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28 de dez. de 2010

Outsourcing

Com certeza você já ouviu falar em outsourcing, não é? Muito em moda hoje em dia, essa palavra aparentemente complicada tem sido usada no mercado como sinônimo de terceirização. Ou seja: uma companhia está praticando o outsourcing quando contrata profissionais de empresas prestadoras de serviços, em caráter temporário.

A terceirização não é algo novo no mercado. Há anos ocorre em várias áreas das empresas e de uns tempos pra cá vem atingindo também o setor de TI das corporações.

Existe atualmente uma forte tendência das empresas a terceirizar tudo o que não se refere ao seu core-business, e isso muitas vezes inclui o setor de tecnologia. Toda a parte operacional das empresas está sendo feita por pessoas de fora das companhias, enquanto as empresas concentram a parte de negócios, os setores estratégicos – confirma a consultora da Foco RH, Renata Schmidt.

Fonte: Revista TI

22 de dez. de 2010

Pastor fala sobre o efeito democratizante das mídias sociais na religião

Alguns domingos atrás, após pregar um sermão sobre a evolução dos rituais de Natal, o pastor Corey Baker (foto) usou seu celular para postar um comentário no Twitter. Líder da Primeira Assembléia de West, uma pequena igreja em Cape Coral, Flórida, Baker tem conta no Twitter, perfil no Facebook, um canal no YouTube, disponibiliza seus sermões como podcasts no iTunes e mantém um blog.

“Sinto que meu trabalho como pastor é fazer contato e relacionar-me com as pessoas”, diz ele. “É para isso que uso essas coisas.”

O use de mídias sociais pelos religiosos está crescendo muito, tanto nas igrejas menores e conservadoras, quanto nas megaigrejas, diz Sarah Bailey Pulliam, editora da revista Christianity Today.

“A preocupação de que as mídias sociais possa prejudicar a reunião das pessoas para adorarem juntas está desaparecendo”, diz ela. “Você tem que usar com cautela, como qualquer outra coisa”, diz Baker. “Não é Facebook que provoca essa desconfiança, são as pessoas.”

O uso de mídias sociais não tem a bênção de todos os líderes religiosos. No mês passado, um pastor de New Jersey chamou o Facebook de um “assassino de casamentos”. Um grupo de rabinos de Nova York escreveu uma reflexão em um blog sobre a necessidade (ou não) de as pessoas fazerem um “jejum de Facebook” durante a Páscoa. Ano passado, o Papa Bento 16 alertou os católicos romanos para não permitem que as relações virtuais se sobreponham às reais.

0 O efeito democratizante das mídias sociais na religiãoA igreja Mars Hill, sediada em Seattle, que possui de mais de 10 mil membros em nove locais de reunião diferentes, é uma usuário constante do Facebook, Twitter e YouTube, afirma Nick Bogardus, porta-voz da igreja. Mark Driscoll, seu pastor e fundador (foto), tem cerca de 160 mil seguidores no Facebook e no Twitter, e a igreja possui cerca de 60 mil amigos e seguidores nesses novos meios de comunicação, assegura Bogardus.
Com certeza, as mídia sociais “abrem uma oportunidade para criar relacionamentos de verdade”, acrescenta o porta-voz. Como exemplo, ele menciona uma mãe solteira que visitou a igreja pela primeira vez e postou um agradecimento pelo sermão no Facebook na segunda-feira seguinte.

“Pastor Mark respondeu a ela, dizendo: ‘Por favor, procure a mim ou outro de nossos pastores da próxima vez que vier, assim poderemos nos conhecer melhor’”, lembra Bogardus.

Para o rabino Jeremy Barras, do Templo Beth-El, de Fort Myers, Flórida, o Facebook é uma ótima maneira de manter contato com membros mais jovens da sinagoga. “É incrível, pois você pode telefonar ou mandar um e-mail para eles e nunca receber uma resposta”, diz Barras. “Mas basta mandar uma mensagem no Facebook e você recebe uma resposta em poucos minutos.”

“Ao longo da história, os líderes religiosos sempre foram resistentes às novas tecnologias de seu tempo, seja a imprensa, o rádio ou a TV”, diz Dell deChant, professor e presidente adjunto de estudos religiosos na Universidade do Sul da Flórida, em Tampa. “Mas a era digital parece ter um impacto singular. As redes sociais tendem a ser uma influência democratizante. Todo mundo pode dar sua opinião e geralmente não é assim que a religião funciona”, acredita DeChant.

Howard Coachman, 59 anos, é membro da Primeira Assembléia de West. Ele diz que ter o seu pastor como amigo no Facebook lembra-lhe de editar suas postagens. “Isso me impede de falar o que não devo, porque penso, ‘o pastor Corey pode ler isso’”, afirma Coachman.

Fonte: USA Today/ Jarbas Aragão/Pavablog

Via: www.guiame.com.br

20 de dez. de 2010

Facebook, uma história de cinema

Nas últimas 24 horas, mais de 250 milhões de pessoas entraram no Facebook, e você talvez faça parte desse grupo. Elas dividiram com seus amigos 1 bilhão de informações em um único dia, quase 42 milhões por hora: links de notícias interessantes, vídeos engraçados do YouTube, fotos do passeio do final de semana, desejos de feliz aniversário. Festejaram o nascimento de crianças, comentaram o começo de namoros e o fim de casamentos.

Falaram de política e de religião. Jogaram pôquer e cuidaram de sua fazendinha eletrônica sem sujar as mãos (mas gastando dinheiro de verdade na compra de um novo trator ou de um pacote de sementes mágicas). Os de inclinação mais nobre fizeram doações para alguma causa humanitária. Mais e mais pedaços de nossa vida hoje em dia passam pela internet, e mais e mais a internet inteira passa pelo Facebook.

O que o americano Mark Zuckerberg criou no começo de 2004 em seu quarto da Kirkland House, um alojamento da Universidade Harvard, hoje é muito mais que um mero site: é uma poderosíssima rede de pessoas, suas ligações e seus interesses. Os 500 milhões que hoje têm uma conta no Facebook logo serão 1 bilhão, depois 2 bilhões, e 3 bilhões, até o dia em que todos os habitantes do planeta estiverem interligados pelos computadores da empresa, se a ambição de Zuckerberg for concretizada. O Facebook é um fenômeno cultural, mas também tem tudo para se tornar um negócio fenomenal.

A última estimativa calcula que a empresa — que não tem ações em bolsa — valha 41 bilhões de dólares. Trata-se de uma força tão ou mais poderosa que o Google, com as mesmas aspirações de domínio (ou monopólio?) da Microsoft. O negócio do Facebook é tecnologia.

A empresa já desequilibrou o jogo de forças na internet. Seus funcionários gostam de falar em espírito hacker e trabalham num espaço repleto de cartazes que os instigam a quebrar as coisas para fazê-las funcionar melhor. Mas o Facebook é mais que um grupo de hackers usando crachá e dividindo o mesmo teto. Ele tem o potencial de transformar todo e qualquer tipo de negócio com sua imensa coleção de informações. Para o jovem Zuckerberg, de apenas 26 anos, a brincadeira está apenas começando.

Confira na íntegra aqui.

16 de dez. de 2010

Twitter lança site para ensinar empresas a anunciarem na rede social

A nova página esclarece as empresas sobre como se promover online, utilizando todos os serviços e recursos disponíveis.


Twitter for Business, este é o novo site lançado pelo Twitter para ensinar as empresas a aproveitarem todo o potencial de exposição, comunicação e negócios que a rede social pode oferecer.


Para facilitar a busca pelas dicas, a página foi organizada em três áreas:


1 - "Learn the Basics", para ensinar o que é o Twitter, qual o significado de alguns vocábulos próprios da rede social, como hashtag, por exemplo, dicas de como se comportar online e também como aproveitar ao máximo à mobilidade oferecida por dispositivos móveis.
Novo site do Twitter para auxiliar empresas


2 - "Optimize your Activity", exemplifica empresas com portfólios bem sucedidos, explicações sobre APIs e ensina como criar widgets personalizados para serem inseridos em sites corporativos.


3 - "Start Advertising" - é a grande novidade. Nela a equipe do Twitter explica como as corporações podem analisar a interação na rede, e planejar o uso de tuítes, perfis e trends topics promocionais. No site a empresa pode se cadastrar o interesse em anunciar no Twitter, através de uma das opções de ferramentas promocionais e o quanto estaria disposta desembolsar na ação.

Fonte: Clique aqui

13 de dez. de 2010

Papai Noel

O personagem Papai Noel (português brasileiro) ou Pai Natal (português europeu) foi inspirado em São Nicolau Taumaturgo, arcebispo de Mira, no século IV. Nicolau costumava ajudar, anonimamente, quem estivesse em dificuldades financeiras. Colocava o saco com moedas de ouro a ser ofertado na chaminé das casas. Foi declarado santo depois que muitos milagres lhe foram atribuídos. Sua transformação em símbolo natalino aconteceu na Alemanha e daí correu o mundo inteiro.

Divulgação
Uma das pessoas que ajudaram a dar força à lenda do Papai Noel foi Clemente Clark Moore, um professor de literatura grega de Nova Iorque, que lançou o poema Uma visita de São Nicolau, em 1822, escrito para seus seis filhos. Nesse poema, Moore divulgava a versão de que ele viajava num trenó puxado por renas. Ele também ajudou a popularizar outras características do bom velhinho, como o fato dele entrar pela chaminé.
O caso da chaminé, inclusive, é um dos mais curiosos na lenda de Papai Noel. Alguns estudiosos defendem que isso se deve ao fato de que várias pessoas tinham o costume de limpar as chaminés no Ano Novo para permitir que a boa sorte entrasse na casa durante o resto do ano.

No poema, várias tradições foram buscadas de diversas fontes e a verdadeira explicação da chaminé veio da Finlândia. Os antigos lapões viviam em pequenas tendas, semelhantes a iglus, que eram cobertas com pele de rena. A entrada para essa “casa” era um buraco no telhado.

A última e mais importante característica incluída na figura do Pai Natal é sua blusa vermelha e branca. Antigamente, ele usava cores que tendiam mais para o marrom e costumava usar uma coroa de azevinhos na cabeça, mas não havia um padrão.

Seu atual visual foi obra do cartunista Thomas Nast[2], na revista Harper’s Weeklys, em 1886, na edição especial de Natal. Em alguns lugares na Europa, contudo, algumas vezes ele também é representado com os paramentos eclesiásticos de bispo, tendo, em vez do gorro vermelho, uma mitra episcopal.

Para saber mais: Fonte Histórias de Papai Noel