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30 de jun. de 2010

Carro voador

Carro voador é aprovado nos EUA

Um carro que se transforma em avião pode parecer o sonho de quem enfrenta longos engarrafamentos – mas o projeto já é uma realidade nos Estados Unidos.

O Transition faz 185 km/h no ar, é movido à gasolina e possui asas dobráveis ativadas por um sistema controlado de dentro do cockpit.

Em menos de 30 segundos, as asas são colocadas verticalmente na lateral do carro enquanto o motor é direcionado para as rodas.

Segundo informações da BBC, a Administração Federal de Aviação (FAA) dos Estados Unidos aprovou a produção do veículo na categoria aeronave esportiva leve.

A empresa responsável por ele, Terrafugia, esclarece que o Transition é classificado como uma aeronave que roda em estradas, e não como um carro voador. A especificação se deve justamente à licença necessária: é preciso ser um piloto registrado dentro da categoria para dirigi-lo, e não somente possuir carta de motorista.

Especificações

O objetivo da fabricante não é substituir os carros, mas sim dar a opção de viagem às pessoas que desejarem (e souberem) pilotar uma aeronave.

Projetado por engenheiros do MIT, o Transition transporta duas pessoas e possui um tanque com capacidade para 75 litros sendo que consome, em média, 18 litros por hora de vôo.

O custo será de US$194 mil para os primeiros a fazerem a encomenda – e é necessário depositar US$10 mil antecipados na hora do pedido. Os primeiro clientes devem receber seus veículos no segundo semestre de 2011. Segundo a Terrafugia, até agora, mais de 70 unidades foram encomendadas.

Fonte: INFO

29 de jun. de 2010

Nota Fiscal Eletrônica

I. Conceito, uso e obrigatoriedade da NF-e
(Perguntas Frequentes)

1. O que é a Nota Fiscal Eletrônica - NF-e?

2. Já existe legislação aprovada sobre a NF-e?

3. Quais são as vantagens da NF-e?

4. Quais os tipos de documentos fiscais em papel que a NF-e substitui?

5. Para quais tipos de operações (ex: entrada, saída, importação, exportação, simples remessa) a NF-e pode ser utilizada?

6. Quais empresas e a partir de quando as empresas serão obrigadas à emissão de NF-e? As médias e pequenas empresas também devem emitir NF-e?

7. O que muda para meu cliente se minha empresa passar a utilizar NF-e em suas operações?

8. A Nota Fiscal Eletrônica e o seu documento auxiliar – DANFE - podem ser utilizados para documentar vendas de mercadorias a Órgãos Públicos (Administração Direta ou Indireta) e empresas públicas?

9. O destinatário da mercadoria poderá exigir receber a Nota Fiscal em papel modelo 1 ou 1A ao invés da Nota Fiscal Eletrônica?

10. As empresas obrigadas serão credenciadas de ofício pela Secretaria da Fazenda ou terão que providenciar seu credenciamento para emissão de NF-e?

11. Os contribuintes obrigados a emitir NF-e poderão antecipar o início desta emissão?

12. Os estabelecimentos obrigados a emitir NF-e que optarem por antecipar sua emissão anteciparão também a data inicial da obrigatoriedade de emissão de NF-e?

13. Quais CNAE´s geram a obrigatoriedade de emissão de NF-e?

14. Uma empresa credenciada a emitir NF-e deve substituir 100% de suas Notas Fiscais em papel pela Nota Fiscal Eletrônica?

15. As médias e pequenas empresas também podem emitir NF-e?

16. Quais os procedimentos para que uma empresa interessada possa passar a emitir NF-e?

17. Qual a diferença entre os ambientes de homologação (teste) e de produção das Secretarias de Fazenda?

18. Após o início da emissão de NF-e com validade jurídica a empresa poderá continuar os testes de seus sistemas?

19. A obrigatoriedade em emitir a NF-e alcança as empresas enquadradas no Simples Nacional? (incluído em 01/01/09)

20. Para ser emissor da NF-e, a empresa precisa estar em dias com suas obrigações fiscais? (incluído em 01/01/09)

21. Quem é responsável pelo credenciamento de empresas de outros Estados que utilizam Sefaz-Virtual? (incluído em 01/01/09)

22. Quando o contribuinte possui mais de um estabelecimento no Estado, precisa credenciar todos ou apenas um deles? (incluído em 01/01/09)

23. Para solicitar o credenciamento na NF-e devo informar o CNPJ da matriz quando localizada em outro Estado ou da filial localizada no Estado de credenciamento? (incluído em 01/01/09)

24. O acesso ao ambiente de teste e de produção está aberto para as empresas de software que desejarem desenvolver programas para a NF-e? (incluído em 01/01/09)

25. Ser usuário de processamento eletrônico de dados é condição para ser emissor de NF-e? (incluído em 01/01/09)

26. O que o contribuinte fabricante de vinho ou cachaça que tenha auferido no exercício anterior receita bruta inferior a R$ 360.000,00 deve fazer para ser dispensado da obrigatoriedade de emitir NF-e? (incluído em 01/01/09)

27. Em caso de troca de CNPJ, de fusão, incorporação e cisão de empresas, como fica o credenciamento? (incluído em 01/01/09)

28. O Estado pode credenciar de ofício emissores da NF-e ou o credenciamento sempre deverá ser solicitado pelo contribuinte? (incluído em 01/01/09)

29. No caso de importação, a empresa é obrigada a emitir NF-e para todas as operações (importações, vendas, transferências, etc) ou somente para as importações das mercadorias introduzidas na obrigatoriedade pelo Protocolo ICMS 87/2008.(incluído em 01/01/09)

Respostas

1. O que é a Nota Fiscal Eletrônica - NF-e?


Podemos conceituar a Nota Fiscal Eletrônica como sendo um documento de existência apenas digital, emitido e armazenado eletronicamente, com o intuito de documentar, para fins fiscais, uma operação de circulação de mercadorias ou uma prestação de serviços, ocorrida entre as partes. Sua validade jurídica é garantida pela assinatura digital do remetente (garantia de autoria e de integridade) e pela recepção, pelo Fisco, do documento eletrônico, antes da ocorrência do fato gerador.


2. Já existe legislação aprovada sobre a NF-e?(Atualizado em 31/12/08)


A Nota Fiscal Eletrônica tem validade em todos os Estados da Federação e já é uma realidade na legislação brasileira desde outubro de 2005, com a aprovação do Ajuste SINIEF 07/05 que instituiu nacionalmente a Nota Fiscal Eletrônica e o Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica – DANFE. Consulte a legislação no Portal da NF-e.


3. Quais são as vantagens da NF-e?


A Nota Fiscal Eletrônica proporciona benefícios a todos os envolvidos em uma transação comercial.

Para os emitentes da Nota Fiscal Eletrônica (vendedores) podemos citar os seguintes benefícios:

* Redução de custos de impressão do documento fiscal, uma vez que o documento é emitido eletronicamente. O modelo da NF-e contempla a impressão de um documento em papel, chamado de Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica (DANFE), cuja função é acompanhar o trânsito das mercadorias ou facilitar a consulta da respectiva NF-e na internet. Apesar de ainda haver, portanto, a impressão de um documento em papel, deve-se notar que este pode ser impresso em papel comum A4 (exceto papel jornal), geralmente em apenas uma via;

* Redução de custos de aquisição de papel, pelos mesmos motivos expostos acima;

* Redução de custos de armazenagem de documentos fiscais. Atualmente os documentos fiscais em papel devem ser guardados pelos contribuintes, para apresentação ao fisco pelo prazo decadencial. A redução de custo abrange não apenas o espaço físico necessário para adequada guarda de documentos fiscais como também toda a logística que se faz necessária para sua recuperação. Um contribuinte que emita, hipoteticamente, 100 Notas Fiscais por dia, contará com aproximadamente 2.000 notas por mês, acumulando cerca de 120.000 ao final de 5 anos. Ao emitir os documentos apenas eletronicamente a guarda do documento eletrônico continua sob responsabilidade do contribuinte, mas o custo do arquivamento digital é muito menor do que o custo do arquivamento físico;

* GED - Gerenciamento Eletrônico de Documentos: a NF-e é um documento eletrônico e não requer a digitalização do original em papel, o que permite a otimização dos processos de organização, guarda e gerenciamento de documentos eletrônicos, facilitando a recuperação e intercâmbio das informações;

* Simplificação de obrigações acessórias. Inicialmente a NF-e prevê dispensa de Autorização de Impressão de Documentos Fiscais – AIDF. No futuro outras obrigações acessórias poderão ser simplificadas ou eliminadas com a adoção da NF-e;

* Redução de tempo de parada de caminhões em Postos Fiscais de Fronteira. Com a NF-e, os processos de fiscalização realizados nos postos fiscais de fiscalização de mercadorias em trânsito serão simplificados, reduzindo o tempo de parada dos veículos de cargas nestas unidades de fiscalização;

* Incentivo a uso de relacionamentos eletrônicos com clientes (B2B). O B2B (business-to-business) é uma das formas de comércio eletrônico existentes e envolve as empresas (relação “empresa - à - empresa”). Com o advento da NF-e, espera-se que tal relacionamento seja efetivamente impulsionado pela utilização de padrões abertos de comunicação pela Internet e pela segurança trazida pela certificação digital.

Para as empresas destinatárias de Notas Fiscais (compradoras), podemos citar os seguintes benefícios:

* Eliminação de digitação de notas fiscais na recepção de mercadorias, uma vez que poderá adaptar seus sistemas para extrair as informações, já digitais, do documento eletrônico recebido. Isso pode representar redução de custos de mão-de-obra para efetuar a digitação, bem como a redução de possíveis erros de digitação de informações;

* Planejamento de logística de recepção de mercadorias pelo conhecimento antecipado da informação da NF-e, pois a previsibilidade das mercadorias a caminho permitirá prévia conferência da Nota Fiscal com o pedido, quantidade e preço, permitindo, além de outros benefícios, o uso racional de docas e áreas de estacionamento para caminhões;

* Redução de erros de escrituração devido à eliminação de erros de digitação de notas fiscais;

* GED - Gerenciamento Eletrônico de Documentos, conforme os motivos expostos nos benefícios das empresas emitentes;

* Incentivo a uso de relacionamentos eletrônicos com fornecedores (B2B), pelos motivos já expostos anteriormente.

Benefícios para a Sociedade:

* Redução do consumo de papel, com impacto positivo em termos ecológicos;

* Incentivo ao comércio eletrônico e ao uso de novas tecnologias;

* Padronização dos relacionamentos eletrônicos entre empresas;

* Surgimento de oportunidades de negócios e empregos na prestação de serviços ligados a NF-e.

Benefícios para os Contabilistas:

* Facilitação e simplificação da Escrituração Fiscal e contábil;

* GED - Gerenciamento Eletrônico de Documentos, conforme os motivos expostos nos benefícios das empresas emitentes;

* Oportunidades de serviços e consultoria ligados à NF-e.

Benefícios para o Fisco:

* Aumento na confiabilidade da Nota Fiscal;

* Melhoria no processo de controle fiscal, possibilitando um melhor intercâmbio e compartilhamento de informações entre os fiscos;

* Redução de custos no processo de controle das notas fiscais capturadas pela fiscalização de mercadorias em trânsito;

* Diminuição da sonegação e aumento da arrecadação sem aumento de carga tributária;

* GED - Gerenciamento Eletrônico de Documentos, conforme os motivos expostos nos benefícios das empresas emitentes;

* Suporte aos projetos de escrituração eletrônica contábil e fiscal da Secretaria da Receita Federal e demais Secretarias de Fazendas Estaduais (Sistema Público de Escrituração Digital – SPED).

4. Quais os tipos de documentos fiscais em papel que a NF-e substitui?


Atualmente a legislação nacional permite que a NF-e substitua apenas a chamada nota fiscal modelo 1 / 1A, que é utilizada, em regra, para documentar transações comerciais com mercadorias entre pessoas jurídicas.

Não se destina a substituir os outros modelos de documentos fiscais existentes na legislação como, por exemplo, a Nota Fiscal a Consumidor (modelo 2) ou o Cupom Fiscal.

Os documentos que não foram substituídos pela NF-e devem continuar a ser emitidos de acordo com a legislação em vigor.

5. Para quais tipos de operações (ex: entrada, saída, importação, exportação, simples remessa) a NF-e pode ser utilizada?


A NF-e substitui a nota fiscal modelo 1 e 1-A em todas as hipóteses previstas na legislação em que esses documentos possam ser utilizados. Isso inclui, por exemplo: a Nota Fiscal de entrada, operações de importação, operações de exportação, operações interestaduais ou ainda operações de simples remessa.

6. Quais empresas e a partir de quando as empresas serão obrigadas à emissão de NF-e? As médias e pequenas empresas também devem emitir NF-e?(Atualizado em 31/12/08)


O Protocolo ICMS 30/07 de 06/07/2007, alterou disposições do Protocolo ICMS 10/07 e estabeleceu a obrigatoriedade de utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) a partir de 1º de abril de 2008, para os contribuintes:


I - fabricantes de cigarros;
II - distribuidores de cigarros;
III - produtores, formuladores e importadores de combustíveis líquidos, assim definidos e autorizados por órgão federal competente;
IV - distribuidores de combustíveis líquidos, assim definidos e autorizados por órgão federal competente;
V - transportadores e revendedores retalhistas – TRR, assim definidos e autorizados por órgão federal competente.

O Protocolo ICMS 88/07 de 14/12/2007, alterou disposições do Protocolo ICMS 10/07 e estabeleceu a obrigatoriedade de utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) a partir de 1º setembro de 2008, para os contribuintes:


VI - fabricantes de automóveis, camionetes, utilitários, caminhões, ônibus e motocicletas;
VII - fabricantes de cimento;
VIII – fabricantes, distribuidores e comerciante atacadista de medicamentos alopáticos para uso humano;
IX – frigoríficos e atacadistas que promoverem as saídas de carnes frescas, refrigeradas ou congeladas das espécies bovinas, suínas, bufalinas e avícola;
X - fabricantes de bebidas alcoólicas inclusive cervejas e chopes;
XI – fabricantes de refrigerantes;
XII – agentes que assumem o papel de fornecedores de energia elétrica, no âmbito da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – CCEE;
XIII – fabricantes de semi-acabados, laminados planos ou longos, relaminados, trefilados e perfilados de aço;
XIV – fabricantes de ferro-gusa.

O Protocolo ICMS 68/08 de 14/07/2008, alterou disposições do Protocolo ICMS 10/07, mudando a obrigatoriedade de utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) para os seguimentos descritos nos itens VI a XIV, do parágrafo anterior, para 01/12/2008 e estabeleceu a obrigatoriedade a partir de 01/04/2009 para os seguintes contribuintes:


XV - importadores de automóveis, camionetes, utilitários, caminhões, ônibus e motocicletas;
XVI - fabricantes e importadores de baterias e acumuladores para veículos automotores;
XVII - fabricantes de pneumáticos e de câmaras-de-ar;
XVIII - fabricantes e importadores de autopeças;
XIX - produtores, formuladores, importadores e distribuidores de solventes derivados de petróleo, assim definidos e autorizados por órgão federal competente;
XX - comerciantes atacadistas a granel de solventes derivados de petróleo;
XXI - produtores, importadores e distribuidores de lubrificantes e graxas derivados de petróleo, assim definidos e autorizados por órgão federal competente;
XXII - comerciantes atacadistas a granel de lubrificantes e graxas derivados de petróleo;
XXIII - produtores, importadores, distribuidores a granel, engarrafadores e revendedores atacadistas a granel de álcool para outros fins;
XXIV – produtores, importadores e distribuidores de GLP – gás liquefeito de petróleo ou de GLGN - gás liquefeito de gás natural, assim definidos e autorizados por órgão federal competente;
XXV – produtores, importadores e distribuidores de GNV – gás natural veicular, assim definidos e autorizados por órgão federal competente;
XXVI - atacadistas de produtos siderúrgicos e ferro gusa;
XXVII - fabricantes de alumínio, laminados e ligas de alumínio;
XXVIII - fabricantes de vasilhames de vidro, garrafas PET e latas para bebidas alcoólicas e refrigerantes;
XXIX - fabricantes e importadores de tintas, vernizes, esmaltes e lacas;
XXX - fabricantes e importadores de resinas termoplásticas;
XXXI - distribuidores, atacadistas ou importadores de bebidas alcoólicas, inclusive cervejas e chopes;
XXXII - distribuidores, atacadistas ou importadores de refrigerantes;
XXXIII - fabricantes, distribuidores, atacadistas ou importadores de extrato e xarope utilizados na fabricação de refrigerantes;
XXXIV - atacadistas de bebidas com atividade de fracionamento e acondicionamento associada;
XXXV - atacadistas de fumo;
XXXVI - fabricantes de cigarrilhas e charutos;
XXXVII - fabricantes e importadores de filtros para cigarros;
XXXVIII - fabricantes e importadores de outros produtos do fumo, exceto cigarros, cigarrilhas e charutos;
XXXIX - processadores industriais do fumo.

O Protocolo ICMS 87/08 de 26/09/2008, alterou disposições do Protocolo ICMS 10/07, estabelecendo a obrigatoriedade a partir de 01/09/2009 para os seguintes contribuintes:


XL - fabricantes de cosméticos, produtos de perfumaria e de higiene pessoal;
XLI - fabricantes de produtos de limpeza e de polimento;
XLII - fabricantes de sabões e detergentes sintéticos;
XLIII - fabricantes de alimentos para animais;
XLIV - fabricantes de papel;
XLV - fabricantes de produtos de papel, cartolina, papel-cartão e papelão ondulado para uso comercial e de escritório;
XLVI - fabricantes e importadores de componentes eletrônicos;
XLVII - fabricantes e importadores de equipamentos de informática e de periféricos para equipamentos de informática;
XLVIII - fabricantes e importadores de equipamentos transmissores de comunicação, pecas e acessórios;
XLIX - fabricantes e importadores de aparelhos de recepção, reprodução, gravação e amplificação de áudio e vídeo;
L - estabelecimentos que realizem reprodução de vídeo em qualquer suporte;
LI - estabelecimentos que realizem reprodução de som em qualquer suporte;
LII - fabricantes e importadores de mídias virgens, magnéticas e ópticas;
LIII - fabricantes e importadores de aparelhos telefônicos e de outros equipamentos de comunicação, peças e acessórios;
LIV - fabricantes de aparelhos eletromédicos e eletroterapeuticos e equipamentos de irradiação;
LV - fabricantes e importadores de pilhas, baterias e acumuladores elétricos, exceto para veículos automotores;
LVI - fabricantes e importadores de material elétrico para instalações em circuito de consumo;
LVII - fabricantes e importadores de fios, cabos e condutores elétricos isolados;
LVIII - fabricantes e importadores de material elétrico e eletrônico para veículos automotores, exceto baterias;
LIX - fabricantes e importadores de fogões, refrigeradores e maquinas de lavar e secar para uso domestico, peças e acessórios;
LX - estabelecimentos que realizem moagem de trigo e fabricação de derivados de trigo;
LXI - atacadistas de café em grão;
LXII - atacadistas de café torrado, moído e solúvel;
LXIII - produtores de café torrado e moído, aromatizado;
LXIV - fabricantes de óleos vegetais refinados, exceto óleo de milho;
LXV - fabricantes de defensivos agrícolas;
LXVI - fabricantes de adubos e fertilizantes;
LXVII - fabricantes de medicamentos homeopáticos para uso humano;
LXVIII - fabricantes de medicamentos fitoterápicos para uso humano;
LXIX - fabricantes de medicamentos para uso veterinário;
LXX - fabricantes de produtos farmoquímicos;
LXXI - atacadistas e importadores de malte para fabricação de bebidas alcoólicas;
LXXII - fabricantes e atacadistas de laticínios;
LXXIII - fabricantes de artefatos de material plástico para usos industriais;
LXXIV - fabricantes de tubos de aço sem costura;
LXXV - fabricantes de tubos de aço com costura;
LXXVI - fabricantes e atacadistas de tubos e conexões em PVC e cobre;
LXXVII - fabricantes de artefatos estampados de metal;
LXXVIII - fabricantes de produtos de trefilados de metal, exceto padronizados;
LXXIX - fabricantes de cronômetros e relógios;
LXXX - fabricantes de equipamentos e instrumentos ópticos, peças e acessórios;
LXXXI - fabricantes de equipamentos de transmissão ou de rolamentos, para fins industriais;
LXXXII - fabricantes de máquinas, equipamentos e aparelhos para transporte e elevação de cargas, peças e acessórios;
LXXXIII - fabricantes de aparelhos e equipamentos de ar condicionado para uso não-industrial;
LXXXIV - serrarias com desdobramento de madeira;
LXXXV - fabricantes de artefatos de joalheria e ourivesaria;
LXXXVI - fabricantes de tratores, peças e acessórios, exceto agrícolas;
LXXXVII -fabricantes e atacadistas de pães, biscoitos e bolacha;
LXXXVIII - fabricantes e atacadistas de vidros planos e de segurança;
LXXXIX - atacadistas de mercadoria em geral, com predominância de produtos alimentícios;
XC - concessionários de veículos novos;
XCI – fabricantes e importadores de pisos e revestimentos cerâmicos;
XCII - tecelagem de fios de fibras têxteis;
XCIII - preparação e fiação de fibras têxteis;”;

Para os demais contribuintes, a estratégia de implantação nacional é que estes, voluntariamente e gradualmente, independente do porte, se interessem por ser emissores da Nota Fiscal Eletrônica.

A obrigatoriedade se aplica a todas as operações efetuadas em todos os estabelecimentos dos contribuintes referidos acima, ficando vedada a emissão de nota fiscal, modelo 1 ou 1-A. Excepcionalmente, a cláusula segunda do Protocolo ICMS 10/2007, estabelece os casos especiais onde são permitas a emissão de notas fiscais modelos 1 e 1A, conforme apresentado abaixo:

A obrigatoriedade de emissão de Nota Fiscal Eletrônica - NF-e, modelo 55, em substituição a Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, não se aplica:

* ao estabelecimento do contribuinte onde não se pratique e nem se tenha praticado as atividades listadas acima há pelo menos 12 (doze) meses, ainda que a atividade seja realizada em outros estabelecimentos do mesmo titular;

* na hipótese das operações realizadas fora do estabelecimento, relativas às saídas de mercadorias remetidas sem destinatário certo, desde que os documentos fiscais relativos à remessa e ao retorno sejam NF-e.

* nas hipóteses dos contribuintes citados nos itens II, XXXI d XXXII, às operações praticadass por estabelecimento que tenha como atividade preponderante o comércio atacadista, desde que o valor das operações com cigarros ou bebidas não ultrapasse 5% (cinco por cento) do valor total das saídas do exercício anterior;

* na hipótese dos fabricantes de bebidas alcoólicas inclusive cervejas e chopes, ao fabricante de aguardente (cachaça) e vinho que aufira receita bruta anual inferior a R$ 360.000,00 (trezentos e sessenta mil) reais.



7. O que muda para meu cliente se minha empresa passar a utilizar NF-e em suas operações?(Atualizado em 31/12/08)


A principal mudança para os destinatários da NF-e, seja ele emissor ou não deste documento, é a obrigação de verificar a validade da assinatura digital e a autenticidade do arquivo digital, bem como a concessão da Autorização de Uso da NF-e mediante consulta eletrônica nos sites das Secretarias de Fazenda ou Portal Nacional da Nota Fiscal Eletrônica (www.nfe.fazenda.gov.br). Importante observar que o emitente da NF-e é obrigado a encaminhar ou disponibilizar download do arquivo XML da NF-e e seu respectivo protocolo de autorização para o destinatário, conforme definido no Ajuste SINIEF 11/08, cláusula segunda, Inciso I;

Para verificar a validade da assinatura e autenticidade do arquivo digital o destinatário tem à disposição o aplicativo “visualizador”, desenvolvido pela Receita Federal do Brasil - disponível na opção “download” do Portal Nacional da NF-e (www.nfe.fazenda.gov.br).

O emitente e o destinatário da NF-e deverão conservar a NF-e em arquivo digital pelo prazo previsto na legislação, para apresentação ao fisco quando solicitado, e utilizar o código “55” na escrituração da NF-e para identificar o modelo.

Caso o cliente não seja credenciado a emitir NF-e, alternativamente à conservação do arquivo digital já mencionada, ele poderá conservar o DANFE relativo à NF-e e efetuar a escrituração da NF-e com base nas informações contidas no DANFE, desde que feitas as verificações citadas acima.

Atenção: Relativamente às operações em que seja obrigatória a emissão da NF-e, o destinatário deverá exigir a sua emissão, sendo vedada a recepção de mercadoria cujo transporte tenha sido acompanhado por outro documento fiscal, ressalvada a hipótese prevista na emissão de DANFE em formulário de segurança devido à problemas técnicos na emissão da NF-e.

8. A Nota Fiscal Eletrônica e o seu documento auxiliar – DANFE - podem ser utilizados para documentar vendas de mercadorias a Órgãos Públicos (Administração Direta ou Indireta) e empresas públicas?(Atualizado em 31/12/08)


Sim, a Nota Fiscal Eletrônica pode ser utilizada em substituição à Nota Fiscal em papel modelo 1 ou 1A em todas as operações documentadas por este tipo de documento fiscal, inclusive nas vendas a Órgãos Públicos e empresas públicas.

O DANFE (Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica) é uma representação gráfica simplificada da NF-e e tem como funções, dentre outras, conter a chave de acesso da NF-e (permitindo assim a consulta às suas informações na Internet) e acompanhar a mercadoria em trânsito.

O Órgão Público receberá o DANFE juntamente com a mercadoria e deverá realizar a verificação da validade da assinatura digital e a autenticidade do arquivo digital da NF-e (o destinatário tem à disposição o aplicativo “visualizador”, desenvolvido pela Receita Federal do Brasil) e a concessão da Autorização de Uso da NF-e, mediante consulta eletrônica à Secretaria da Fazenda ou Portal Nacional da NF-e.

Realizada a consulta descrita acima e verificada a existência e a validade da NF-e, o DANFE poderá ser utilizado como documento hábil para a comprovação documental junto ao Tribunal de Contas, em substituição às notas fiscais em papel modelos 1 e 1A.

9. O destinatário da mercadoria poderá exigir receber a Nota Fiscal em papel modelo 1 ou 1A ao invés da Nota Fiscal Eletrônica?(Atualizado em 31/12/08)


Não, esta exigência não poderá ser feita pelos destinatários.

Nos casos em que o emitente for obrigado ao uso da NF-e, a obrigatoriedade de emissão de NF-e aplica se a todas as operações praticadas em todos os estabelecimentos, sendo vedada a emissão de nota fiscal, modelo 1 ou 1-A.

Os contribuintes emitentes que não são obrigados a emitirem NF-e, pois decidiram a adoção do modelo de forma espontânea, deverão, preferencialmente, emitir NF-e, cabendo a eles a decisão da emissão da nota fiscal modelo 1 ou 1A ou Nota Fiscal Eletrônica, conforme sua conveniência.

Atenção: Relativamente às operações em que seja obrigatória a emissão da NF-e, o destinatário deverá exigir a sua emissão, sendo vedada a recepção de mercadoria cujo transporte tenha sido acompanhado por outro documento fiscal, ressalvada a hipótese prevista na emissão de DANFE em formulário de segurança devido à problemas técnicos na emissão da NF-e, bem como nos casos de excepcionalidades definidas na legislação.


10. As empresas obrigadas serão credenciadas de ofício pela Secretaria da Fazenda ou terão que providenciar seu credenciamento para emissão de NF-e?(Atualizado em 31/12/08)


Com o aumento do número de segmentos obrigados, Secretarias de Fazenda credenciaram sumariamente os estabelecimentos identificados como obrigados. Esses estabelecimentos ingressarão automaticamente na fase de produção da NF-e, sendo considerados emissores voluntários até a data do início da vigência da obrigatoriedade. Iniciada a data de obrigatoriedade, cessa a voluntariedade e, com ela, a possibilidade de emitir documentos fiscais em papel, modelo 1 ou 1-A, que deverão ser substituídos, necessariamente, pela NF-e.

O contribuinte que esteja obrigado a emitir NF-e, modelo 55, em substituição à nota fiscal modelo 1 ou 1-A, cujo estabelecimento, eventualmente, não tenha sido credenciado, deverá providenciar o credenciamento de seu estabelecimento, conforme procedimentos previstos no site da SEFAZ de sua circunscrição.

De outro lado, o contribuinte que não pratique as atividades da obrigatoriedade mas tenha sido credenciado de ofício deverá procurar a repartição fiscal de sua jurisdição para providenciar a regularização de sua situação cadastral, modificando as atividades de seu cadastro que tenham vínculo com a obrigatoriedade para a seguir efetuar a anulação da informação de obrigatoriedade.


11. Os contribuintes obrigados a emitir NF-e poderão antecipar o início desta emissão?(Atualizado em 31/12/08)


Sim, qualquer contribuinte que o desejar poderá iniciar a emissão de NF-e em substituição à NF Mod. 1 ou 1-A, desde que esteja credenciado em produção em seu Estado.


12.Os estabelecimentos obrigados a emitir NF-e que optarem por antecipar sua emissão anteciparão também a data inicial da obrigatoriedade de emissão de NF-e?(Atualizado em 31/12/08)


Não. Os estabelecimentos obrigados a emitir NF-e que anteciparem a data de seu uso serão considerados emissores voluntários até que chegue a data inicial da obrigatoriedade.

Enquanto não houver iniciado a obrigatoriedade, poderão emitir documentos fiscais em papel modelo 1 ou 1-A. Chamamos a atenção que este procedimento pode ser diferenciado em algumas UFs.


13. Quais CNAE´s geram a obrigatoriedade de emissão de NF-e?(Atualizado em 31/12/08)


A legislação não vinculou a obrigatoriedade de emissão de NF-e com nenhum código CNAE específico (principal ou secundário) em que o contribuinte esteja cadastrado junto aos órgãos públicos.

Praticando o contribuinte uma das atividades relacionadas na obrigatoriedade, ele deverá emitir Nota Fiscal Eletrônica, independentemente do CAE ou CNAE em que estiver inscrito. Na situação inversa, o contribuinte que não pratique as atividades da obrigatoriedade mas tenha sido credenciado de ofício deverá procurar a repartição fiscal de sua jurisdição para providenciar a regularização de sua situação cadastral, modificando as atividades de seu cadastro que tenham vínculo com a obrigatoriedade para a seguir efetuar a anulação da informação de obrigatoriedade.


14. Uma empresa credenciada a emitir NF-e deve substituir 100% de suas Notas Fiscais em papel pela Nota Fiscal Eletrônica? (Atualizado em 31/12/08)


O estabelecimento credenciado a emitir NF-e que não seja obrigado à sua emissão deverá emitir, preferencialmente, NF-e em substituição à nota fiscal em papel, modelo 1 ou 1-A.

Os estabelecimentos obrigados a emitir NF-e, após o início da obrigatoriedade prevista na legislação, devem emitir NF-e em todas as operações nas quais emitiriam nota fiscal modelo 1 ou 1A (salvo situações de exceção previstas na própria legislação da obrigatoriedade). No caso de a empresa obrigada ou voluntariamente credenciada emitir também cupom fiscal, nota fiscal a consumidor (modelo 2), ou outro documento fiscal (além de mod. 1 ou 1-A), deverá continuar emitindo-os, concomitantemente com a NF-e, pois a nota fiscal eletrônica substituirá apenas as operações anteriormente acobertadas por notas fiscais modelo 1 ou 1-A.


15. As médias e pequenas empresas também podem emitir NF-e?


Não há nenhuma restrição quanto ao porte das empresas emissoras de NF-e. Empresas voluntárias de pequeno e médio porte também poderão se credenciar como emissoras de NF-e.


16. Quais os procedimentos para que uma empresa interessada possa passar a emitir NF-e?


As empresas interessadas em emitir NF-e deverão, em resumo:

* Se não estiver credenciada sumariamente em decorrência da obrigatoriedade, solicitar seu credenciamento como emissoras de NF-e na Secretaria da Fazenda em que possua estabelecimentos. O credenciamento em uma unidade da federação não credencia a empresa perante as demais unidades, ou seja, a empresa deve solicitar credenciamento em todos os Estados em que possuir estabelecimentos e nos quais deseja emitir NF-e.

* Possuir certificação digital (possuir certificado digital, emitido por Autoridade Certificadora credenciado ao ICP-BR, contendo o CNPJ da empresa);

* Adaptar o seu sistema de faturamento para emitir a NF-e ou utilizar o “Emissor de NF-e”, para os casos de empresa de pequeno porte.




17. Qual a diferença entre os ambientes de homologação (teste) e de produção das Secretarias de Fazenda? (Atualizado em 31/12/08)


As NF-e enviadas para o ambiente de produção têm validade jurídica junto à SEFAZ e substituem as notas fiscais em papel modelo 1 ou 1A.

Os documentos enviados para o ambiente de homologação (testes) NÃO têm validade jurídica e NÃO substituem as notas fiscais em papel modelo 1 ou 1A.


18. Após o início da emissão de NF-e com validade jurídica a empresa poderá continuar os testes de seus sistemas? (Atualizado em 31/12/08)


Sim, ao credenciar-se como emissora de NF-e, a empresa continua habilitada a testar suas soluções tecnológicas de envio de NF-e no ambiente de testes da SEFAZ.


19. A obrigatoriedade em emitir a NF-e alcança as empresas enquadradas no Simples Nacional? (incluído em 01/01/09)


Sim. O fato de uma empresa estar enquadrada no Simples Nacional não a exclui da obrigatoriedade de emitir a NF-e, se ela praticar uma das atividades que tornem compulsória a adoção deste tipo de documento fiscal. Da mesma forma, as empresas enquadradas no Simples Nacional que não estiverem obrigadas poderão, voluntariamente, aderir à emissão de NF-e.


20. Para ser emissor da NF-e, a empresa precisa estar em dias com suas obrigações fiscais? (incluído em 01/01/09)


Atualmente a regularidade fiscal exigida para o contribuinte tornar-se emissor da NF-e diz respeito tão-somente a estar regularmente inscrito na Secretaria da Fazenda da sua unidade federada de origem, não havendo impedimentos decorrentes de outros débitos com o fisco para a empresa tornar-se emissora da NF-e.


21. Quem é responsável pelo credenciamento de empresas de outros Estados que utilizam Sefaz-Virtual? (incluído em 01/01/09)


A Sefaz-Virtual/RS e a Sefaz-Virtual/AN são responsáveis apenas pelo credenciamento de seus contribuintes (contribuintes do RS ou contribuintes exclusivamente da RFB). Os demais contribuintes, ainda que usuários do Sefaz Virtual (RS ou AN), deverão efetuar seu credenciamento na repartição fiscal da sua unidade federada.


22. Quando o contribuinte possui mais de um estabelecimento no Estado, precisa credenciar todos ou apenas um deles? (incluído em 01/01/09)


Na maior parte dos estados o credenciamento é feito por estabelecimento. Em alguns estados o credenciamento é feito por empresa (pela raiz do CNPJ), portanto, nesta questão o contribuinte deve seguir a legislação da circunscrição de sua filial.


23. Para solicitar o credenciamento na NF-e devo informar o CNPJ da matriz quando localizada em outro Estado ou da filial localizada no Estado de credenciamento? (incluído em 01/01/09)


Conforme definido na questão anterior, o procedimento vai depender da legislação do Estado da filial do contribuinte.


24. O acesso ao ambiente de teste e de produção está aberto para as empresas de software que desejarem desenvolver programas para a NF-e? (incluído em 01/01/09)


Atualmente o acesso aos ambientes da NF-e da SEFAZ, seja o de testes ou o de produção, somente é autorizado para contribuintes (ICMS/IPI)_devidamente credenciados como emissores da NF-e.


25. Ser usuário de processamento eletrônico de dados é condição para ser emissor de NF-e? (incluído em 01/01/09)


Não. Todo contribuinte que exercer uma atividade enquadrada na obrigatoriedade de emissão de NF-e deverá substituir as notas fiscais modelo 1 e 1-A por NF-e, independentemente de antes do início da obrigatoriedade ser usuária ou não de processamento eletrônico de dados.


26. O que o contribuinte fabricante de vinho ou cachaça que tenha auferido no exercício anterior receita bruta inferior a R$ 360.000,00 deve fazer para ser dispensado da obrigatoriedade de emitir NF-e? (incluído em 01/01/09)


O contribuinte que se enquadrar em um dos casos de dispensa da obrigatoriedade de emitir NF-e, descritos no § 2º da cláusula primeira do Protocolo ICMS 10/2007, deverá solicitar a dispensa de uso da NF-e, seguindo informações descritas na página NF-e do site da SEFAZ. A solicitação será analisada pela fiscalização da circunscrição do estabelecimento solicitante.


27. Em caso de troca de CNPJ, de fusão, incorporação e cisão de empresas, como fica o credenciamento? (incluído em 01/01/09)


Conforme definido na questão 22, o contribuinte deve seguir a legislação da circunscrição de sua filial.


28. Minha empresa estava obrigada a emitir NF-e devido às atividades desenvolvidas por uma de suas filiais. Essa filial acabou sendo fechada. Persiste a obrigatoriedade para os demais estabelecimentos? (incluído em 01/01/09)


A obrigatoriedade decorre das atividades praticadas pela empresa, e se a empresa não praticar em nenhum momento as atividades enquadradas na obrigatoriedade, nem de forma eventual e nem como atividade não-principal, não estará obrigada. No caso de uma empresa antes obrigada deixar de ser enquadrada na obrigatoriedade, continuará credenciada como emissora de NF-e, porém passará de emissora obrigada para emissora voluntária. Cabe ressaltar que a troca da situação de emissor obrigado para emissor voluntário deve ser solicitada à repartição fiscal da jurisdição do estabelecimento.


29. No caso de importação, a empresa é obrigada a emitir NF-e para todas as operações (importações, vendas, transferências, etc) ou somente para as importações das mercadorias introduzidas na obrigatoriedade pelo Protocolo ICMS 87/2008.(incluído em 01/01/09)


A obrigatoriedade de emissão de NF-e está restrita apenas às operações citadas no protocolo, caso a empresa não pratique outra atividade comercial descrita como obrigatória no Protocolo ICMS 10/07 e suas posteriores alterações.

Fonte: Portal nacional de Nota Fiscal Eletrônica

Tendências para o marketing digital e e-commerce

A definição de ‘tendência" já implica em polêmica, pois é uma inclinação, uma propensão a algo e não uma determinação. Uma tendência surge da observação de movimentos atuais que proporcionam a visão de caminhos futuros. Feita a breve introdução apontarei alguns desses caminhos para as estratégias de marketing digital e o e-commerce.

A primeira tendência é voltada para o uso de redes sociais atrelado à geração de conteúdos, seja pelos internautas ou empresas. Isso traz uma grande oportunidade, se bem executado, pois permite ampliar relacionamentos via prestação de serviços com a criação e disseminação de materiais que sejam relevantes ao seu público-alvo. Há diversas formas de fazer isso, como uma loja de decoração, por exemplo, que pode oferecer dicas sobre como melhorar a utilização de ambientes, sobre jardinagem, enfim, muitos benefícios úteis aos seus clientes ou prospects, os quais passarão a interagir e futuramente consumir seus produtos por meio desse canal de relacionamento.

Outra tendência é a expansão das redes segmentadas e seu uso publicitário ou comercial. Há exemplos como a "Migux" do iG, voltada para crianças até onze anos, o site "Bolsa de Mulher" voltado exclusivamente ao público feminino, além de sites direcionados ao luxo como o "Superexclusivo", ou para a Moda como o "ByMK", entre vários outros casos. A divulgação nessas redes traz resultados mais efetivos, como o marketing one-to-ne, tão almejado pelos profissionais de marketing.

Ainda em redes sociais, outro caminho é a ampliação do seu uso para gerar experiências, como o caso "Nike Plus", que não é novo mas é muito atual, no qual a Nike se uniu à Apple para proporcionar uma interação diferenciada, levando música, competição, informação, enfim, uma experiência completa.

Outra tendência que vem obrigando muitas empresas a se readaptarem é o crescimento da classe C na web. Isso vem fazendo com que companhias que tenham interesse em vender para essa camada busquem facilitar o processo, adequando linguagem, demonstrando segurança em todos os passos, enfim pensando na usabilidade do site para não perder o cliente durante a compra.

Para as Pequenas e Médias empresas o cenário não poderia ser melhor, pois o e-commerce é uma grande oportunidade para trazer novos clientes e negócios, fora do seu atual alcance geográfico. Por isso temos observado que as MPE´s têm buscado conhecimento e parcerias para acelerar sua entrada nesse universo, gerando um movimento de descentralização do varejo on-line, como visto no último ano.

E por fim continuaremos a observar a tendência de conversão de meios para os celulares, que geram maior contato, visto que acompanham o internauta a todos os lugares. Esse movimento depende obviamente do crescimento da utilização de smartphones, mas hoje já há mais de 1,4 bilhões de pessoas no mundo acessando a web dos seus aparelhos. Isso se deve à facilidade de conexão com a web via celulares. Além da expansão de ações de localização geográfica, que possibilitam ofertas e promoções segmentadas por região, como podemos observar atualmente, mas ainda de forma um tanto tímida.

*Sandra Turchi é superintendente de marketing da Associação Comercial de SP e SCPC; coordenadora do curso "Estratégias de Marketing Digital" da ESPM e vice-presidente de marketing da Abrarec.

Fonte: Sandra Turchi

27 de jun. de 2010

Seleção de Músicas para academia,supermercado,lojas

Faço seleção personalizadas de músicas para estabelecimentos como academias,supermercados,lojas de sapato,lojas de roupas etc.

Adquira já sua seleção de promoções de seu negócio.

18 de jun. de 2010

ter apenas um site bonito não é suficiente

O internauta brasileiro está mais familiarizado com a web, seus mecanismos de busca, ferramentas, fóruns de discussão etc.

Os números da internet no Brasil crescem em um ritmo chinês. Cada vez mais pessoas acessam a rede e a média online da população brasileira já é de 48h/mês. O internauta brasileiro está mais familiarizado com a web, seus mecanismos de busca, ferramentas, fóruns de discussão etc. Por isso, quando falamos em gerar negócios online e marketing digital, estamos falando muito além de ter um site bonito.

Se nos primórdios da internet tudo era novidade e qualquer site servia para representar uma empresa, hoje, com uma população sem igual acessando a rede e passando mais tempo navegando, comprando e se informando nela, ter um site com um layout agradável é apenas o começo.

O marketing digital trabalha os sites de uma maneira muito mais ampla. Seu planejamento inclui todo um estudo de como o usuário de um site chega a ele, obtém informações e navega na web. No Brasil, cerca de 95% do tráfego de um site é originado através do Google. Por isso, é essencial trabalhar a otimização de uma página para que ela seja bem lida pelo buscador e, consequentemente, tenha um bom tráfego de usuários.

Um bom layout não é sinônimo de encontrabilidade. Para ser bem acessado, um site precisa ser bem lido pelo Google. Os resultados da busca deste site são determinados por um ranking de mais de 200 critérios. As páginas que atendem a estes requisitos aparecem nos primeiros lugares da busca.

Uma agência de marketing digital, como a Publiweb, trabalha exatamente em cima destes requisitos do Google. Nós construímos sites que, além de ter um belo layout, atendem a estes critérios e, por isso, têm um tráfego de usuários muito mais intenso. E, na internet, tráfego significa negócios.

Portanto, se sua empresa quer gerar negócios através da internet, procure a Publiweb! Nós somos especialistas nisto!

Fonte: Publiweb

Pare de tentar impressionar os outros e economize

Muitas pessoas compram roupas não porque precisam substituir as que já têm, mas apenas para impressionar os outros. Muitas pessoas compram o último modelo de automóvel não porque necessitam substituir o atual, mas para impressionar os outros. Muitas pessoas compram – ou alugam – casas e apartamentos maiores não porque precisam de espaços maiores, mas tão somente para impressionar os outros.

Em todos esses casos, geralmente as pessoas se preocupam em impressionar pessoas que mal conhecem. Ou, pior, que simplesmente não conhecem. Com isso, perdem não só dinheiro[bb], que poderia ser gasto em coisas mais úteis, como também tempo, que poderia ser gasto em atividades mais gratificantes. Isso sem falar em energia, que poderia ser aproveitada para fins mais nobres.

Então aqui está uma dica que poderá fazer você economizar muito dinheiro. Essa dica se resume a seis palavras, que, interligadas, formam a seguinte frase: pare de tentar impressionar os outros. Quando você compra apenas para chamar a atenção de pessoas desconhecidas, para impressionar seus colegas de trabalho ou para chamar a atenção de seus vizinhos de condomínio, você está comprando por motivações erradas.

Não há nada de errado com a compra em si. Afinal, as compras podem ter sido realizadas para te recompensar por algo que você tanto almejava, e sobre isso inclusive já lancei meu olhar no artigo “Você compra para compensar ou para recompensar?”. O problema está localizado na finalidade da compra.

Infelizmente, vivemos numa sociedade dominada pela aparência, onde as pessoas querem ser valorizadas por aquilo que têm e não por aquilo que são. Quanto mais têm, mais chamam a atenção e mais aparentam ser pessoas bem-sucedidas. Afinal, se têm alguma coisa, é porque a compraram com dinheiro.

O que você não percebeu ainda é que no mundo há tanta gente querendo também te impressionar que elas mal notarão seus esforços em tentar impressioná-las. Não seja mais uma pessoa a figurar de modo passivo nesse círculo vicioso de completa futilidade. Impressione as pessoas pelo que você é e não pelo que você possui.

Foque seus esforços, concentre seu tempo e desenvolva suas habilidades[bb] na construção e transmissão de valores intangíveis, que o dinheiro não pode comprar: relacionamentos, caráter, honestidade, paixão por fazer aquilo que gosta, solidariedade, bondade, amor, compaixão etc. O leque é virtualmente infinito e depende apenas de você - e não daquilo que você tem no bolso. Desenvolva comportamentos positivos e seja lembrado pelas atividades que você realiza, não pelas coisas que você adquire.

No mundo, há opiniões que importam e opiniões que não importam. Você deve se concentrar no primeiro grupo, não no segundo. O problema é que as pessoas tentam impressionar os outros que se situam no segundo grupo. Raramente você vê um marido ou esposa que compra o carro apenas para impressionar o seu cônjuge.

Ele quer impressionar os vizinhos, colegas de trabalho, mas principalmente ele quer impressionar quem o vê no trânsito. Será que a opinião de todo mundo importa? É claro que não. Da mesma forma, a pessoa que compra roupas apenas para impressionar quem a vê andando na rua, estará gastando dinheiro à toa, pois a opinião das pessoas que estão na rua pouco importarão para ela.

Não centralize sua vida nas coisas que compra apenas para impressionar os outros, mas sim nos valores que podem influenciar positivamente a vida de todas as pessoas ao seu redor. Pense mais como um investidor[bb], preencha sua vida com mais sentido e menos coisas. E, quando for preenchê-la com bens, que seja um preenchimento conectado aos seus valores, feito de um modo equilibrado e para fins proveitosos - e não apenas para tentar impressionar os outros. Porque, afinal, eles já estão ocupados demais tentando te impressionar. Agindo assim, a sua vida fica mais leve. E o seu bolso também.

Fonte: Dinheirama

16 de jun. de 2010

As diferenças entre o consumidor virtual e o do varejo

Os e-consumidores têm renda média familiar maior do que os consumidores que realizam compras off-line. É o que indica a primeira edição da Pesquisa Cross Channel, realizada pela e-bit, em parceria com o Instituto Análise. De acordo com o levantamento, o orçamento médio dos consumidores que realizam compras em lojas on-line é de R$ 3.560,79, ante R$ 1.444,52 daqueles que vão apenas às lojas físicas. Outro dado indica que 80% dos adeptos às compras virtuais encontram-se na faixa entre 25 e 59 anos, enquanto 66% dos consumidores do varejo tradicional representam a mesma faixa de idade.
O estudo também apontou para a diferença entre os meios de pagamento utilizados nos dois canais. Os clientes virtuais preferem utilizar o cartão de crédito, tanto na web, quando no varejo físico. Já as pessoas que compram exclusivamente fora de casa utilizam mais o dinheiro na hora do pagamento. Para adquirir produtos de maior valor agregado, entretanto, como eletrodomésticos, eletrônicos e itens de informática, a opção é o cartão.

Dos pesquisados na internet, 56% elegem a web como canal para compra de eletrodomésticos, contra 34% que optam por lojas especializadas fora do meio virtual. Já nos pontos-de-venda físicos, 77% compram o mesmo produto em lojas especializadas, enquanto que 3% consideram adquirir um eletrodomético pelo e-commerce, mesmo não sendo esse o canal utilizado normalmente para fazer compras.

A pesquisa também registrou que 70% dos e-consumidores preferem adquirir ingressos nos endereços eletrônicos e apenas 5% dos consumidores de rua compram seus tíquetes pela internet. O estudo ainda apontou quais são as lojas que serão mais procuradas pelos internautas nos próximos meses. Para o segmento de eletrodomésticos, por exemplo, 8% dos respondentes disseram optar pelo Ponto Frio, 7% pelo Compra Fácil e 5% pelo Walmart.

Já para a categoria papelaria e escritório, a preferência é pela Kalunga, com 14%, seguida pela Livraria Saraiva, com 6%. De acordo com o levantamento são poucas as categorias que os e-consumidores preferem comprar em lojas físicas. Normalmente, a escolha é por produtos que não precisam ser vistos ou tocados, como acontece com artigos de supermercado, cosméticos e perfumaria e moda e acessórios.

Eletrônicos, artigos de informática, eletrodomésticos e livros são as categoriais com mais intenção de compra para os próximos meses entre os consumidores virtuais. Para os e-consumidores, a praticidade e a facilidade na compra on-line estão ligadas à comodidade e ao conforto, além da familiaridade com o ambiente web. Já para o consumidor tradicional, a internet ainda é um obstáculo na hora de adquirir um produto, pela falta de familiaridade com o canal.

Fonte: Portal Exame

15 de jun. de 2010

Crie vídeos em 3D para o YouTube

Veja como fazer seus próprios filmes em três dimensões para o YouTube e impressione sua audiência

Sem estardalhaço, o pessoal do YouTube vem testando o recurso de publicação de filmes em 3D desde o ano passado. O esquema funciona com o upload de um único vídeo que ganha versões para ser visto em três dimensões por meio de várias técnicas — desde os velhos óculos coloridos até os sistemas mais atuais. Para embarcar nessa, basta usar alguns progra- mas e duas webcams. Elas devem ser iguais ou terem a mesma distância focal, para que simulem bem os olhos do expectador. No tutorial a seguir, confira como capturar, montar e enviar o vídeo ao YouTube, no padrão exigido para ser visto em 3D. Você precisará dos seguintes programas: WebcamXP, K-Lite Codec Pack, AVISynth, o VirtualDub e o HeavyMath Cam 3D.

Clique aqui para saber como.

Tecnologia: a Copa no celular

Gols poderão ser vistos em três dimensões
Equipe Universidade do Futebol

Tão logo comece a Copa do Mundo na Alemanha, no próximo ano, as imagens dos gols ou lances espetaculares poderão ser baixados em três dimensões para os aparelhos celulares.

Os lances que aparecerem na TV serão reconstituídos pelo computador e repassados aos celulares quase que em tempo real. Os torcedores tecnológicos terão a opção de ver as jogadas em diversos ângulos e, inclusive, em câmera lenta.

Desenvolvida especialmente para o mundial de 2006, esta tecnologia de transportar as imagens dos jogos para os celulares, faz parte da plataforma de serviços da Servingo. Além dos lances dos jogos, também poderão ser baixados para o celular a tabela das partidas e várias outras informações ligadas ao futebol ou mesmo ao turismo na Alemanha.

Fonte:Universidade do Futebol

iPhone 4 deve chegar ao Brasil em setembro

O novo modelo do smartphone da Apple será vendido nas cores branco e preto (veja aqui a galeria de imagens do iPhone 4). Nos Estados Unidos, em contratos de dois anos com as operadoras, custará US$ 199 (16 GB). Na versão de 32 GB, será vendido por US$ 299.
Por conta da chegada do novo modelo, a versão 3GS de 8GB vai passar a custar 99 dólares nos EUA.

Em uma primeira etapa, o celular o iPhone 4 poderá ser encomendado (pré-venda) no próximo dia 15, em cinco países (Estados Unidos, França, Alemanha, Reino Unido e Japão). Eles poderão retirá-lo no dia 24.

Em uma segunda leva, em julho, o produto será disponibilizado para outros 18 países. Depois, até setembro, outros países serão atendidos, completando a venda do iPhone 4 em 88 nações. O Brasil deve ser um desses países.

Como é o iPhone 4

A nova versão aparelho é visivelmente mais fino. Com 9,3 mm de espessura, é 24% mais fino que a versão 3GS.

O novo modelo torna o dispositivo multitarefa e estreia novidades de hardware, como duas câmeras.

Segundo revelou Steve Jobs, chefão da Apple, o novo iPhone conta uma tela modificada que permite exibir 326 pixels por polegada, o que, de acordo com Jobs, conferiria resolução excepcional à tela.

O celular tem também slot para cartão micro Sim, idêntico ao usado nos iPads 3G. O dispositivo tem mais antenas, o que melhora a recepção de sinal GPS para ele.

O novo iPhone possui agora um novo hardware, um giroscópio interno, que permitirá aumentar o uso do sensor de movimento.

Além do acelerômetro (2D), o giroscópio permite perceber movimentos em três dimensões. Este dispositivo deve permitir o desenvolvimento de aplicações baseadas em movimento, sobretudo em games.

O iPhone 4 possui tela com resolução de 960 x 640 e dimensão de 3,5 polegadas. Segundo Jobs, isto é quatro vezes mais que a resolução do 3G.

Fonte:Info Abril

9 de jun. de 2010

Engenharia de Software na Prática

Resenha:
A cada dia, mais profissionais e empresas estão interessados em desenvolver softwares com qualidade, menores custos de manutenção e dentro dos prazos previstos. Com essa intenção, tais profissionais e empresas necessitam adquirir maturidade no ciclo de desenvolvimento do software e utilizar Engenharia de Software.

Este livro ensina como utilizar disciplinas do CMMi integrado a Engenharia de Software em todo o ciclo de desenvolvimento de software. Por meio de estudo de caso de comércio eletrônico e partindo de solicitação da área de negócio, o leitor será levado por todo o ciclo de vida do projeto, percorrendo vários processos necessários para certificação CMMi. No estudo de caso, apresenta uma série de templates que podem ser utilizados em projetos da vida real.

Destina-se a profissionais, estudantes e professores interessados em aumentar sua competência como profissionais da área de Tecnologia da Informação relacionada ao desenvolvimento de software, aprendendo na prática conceitos prescritos na Engenharia de Software, para produzir soluções elegantes, compartilhar ideias e tomar decisões por meio de um ciclo completo de projeto e desenvolvimento. Pode ser de utilidade às empresas interessadas em implementar em sua metodologia de desenvolvimento de software processos e melhores práticas de mercado, alinhados ao modelo de maturidade CMMi desenvolvido pelo SEI.

O que este livro aborda:

- Processos de desenvolvimento de software
- Gerenciamento e engenharia de requisitos
- Gerenciamento de mudanças
- Gerenciamento de riscos
- Gerenciamento de qualidade
- Gerenciamento de configuração
- Processos de análise, arquitetura e design de software
- Processos de construção, testes de software e implantação
- Tecnologia orientada a objetos
- Templates para utilização em projetos
- Análise e design orientado a objetos com UML

Quem deseja adquirir o livro clique aqui para mais informações

8 de jun. de 2010

Comunicar é preciso

"A decisão.

Preciso abrir uma conta em outro banco. Ok… precisar não preciso, quero. Numa conversa informal com um amigo de mercado financeiro fiquei sabendo das vantagens da diversificação na oferta de serviços bancários e decidi que romperia a relação de exclusividade com meu banco após uma década de fidelidade não reconhecida.

Tudo bem eu assumo, a relação já estava desgastada, ela (a instituição) já não me procurava mais, ou quando procurava era só pra pedir dinheiro ou dizer que eu estava errado. Cansei. Quando percebi, eu estava olhando pra outras na rua, atrás de aventura ou quem sabe de um outro porto seguro onde pudesse amarrar meu barco.

A escolha.

Como em qualquer “caça” as diferenças efetivas entre uma ou outra opção eram estatisticamente desprezíveis então parti para as afetivas. Pois como estava carente queria alguém que me desse colo, cafuné ou um ombro. Sabia que eu era um bom partido, tinha um dote considerável (mas não invejável) e minhas exigências poderiam ser consideradas básicas. Ah! Esqueci de dizer que em minha escolha evitei as opções do tipo premium pois não queria gastar aquilo que me dava condições de status com algo que me cobrava mais para mostrar aos outros que eu tinha status e fatalmente acabaria tirando o verdadeiro status que porventura (ou ilusão) eu tivesse. Mas voltemos ao status quo.

A determinação.

Ela era perfeita, ou ao menos se aproximava disso. Além de cuidar das minhas finanças, era interessada em causas sociais, meio ambiente, perambulava muito bem pela cultura, tinha acabado de realizar uma plástica geral e estava enxutíssima e se eu precisasse ela ainda me emprestava dinheiro!!! Que mais eu poderia querer?

O encontro.

Fui conhece-la pessoalmente. Pra saber mais informações sobre a pretendida. A internet até é um bom meio para a paquera, mas para efetivar a proposta de relação ai eu sou tradicional, tem que ser olho no olho. Isso evita surpresas futuras. Vesti-me com as honrarias que a situação pede. Sem muita pompa para evitar altas expectativas, sem muito desleixo para evitar o pouco caso.



A hora da verdade.

Entrei na agencia. Olhei em volta, era de pequenas proporções, do tipo mignon, com 4 caixas de atendimento, alguns caixas eletrônicos e três mesas de gerentes. 4 ou 5 pessoas na fila esperando sua vez de serem atendidas. Enfim nada que destoasse muito daquilo que eu já esperava. Após um breve e superficial reconhecimento da área encontrei-a. Estava atrás de uma mesa onde descansava uma placa com os dizeres “abertura de contas – Rita de Cássia” aquilo soava como poesia em meus ouvidos. As trombetas tocavam, o coração disparou. Rita… esse era seu nome… fui ao seu encontro e ao chegar perto da mesa nossos olhares se cruzaram pela primeira vez. Como ela estava ao telefone fez um sinal para que eu sentasse e foi o que fiz ouvindo ainda o final de sua conversa “me liga lá pelas 5 que eu já sai e a gente se encontra pra botar a fofoca em dia. Beijo, tchau”

- Olá em que posso ajuda-lo?

- Eu queria abrir uma conta e…

TRIMMMMMM toca o telefone. Aliás os telefones. Eram todos os telefones tocando ao mesmo tempo.

- Eu vi uns prospectos de abertura de conta na…

TRIMMMMM e o som ecoava por toda a agencia. Olhei ao lado para as outras mesas e vi uma gerente remexendo sua bolsa e a outra vasculhando uns papéis.

- Eu gostaria de saber mais sobre…

TRIMMMMM as pessoas na fila também começavam a olhar em volta como que procurando quem iria atender ao chamado. Lancei um olhar ao telefone quase que sugerindo que ela o atendesse e ela lá com suas mãos cruzadas sobre a mesa e seu olhar de “estou aqui para ouvi-lo”.

- Se você quiser atender o telefone… sugeri já mostrando certo desconforto com a interrupção freqüente. Ao lado as duas gerentes conversavam. Devia ser algo muito importante.

Comecei a duvidar de minha sanidade. Será que só eu to percebendo esse som do telefone tão alto? Olhei novamente para a fila, bem , se eu estava louco eles também estavam. Só nós ouvíamos o som do telefone. Todos os funcionários do banco nem o notavam.

- E se o senhor ainda disponibilizar recursos para o fundo… Rita falava. Eu já não ouvia mais nada só ficava esperando o próximo toque. E ele vinha…

TRIMMMMMM

- E é ai que está o nosso maior diferencial, o cuidado com o cliente… Rita não percebia que tinha me perdido e que agora eu passava a contar quantos toques ainda viriam. As gerentes tinham ido tomar um cafezinho na máquina ao lado. Novos integrantes da fila já percebiam o mantra do telefone e, como seus predecessores, também olhavam em volta em busca de um salvador.

- Se o senhor reparar em nossas taxas… Atenda o telefone. Atenda o telefone. Eu enviava sinais telepáticos para ela já fantasiando que poderia ser alguma coisa importante como… um cliente por exemplo!

TRIMMMMMM era o décimo toque. Minha fantasia começou a ganhar proporção e eu já me via no escritório com o telefone em punho, precisando de um serviço, informação, ajuda ou alô, não interessa! Por que esta gerente não atende ao telefone?!? Como ela podia fazer isso comigo? Eu precisando falar e ela tomando cafezinho, tentando chavecar mais um incauto ou secando as unhas?

Minha esperança era que a linha caísse para que assim eu pudesse retomar o mínimo de atenção que ainda tinha e ouvir o resto da ladainha de Rita. Para meu desespero o tel não parou.

- Capitalização é nosso forte, temos uma linha de…

Décimo sétimo toque. Surtei. Levantei-me da cadeira e em alto e bom som proferi minha indignação:

-NINGUÉM VAI ATENDER ESSE TELEFONE?

A agencia parou. De um lado os funcionários com olhares de susto e reprovação, de outro meus aliados da fila dando razão a minha indignação, cheguei até a ouvir um “é isso mesmo…”

- O senhor está bem? Perguntou Rita não entendendo minha atitude.

-Agora estou ótimo. Rita sabe quem era ao telefone? Eu! Eu e tantos outros que precisam ser atendidos, mas vcs estão ocupados demais para isso não é verdade? Passar bem Rita.

Fui embora de peito estufado e o sorriso de quem acabara de escapar de uma roubada.

Resumo da ópera.

O telefone serviu como um alarme contra o mau atendimento. A cada frase emitida pela Rita o alarme gritava “não acredite!” e foram 17 “não acredite” que eu ouvi em pouco mais de dois minutos.

Imagine se no segundo ou terceiro toque, ao perceber que ninguém atenderia, Rita pegasse o telefone e aproveitasse a oportunidade de mostrar toda sua desenvoltura como gerente, imagem e interface da instituição provendo um atendimento exemplar, mostrando soluções, ouvindo o cliente e dando um “show” para sua platéia (eu no caso).

Qual teria sido minha percepção em relação aos serviços deles? Qual teria sido minha experiência com a situação? Lá estava um cliente em potencial que estava pronto para fechar um negócio, ávido para validar suas expectativas, disponível, com a atenção toda voltada pra ela e o que ela faz? Blá blá blá, discurso decorado, panfletos batidos, chance desperdiçada.

Diz um ditado: Existem 3 coisas que não retornam: a flecha atirada, a palavra lançada e a oportunidade perdida. Vou acrescentar mais uma: o cliente desprezado.

você já se sentiu desprezado por um fornecedor, prestador de serviço ou vendedor? Deixe seu comentário, é sempre um prazer conversar com você."

Fonte:Abril.com

7 de jun. de 2010

O GLOBO estreia sua página no Facebook

Na terça-feira, O GLOBO estreia sua página no Facebook, a rede social que lidera a lista de sites mais visitados no mundo, de acordo com estudo divulgado pelo Google recentemente. Ao lançar uma página no site, o jornal entra na rede que registrou 540 milhões de usuários em abril e que cada vez mais tem sido utilizada como um agregador de notícias.

- É nítido que as pessoas se informam pelas redes sociais. No caso do Facebook, basta o internauta clicar no botão "curtir" na página de jornais, rádios ou TVs para "curtir" notícias selecionadas pelos sites que escolhe - afirma a editora de Mídias Sociais do GLOBO, a jornalista Nívia Carvalho.

A página do jornal no Facebook - http://www.facebook.com/jornaloglobo - trará diariamente uma seleção de matérias relevantes para os usuários.

Internautas podem participar pelo Eu-Repórter

Na lateral, ícones com links levarão o internauta, com apenas um clique, para especiais (site Rio Show e o ambiente com a cobertura da Copa do Mundo); blogs dos colunistas Ancelmo Gois, Miriam Leitão, Ricardo Noblat, Patrícia Kogut, Jorge Bastos Moreno e Renato Maurício Prado; serviços como previsão do tempo e horóscopo; e para o Eu-Repórter, a seção de jornalismo participativo do GLOBO.

- A página será mais um canal de difusão de nossas histórias e de interação com o público. Esperamos a participação das pessoas, com comentários, sugestões. Com as redes sociais, todos nós conseguimos um poder inédito para nos associar e trocar informações - acrescenta Nívia.

Brasileiro tem, em média, 365 amigos virtuais
No Facebook, 54% são universitários ou já têm nível superior

No Brasil, o hábito que as pessoas possuem de compartilhar informações com amigos coloca o país na categoria de mais sociável do planeta. Enquanto a média de amigos virtuais no mundo é de 195 pessoas por usuário, no Brasil esse número sobe para 365.

Comparações feitas com base no relatório do Google com os sites mais visitados em abril revelam que o número de pessoas que acessa o Orkut e outras redes sociais, como Facebook e Twitter, tem crescido muito no Brasil. E que o Facebook registrou 5,1 milhões de visitantes únicos brasileiros - um quarto dos que acessaram o Orkut.

No Orkut, a divisão por gênero é rigorosa: metade para cada sexo. No Facebook, 64% dos usuários são homens e 36%, mulheres.

O grau de escolaridade é a estatística com maior discrepância entre um e outro. No Orkut, 28% estão na universidade ou já completaram o nível superior. Já no Facebook, o percentual de pessoas com esse nível de escolaridade vai para 54%.

No Twitter, da Copa às eleições
Outra rede de grande sucesso no Brasil e no mundo, o Twitter contabiliza a presença do GLOBO entre seus 9,8 milhões de usuários brasileiros desde o ano passado. As cerca de 40 contas que o jornal possui no microblog, entre perfis de editorias, suplementos, blogs e colunistas - todos reunidos em http://www.oglobo. com/globotwitter -, são outro canal para a difusão das notícias mais relevantes do dia.

Em tempo de grandes coberturas, como o Fashion Rio e a Flip, é por meio do Twitter que o internauta acompanha as notícias em primeiríssima mão. Na Copa do Mundo, não poderia ser diferente. Direto da África do Sul, 23 jornalistas da editoria de Esportes alimentam a conta (http://www.twitter.com/OGlobo_Esportes) com as últimas notícias da seleção, a rotina de treinamentos da equipe liderada por Dunga e impressões sobre o país anfitrião.

Em breve, O GLOBO lançará uma conta no microblog para as eleições de 2010, que trará a cobertura completa dos candidatos e principais acontecimentos.

Fonte:O Globo

Facebook com URL personalizada

Ao criar sua página personalizada para reunir fãs e divulgar novidades no Facebook, você deve visitar o endereço www.facebook.com.br/pages/create.php. Você notará que a URL da sua página não tem, a princípio, nada a ver com seu assunto. Para contornar isso, o Facebook permite a criação de uma URL personalizada. Para alterar seu endereço é preciso ter 25 fãs. Por isso, antes de divulgar a página, peça para seus amigos serem fãs. Depois disso, o Facebook envia um e-mail indicando a forma de criar a URL personalizada. Assim, você poderá usar um endereço como www.facebook.com/redbull, como na imagem abaixo.

Fonte: Abril.com

Comércio online pretende faturar R$ 550 milhões com Dia dos Namorados

Se você pretende comprar um presente de dia dos namorados pela internet, não deve ser o único. A consultoria e-bit, especializada em informações de e-commerce, estima que as vendas online para o dia dos namorados devem render R$ 550 milhões para o comércio eletrônico brasileiro.

O valor previsto pela e-bit significa um aumento de 40% em relação ao mesmo período do ano passado e considera o intervalo entre 29 de maio e 12 de junho.

Em 2009, o dia dos namorados movimentou R$ 393 milhões no comércio eletrônico. Este ano, os principais presentes comprados pela internet devem ser produtos de informática, perfumes e cosméticos, flores e cestas e telefones celulares. Por conta da proximidade com a Copa do Mundo, o mercado de e-commerce também aposta nas vendas de televisores de tela plana.

Como os produtos com maior expectativa de venda neste ano são, em geral, caros, a e-bit calcula que o gasto médio para a data será de R$ 375, contra R$ 330 em 2009.

Na hora de comprar, não se esqueça de sua segurança. Procure produtos em sites confiáveis, como o Terra Ofertas, não acredite em promoções super tentadoras e siga as dicas de compra pela internet do Internet Segura, para garantir uma comemoração feliz.

Fonte: TERRA

2 de jun. de 2010

7 Estratégias para dizer Não

Muitas pessoas que vivem com problemas de falta tempo, tem a tendência a dizer muitos "sim" aos outros e acabam acumulando um excesso de tarefas no seu dia.

Sei que aprender a dizer "não" é algo difícil para muitas pessoas, mas pode ajudar muito na administração do seu tempo. Veja algumas dicas para começar a dizer não:


1 - Seu tempo é limitado

Você tem apenas 24 horas por dia e em média 10 horas de trabalho. Quanto mais "sim" você disser menos horas terá em seu dia e mais coisas importantes terá deixado de lado. Não está na hora de pensar em você e deixar o circunstancial de lado? Você não pode querer fazer tudo sempre.


2 - Não se sinta culpado

Você não precisa se sentir culpado por não poder fazer algo. Você não é super homem. Dizer não é algo totalmente compreensível, é respeito a seu próprio tempo e você não precisar se sentir mal por pensar em você.



3 - Utilize argumentos verdadeiros

Nada melhor que uma boa verdade para justificar sua recusa. Você também é cheio de projetos, tarefas, urgências. Mostre sua lista de prioridades, suas reuniões, seu foco, enfim você também é ocupado e é justo mostrar isso.


4 - NÃO definitivo

Pior que o a falta do NÃO é o TALVEZ. Você não diz NÃO mas também não diz SIM e fica lá pensando como fugir daquela situação. As vezes perdemos mais tampo para pensar em uma desculpa do que dizer NÃO de uma vez.


5 - NÃO É NÃO

Quando disser não é definitivo. Não volte atrás. Isso cria o hábito e o respeito as suas decisões. Se você balançar e voltar atrás, sempre haverá essa tentativa por parte das outras pessoas.

6 - Quando você deve dizer não?

- Quando está no meio de muitos projetos

- Não está confortável com a tarefa

- Não é a pessoa qualificada para a tarefa

- Precisa de mais tempo para você

- Quando a tarefa é circu

DIZER NÃO É NECESSÁRIO!

Fonte: Você com Mais Tempo

1 de jun. de 2010

Pequenas empresas estão investindo mais em publicidade online

O Google divulgou em Buenos Aires um estudo que mostra que 60% das pequenas e médias empresas da América Latina utilizam algum tipo de publicidade online. A pesquisa, feita em 3,6 mil companhias de diversos setores no Brasil, Chile, Argentina, Colômbia e México, indica que o uso de ferramentas online para vendas e marketing ainda é pequena na região, mas que o potencial de crescimento é acelerado.

“Cerca de 31% da população da América Latina e Caribe usa a internet. Isso significa que o consumidor quer novas funcionalidades e maiores opções para comércio eletrônico e, por isso, os vendedores tradicionais devem seguir os internautas para não ficar fora do jogo”, afirmou Alexandre Hohagen, diretor geral do Google América Latina, em um comunicado.

De acordo com a pesquisa, apenas 18% dos sites de pequenas e médias empresas permitem transações online, com outros 24% pensando em habilitar esse tipo de serviço em um período de seis a 18 meses. O Brasil aparece com mais empresas que permitem comércio online em seu site (quase 25%).

Outra área pouco explorada, segundo o Google, são os recursos da Web 2.0: “Blogs e Wikis são pouco utilizados pelas empresas latinas”, disse Hohagen. “Entretanto, somos muito otimistas em relação ao futuro do comércio eletrônico e da publicidade online na América Latina”, concluiu. O estudo divulgado pelo Google foi feito pela Pyramid Research.

Fonte: E.Commerce

Tabela da COPA

Tabela da Copa Africa do Sul 2010

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Redes sociais invadem seleções de empresas

A seleção de trainees passa por uma transformação. Grandes empresas apostam em redes sociais e portais voltados especificamente ao programa para encontrar profissionais que se identificam com seus valores.

São ferramentas como Twitter, Facebook, LinkedIn e Orkut, mas desenvolvidas para a seleção, com material sobre a contratante.

"Alguns programas atraem até 40 mil inscritos, mas só aprovam dez ou 15. O desafio [ao lançar plataformas próprias] é trazer para a etapa presencial pessoas com o perfil que a empresa quer", aponta Rosana Tavares, consultora da Across.

Segundo a especialista, com essa interação, o profissional "perceberá sozinho o se é adequado [para compor o time de trainees]".

A consultoria preparou uma plataforma diferenciada para a Natura no ano passado -um portal com atividades
e "chats". "Ao conhecê-la, o candidato pode escolher se tem vontade de continuar ou não no processo, que fica menos seletivo e mais eletivo", esclarece Tavares.

Dos 18 mil inscritos, 35 foram selecionados entre eles Fabianna Bluhm, 23.

"Estavam mais interessados em saber sobre minha vida para analisar meu perfil. Porque conhecimento técnico pode-se adquir com o tempo de trabalho", analisa.

GRAVANDO

Na seleção de trainees de 2009, a Johnson & Johnson também apostou nas plataformas on-line. Pediu aos candidatos que elaborassem um vídeo que associasse sua história de vida dele aos valores da empresa.

Valiam até os feitos com câmera de celular.

"Qualidade do material não era critério. Queríamos verificar se o jovem conhecia a companhia à qual estava se propondo a trabalhar", explica Renata Damásio, consultora de RH da Cia de Talentos, consultoria responsável por essa mudança.

Dos 20 mil inscritos, 28 foram escolhidos na seleção de 2009. Para este ano, o processo de escolha de trainees está sendo revisto mas as alterações implementadas na seleção on-line permanecem.

Fonte: clikpb

Ideias que não deram certo

O jogo online Farmville e a rede social FourSquare foram incluídos pela revista Time na lista das 50 piores invenções de todos os tempos, ao lado dos anúncios pop-up e do spam. A lista foi divulgada nesta sexta-feira (28/5) no site da revista.

A Microsoft também está presente na lista, por meio do ícone animado Clippy e da interface 'amigável' Microsoft Bob, feita para o Windows 95. A Sony colaborou com o formato de vídeo Betamax e sua proteção contra cópias de CD. Outros itens tecnológicos incluem o patinete elétrico Segway e o videogame Nintendo Virtual Boy.

Para a revista, Farmville não é nem mesmo um jogo e sim "uma série de tarefas sem sentido, que exigem intermináveis cliques de mouse". Já o FourSquare é "apenas outra ferramenta ajustada a uma geração de narcisismo, onde você pode ganhar distintivos por frequentar a cafeteria da esquina mais do que qualquer outra pessoa".

A revista alerta que a lista, que reúne "algumas das ideias mais brilhantes do mundo que simplesmente não deram certo", não segue uma ordem específica. Apesar disso, Farmville aparece na nona posição e FourSquare, na 24.ª.

Fonte: UOL