Sem dúvida, nós estamos conectados a rede chamada Internet praticamente da hora que acordamos até a hora de dormir.
Essa matéria mostra, através de uma pesquisa, o quanto acessamos email.
"Os brasileiros checam seus e-mails de trabalho mesmo depois do expediente. A constatação é da pesquisa “Consumerização de TI”, realizada pelo IDC.
De acordo com o relatório, 36% dos entrevistados checam seus e-mails de trabalho quando estão em aviões - quase o dobro dos australianos/neozelandeses (19%) e ultrapassando os europeus (24%) e os norte-americanos (22%).
Outros 21% disseram checar suas caixas de e-mail enquanto estão dirigindo carro – mais uma vez, quase o dobro do número obtido na Austrália/Nova Zelândia (11%) e superando os 15% dos entrevistados nos Estados Unidos e Europa.
Por fim, 17% afirmaram que acessam suas caixas de correspondência até quando estão em cultos religiosos – mais do que o dobro apontado nos Estados Unidos (7%), Europa (5%) e Austrália/Nova Zelândia (4%).
A pesquisa foi realizada em vários países do mundo. No Brasil, a primeira etapa entrevistou 301 trabalhadores usuários de aparelhos celulares, smartphones, palms, laptops etc., e redes sociais, como blogs, Twitter, Facebook etc. São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Porto Alegre, Belo Horizonte, Curitiba, Salvador e Fortaleza participaram da pesquisa.
O objetivo do estudo é mostrar como a chamada “consumerização de TI” – que significa como os equipamentos pessoais e as redes sociais, utilizadas pela sociedade de modo geral, podem afetar as organizações e seus funcionários.
“Estes dados sobre o uso da tecnologia de qualquer lugar para fins de trabalho de qualquer lugar demonstram ainda mais que a consumerização de TI já é uma realidade tanto para os funcionários como para as organizações no Brasil, que precisam cada vez mais entendê-la e explorá-la”, concluiu Paulo Roberto de Carvalho, diretor da Unisys, empresa patrocinadora da pesquisa."
Fonte: INFO
26 de out. de 2010
Pesquisa revela a importância da classe C para o e-commerce
De acordo com um estudo elaborado pela Razorfish em parceria com o Terra, revelou que 66% das pessoas pertencentes à classe C dispõe de algum meio de acesso à internet. Do total, 40% são computadores do tipo desktops, 23% celulares, e apenas 3% laptops.
Até o final do ano de 2010, dos 3,7 milhões de consumidores que pretendem adquirir um computador, 57% pertencem às classes emergentes.
“Estes dados demonstram uma mudança forte no perfil das classes emergentes, que deve ser considerado pelas empresas ao definirem suas estratégias de negócios e de comunicação”, afirma o diretor-geral da Razorfish, Fernando Tassinari.
Ainda de acordo com o estudo, o Brasil possui 28 milhões de residências com computadores. Destes, 63% pertencem à classe C, 23% A e B, e 14% à classe D.
Do total de internautas brasileiros, 42% pertencem à classe C, um avanço significativo na comparação com o ano de 2004, quando esta classe respondia por 29% dos acessos.
“O estudo corrobora o que vivenciamos na prática e que extrapola rótulos ou categorias. Foi o que aconteceu na Copa e é o que vem acontecendo nas Eleições, por exemplo. Seja pela informação, seja por entretenimento, a internet já é hoje o meio mais democrático para todas as classes sociais. E com menores custos e sem a limitação da grade da mídia tradicional, a Classe C encontra na internet opções que contemplam todos as suas necessidades e gostos”, diz Paulo Castro, diretor geral do portal Terra.
Fonte: E.commerce News
Até o final do ano de 2010, dos 3,7 milhões de consumidores que pretendem adquirir um computador, 57% pertencem às classes emergentes.
“Estes dados demonstram uma mudança forte no perfil das classes emergentes, que deve ser considerado pelas empresas ao definirem suas estratégias de negócios e de comunicação”, afirma o diretor-geral da Razorfish, Fernando Tassinari.
Ainda de acordo com o estudo, o Brasil possui 28 milhões de residências com computadores. Destes, 63% pertencem à classe C, 23% A e B, e 14% à classe D.
Do total de internautas brasileiros, 42% pertencem à classe C, um avanço significativo na comparação com o ano de 2004, quando esta classe respondia por 29% dos acessos.
“O estudo corrobora o que vivenciamos na prática e que extrapola rótulos ou categorias. Foi o que aconteceu na Copa e é o que vem acontecendo nas Eleições, por exemplo. Seja pela informação, seja por entretenimento, a internet já é hoje o meio mais democrático para todas as classes sociais. E com menores custos e sem a limitação da grade da mídia tradicional, a Classe C encontra na internet opções que contemplam todos as suas necessidades e gostos”, diz Paulo Castro, diretor geral do portal Terra.
Fonte: E.commerce News
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