O Google divulgou em Buenos Aires um estudo que mostra que 60% das pequenas e médias empresas da América Latina utilizam algum tipo de publicidade online. A pesquisa, feita em 3,6 mil companhias de diversos setores no Brasil, Chile, Argentina, Colômbia e México, indica que o uso de ferramentas online para vendas e marketing ainda é pequena na região, mas que o potencial de crescimento é acelerado.
“Cerca de 31% da população da América Latina e Caribe usa a internet. Isso significa que o consumidor quer novas funcionalidades e maiores opções para comércio eletrônico e, por isso, os vendedores tradicionais devem seguir os internautas para não ficar fora do jogo”, afirmou Alexandre Hohagen, diretor geral do Google América Latina, em um comunicado.
De acordo com a pesquisa, apenas 18% dos sites de pequenas e médias empresas permitem transações online, com outros 24% pensando em habilitar esse tipo de serviço em um período de seis a 18 meses. O Brasil aparece com mais empresas que permitem comércio online em seu site (quase 25%).
Outra área pouco explorada, segundo o Google, são os recursos da Web 2.0: “Blogs e Wikis são pouco utilizados pelas empresas latinas”, disse Hohagen. “Entretanto, somos muito otimistas em relação ao futuro do comércio eletrônico e da publicidade online na América Latina”, concluiu. O estudo divulgado pelo Google foi feito pela Pyramid Research.
Fonte: E.Commerce
1 de jun. de 2010
Redes sociais invadem seleções de empresas
A seleção de trainees passa por uma transformação. Grandes empresas apostam em redes sociais e portais voltados especificamente ao programa para encontrar profissionais que se identificam com seus valores.
São ferramentas como Twitter, Facebook, LinkedIn e Orkut, mas desenvolvidas para a seleção, com material sobre a contratante.
"Alguns programas atraem até 40 mil inscritos, mas só aprovam dez ou 15. O desafio [ao lançar plataformas próprias] é trazer para a etapa presencial pessoas com o perfil que a empresa quer", aponta Rosana Tavares, consultora da Across.
Segundo a especialista, com essa interação, o profissional "perceberá sozinho o se é adequado [para compor o time de trainees]".
A consultoria preparou uma plataforma diferenciada para a Natura no ano passado -um portal com atividades
e "chats". "Ao conhecê-la, o candidato pode escolher se tem vontade de continuar ou não no processo, que fica menos seletivo e mais eletivo", esclarece Tavares.
Dos 18 mil inscritos, 35 foram selecionados entre eles Fabianna Bluhm, 23.
"Estavam mais interessados em saber sobre minha vida para analisar meu perfil. Porque conhecimento técnico pode-se adquir com o tempo de trabalho", analisa.
GRAVANDO
Na seleção de trainees de 2009, a Johnson & Johnson também apostou nas plataformas on-line. Pediu aos candidatos que elaborassem um vídeo que associasse sua história de vida dele aos valores da empresa.
Valiam até os feitos com câmera de celular.
"Qualidade do material não era critério. Queríamos verificar se o jovem conhecia a companhia à qual estava se propondo a trabalhar", explica Renata Damásio, consultora de RH da Cia de Talentos, consultoria responsável por essa mudança.
Dos 20 mil inscritos, 28 foram escolhidos na seleção de 2009. Para este ano, o processo de escolha de trainees está sendo revisto mas as alterações implementadas na seleção on-line permanecem.
Fonte: clikpb
São ferramentas como Twitter, Facebook, LinkedIn e Orkut, mas desenvolvidas para a seleção, com material sobre a contratante.
"Alguns programas atraem até 40 mil inscritos, mas só aprovam dez ou 15. O desafio [ao lançar plataformas próprias] é trazer para a etapa presencial pessoas com o perfil que a empresa quer", aponta Rosana Tavares, consultora da Across.
Segundo a especialista, com essa interação, o profissional "perceberá sozinho o se é adequado [para compor o time de trainees]".
A consultoria preparou uma plataforma diferenciada para a Natura no ano passado -um portal com atividades
e "chats". "Ao conhecê-la, o candidato pode escolher se tem vontade de continuar ou não no processo, que fica menos seletivo e mais eletivo", esclarece Tavares.
Dos 18 mil inscritos, 35 foram selecionados entre eles Fabianna Bluhm, 23.
"Estavam mais interessados em saber sobre minha vida para analisar meu perfil. Porque conhecimento técnico pode-se adquir com o tempo de trabalho", analisa.
GRAVANDO
Na seleção de trainees de 2009, a Johnson & Johnson também apostou nas plataformas on-line. Pediu aos candidatos que elaborassem um vídeo que associasse sua história de vida dele aos valores da empresa.
Valiam até os feitos com câmera de celular.
"Qualidade do material não era critério. Queríamos verificar se o jovem conhecia a companhia à qual estava se propondo a trabalhar", explica Renata Damásio, consultora de RH da Cia de Talentos, consultoria responsável por essa mudança.
Dos 20 mil inscritos, 28 foram escolhidos na seleção de 2009. Para este ano, o processo de escolha de trainees está sendo revisto mas as alterações implementadas na seleção on-line permanecem.
Fonte: clikpb
Ideias que não deram certo
O jogo online Farmville e a rede social FourSquare foram incluídos pela revista Time na lista das 50 piores invenções de todos os tempos, ao lado dos anúncios pop-up e do spam. A lista foi divulgada nesta sexta-feira (28/5) no site da revista.
A Microsoft também está presente na lista, por meio do ícone animado Clippy e da interface 'amigável' Microsoft Bob, feita para o Windows 95. A Sony colaborou com o formato de vídeo Betamax e sua proteção contra cópias de CD. Outros itens tecnológicos incluem o patinete elétrico Segway e o videogame Nintendo Virtual Boy.
Para a revista, Farmville não é nem mesmo um jogo e sim "uma série de tarefas sem sentido, que exigem intermináveis cliques de mouse". Já o FourSquare é "apenas outra ferramenta ajustada a uma geração de narcisismo, onde você pode ganhar distintivos por frequentar a cafeteria da esquina mais do que qualquer outra pessoa".
A revista alerta que a lista, que reúne "algumas das ideias mais brilhantes do mundo que simplesmente não deram certo", não segue uma ordem específica. Apesar disso, Farmville aparece na nona posição e FourSquare, na 24.ª.
Fonte: UOL
A Microsoft também está presente na lista, por meio do ícone animado Clippy e da interface 'amigável' Microsoft Bob, feita para o Windows 95. A Sony colaborou com o formato de vídeo Betamax e sua proteção contra cópias de CD. Outros itens tecnológicos incluem o patinete elétrico Segway e o videogame Nintendo Virtual Boy.
Para a revista, Farmville não é nem mesmo um jogo e sim "uma série de tarefas sem sentido, que exigem intermináveis cliques de mouse". Já o FourSquare é "apenas outra ferramenta ajustada a uma geração de narcisismo, onde você pode ganhar distintivos por frequentar a cafeteria da esquina mais do que qualquer outra pessoa".
A revista alerta que a lista, que reúne "algumas das ideias mais brilhantes do mundo que simplesmente não deram certo", não segue uma ordem específica. Apesar disso, Farmville aparece na nona posição e FourSquare, na 24.ª.
Fonte: UOL
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