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19 de mai. de 2010

O que é uma Newsletter?

A Newsletter é uma comunicação regular e periódica enviada para clientes e clientes potenciais da empresa, oferecendo conteúdo sobre assunto específico juntamente com ofertas de produtos e serviços. Uma email newsletter utiliza o email como instrumento para essa comunicação e oferece inúmeras vantagens em relação ao formato em papel, enviado pelo correio.
Diferenças entre uma Email Newsletter e a Mala Direta Eletronica

Embora a newsletter possa ser confundida com a mala direta eletrônica, existe uma diferença essencial entre elas. A mala direta oferece promoções, enquanto a newsletter oferece conteúdo sobre determinado assunto e, também, promoções. Isso tem implicações em termos de objetivos e resultados. O objetivo da mala direta é chamar a atenção do leitor para uma determinada oferta e estimulá-lo a ação imediata por meio de algum benefício. Já o objetivo da newsletter é criar vínculos com o leitor, gerando conhecimento de marca e confiabilidade, o que não só abre o caminho para a ação desejada, como estabelece um relacionamento que estimulará a realização de mais ações ao longo do tempo. A mala direta visa a resultados imediatos, a newsletter visa, principalmente, a resultados de médio e longo prazo. Ambas são ferramentas eficientes de email marketing, quando bem utilizadas sendo que a newsletter é mais recomendada à empresas que tenham visão de longo prazo, na linha do famoso slogan: “você conhece, você confia”.

Na newsletter, é fundamental a relevância do conteúdo para que haja interesse na leitura e na continuidade do seu recebimento. Se a newsletter não oferecer nada de útil ao público-alvo, é melhor não a enviar, pois o resultado será nulo.

Exemplo de Newsletter: eCommerceNews*
Newsletter mensal sobre e-commerce publicada desde 2001

A email newsletter eCommerceNews teve seu primeiro número publicado em março de 2001, quando foi enviada para um punhado de alunos do curso de Ciência da Computação. Hoje é uma referência na Internet brasileira quando o assunto é e-commerce. O público atual da newsletter ultrapassa 100 mil assinantes e é composto por universitários, pesquisadores e, principalmente, empreendedores e empresários que utilizam a Internet como canal de comercialização. Citada em diversas publicações como exemplo de email newsletter bem-sucedida.

Fonte: E.comerce.org.br

18 de mai. de 2010

Sucesso sem risco?

por Edson Porto com Álvaro Oppermann

Faz parte do ideário capitalista a relação quase direta e proporcional entre empreendedorismo, risco e sucesso. Quanto mais ousado e corajoso o empreendedor, mais chances de chegar ao topo. Esse é o roteiro básico nas biografias de grandes homens de negócios. Ou era. Alguns livros e trabalhos recentes estão olhando de forma diferente para as histórias de mitos globais e as reescrevendo. É o que faz a obra From Predators to Icons (“De predadores a ícones”, em tradução livre), dos acadêmicos franceses Catherine Vuillermot e Michel Villette.

De acordo com a dupla, o herói empreendedor, em geral, pouco tem de ousado. Na verdade, sua grande qualidade seria enxergar as oportunidades antes dos outros e não sua habilidade de suportar o risco. Alguns, aliás, seriam na verdade até medrosos. Da lista dos cautelosos fazem parte George Eastman (Kodak), Giovanni Agnelli (Fiat), Sam Walton (Walmart) e Ingvar Kamprad (Ikea). Na fundação de seus impérios, de acordo com os autores, eles sempre jogaram defensivamente.

Os franceses não estão explorando sozinhos esse novo filão. O escritor e jornalista americano Malcolm Gladwell também escreveu sobre o assunto na revista New Yorker, citando os franceses. Na revisão da biografia de alguns grandes empreendedores, Gladwell diz que há aqueles com aversão quase física ao risco, como Ted Turner, o bilionário empresário de mídia, fundador da CNN. Na única vez em que colocou dinheiro vivo num negócio, na compra da empresa General Outdoor, nos anos 60, Turner ficou doente.

Herdeiro de um próspero negócio de outdoors, ele resolveu entrar para o ramo da televisão, em 1969, comprando uma emissora UHF em Atlanta. Não colocou US$ 1 em dinheiro – fez uma troca por ações de sua empresa. Ele, aliás, sempre evitou fazer aquisições em dinheiro. Depois, promoveu o canal, que custara US$ 2,5 milhões, usando espaço ocioso em seus próprios outdoors. Em 1973, a emissora dava lucro de US$ 1 milhão anual.

Os autores franceses afirmam que os “heróis de negócios” não se dão bem por assumir riscos. “Eles são na verdade predadores oportunistas. E predadores não se arriscam quando saem à caça.” A aversão pelo risco é compensada pela capacidade de não se preocupar muito com o que falam deles. Sam Walton, ao iniciar o Walmart, não usou as economias pessoais. Pediu dinheiro emprestado à família da esposa. Aguentou, por vários anos, cara feia nos dias de Ação de Graças. Até pagar. Nos anos 60, no auge da Guerra Fria, o sueco Ingvar Kamprad, da Ikea, encomendou seus móveis na comunista Polônia, por um terço do preço do da Suécia. Foi acusado de traidor. Deu de ombros. “O empreendedor de sucesso não tem medo de colocar a reputação pessoal em jogo. Sacrossanto é o bolso”, dizem Catherine e Villette.

A tese dos franceses é corroborada pelo professor da London Business School Don Sull. Uma grande oportunidade de negócios, diz ele, pode ser descrita como uma série de “janelas douradas” que se abre. O herói capitalista é aquele que sabe instintivamente, ou analiticamente, reconhecer esse padrão. Não é que ele topou o risco. Ele simplesmente viu o que nós não conseguimos enxergar: que não havia risco algum no negócio.

Fonte:Época Negócios

Quem quer faz. Quem não quer, arruma uma deculpa!

por Christian Barbosa

As empresas estão abarrotadas de pessoas que carregam consigo inúmeras respostas para explicar os motivos pelo qual deixaram de concluir determinadas atividades. É comum termos na ponta da língua um motivo chave que esclareça as dificuldades que nos levaram a não realizar aquela tarefa. Normalmente, o item mais comum da lista que contém milhares de desculpas possíveis é a falta de tempo. Concorda?

Se excluirmos os compromissos que estão totalmente fora de nosso controle ou atuação, os outros que não foram finalizados simplesmente deixaram de ser priorizados ou escolhidos por nós. Perceba os pretextos quando analisamos os motivos aos quais deixamos de cumprir determinada tarefa: você não leu aquele livro, porque teve preguiça. Não retornou aquela ligação, porque o cliente não lhe agradava. Não concluiu todas as atividades agendadas para o seu dia, porque priorizou outras tarefas. Deixou de ir à academia, porque estava sem motivação. Você não termina de escrever seu livro, porque precisa revisar outras vezes. E, com essas explicações para suas não-realizações, a vida passa.

Acredito que, para a maioria das pessoas, o problema para a não cumprir seus afazeres não é a falta de tempo, mas a sobra de desculpas. Quando desejamos realizar uma tarefa de verdade, ou seja, quando a vontade ou a necessidade é maior do que tudo, tendemos a ir atrás e fazer o que for preciso para atingir o objetivo. É preciso entender que todo ser humano cria desculpas, vez ou outra, para as pessoas ao qual nos relacionamos, visando um bem maior. Quem nunca faltou à aula para ver a/o namorada/o?

Ensino as pessoas a administrarem seu tempo e empresas a terem menos urgências. Mas isso não é uma tarefa fácil para a grande maioria dos clientes. Re-educar o planejamento, a maneira de priorizar as atividades, fazer com que essa pessoa agende seus afazeres no Neotriad (software) e fique com ele aberto o tempo todo para gerenciar o seu dia requer dedicação e força de vontade. Parece simples, mas não é. As pessoas necessitam e um entendimento: não temos que vencer o “vilão” do tempo, mas temos que lutar contra a “zona de conforto”, ao qual muitas vezes nos mantemos. É o modelo operante que existente em nós, criado através de nossos pensamentos e processados em nosso cérebro.

Esse padrão mental é o principal gerador da preguiça, nossas desculpas, a falta de tempo e não-realizações. Como vencê-lo? Primeiro, devemos nos conscientizar de que vivenciamos, há algumas décadas, um exemplo antigo pré-estabelecido, contra apenas alguns dias de um novo modelo. Isso requer duas coisas: a primeira é persistência constante, ou seja, todo o dia precisamos nos forçar a aplicar um pouco desse novo protótipo que desejamos implantar. Depois, será necessário encontrar um forte motivo que nos motive a manter esse ritmo.

Por que você quer mais tempo? Quando essa pergunta estiver respondida de forma que realmente toque todas as partes do seu cérebro, da sua alma, do seu coração e do seu ser, pode ter certeza que você desvendou a maneira de vencer seu antigo modelo.

Quem quer realizar algo que realmente traga resultados a curto, médio e longo prazo, e descobrir um motivo para isso, pode ter a certeza que irá cumpri-lo. Caso contrário, você vai encontrar uma excelente desculpa para deixar a realização para depois.


*Christian Barbosa é o maior especialista no Brasil em administração de tempo e produtividade. Fundador da Triad PS, empresa multinacional especializada em programas e consultoria na área de produtividade, colaboração e administração do tempo.

É isso aí... vamos GERENCIAR o nosso tempo!

Redes Sociais Temáticas

Redes sociais segmentadas crescem, diversificam-se e ampliam seu público.

A estilista Carolina Kawauchi, de 29 anos, descobriu na comida japonesa uma inspiração para criar roupas e acessórios de moda em forma de sushi e de outros itens da gastronomia oriental.

Assim surgiu a grife Sushi. C. Mas você não vai encontrar tais criações em lojas. Carolina vende suas peças pela internet e em feiras e bazares. Por isso, dedica cinco horas de seus dias para usar redes sociais e divulgar seu trabalho. Embora visite o orkut e o Facebook, Carolina escolheu como base o byMK, rede brasileira especializada em moda. Lá, encontra um público com interesses semelhantes aos seus e tem mais chances de ser bem-sucedida nos negócios.

Redes sociais como o byMK estão ganhando espaço na internet e têm sido descobertas por mais gente que quer se focar num tema. “A ideia é ter pessoas de um segmento específico, que entendam e se interessem muito por determinado assunto”, diz Elizabeth Saad, professora da Universidade de São Paulo especializada em mídias digitais.

A tendência é que as redes temáticas cresçam, mas sem disputar público com as grandes. Elas devem complementar discussões e espaços que as mais gerais não preenchem. No Brasil, o terreno é fértil. Aqui, a média mensal de tempo gasto em redes sociais é de 6,3 horas, e o número de páginas vistas por pessoa chega a 1 220. É quase o dobro da média mundial, de 3,7 horas. Os brasileiros perdem apenas para os russos, que assinalam 6,6 horas mensais.

Fonte: INFO

17 de mai. de 2010

IPV4-Esgotamento de IP

O Protocolo Internet (IP), na verdade, faz parte de um conjunto maior de protocolos, conhecidos por TCP/IP suite, que inclui outros protocolos como TCP, UDP, DNS, ARP, RARP, DHCP, FTP, HTTP, RIP, BGP, entre outros. Esse conjunto é hoje utilizado também nas redes locais. É, na verdade, o padrão de fato utilizado como protocolo de comunicação para diversas aplicações, a começar pela Internet.

A entidade que controla os números IP é o IANA (Internet Assigned Numbers Authority), que hoje é parte da ICANN (Internet Corporation for Assigned Names and Numbers). A autoridade sobre os números IP é delegada regionalmente para outras entidades. Na América Latina e Caribe a entidade responsável é o LACNIC, e , no Brasil, o NIC.br.

Razões históricas que levaram ao esgotamento do espaço de endereçamento do IP versão 4

É importante compreender que a Internet não foi projetada, inicialmente, para uso comercial. Por volta de 1983, ela poderia ser considerada um rede predominantemente acadêmica, com cerca de 100 computadores interligados. Contudo, seu crescimento foi exponencial e o início de sua utilização comercial, por volta de 1993, aliado à política então vigente de alocação de endereços, aparentemente poderiam fazer com que seu espaço de endereçamento se esgotasse num prazo de 2 ou 3 anos. Previa-se, já naquela época, um possível colapso no crescimento da rede.

Embora o espaço de endereçamento do IP versão 4 tenha 32 bits, o que representa 4.294.967.296 endereços, a política de alocação inicial não foi favorável a uma utilização racional dos mesmos. Dividiu-se esse espaço em 3 classes, à saber:

* Classe A: com 128 segmentos, que poderiam ser atribuídos individualmente às entidades que deles necessitassem, com aproximadamente 16 milhões de endereços cada. Essa classe era classificada como /8, pois os primeiros 8 bits representavam a rede, ou segmento, enquanto os demais poderiam ser usados livremente. Ela utilizava o espaço compreendido entre os endereços 00000000.*.*.* (0.*.*.*) e 01111111.*.*.* (127.*.*.*).

* Classe B: com aproximadamente 16 mil segmentos de 64 mil endereços cada. Essa classe era classificada como /16. Ela utilizava o espaço compreendido entre os endereços 10000000.0000000.*.* (128.0.*.*) e 10111111.11111111.*.* (191.255.*.*).

* Classe C: com aproximadamente 2 milhões de segmentos de 256 endereços cada. Essa classe era classificada como /24. Ela utilizava o espaço compreendido entre os endereços 11000000.0000000.00000000.* (192.0.0.*) e 11011111.11111111.11111111.* (213.255.255.*).

Além disso, os 32 blocos /8 restantes foram reservados para Multicast e para a IANA.

Compreenda-se que o espaço reservado para a classe A atenderia a apenas 128 entidades ligadas à Internet, no entanto, ocupava metade do espaço disponível. Não obstante, empresas e entidades como HP, GE, DEC, MIT, DISA, Apple, AT&T, IBM, USPS, dentre outras, receberam alocações classe A.
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O esgotamento do IPv4

O gráfico abaixo, feito manualmente à partir de um algorítmo fractal, que permite a representação do espaço unidimensional dos endereços IPv4, através de uma figura bidimensional, e tem a propriedade de permitir que faixas de endereços contíguas ocupem posições também contíguas no desenho, permite observar o espaço de alocação IPv4 em 2006. Ele está disponível no sítio web da IANA. Na parte superior esquerda pode-se observar as alocações classe A ocupando aproximadamente um quarto do espaço total.
As previsões iniciais, no entanto, de esgotamento quase imediato dos recursos, não se concretizaram, devido ao desenvolvimento de uma série de tecnologias, que funcionaram como uma solução paliativa para o problema trazido com o crescimento acelerado.

Dentre essas soluções pode citar-se o CIDR (Classless Inter Domain Routing), ou roteamento sem uso de classes, que é descrito pela RFC 1519. Com o CIDR foi abolido o esquema de classes, permitindo atribuir blocos de endereços com tamanho arbitrário, conforme a necessidade, trazendo um uso mais racional para o espaço. O CIDR permitiu também a agregação de informação nas tabelas de roteamento, que estavam também crescendo exageradamente, colaborando para sua viabilidade.

Outra solução importante foi o uso da RFC 1918, que especifica os endereços privados, não válidos na Internet, nas redes corporativas. Geralmente esses endereços são utilizados em conjunto com NAT (Network Address Translation). O NAT permite que com um endreço válido apenas, toda uma rede baseada em endereços privados, tenha conexão, embora limitada, com a Internet. Essa solução é largamente utilizada e chega-se a questionar seu caráter paliativo, no entanto, o NAT traz uma série de problemas: ele acaba com o modelo de funcionamento fim a fim (peer to peer), trazendo complicações ou impedindo o funcionamento de uma série de aplicações, como por exemplo aplicações de voz sobre IP baseadas em SIP; ele não escala bem, pois exige processamento pesado; ele não funciona com IPsec; ele funciona como um stateful firewall, dando uma falsa sensação de segurança a muitos administradores de rede e colaborando para a não adoção de boas práticas de segurança nas empresas; entre outros.

Deve-se citar ainda o DHCP (Dynamic Host Configuration Protocol), descrito pela RFC 2131. Esse protocolo permite a alocação dinâmica de endereços IP, o que trouxe a possibilidade aos provedores de reutilizarem endereços Internet fornecidos a seus clientes para conexões não permanentes, como as realizadas através de linhas discadas ou ADSL.

O conjunto dessas tecnologias reduziu a demanda por novos números IP, de forma que o esgotamento previsto para a década de 1990, ainda não ocorreu. No entanto, não estamos hoje em uma situação completamente confortável, pois o esgotamento no IANA, que é a entidade que controla mundialmente esse recurso, é previsto para 2010 e nos Registros Regionais, como o LACNIC, que controla os números IP para a América Latina e Caribe, em algum momento entre 2012 e 2014.

Essas previsões são baseadas na quantidade de IPs disponível atualmente: cerca de 42 blocos /8, na demanda anual por novos endereços e na taxa de crescimento dessa mesma demanda.

Os gráficos a seguir mostram a quantidade de IPs disponível hoje. O primeiro, através da mesma técnica de distribuição fractal da figura vista anteriormente, mostrando, dentro do espaço total de endereçamento do IP versão 4, os IPs livres: O segundo, indicando no gráfico em pizza, como “IANA Reserved”, os mesmos.

Fonte: IPV6

17 de Maio, dia Internacional da Internet

Hoje dia 17 de maio é comemorado o di Internacional da internet.
Vou destacar um tema muito conehcido pelo mundo, e resolvi postar uma matéria sobre sites de relacionametos, em partiuclar

O ORKUT!

Orkut, que tem os brasileiros como maior porcentagem de usuários: 49%. Dos 54 milhões de internautas, 76% no Brasil utilizam o orkut como ferramenta de relacionamento.

Nos últimos quatro anos, a posse de computadores nos domicílios cresceu em média 18% mais rápido que o número de domicílios com conexão à internet, que cresceu 16%. Quando trata-se de formas de acesso, a conexão discada ainda supera a de banda larga. Atualmente, temos 11 milhões de conexões de banda larga no país e 12 milhões de conexões discadas.

Hoje, o Brasil é o sexto país do mundo com o maior número de domínios, somando 1,6 milhão de registros com o final .br. O registro .br era, inicialmente, disponível apenas para empresas, pois o cadastro exigia a inscrição do CNPJ. Hoje, o .br aceita também o CPF, permitindo que pessoas físicas e empresas não registradas adquiram o domínio com .br. O levantamento, feito com 3500 empresas de todos os portes (grande, média e pequena) de todo o país, constata que 53% delas têm website, mas a maior parte deles é voltado apenas para informações institucionais. Apenas 13% das corporações, por exemplo, utilizam os seus sites para efetivar pagamentos de transações.

O comércio eletrônico no Brasil está em boa fase. Em 2008, a internet movimentou mais de 8 bilhões de reais, ocasionando um crescimento de 30% em relação a 2007. Mais de 13 milhões de pessoas no Brasil já compraram ao menos uma vez pela internet.

Investir na internet está se tornando uma das melhores formas, para enfrentar um mercado cada vez mais competitivo.

14 de mai. de 2010

Cabeamento Estruturado

Pode-se definir o cabeamento estruturado como um sistema baseado na padronização das interfaces e meios de transmissão, de modo a tornar o cabeamento independente da aplicação e do layout. O cabeamento estruturado descreve ainda os sistemas de rede interna e de campus e sua interconexão com a planta externa.

O cabeamento estruturado originou-se nos sistemas de cabeamento telefônico comerciais. Nesses sistemas, como os usuários mudam rotineiramente sua posição física no interior da edificação, existe a necessidade de constantes mudanças na infra-estrutura existente para adequar a rede interna a essas novas situações. Com o crescimento da demanda dos sistemas de telefonia e a crescente necessidade de transmissão de dados, vídeo e outros, as empresas e organizações perceberam que se tornava cada vez mais difícil acompanhar a velocidade dessas mudanças. Passaram então a estabelecer padrões próprios de cabeamento resultando numa vasta diversidade de topologias, tipos de cabos, padrões de ligação, etc.

A fusão de tecnologias tem mudado o modo como os ambientes de trabalho são concebidos. Atualmente existe uma forte tendência de interligação entre as redes de computadores e os diversos sistemas existentes (telefonia, CATV, de segurança, administração predial, etc). A infra-estrutura básica para a aplicação dessas tecnologias é o sistema de cabeamento estruturado, organizando e unificando as instalações de novas redes e novos sistemas de cabeamento em edificações comerciais e residenciais, tornando-se assim um sistema padrão para servir como referência no desenvolvimento de novos produtos e soluções para segmento de redes.

Este sistema é concebido para integrar, no mesmo cabeamento, toda a rede de comunicação de voz, dados e imagem. Suporta ainda, todos os controles lógicos, como alarmes, sensores de temperatura, umidade, fumaça, entre outros. O Sistema de Cabeamento Estruturado é regido por normas internacionais, utilizando conectores padronizados, permitindo a conexão de qualquer equipamento em qualquer ponto do cabeamento. Esse sistema influencia o funcionamento de toda a rede e sua confiabilidade e, por isso, é um dos métodos mais adequados para uma estrutura de rede local.

O projeto de cabeamento estruturado não é feito apenas para obedecer às normas de hoje, mas, também, para que esteja de conformidade com as tecnologias futuras, além de proporcionar grande flexibilidade de alterações e expansões do sistema.

Concepção do Projeto de Cabeamento

O projeto de instalação de uma rede utilizando a técnica de cabeamento estruturado deve seguir uma série de etapas para sua realização:
Levantamento das necessidades e facilidades de transmissão e cabos existentes;
Especificação da prumada e da topologia do cabeamento;
Orçamento para mão de obra, cabos, conectores e equipamentos;
Plano de migração.
Etapas que antecedem a instalação:
Estruturação funcional e técnica;
Descrição do desenho esquemático;
Preparação dos módulos de hardware;
Preparação dos cabos utilizados;
Arquitetura do sistema de distribuição;
Constituição do backbone físico.
Especificações técnicas, equipamentos de proteção, plano de etiquetagem, conexão de equipamentos, opcionais, equipamentos básicos.

Fonte:Malima