2007, alterou disposições do Protocolo ICMS 10/07 e estabeleceu a obrigatoriedade de utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) a partir de 1º setembro de 2008, para os contribuintes:
VI - fabricantes de automóveis, camionetes, utilitários, caminhões, ônibus e motocicletas;
VII - fabricantes de cimento;
VIII – fabricantes, distribuidores e comerciante atacadista de medicamentos alopáticos para uso humano;
IX – frigoríficos e atacadistas que promoverem as saídas de carnes frescas, refrigeradas ou congeladas das espécies bovinas, suínas, bufalinas e avícola;
X - fabricantes de bebidas alcoólicas inclusive cervejas e chopes;
XI – fabricantes de refrigerantes;
XII – agentes que assumem o papel de fornecedores de energia elétrica, no âmbito da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – CCEE;
XIII – fabricantes de semi-acabados, laminados planos ou longos, relaminados, trefilados e perfilados de aço;
XIV – fabricantes de ferro-gusa.
O Protocolo ICMS 68/08 de 14/07/2008, alterou disposições do Protocolo ICMS 10/07, mudando a obrigatoriedade de utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) para os seguimentos descritos nos itens VI a XIV, do parágrafo anterior, para 01/12/2008 e estabeleceu a obrigatoriedade a partir de 01/04/2009 para os seguintes contribuintes:
XV - importadores de automóveis, camionetes, utilitários, caminhões, ônibus e motocicletas;
XVI - fabricantes e importadores de baterias e acumuladores para veículos automotores;
XVII - fabricantes de pneumáticos e de câmaras-de-ar;
XVIII - fabricantes e importadores de autopeças;
XIX - produtores, formuladores, importadores e distribuidores de solventes derivados de petróleo, assim definidos e autorizados por órgão federal competente;
XX - comerciantes atacadistas a granel de solventes derivados de petróleo;
XXI - produtores, importadores e distribuidores de lubrificantes e graxas derivados de petróleo, assim definidos e autorizados por órgão federal competente;
XXII - comerciantes atacadistas a granel de lubrificantes e graxas derivados de petróleo;
XXIII - produtores, importadores, distribuidores a granel, engarrafadores e revendedores atacadistas a granel de álcool para outros fins;
XXIV – produtores, importadores e distribuidores de GLP – gás liquefeito de petróleo ou de GLGN - gás liquefeito de gás natural, assim definidos e autorizados por órgão federal competente;
XXV – produtores, importadores e distribuidores de GNV – gás natural veicular, assim definidos e autorizados por órgão federal competente;
XXVI - atacadistas de produtos siderúrgicos e ferro gusa;
XXVII - fabricantes de alumínio, laminados e ligas de alumínio;
XXVIII - fabricantes de vasilhames de vidro, garrafas PET e latas para bebidas alcoólicas e refrigerantes;
XXIX - fabricantes e importadores de tintas, vernizes, esmaltes e lacas;
XXX - fabricantes e importadores de resinas termoplásticas;
XXXI - distribuidores, atacadistas ou importadores de bebidas alcoólicas, inclusive cervejas e chopes;
XXXII - distribuidores, atacadistas ou importadores de refrigerantes;
XXXIII - fabricantes, distribuidores, atacadistas ou importadores de extrato e xarope utilizados na fabricação de refrigerantes;
XXXIV - atacadistas de bebidas com atividade de fracionamento e acondicionamento associada;
XXXV - atacadistas de fumo;
XXXVI - fabricantes de cigarrilhas e charutos;
XXXVII - fabricantes e importadores de filtros para cigarros;
XXXVIII - fabricantes e importadores de outros produtos do fumo, exceto cigarros, cigarrilhas e charutos;
XXXIX - processadores industriais do fumo.
O Protocolo ICMS 87/08 de 26/09/2008, alterou disposições do Protocolo ICMS 10/07, estabelecendo a obrigatoriedade a partir de 01/09/2009 para os seguintes contribuintes:
XL - fabricantes de cosméticos, produtos de perfumaria e de higiene pessoal;
XLI - fabricantes de produtos de limpeza e de polimento;
XLII - fabricantes de sabões e detergentes sintéticos;
XLIII - fabricantes de alimentos para animais;
XLIV - fabricantes de papel;
XLV - fabricantes de produtos de papel, cartolina, papel-cartão e papelão ondulado para uso comercial e de escritório;
XLVI - fabricantes e importadores de componentes eletrônicos;
XLVII - fabricantes e importadores de equipamentos de informática e de periféricos para equipamentos de informática;
XLVIII - fabricantes e importadores de equipamentos transmissores de comunicação, pecas e acessórios;
XLIX - fabricantes e importadores de aparelhos de recepção, reprodução, gravação e amplificação de áudio e vídeo;
L - estabelecimentos que realizem reprodução de vídeo em qualquer suporte;
LI - estabelecimentos que realizem reprodução de som em qualquer suporte;
LII - fabricantes e importadores de mídias virgens, magnéticas e ópticas;
LIII - fabricantes e importadores de aparelhos telefônicos e de outros equipamentos de comunicação, peças e acessórios;
LIV - fabricantes de aparelhos eletromédicos e eletroterapeuticos e equipamentos de irradiação;
LV - fabricantes e importadores de pilhas, baterias e acumuladores elétricos, exceto para veículos automotores;
LVI - fabricantes e importadores de material elétrico para instalações em circuito de consumo;
LVII - fabricantes e importadores de fios, cabos e condutores elétricos isolados;
LVIII - fabricantes e importadores de material elétrico e eletrônico para veículos automotores, exceto baterias;
LIX - fabricantes e importadores de fogões, refrigeradores e maquinas de lavar e secar para uso domestico, peças e acessórios;
LX - estabelecimentos que realizem moagem de trigo e fabricação de derivados de trigo;
LXI - atacadistas de café em grão;
LXII - atacadistas de café torrado, moído e solúvel;
LXIII - produtores de café torrado e moído, aromatizado;
LXIV - fabricantes de óleos vegetais refinados, exceto óleo de milho;
LXV - fabricantes de defensivos agrícolas;
LXVI - fabricantes de adubos e fertilizantes;
LXVII - fabricantes de medicamentos homeopáticos para uso humano;
LXVIII - fabricantes de medicamentos fitoterápicos para uso humano;
LXIX - fabricantes de medicamentos para uso veterinário;
LXX - fabricantes de produtos farmoquímicos;
LXXI - atacadistas e importadores de malte para fabricação de bebidas alcoólicas;
LXXII - fabricantes e atacadistas de laticínios;
LXXIII - fabricantes de artefatos de material plástico para usos industriais;
LXXIV - fabricantes de tubos de aço sem costura;
LXXV - fabricantes de tubos de aço com costura;
LXXVI - fabricantes e atacadistas de tubos e conexões em PVC e cobre;
LXXVII - fabricantes de artefatos estampados de metal;
LXXVIII - fabricantes de produtos de trefilados de metal, exceto padronizados;
LXXIX - fabricantes de cronômetros e relógios;
LXXX - fabricantes de equipamentos e instrumentos ópticos, peças e acessórios;
LXXXI - fabricantes de equipamentos de transmissão ou de rolamentos, para fins industriais;
LXXXII - fabricantes de máquinas, equipamentos e aparelhos para transporte e elevação de cargas, peças e acessórios;
LXXXIII - fabricantes de aparelhos e equipamentos de ar condicionado para uso não-industrial;
LXXXIV - serrarias com desdobramento de madeira;
LXXXV - fabricantes de artefatos de joalheria e ourivesaria;
LXXXVI - fabricantes de tratores, peças e acessórios, exceto agrícolas;
LXXXVII -fabricantes e atacadistas de pães, biscoitos e bolacha;
LXXXVIII - fabricantes e atacadistas de vidros planos e de segurança;
LXXXIX - atacadistas de mercadoria em geral, com predominância de produtos alimentícios;
XC - concessionários de veículos novos;
XCI – fabricantes e importadores de pisos e revestimentos cerâmicos;
XCII - tecelagem de fios de fibras têxteis;
XCIII - preparação e fiação de fibras têxteis;”;
Para os demais contribuintes, a estratégia de implantação nacional é que estes, voluntariamente e gradualmente, independente do porte, se interessem por ser emissores da Nota Fiscal Eletrônica.
A obrigatoriedade se aplica a todas as operações efetuadas em todos os estabelecimentos dos contribuintes referidos acima, ficando vedada a emissão de nota fiscal, modelo 1 ou 1-A. Excepcionalmente, a cláusula segunda do Protocolo ICMS 10/2007, estabelece os casos especiais onde são permitas a emissão de notas fiscais modelos 1 e 1A, conforme apresentado abaixo:
A obrigatoriedade de emissão de Nota Fiscal Eletrônica - NF-e, modelo 55, em substituição a Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, não se aplica:
* ao estabelecimento do contribuinte onde não se pratique e nem se tenha praticado as atividades listadas acima há pelo menos 12 (doze) meses, ainda que a atividade seja realizada em outros estabelecimentos do mesmo titular;
* na hipótese das operações realizadas fora do estabelecimento, relativas às saídas de mercadorias remetidas sem destinatário certo, desde que os documentos fiscais relativos à remessa e ao retorno sejam NF-e.
* nas hipóteses dos contribuintes citados nos itens II, XXXI d XXXII, às operações praticadass por estabelecimento que tenha como atividade preponderante o comércio atacadista, desde que o valor das operações com cigarros ou bebidas não ultrapasse 5% (cinco por cento) do valor total das saídas do exercício anterior;
* na hipótese dos fabricantes de bebidas alcoólicas inclusive cervejas e chopes, ao fabricante de aguardente (cachaça) e vinho que aufira receita bruta anual inferior a R$ 360.000,00 (trezentos e sessenta mil) reais.
7. O que muda para meu cliente se minha empresa passar a utilizar NF-e em suas operações?(Atualizado em 31/12/08)
A principal mudança para os destinatários da NF-e, seja ele emissor ou não deste documento, é a obrigação de verificar a validade da assinatura digital e a autenticidade do arquivo digital, bem como a concessão da Autorização de Uso da NF-e mediante consulta eletrônica nos sites das Secretarias de Fazenda ou Portal Nacional da Nota Fiscal Eletrônica (www.nfe.fazenda.gov.br). Importante observar que o emitente da NF-e é obrigado a encaminhar ou disponibilizar download do arquivo XML da NF-e e seu respectivo protocolo de autorização para o destinatário, conforme definido no Ajuste SINIEF 11/08, cláusula segunda, Inciso I;
Para verificar a validade da assinatura e autenticidade do arquivo digital o destinatário tem à disposição o aplicativo “visualizador”, desenvolvido pela Receita Federal do Brasil - disponível na opção “download” do Portal Nacional da NF-e (www.nfe.fazenda.gov.br).
O emitente e o destinatário da NF-e deverão conservar a NF-e em arquivo digital pelo prazo previsto na legislação, para apresentação ao fisco quando solicitado, e utilizar o código “55” na escrituração da NF-e para identificar o modelo.
Caso o cliente não seja credenciado a emitir NF-e, alternativamente à conservação do arquivo digital já mencionada, ele poderá conservar o DANFE relativo à NF-e e efetuar a escrituração da NF-e com base nas informações contidas no DANFE, desde que feitas as verificações citadas acima.
Atenção: Relativamente às operações em que seja obrigatória a emissão da NF-e, o destinatário deverá exigir a sua emissão, sendo vedada a recepção de mercadoria cujo transporte tenha sido acompanhado por outro documento fiscal, ressalvada a hipótese prevista na emissão de DANFE em formulário de segurança devido à problemas técnicos na emissão da NF-e.
8. A Nota Fiscal Eletrônica e o seu documento auxiliar – DANFE - podem ser utilizados para documentar vendas de mercadorias a Órgãos Públicos (Administração Direta ou Indireta) e empresas públicas?(Atualizado em 31/12/08)
Sim, a Nota Fiscal Eletrônica pode ser utilizada em substituição à Nota Fiscal em papel modelo 1 ou 1A em todas as operações documentadas por este tipo de documento fiscal, inclusive nas vendas a Órgãos Públicos e empresas públicas.
O DANFE (Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica) é uma representação gráfica simplificada da NF-e e tem como funções, dentre outras, conter a chave de acesso da NF-e (permitindo assim a consulta às suas informações na Internet) e acompanhar a mercadoria em trânsito.
O Órgão Público receberá o DANFE juntamente com a mercadoria e deverá realizar a verificação da validade da assinatura digital e a autenticidade do arquivo digital da NF-e (o destinatário tem à disposição o aplicativo “visualizador”, desenvolvido pela Receita Federal do Brasil) e a concessão da Autorização de Uso da NF-e, mediante consulta eletrônica à Secretaria da Fazenda ou Portal Nacional da NF-e.
Realizada a consulta descrita acima e verificada a existência e a validade da NF-e, o DANFE poderá ser utilizado como documento hábil para a comprovação documental junto ao Tribunal de Contas, em substituição às notas fiscais em papel modelos 1 e 1A.
9. O destinatário da mercadoria poderá exigir receber a Nota Fiscal em papel modelo 1 ou 1A ao invés da Nota Fiscal Eletrônica?(Atualizado em 31/12/08)
Não, esta exigência não poderá ser feita pelos destinatários.
Nos casos em que o emitente for obrigado ao uso da NF-e, a obrigatoriedade de emissão de NF-e aplica se a todas as operações praticadas em todos os estabelecimentos, sendo vedada a emissão de nota fiscal, modelo 1 ou 1-A.
Os contribuintes emitentes que não são obrigados a emitirem NF-e, pois decidiram a adoção do modelo de forma espontânea, deverão, preferencialmente, emitir NF-e, cabendo a eles a decisão da emissão da nota fiscal modelo 1 ou 1A ou Nota Fiscal Eletrônica, conforme sua conveniência.
Atenção: Relativamente às operações em que seja obrigatória a emissão da NF-e, o destinatário deverá exigir a sua emissão, sendo vedada a recepção de mercadoria cujo transporte tenha sido acompanhado por outro documento fiscal, ressalvada a hipótese prevista na emissão de DANFE em formulário de segurança devido à problemas técnicos na emissão da NF-e, bem como nos casos de excepcionalidades definidas na legislação.
10. As empresas obrigadas serão credenciadas de ofício pela Secretaria da Fazenda ou terão que providenciar seu credenciamento para emissão de NF-e?(Atualizado em 31/12/08)
Com o aumento do número de segmentos obrigados, Secretarias de Fazenda credenciaram sumariamente os estabelecimentos identificados como obrigados. Esses estabelecimentos ingressarão automaticamente na fase de produção da NF-e, sendo considerados emissores voluntários até a data do início da vigência da obrigatoriedade. Iniciada a data de obrigatoriedade, cessa a voluntariedade e, com ela, a possibilidade de emitir documentos fiscais em papel, modelo 1 ou 1-A, que deverão ser substituídos, necessariamente, pela NF-e.
O contribuinte que esteja obrigado a emitir NF-e, modelo 55, em substituição à nota fiscal modelo 1 ou 1-A, cujo estabelecimento, eventualmente, não tenha sido credenciado, deverá providenciar o credenciamento de seu estabelecimento, conforme procedimentos previstos no site da SEFAZ de sua circunscrição.
De outro lado, o contribuinte que não pratique as atividades da obrigatoriedade mas tenha sido credenciado de ofício deverá procurar a repartição fiscal de sua jurisdição para providenciar a regularização de sua situação cadastral, modificando as atividades de seu cadastro que tenham vínculo com a obrigatoriedade para a seguir efetuar a anulação da informação de obrigatoriedade.
11. Os contribuintes obrigados a emitir NF-e poderão antecipar o início desta emissão?(Atualizado em 31/12/08)
Sim, qualquer contribuinte que o desejar poderá iniciar a emissão de NF-e em substituição à NF Mod. 1 ou 1-A, desde que esteja credenciado em produção em seu Estado.
12.Os estabelecimentos obrigados a emitir NF-e que optarem por antecipar sua emissão anteciparão também a data inicial da obrigatoriedade de emissão de NF-e?(Atualizado em 31/12/08)
Não. Os estabelecimentos obrigados a emitir NF-e que anteciparem a data de seu uso serão considerados emissores voluntários até que chegue a data inicial da obrigatoriedade.
Enquanto não houver iniciado a obrigatoriedade, poderão emitir documentos fiscais em papel modelo 1 ou 1-A. Chamamos a atenção que este procedimento pode ser diferenciado em algumas UFs.
13. Quais CNAE´s geram a obrigatoriedade de emissão de NF-e?(Atualizado em 31/12/08)
A legislação não vinculou a obrigatoriedade de emissão de NF-e com nenhum código CNAE específico (principal ou secundário) em que o contribuinte esteja cadastrado junto aos órgãos públicos.
Praticando o contribuinte uma das atividades relacionadas na obrigatoriedade, ele deverá emitir Nota Fiscal Eletrônica, independentemente do CAE ou CNAE em que estiver inscrito. Na situação inversa, o contribuinte que não pratique as atividades da obrigatoriedade mas tenha sido credenciado de ofício deverá procurar a repartição fiscal de sua jurisdição para providenciar a regularização de sua situação cadastral, modificando as atividades de seu cadastro que tenham vínculo com a obrigatoriedade para a seguir efetuar a anulação da informação de obrigatoriedade.
14. Uma empresa credenciada a emitir NF-e deve substituir 100% de suas Notas Fiscais em papel pela Nota Fiscal Eletrônica? (Atualizado em 31/12/08)
O estabelecimento credenciado a emitir NF-e que não seja obrigado à sua emissão deverá emitir, preferencialmente, NF-e em substituição à nota fiscal em papel, modelo 1 ou 1-A.
Os estabelecimentos obrigados a emitir NF-e, após o início da obrigatoriedade prevista na legislação, devem emitir NF-e em todas as operações nas quais emitiriam nota fiscal modelo 1 ou 1A (salvo situações de exceção previstas na própria legislação da obrigatoriedade). No caso de a empresa obrigada ou voluntariamente credenciada emitir também cupom fiscal, nota fiscal a consumidor (modelo 2), ou outro documento fiscal (além de mod. 1 ou 1-A), deverá continuar emitindo-os, concomitantemente com a NF-e, pois a nota fiscal eletrônica substituirá apenas as operações anteriormente acobertadas por notas fiscais modelo 1 ou 1-A.
15. As médias e pequenas empresas também podem emitir NF-e?
Não há nenhuma restrição quanto ao porte das empresas emissoras de NF-e. Empresas voluntárias de pequeno e médio porte também poderão se credenciar como emissoras de NF-e.
16. Quais os procedimentos para que uma empresa interessada possa passar a emitir NF-e?
As empresas interessadas em emitir NF-e deverão, em resumo:
* Se não estiver credenciada sumariamente em decorrência da obrigatoriedade, solicitar seu credenciamento como emissoras de NF-e na Secretaria da Fazenda em que possua estabelecimentos. O credenciamento em uma unidade da federação não credencia a empresa perante as demais unidades, ou seja, a empresa deve solicitar credenciamento em todos os Estados em que possuir estabelecimentos e nos quais deseja emitir NF-e.
* Possuir certificação digital (possuir certificado digital, emitido por Autoridade Certificadora credenciado ao ICP-BR, contendo o CNPJ da empresa);
* Adaptar o seu sistema de faturamento para emitir a NF-e ou utilizar o “Emissor de NF-e”, para os casos de empresa de pequeno porte.
17. Qual a diferença entre os ambientes de homologação (teste) e de produção das Secretarias de Fazenda? (Atualizado em 31/12/08)
As NF-e enviadas para o ambiente de produção têm validade jurídica junto à SEFAZ e substituem as notas fiscais em papel modelo 1 ou 1A.
Os documentos enviados para o ambiente de homologação (testes) NÃO têm validade jurídica e NÃO substituem as notas fiscais em papel modelo 1 ou 1A.
18. Após o início da emissão de NF-e com validade jurídica a empresa poderá continuar os testes de seus sistemas? (Atualizado em 31/12/08)
Sim, ao credenciar-se como emissora de NF-e, a empresa continua habilitada a testar suas soluções tecnológicas de envio de NF-e no ambiente de testes da SEFAZ.
19. A obrigatoriedade em emitir a NF-e alcança as empresas enquadradas no Simples Nacional? (incluído em 01/01/09)
Sim. O fato de uma empresa estar enquadrada no Simples Nacional não a exclui da obrigatoriedade de emitir a NF-e, se ela praticar uma das atividades que tornem compulsória a adoção deste tipo de documento fiscal. Da mesma forma, as empresas enquadradas no Simples Nacional que não estiverem obrigadas poderão, voluntariamente, aderir à emissão de NF-e.
20. Para ser emissor da NF-e, a empresa precisa estar em dias com suas obrigações fiscais? (incluído em 01/01/09)
Atualmente a regularidade fiscal exigida para o contribuinte tornar-se emissor da NF-e diz respeito tão-somente a estar regularmente inscrito na Secretaria da Fazenda da sua unidade federada de origem, não havendo impedimentos decorrentes de outros débitos com o fisco para a empresa tornar-se emissora da NF-e.
21. Quem é responsável pelo credenciamento de empresas de outros Estados que utilizam Sefaz-Virtual? (incluído em 01/01/09)
A Sefaz-Virtual/RS e a Sefaz-Virtual/AN são responsáveis apenas pelo credenciamento de seus contribuintes (contribuintes do RS ou contribuintes exclusivamente da RFB). Os demais contribuintes, ainda que usuários do Sefaz Virtual (RS ou AN), deverão efetuar seu credenciamento na repartição fiscal da sua unidade federada.
22. Quando o contribuinte possui mais de um estabelecimento no Estado, precisa credenciar todos ou apenas um deles? (incluído em 01/01/09)
Na maior parte dos estados o credenciamento é feito por estabelecimento. Em alguns estados o credenciamento é feito por empresa (pela raiz do CNPJ), portanto, nesta questão o contribuinte deve seguir a legislação da circunscrição de sua filial.
23. Para solicitar o credenciamento na NF-e devo informar o CNPJ da matriz quando localizada em outro Estado ou da filial localizada no Estado de credenciamento? (incluído em 01/01/09)
Conforme definido na questão anterior, o procedimento vai depender da legislação do Estado da filial do contribuinte.
24. O acesso ao ambiente de teste e de produção está aberto para as empresas de software que desejarem desenvolver programas para a NF-e? (incluído em 01/01/09)
Atualmente o acesso aos ambientes da NF-e da SEFAZ, seja o de testes ou o de produção, somente é autorizado para contribuintes (ICMS/IPI)_devidamente credenciados como emissores da NF-e.
25. Ser usuário de processamento eletrônico de dados é condição para ser emissor de NF-e? (incluído em 01/01/09)
Não. Todo contribuinte que exercer uma atividade enquadrada na obrigatoriedade de emissão de NF-e deverá substituir as notas fiscais modelo 1 e 1-A por NF-e, independentemente de antes do início da obrigatoriedade ser usuária ou não de processamento eletrônico de dados.
26. O que o contribuinte fabricante de vinho ou cachaça que tenha auferido no exercício anterior receita bruta inferior a R$ 360.000,00 deve fazer para ser dispensado da obrigatoriedade de emitir NF-e? (incluído em 01/01/09)
O contribuinte que se enquadrar em um dos casos de dispensa da obrigatoriedade de emitir NF-e, descritos no § 2º da cláusula primeira do Protocolo ICMS 10/2007, deverá solicitar a dispensa de uso da NF-e, seguindo informações descritas na página NF-e do site da SEFAZ. A solicitação será analisada pela fiscalização da circunscrição do estabelecimento solicitante.
27. Em caso de troca de CNPJ, de fusão, incorporação e cisão de empresas, como fica o credenciamento? (incluído em 01/01/09)
Conforme definido na questão 22, o contribuinte deve seguir a legislação da circunscrição de sua filial.
28. Minha empresa estava obrigada a emitir NF-e devido às atividades desenvolvidas por uma de suas filiais. Essa filial acabou sendo fechada. Persiste a obrigatoriedade para os demais estabelecimentos? (incluído em 01/01/09)
A obrigatoriedade decorre das atividades praticadas pela empresa, e se a empresa não praticar em nenhum momento as atividades enquadradas na obrigatoriedade, nem de forma eventual e nem como atividade não-principal, não estará obrigada. No caso de uma empresa antes obrigada deixar de ser enquadrada na obrigatoriedade, continuará credenciada como emissora de NF-e, porém passará de emissora obrigada para emissora voluntária. Cabe ressaltar que a troca da situação de emissor obrigado para emissor voluntário deve ser solicitada à repartição fiscal da jurisdição do estabelecimento.
29. No caso de importação, a empresa é obrigada a emitir NF-e para todas as operações (importações, vendas, transferências, etc) ou somente para as importações das mercadorias introduzidas na obrigatoriedade pelo Protocolo ICMS 87/2008.(incluído em 01/01/09)
A obrigatoriedade de emissão de NF-e está restrita apenas às operações citadas no protocolo, caso a empresa não pratique outra atividade comercial descrita como obrigatória no Protocolo ICMS 10/07 e suas posteriores alterações.
Fonte: Portal nacional de Nota Fiscal Eletrônica
(Perguntas Frequentes)
1. O que é a Nota Fiscal Eletrônica - NF-e?
2. Já existe legislação aprovada sobre a NF-e?
3. Quais são as vantagens da NF-e?
4. Quais os tipos de documentos fiscais em papel que a NF-e substitui?
5. Para quais tipos de operações (ex: entrada, saída, importação, exportação, simples remessa) a NF-e pode ser utilizada?
6. Quais empresas e a partir de quando as empresas serão obrigadas à emissão de NF-e? As médias e pequenas empresas também devem emitir NF-e?
7. O que muda para meu cliente se minha empresa passar a utilizar NF-e em suas operações?
8. A Nota Fiscal Eletrônica e o seu documento auxiliar – DANFE - podem ser utilizados para documentar vendas de mercadorias a Órgãos Públicos (Administração Direta ou Indireta) e empresas públicas?
9. O destinatário da mercadoria poderá exigir receber a Nota Fiscal em papel modelo 1 ou 1A ao invés da Nota Fiscal Eletrônica?
10. As empresas obrigadas serão credenciadas de ofício pela Secretaria da Fazenda ou terão que providenciar seu credenciamento para emissão de NF-e?
11. Os contribuintes obrigados a emitir NF-e poderão antecipar o início desta emissão?
12. Os estabelecimentos obrigados a emitir NF-e que optarem por antecipar sua emissão anteciparão também a data inicial da obrigatoriedade de emissão de NF-e?
13. Quais CNAE´s geram a obrigatoriedade de emissão de NF-e?
14. Uma empresa credenciada a emitir NF-e deve substituir 100% de suas Notas Fiscais em papel pela Nota Fiscal Eletrônica?
15. As médias e pequenas empresas também podem emitir NF-e?
16. Quais os procedimentos para que uma empresa interessada possa passar a emitir NF-e?
17. Qual a diferença entre os ambientes de homologação (teste) e de produção das Secretarias de Fazenda?
18. Após o início da emissão de NF-e com validade jurídica a empresa poderá continuar os testes de seus sistemas?
19. A obrigatoriedade em emitir a NF-e alcança as empresas enquadradas no Simples Nacional? (incluído em 01/01/09)
20. Para ser emissor da NF-e, a empresa precisa estar em dias com suas obrigações fiscais? (incluído em 01/01/09)
21. Quem é responsável pelo credenciamento de empresas de outros Estados que utilizam Sefaz-Virtual? (incluído em 01/01/09)
22. Quando o contribuinte possui mais de um estabelecimento no Estado, precisa credenciar todos ou apenas um deles? (incluído em 01/01/09)
23. Para solicitar o credenciamento na NF-e devo informar o CNPJ da matriz quando localizada em outro Estado ou da filial localizada no Estado de credenciamento? (incluído em 01/01/09)
24. O acesso ao ambiente de teste e de produção está aberto para as empresas de software que desejarem desenvolver programas para a NF-e? (incluído em 01/01/09)
25. Ser usuário de processamento eletrônico de dados é condição para ser emissor de NF-e? (incluído em 01/01/09)
26. O que o contribuinte fabricante de vinho ou cachaça que tenha auferido no exercício anterior receita bruta inferior a R$ 360.000,00 deve fazer para ser dispensado da obrigatoriedade de emitir NF-e? (incluído em 01/01/09)
27. Em caso de troca de CNPJ, de fusão, incorporação e cisão de empresas, como fica o credenciamento? (incluído em 01/01/09)
28. O Estado pode credenciar de ofício emissores da NF-e ou o credenciamento sempre deverá ser solicitado pelo contribuinte? (incluído em 01/01/09)
29. No caso de importação, a empresa é obrigada a emitir NF-e para todas as operações (importações, vendas, transferências, etc) ou somente para as importações das mercadorias introduzidas na obrigatoriedade pelo Protocolo ICMS 87/2008.(incluído em 01/01/09)
Respostas
1. O que é a Nota Fiscal Eletrônica - NF-e?
Podemos conceituar a Nota Fiscal Eletrônica como sendo um documento de existência apenas digital, emitido e armazenado eletronicamente, com o intuito de documentar, para fins fiscais, uma operação de circulação de mercadorias ou uma prestação de serviços, ocorrida entre as partes. Sua validade jurídica é garantida pela assinatura digital do remetente (garantia de autoria e de integridade) e pela recepção, pelo Fisco, do documento eletrônico, antes da ocorrência do fato gerador.
2. Já existe legislação aprovada sobre a NF-e?(Atualizado em 31/12/08)
A Nota Fiscal Eletrônica tem validade em todos os Estados da Federação e já é uma realidade na legislação brasileira desde outubro de 2005, com a aprovação do Ajuste SINIEF 07/05 que instituiu nacionalmente a Nota Fiscal Eletrônica e o Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica – DANFE. Consulte a legislação no Portal da NF-e.
3. Quais são as vantagens da NF-e?
A Nota Fiscal Eletrônica proporciona benefícios a todos os envolvidos em uma transação comercial.
Para os emitentes da Nota Fiscal Eletrônica (vendedores) podemos citar os seguintes benefícios:
* Redução de custos de impressão do documento fiscal, uma vez que o documento é emitido eletronicamente. O modelo da NF-e contempla a impressão de um documento em papel, chamado de Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica (DANFE), cuja função é acompanhar o trânsito das mercadorias ou facilitar a consulta da respectiva NF-e na internet. Apesar de ainda haver, portanto, a impressão de um documento em papel, deve-se notar que este pode ser impresso em papel comum A4 (exceto papel jornal), geralmente em apenas uma via;
* Redução de custos de aquisição de papel, pelos mesmos motivos expostos acima;
* Redução de custos de armazenagem de documentos fiscais. Atualmente os documentos fiscais em papel devem ser guardados pelos contribuintes, para apresentação ao fisco pelo prazo decadencial. A redução de custo abrange não apenas o espaço físico necessário para adequada guarda de documentos fiscais como também toda a logística que se faz necessária para sua recuperação. Um contribuinte que emita, hipoteticamente, 100 Notas Fiscais por dia, contará com aproximadamente 2.000 notas por mês, acumulando cerca de 120.000 ao final de 5 anos. Ao emitir os documentos apenas eletronicamente a guarda do documento eletrônico continua sob responsabilidade do contribuinte, mas o custo do arquivamento digital é muito menor do que o custo do arquivamento físico;
* GED - Gerenciamento Eletrônico de Documentos: a NF-e é um documento eletrônico e não requer a digitalização do original em papel, o que permite a otimização dos processos de organização, guarda e gerenciamento de documentos eletrônicos, facilitando a recuperação e intercâmbio das informações;
* Simplificação de obrigações acessórias. Inicialmente a NF-e prevê dispensa de Autorização de Impressão de Documentos Fiscais – AIDF. No futuro outras obrigações acessórias poderão ser simplificadas ou eliminadas com a adoção da NF-e;
* Redução de tempo de parada de caminhões em Postos Fiscais de Fronteira. Com a NF-e, os processos de fiscalização realizados nos postos fiscais de fiscalização de mercadorias em trânsito serão simplificados, reduzindo o tempo de parada dos veículos de cargas nestas unidades de fiscalização;
* Incentivo a uso de relacionamentos eletrônicos com clientes (B2B). O B2B (business-to-business) é uma das formas de comércio eletrônico existentes e envolve as empresas (relação “empresa - à - empresa”). Com o advento da NF-e, espera-se que tal relacionamento seja efetivamente impulsionado pela utilização de padrões abertos de comunicação pela Internet e pela segurança trazida pela certificação digital.
Para as empresas destinatárias de Notas Fiscais (compradoras), podemos citar os seguintes benefícios:
* Eliminação de digitação de notas fiscais na recepção de mercadorias, uma vez que poderá adaptar seus sistemas para extrair as informações, já digitais, do documento eletrônico recebido. Isso pode representar redução de custos de mão-de-obra para efetuar a digitação, bem como a redução de possíveis erros de digitação de informações;
* Planejamento de logística de recepção de mercadorias pelo conhecimento antecipado da informação da NF-e, pois a previsibilidade das mercadorias a caminho permitirá prévia conferência da Nota Fiscal com o pedido, quantidade e preço, permitindo, além de outros benefícios, o uso racional de docas e áreas de estacionamento para caminhões;
* Redução de erros de escrituração devido à eliminação de erros de digitação de notas fiscais;
* GED - Gerenciamento Eletrônico de Documentos, conforme os motivos expostos nos benefícios das empresas emitentes;
* Incentivo a uso de relacionamentos eletrônicos com fornecedores (B2B), pelos motivos já expostos anteriormente.
Benefícios para a Sociedade:
* Redução do consumo de papel, com impacto positivo em termos ecológicos;
* Incentivo ao comércio eletrônico e ao uso de novas tecnologias;
* Padronização dos relacionamentos eletrônicos entre empresas;
* Surgimento de oportunidades de negócios e empregos na prestação de serviços ligados a NF-e.
Benefícios para os Contabilistas:
* Facilitação e simplificação da Escrituração Fiscal e contábil;
* GED - Gerenciamento Eletrônico de Documentos, conforme os motivos expostos nos benefícios das empresas emitentes;
* Oportunidades de serviços e consultoria ligados à NF-e.
Benefícios para o Fisco:
* Aumento na confiabilidade da Nota Fiscal;
* Melhoria no processo de controle fiscal, possibilitando um melhor intercâmbio e compartilhamento de informações entre os fiscos;
* Redução de custos no processo de controle das notas fiscais capturadas pela fiscalização de mercadorias em trânsito;
* Diminuição da sonegação e aumento da arrecadação sem aumento de carga tributária;
* GED - Gerenciamento Eletrônico de Documentos, conforme os motivos expostos nos benefícios das empresas emitentes;
* Suporte aos projetos de escrituração eletrônica contábil e fiscal da Secretaria da Receita Federal e demais Secretarias de Fazendas Estaduais (Sistema Público de Escrituração Digital – SPED).
4. Quais os tipos de documentos fiscais em papel que a NF-e substitui?
Atualmente a legislação nacional permite que a NF-e substitua apenas a chamada nota fiscal modelo 1 / 1A, que é utilizada, em regra, para documentar transações comerciais com mercadorias entre pessoas jurídicas.
Não se destina a substituir os outros modelos de documentos fiscais existentes na legislação como, por exemplo, a Nota Fiscal a Consumidor (modelo 2) ou o Cupom Fiscal.
Os documentos que não foram substituídos pela NF-e devem continuar a ser emitidos de acordo com a legislação em vigor.
5. Para quais tipos de operações (ex: entrada, saída, importação, exportação, simples remessa) a NF-e pode ser utilizada?
A NF-e substitui a nota fiscal modelo 1 e 1-A em todas as hipóteses previstas na legislação em que esses documentos possam ser utilizados. Isso inclui, por exemplo: a Nota Fiscal de entrada, operações de importação, operações de exportação, operações interestaduais ou ainda operações de simples remessa.
6. Quais empresas e a partir de quando as empresas serão obrigadas à emissão de NF-e? As médias e pequenas empresas também devem emitir NF-e?(Atualizado em 31/12/08)
O Protocolo ICMS 30/07 de 06/07/2007, alterou disposições do Protocolo ICMS 10/07 e estabeleceu a obrigatoriedade de utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) a partir de 1º de abril de 2008, para os contribuintes:
I - fabricantes de cigarros;
II - distribuidores de cigarros;
III - produtores, formuladores e importadores de combustíveis líquidos, assim definidos e autorizados por órgão federal competente;
IV - distribuidores de combustíveis líquidos, assim definidos e autorizados por órgão federal competente;
V - transportadores e revendedores retalhistas – TRR, assim definidos e autorizados por órgão federal competente.
O Protocolo ICMS 88/07 de 14/12/2007, alterou disposições do Protocolo ICMS 10/07 e estabeleceu a obrigatoriedade de utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) a partir de 1º setembro de 2008, para os contribuintes:
VI - fabricantes de automóveis, camionetes, utilitários, caminhões, ônibus e motocicletas;
VII - fabricantes de cimento;
VIII – fabricantes, distribuidores e comerciante atacadista de medicamentos alopáticos para uso humano;
IX – frigoríficos e atacadistas que promoverem as saídas de carnes frescas, refrigeradas ou congeladas das espécies bovinas, suínas, bufalinas e avícola;
X - fabricantes de bebidas alcoólicas inclusive cervejas e chopes;
XI – fabricantes de refrigerantes;
XII – agentes que assumem o papel de fornecedores de energia elétrica, no âmbito da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – CCEE;
XIII – fabricantes de semi-acabados, laminados planos ou longos, relaminados, trefilados e perfilados de aço;
XIV – fabricantes de ferro-gusa.
O Protocolo ICMS 68/08 de 14/07/2008, alterou disposições do Protocolo ICMS 10/07, mudando a obrigatoriedade de utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) para os seguimentos descritos nos itens VI a XIV, do parágrafo anterior, para 01/12/2008 e estabeleceu a obrigatoriedade a partir de 01/04/2009 para os seguintes contribuintes:
XV - importadores de automóveis, camionetes, utilitários, caminhões, ônibus e motocicletas;
XVI - fabricantes e importadores de baterias e acumuladores para veículos automotores;
XVII - fabricantes de pneumáticos e de câmaras-de-ar;
XVIII - fabricantes e importadores de autopeças;
XIX - produtores, formuladores, importadores e distribuidores de solventes derivados de petróleo, assim definidos e autorizados por órgão federal competente;
XX - comerciantes atacadistas a granel de solventes derivados de petróleo;
XXI - produtores, importadores e distribuidores de lubrificantes e graxas derivados de petróleo, assim definidos e autorizados por órgão federal competente;
XXII - comerciantes atacadistas a granel de lubrificantes e graxas derivados de petróleo;
XXIII - produtores, importadores, distribuidores a granel, engarrafadores e revendedores atacadistas a granel de álcool para outros fins;
XXIV – produtores, importadores e distribuidores de GLP – gás liquefeito de petróleo ou de GLGN - gás liquefeito de gás natural, assim definidos e autorizados por órgão federal competente;
XXV – produtores, importadores e distribuidores de GNV – gás natural veicular, assim definidos e autorizados por órgão federal competente;
XXVI - atacadistas de produtos siderúrgicos e ferro gusa;
XXVII - fabricantes de alumínio, laminados e ligas de alumínio;
XXVIII - fabricantes de vasilhames de vidro, garrafas PET e latas para bebidas alcoólicas e refrigerantes;
XXIX - fabricantes e importadores de tintas, vernizes, esmaltes e lacas;
XXX - fabricantes e importadores de resinas termoplásticas;
XXXI - distribuidores, atacadistas ou importadores de bebidas alcoólicas, inclusive cervejas e chopes;
XXXII - distribuidores, atacadistas ou importadores de refrigerantes;
XXXIII - fabricantes, distribuidores, atacadistas ou importadores de extrato e xarope utilizados na fabricação de refrigerantes;
XXXIV - atacadistas de bebidas com atividade de fracionamento e acondicionamento associada;
XXXV - atacadistas de fumo;
XXXVI - fabricantes de cigarrilhas e charutos;
XXXVII - fabricantes e importadores de filtros para cigarros;
XXXVIII - fabricantes e importadores de outros produtos do fumo, exceto cigarros, cigarrilhas e charutos;
XXXIX - processadores industriais do fumo.
O Protocolo ICMS 87/08 de 26/09/2008, alterou disposições do Protocolo ICMS 10/07, estabelecendo a obrigatoriedade a partir de 01/09/2009 para os seguintes contribuintes:
XL - fabricantes de cosméticos, produtos de perfumaria e de higiene pessoal;
XLI - fabricantes de produtos de limpeza e de polimento;
XLII - fabricantes de sabões e detergentes sintéticos;
XLIII - fabricantes de alimentos para animais;
XLIV - fabricantes de papel;
XLV - fabricantes de produtos de papel, cartolina, papel-cartão e papelão ondulado para uso comercial e de escritório;
XLVI - fabricantes e importadores de componentes eletrônicos;
XLVII - fabricantes e importadores de equipamentos de informática e de periféricos para equipamentos de informática;
XLVIII - fabricantes e importadores de equipamentos transmissores de comunicação, pecas e acessórios;
XLIX - fabricantes e importadores de aparelhos de recepção, reprodução, gravação e amplificação de áudio e vídeo;
L - estabelecimentos que realizem reprodução de vídeo em qualquer suporte;
LI - estabelecimentos que realizem reprodução de som em qualquer suporte;
LII - fabricantes e importadores de mídias virgens, magnéticas e ópticas;
LIII - fabricantes e importadores de aparelhos telefônicos e de outros equipamentos de comunicação, peças e acessórios;
LIV - fabricantes de aparelhos eletromédicos e eletroterapeuticos e equipamentos de irradiação;
LV - fabricantes e importadores de pilhas, baterias e acumuladores elétricos, exceto para veículos automotores;
LVI - fabricantes e importadores de material elétrico para instalações em circuito de consumo;
LVII - fabricantes e importadores de fios, cabos e condutores elétricos isolados;
LVIII - fabricantes e importadores de material elétrico e eletrônico para veículos automotores, exceto baterias;
LIX - fabricantes e importadores de fogões, refrigeradores e maquinas de lavar e secar para uso domestico, peças e acessórios;
LX - estabelecimentos que realizem moagem de trigo e fabricação de derivados de trigo;
LXI - atacadistas de café em grão;
LXII - atacadistas de café torrado, moído e solúvel;
LXIII - produtores de café torrado e moído, aromatizado;
LXIV - fabricantes de óleos vegetais refinados, exceto óleo de milho;
LXV - fabricantes de defensivos agrícolas;
LXVI - fabricantes de adubos e fertilizantes;
LXVII - fabricantes de medicamentos homeopáticos para uso humano;
LXVIII - fabricantes de medicamentos fitoterápicos para uso humano;
LXIX - fabricantes de medicamentos para uso veterinário;
LXX - fabricantes de produtos farmoquímicos;
LXXI - atacadistas e importadores de malte para fabricação de bebidas alcoólicas;
LXXII - fabricantes e atacadistas de laticínios;
LXXIII - fabricantes de artefatos de material plástico para usos industriais;
LXXIV - fabricantes de tubos de aço sem costura;
LXXV - fabricantes de tubos de aço com costura;
LXXVI - fabricantes e atacadistas de tubos e conexões em PVC e cobre;
LXXVII - fabricantes de artefatos estampados de metal;
LXXVIII - fabricantes de produtos de trefilados de metal, exceto padronizados;
LXXIX - fabricantes de cronômetros e relógios;
LXXX - fabricantes de equipamentos e instrumentos ópticos, peças e acessórios;
LXXXI - fabricantes de equipamentos de transmissão ou de rolamentos, para fins industriais;
LXXXII - fabricantes de máquinas, equipamentos e aparelhos para transporte e elevação de cargas, peças e acessórios;
LXXXIII - fabricantes de aparelhos e equipamentos de ar condicionado para uso não-industrial;
LXXXIV - serrarias com desdobramento de madeira;
LXXXV - fabricantes de artefatos de joalheria e ourivesaria;
LXXXVI - fabricantes de tratores, peças e acessórios, exceto agrícolas;
LXXXVII -fabricantes e atacadistas de pães, biscoitos e bolacha;
LXXXVIII - fabricantes e atacadistas de vidros planos e de segurança;
LXXXIX - atacadistas de mercadoria em geral, com predominância de produtos alimentícios;
XC - concessionários de veículos novos;
XCI – fabricantes e importadores de pisos e revestimentos cerâmicos;
XCII - tecelagem de fios de fibras têxteis;
XCIII - preparação e fiação de fibras têxteis;”;
Para os demais contribuintes, a estratégia de implantação nacional é que estes, voluntariamente e gradualmente, independente do porte, se interessem por ser emissores da Nota Fiscal Eletrônica.
A obrigatoriedade se aplica a todas as operações efetuadas em todos os estabelecimentos dos contribuintes referidos acima, ficando vedada a emissão de nota fiscal, modelo 1 ou 1-A. Excepcionalmente, a cláusula segunda do Protocolo ICMS 10/2007, estabelece os casos especiais onde são permitas a emissão de notas fiscais modelos 1 e 1A, conforme apresentado abaixo:
A obrigatoriedade de emissão de Nota Fiscal Eletrônica - NF-e, modelo 55, em substituição a Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, não se aplica:
* ao estabelecimento do contribuinte onde não se pratique e nem se tenha praticado as atividades listadas acima há pelo menos 12 (doze) meses, ainda que a atividade seja realizada em outros estabelecimentos do mesmo titular;
* na hipótese das operações realizadas fora do estabelecimento, relativas às saídas de mercadorias remetidas sem destinatário certo, desde que os documentos fiscais relativos à remessa e ao retorno sejam NF-e.
* nas hipóteses dos contribuintes citados nos itens II, XXXI d XXXII, às operações praticadass por estabelecimento que tenha como atividade preponderante o comércio atacadista, desde que o valor das operações com cigarros ou bebidas não ultrapasse 5% (cinco por cento) do valor total das saídas do exercício anterior;
* na hipótese dos fabricantes de bebidas alcoólicas inclusive cervejas e chopes, ao fabricante de aguardente (cachaça) e vinho que aufira receita bruta anual inferior a R$ 360.000,00 (trezentos e sessenta mil) reais.
7. O que muda para meu cliente se minha empresa passar a utilizar NF-e em suas operações?(Atualizado em 31/12/08)
A principal mudança para os destinatários da NF-e, seja ele emissor ou não deste documento, é a obrigação de verificar a validade da assinatura digital e a autenticidade do arquivo digital, bem como a concessão da Autorização de Uso da NF-e mediante consulta eletrônica nos sites das Secretarias de Fazenda ou Portal Nacional da Nota Fiscal Eletrônica (www.nfe.fazenda.gov.br). Importante observar que o emitente da NF-e é obrigado a encaminhar ou disponibilizar download do arquivo XML da NF-e e seu respectivo protocolo de autorização para o destinatário, conforme definido no Ajuste SINIEF 11/08, cláusula segunda, Inciso I;
Para verificar a validade da assinatura e autenticidade do arquivo digital o destinatário tem à disposição o aplicativo “visualizador”, desenvolvido pela Receita Federal do Brasil - disponível na opção “download” do Portal Nacional da NF-e (www.nfe.fazenda.gov.br).
O emitente e o destinatário da NF-e deverão conservar a NF-e em arquivo digital pelo prazo previsto na legislação, para apresentação ao fisco quando solicitado, e utilizar o código “55” na escrituração da NF-e para identificar o modelo.
Caso o cliente não seja credenciado a emitir NF-e, alternativamente à conservação do arquivo digital já mencionada, ele poderá conservar o DANFE relativo à NF-e e efetuar a escrituração da NF-e com base nas informações contidas no DANFE, desde que feitas as verificações citadas acima.
Atenção: Relativamente às operações em que seja obrigatória a emissão da NF-e, o destinatário deverá exigir a sua emissão, sendo vedada a recepção de mercadoria cujo transporte tenha sido acompanhado por outro documento fiscal, ressalvada a hipótese prevista na emissão de DANFE em formulário de segurança devido à problemas técnicos na emissão da NF-e.
8. A Nota Fiscal Eletrônica e o seu documento auxiliar – DANFE - podem ser utilizados para documentar vendas de mercadorias a Órgãos Públicos (Administração Direta ou Indireta) e empresas públicas?(Atualizado em 31/12/08)
Sim, a Nota Fiscal Eletrônica pode ser utilizada em substituição à Nota Fiscal em papel modelo 1 ou 1A em todas as operações documentadas por este tipo de documento fiscal, inclusive nas vendas a Órgãos Públicos e empresas públicas.
O DANFE (Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica) é uma representação gráfica simplificada da NF-e e tem como funções, dentre outras, conter a chave de acesso da NF-e (permitindo assim a consulta às suas informações na Internet) e acompanhar a mercadoria em trânsito.
O Órgão Público receberá o DANFE juntamente com a mercadoria e deverá realizar a verificação da validade da assinatura digital e a autenticidade do arquivo digital da NF-e (o destinatário tem à disposição o aplicativo “visualizador”, desenvolvido pela Receita Federal do Brasil) e a concessão da Autorização de Uso da NF-e, mediante consulta eletrônica à Secretaria da Fazenda ou Portal Nacional da NF-e.
Realizada a consulta descrita acima e verificada a existência e a validade da NF-e, o DANFE poderá ser utilizado como documento hábil para a comprovação documental junto ao Tribunal de Contas, em substituição às notas fiscais em papel modelos 1 e 1A.
9. O destinatário da mercadoria poderá exigir receber a Nota Fiscal em papel modelo 1 ou 1A ao invés da Nota Fiscal Eletrônica?(Atualizado em 31/12/08)
Não, esta exigência não poderá ser feita pelos destinatários.
Nos casos em que o emitente for obrigado ao uso da NF-e, a obrigatoriedade de emissão de NF-e aplica se a todas as operações praticadas em todos os estabelecimentos, sendo vedada a emissão de nota fiscal, modelo 1 ou 1-A.
Os contribuintes emitentes que não são obrigados a emitirem NF-e, pois decidiram a adoção do modelo de forma espontânea, deverão, preferencialmente, emitir NF-e, cabendo a eles a decisão da emissão da nota fiscal modelo 1 ou 1A ou Nota Fiscal Eletrônica, conforme sua conveniência.
Atenção: Relativamente às operações em que seja obrigatória a emissão da NF-e, o destinatário deverá exigir a sua emissão, sendo vedada a recepção de mercadoria cujo transporte tenha sido acompanhado por outro documento fiscal, ressalvada a hipótese prevista na emissão de DANFE em formulário de segurança devido à problemas técnicos na emissão da NF-e, bem como nos casos de excepcionalidades definidas na legislação.
10. As empresas obrigadas serão credenciadas de ofício pela Secretaria da Fazenda ou terão que providenciar seu credenciamento para emissão de NF-e?(Atualizado em 31/12/08)
Com o aumento do número de segmentos obrigados, Secretarias de Fazenda credenciaram sumariamente os estabelecimentos identificados como obrigados. Esses estabelecimentos ingressarão automaticamente na fase de produção da NF-e, sendo considerados emissores voluntários até a data do início da vigência da obrigatoriedade. Iniciada a data de obrigatoriedade, cessa a voluntariedade e, com ela, a possibilidade de emitir documentos fiscais em papel, modelo 1 ou 1-A, que deverão ser substituídos, necessariamente, pela NF-e.
O contribuinte que esteja obrigado a emitir NF-e, modelo 55, em substituição à nota fiscal modelo 1 ou 1-A, cujo estabelecimento, eventualmente, não tenha sido credenciado, deverá providenciar o credenciamento de seu estabelecimento, conforme procedimentos previstos no site da SEFAZ de sua circunscrição.
De outro lado, o contribuinte que não pratique as atividades da obrigatoriedade mas tenha sido credenciado de ofício deverá procurar a repartição fiscal de sua jurisdição para providenciar a regularização de sua situação cadastral, modificando as atividades de seu cadastro que tenham vínculo com a obrigatoriedade para a seguir efetuar a anulação da informação de obrigatoriedade.
11. Os contribuintes obrigados a emitir NF-e poderão antecipar o início desta emissão?(Atualizado em 31/12/08)
Sim, qualquer contribuinte que o desejar poderá iniciar a emissão de NF-e em substituição à NF Mod. 1 ou 1-A, desde que esteja credenciado em produção em seu Estado.
12.Os estabelecimentos obrigados a emitir NF-e que optarem por antecipar sua emissão anteciparão também a data inicial da obrigatoriedade de emissão de NF-e?(Atualizado em 31/12/08)
Não. Os estabelecimentos obrigados a emitir NF-e que anteciparem a data de seu uso serão considerados emissores voluntários até que chegue a data inicial da obrigatoriedade.
Enquanto não houver iniciado a obrigatoriedade, poderão emitir documentos fiscais em papel modelo 1 ou 1-A. Chamamos a atenção que este procedimento pode ser diferenciado em algumas UFs.
13. Quais CNAE´s geram a obrigatoriedade de emissão de NF-e?(Atualizado em 31/12/08)
A legislação não vinculou a obrigatoriedade de emissão de NF-e com nenhum código CNAE específico (principal ou secundário) em que o contribuinte esteja cadastrado junto aos órgãos públicos.
Praticando o contribuinte uma das atividades relacionadas na obrigatoriedade, ele deverá emitir Nota Fiscal Eletrônica, independentemente do CAE ou CNAE em que estiver inscrito. Na situação inversa, o contribuinte que não pratique as atividades da obrigatoriedade mas tenha sido credenciado de ofício deverá procurar a repartição fiscal de sua jurisdição para providenciar a regularização de sua situação cadastral, modificando as atividades de seu cadastro que tenham vínculo com a obrigatoriedade para a seguir efetuar a anulação da informação de obrigatoriedade.
14. Uma empresa credenciada a emitir NF-e deve substituir 100% de suas Notas Fiscais em papel pela Nota Fiscal Eletrônica? (Atualizado em 31/12/08)
O estabelecimento credenciado a emitir NF-e que não seja obrigado à sua emissão deverá emitir, preferencialmente, NF-e em substituição à nota fiscal em papel, modelo 1 ou 1-A.
Os estabelecimentos obrigados a emitir NF-e, após o início da obrigatoriedade prevista na legislação, devem emitir NF-e em todas as operações nas quais emitiriam nota fiscal modelo 1 ou 1A (salvo situações de exceção previstas na própria legislação da obrigatoriedade). No caso de a empresa obrigada ou voluntariamente credenciada emitir também cupom fiscal, nota fiscal a consumidor (modelo 2), ou outro documento fiscal (além de mod. 1 ou 1-A), deverá continuar emitindo-os, concomitantemente com a NF-e, pois a nota fiscal eletrônica substituirá apenas as operações anteriormente acobertadas por notas fiscais modelo 1 ou 1-A.
15. As médias e pequenas empresas também podem emitir NF-e?
Não há nenhuma restrição quanto ao porte das empresas emissoras de NF-e. Empresas voluntárias de pequeno e médio porte também poderão se credenciar como emissoras de NF-e.
16. Quais os procedimentos para que uma empresa interessada possa passar a emitir NF-e?
As empresas interessadas em emitir NF-e deverão, em resumo:
* Se não estiver credenciada sumariamente em decorrência da obrigatoriedade, solicitar seu credenciamento como emissoras de NF-e na Secretaria da Fazenda em que possua estabelecimentos. O credenciamento em uma unidade da federação não credencia a empresa perante as demais unidades, ou seja, a empresa deve solicitar credenciamento em todos os Estados em que possuir estabelecimentos e nos quais deseja emitir NF-e.
* Possuir certificação digital (possuir certificado digital, emitido por Autoridade Certificadora credenciado ao ICP-BR, contendo o CNPJ da empresa);
* Adaptar o seu sistema de faturamento para emitir a NF-e ou utilizar o “Emissor de NF-e”, para os casos de empresa de pequeno porte.
17. Qual a diferença entre os ambientes de homologação (teste) e de produção das Secretarias de Fazenda? (Atualizado em 31/12/08)
As NF-e enviadas para o ambiente de produção têm validade jurídica junto à SEFAZ e substituem as notas fiscais em papel modelo 1 ou 1A.
Os documentos enviados para o ambiente de homologação (testes) NÃO têm validade jurídica e NÃO substituem as notas fiscais em papel modelo 1 ou 1A.
18. Após o início da emissão de NF-e com validade jurídica a empresa poderá continuar os testes de seus sistemas? (Atualizado em 31/12/08)
Sim, ao credenciar-se como emissora de NF-e, a empresa continua habilitada a testar suas soluções tecnológicas de envio de NF-e no ambiente de testes da SEFAZ.
19. A obrigatoriedade em emitir a NF-e alcança as empresas enquadradas no Simples Nacional? (incluído em 01/01/09)
Sim. O fato de uma empresa estar enquadrada no Simples Nacional não a exclui da obrigatoriedade de emitir a NF-e, se ela praticar uma das atividades que tornem compulsória a adoção deste tipo de documento fiscal. Da mesma forma, as empresas enquadradas no Simples Nacional que não estiverem obrigadas poderão, voluntariamente, aderir à emissão de NF-e.
20. Para ser emissor da NF-e, a empresa precisa estar em dias com suas obrigações fiscais? (incluído em 01/01/09)
Atualmente a regularidade fiscal exigida para o contribuinte tornar-se emissor da NF-e diz respeito tão-somente a estar regularmente inscrito na Secretaria da Fazenda da sua unidade federada de origem, não havendo impedimentos decorrentes de outros débitos com o fisco para a empresa tornar-se emissora da NF-e.
21. Quem é responsável pelo credenciamento de empresas de outros Estados que utilizam Sefaz-Virtual? (incluído em 01/01/09)
A Sefaz-Virtual/RS e a Sefaz-Virtual/AN são responsáveis apenas pelo credenciamento de seus contribuintes (contribuintes do RS ou contribuintes exclusivamente da RFB). Os demais contribuintes, ainda que usuários do Sefaz Virtual (RS ou AN), deverão efetuar seu credenciamento na repartição fiscal da sua unidade federada.
22. Quando o contribuinte possui mais de um estabelecimento no Estado, precisa credenciar todos ou apenas um deles? (incluído em 01/01/09)
Na maior parte dos estados o credenciamento é feito por estabelecimento. Em alguns estados o credenciamento é feito por empresa (pela raiz do CNPJ), portanto, nesta questão o contribuinte deve seguir a legislação da circunscrição de sua filial.
23. Para solicitar o credenciamento na NF-e devo informar o CNPJ da matriz quando localizada em outro Estado ou da filial localizada no Estado de credenciamento? (incluído em 01/01/09)
Conforme definido na questão anterior, o procedimento vai depender da legislação do Estado da filial do contribuinte.
24. O acesso ao ambiente de teste e de produção está aberto para as empresas de software que desejarem desenvolver programas para a NF-e? (incluído em 01/01/09)
Atualmente o acesso aos ambientes da NF-e da SEFAZ, seja o de testes ou o de produção, somente é autorizado para contribuintes (ICMS/IPI)_devidamente credenciados como emissores da NF-e.
25. Ser usuário de processamento eletrônico de dados é condição para ser emissor de NF-e? (incluído em 01/01/09)
Não. Todo contribuinte que exercer uma atividade enquadrada na obrigatoriedade de emissão de NF-e deverá substituir as notas fiscais modelo 1 e 1-A por NF-e, independentemente de antes do início da obrigatoriedade ser usuária ou não de processamento eletrônico de dados.
26. O que o contribuinte fabricante de vinho ou cachaça que tenha auferido no exercício anterior receita bruta inferior a R$ 360.000,00 deve fazer para ser dispensado da obrigatoriedade de emitir NF-e? (incluído em 01/01/09)
O contribuinte que se enquadrar em um dos casos de dispensa da obrigatoriedade de emitir NF-e, descritos no § 2º da cláusula primeira do Protocolo ICMS 10/2007, deverá solicitar a dispensa de uso da NF-e, seguindo informações descritas na página NF-e do site da SEFAZ. A solicitação será analisada pela fiscalização da circunscrição do estabelecimento solicitante.
27. Em caso de troca de CNPJ, de fusão, incorporação e cisão de empresas, como fica o credenciamento? (incluído em 01/01/09)
Conforme definido na questão 22, o contribuinte deve seguir a legislação da circunscrição de sua filial.
28. Minha empresa estava obrigada a emitir NF-e devido às atividades desenvolvidas por uma de suas filiais. Essa filial acabou sendo fechada. Persiste a obrigatoriedade para os demais estabelecimentos? (incluído em 01/01/09)
A obrigatoriedade decorre das atividades praticadas pela empresa, e se a empresa não praticar em nenhum momento as atividades enquadradas na obrigatoriedade, nem de forma eventual e nem como atividade não-principal, não estará obrigada. No caso de uma empresa antes obrigada deixar de ser enquadrada na obrigatoriedade, continuará credenciada como emissora de NF-e, porém passará de emissora obrigada para emissora voluntária. Cabe ressaltar que a troca da situação de emissor obrigado para emissor voluntário deve ser solicitada à repartição fiscal da jurisdição do estabelecimento.
29. No caso de importação, a empresa é obrigada a emitir NF-e para todas as operações (importações, vendas, transferências, etc) ou somente para as importações das mercadorias introduzidas na obrigatoriedade pelo Protocolo ICMS 87/2008.(incluído em 01/01/09)
A obrigatoriedade de emissão de NF-e está restrita apenas às operações citadas no protocolo, caso a empresa não pratique outra atividade comercial descrita como obrigatória no Protocolo ICMS 10/07 e suas posteriores alterações.
Fonte: Portal nacional de Nota Fiscal Eletrônica
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