Muitas pessoas têm pensado em como arrumar dinheiro para comprar os novos tablets, que têm preços um pouco altos. Outras resolveram pagar 169 dólares pelos seus. Com um pouco de criatividade, eles estão criando tablets em cima de aparelhos feitos com outros propósitos.
Um deles, que custa os 169 dólares, é o Insignia Infocast. O aparelho, vendido nos Estados Unidos, tem o hardware de um tablet basicão: é uma máquina com processador de 800 MHz, sistema operacional Linux, tela sensível ao toque, 128 MB de RAM DDR2 e espaço interno de 2 GB.
Apesar de ter em mãos um tablet que pode realizar tarefas simples, a fabricante permite que ele acesse a web somente por meio de aplicativos. Alguns deles são o do New York Times, para ver notícias do jornal, do Photobucket, para ver fotos, ou do Facebook, para atualizar o status. Essencialmente, ele não é aproveitado como poderia.
Seu sistema operacional é o Chumby Linux 2.6, projetado pela Chumby, empresa que detém o direito dos aplicativos. E claro, quando se fala em Linux, fala-se em modificação. Não faltam instruções na web ensinando a mudar seu código. Um exemplo é um wiki ensinando a modificar aparelhos Chumby. Entre as páginas, há uma ensinando a usar um webkit para rodar um browser no Infocast, o que expande suas funcionalidades. E ele pode até ser pareado com um teclado físico.
“Comparado ao que se pode fazer com a plataforma, colocar um browser é só arranhar a superfície”, diz em seu blog Bunny Huang, fundador da Chumby, segundo a Wired. De acordo com ele, há quem esteja trabalhando até em colocar o Android no aparelho.
É claro, o Infocast tem seus limites, sejamos realistas. Não há câmera para videoconferências e muito menos um processador A4 que o faça competir com o iPad (embora ele provoque a Apple com duas entradas USB). Mas todo esse desenvolvimento de software faz pensar que logo mais podemos ver surgir uma geração de tablets mais acessíveis. Afinal, fazer o seu não é tão difícil quanto parecia.
Fonte: INFO
18 de set. de 2010
Dica de Privacidade
Fiquem atentos! Para quem não quer suas atualizações expostas em um game, acomopanhe essa matéria.
Um game baseado no Facebook tem exposto as atualizações dos usuários da rede social de Mark Zuckerberg.
Chamado “Who Said it?”, o jogo exibe uma atualização postada no Facebook e pergunta quem é o autor da mensagem entre três perfis sugeridos.
O objetivo é fazer o maior número possível de acertos em uma série de cinco perguntas. Segundo o site do game, ele é recomendado apenas para maiores de 18 anos, pois as mensagens podem conter conteúdo inapropriado.
Para evitar que suas atualizações sejam usadas pelo game, o usuário deve restringir suas configurações de privacidade no Facebook.
Fonte: INFO
Um game baseado no Facebook tem exposto as atualizações dos usuários da rede social de Mark Zuckerberg.
Chamado “Who Said it?”, o jogo exibe uma atualização postada no Facebook e pergunta quem é o autor da mensagem entre três perfis sugeridos.
O objetivo é fazer o maior número possível de acertos em uma série de cinco perguntas. Segundo o site do game, ele é recomendado apenas para maiores de 18 anos, pois as mensagens podem conter conteúdo inapropriado.
Para evitar que suas atualizações sejam usadas pelo game, o usuário deve restringir suas configurações de privacidade no Facebook.
Fonte: INFO
Concorrência para o facebook
Concorrência para o facebook mostra a cara. A Diaspora, nova rede social que está sendo construída sobre uma plataforma open source, no dia 15 de setembro seu conjunto de códigos para os desenvolvedores.
De acordo com os primeiros screenshots divulgados no blog do projeto, é possível afirmar que, estruturalmente, a Diaspora é parecida com o Facebook.
A previsão é que o serviço seja ofertado em outubro próximo. Entre outros, a Diaspora vai permitir integração e migração automática do Facebook para o novo serviço.
A ideia surgiu de quatro estudantes de Nova York durante a crise de privacidade que atingiu o Facebook entre março e maio deste ano.
Para financiar a ideia, os jovens arrecadaram em torno 100 mil dólares. Até Mark Zuckerberg contribuiu.
O foco do projeto é criar uma rede social limpa, com compartilhamento opções de compartilhamento claras. Antes de serem publicadas no site, as informações carregadas pelos usuários serão criptografadas.
Vamos ver como será o novo concorrente do facebook, a questão de privacidade e as informção criptografadas chamarão a atenção de usuário mais exigentes.
Fonte: INFO On Line
De acordo com os primeiros screenshots divulgados no blog do projeto, é possível afirmar que, estruturalmente, a Diaspora é parecida com o Facebook.
A previsão é que o serviço seja ofertado em outubro próximo. Entre outros, a Diaspora vai permitir integração e migração automática do Facebook para o novo serviço.
A ideia surgiu de quatro estudantes de Nova York durante a crise de privacidade que atingiu o Facebook entre março e maio deste ano.
Para financiar a ideia, os jovens arrecadaram em torno 100 mil dólares. Até Mark Zuckerberg contribuiu.
O foco do projeto é criar uma rede social limpa, com compartilhamento opções de compartilhamento claras. Antes de serem publicadas no site, as informações carregadas pelos usuários serão criptografadas.
Vamos ver como será o novo concorrente do facebook, a questão de privacidade e as informção criptografadas chamarão a atenção de usuário mais exigentes.
Fonte: INFO On Line
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