O sistema Loja v.2.0, foi lançado em junho de 2010, com grande sucesso. Seus usuários tem elogiado a facilidade de uso do sistema e a sua interface leve, que permite um aprendizado extremamente rápido e possibilita, ainda, a qualquer lojista estar de acordo com as novas exigências legais.
O software é um completo sistema de gestão integrado que possibilita desde um efetivo controle de estoque até um completo controle financeiro.
O sistema encontra se homologado PAF-ECF, inclusive com pré-venda, acrescentando grande agilidade no atendimento ao público.
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30 de nov. de 2010
Nota Fiscal Eletrônica - NF-e
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Visando facilitar a adequação de seus clientes a nova realidade tributária nacional, criou o sistema de integração à Nota Fiscal Eletrônica - NF-e, que possibilita a criação de notas fiscais eletrônicas de forma fácil e automática.
Com o NF-e você poderá emitir notas fiscais eletrônicas utilizando o módulo de Cálculo Automático, que se encarrega da realização dos cálculo automaticamente, e Tabelas Tributárias, que possibilitar a digitação das alíquotas e tributos uma única vez.
Além disso, o NF-e pode ser utilizado em conjunto ao software disponibilizado pela Receita Federal.
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22-8132-5842
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23 de nov. de 2010
16 de nov. de 2010
WIFI Antenna Hack
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GVT promete inovar em TV por assinatura
Um ano após a entrada da francesa Vivendi no controle da operadora de telefonia e banda larga GVT, as duas empresas podem considerar que o negócio foi bem sucedido.
Um ano após a entrada da francesa Vivendi no controle da operadora de telefonia e banda larga GVT, as duas empresas podem considerar que o negócio foi bem sucedido.
A companhia brasileira cresce 34% em receita, amplia a área de atuação em ritmo superior ao planejado e começa a investir em novos segmentos. Em 2011, entrará no concorrido mercado de São Paulo e Rio de Janeiro e tirará do papel, enfim, os planos de entrar no segmento de TV por assinatura.
Os executivos da empresa cansaram de esperar a votação do Projeto de Lei 116 (antigo PL 29), que abriria espaço para a oferta de conteúdo de TV pelas redes de telefonia, e decidiram apostar em um modelo híbrido. A distribuição via banda larga será apenas de material sob demanda, como filmes e jogos, o que é permitido pela legislação atual.
Já a programação linear será transmitida por satélite, por meio da tecnologia DTH. “Vamos fazer em TV por assinatura o que fizemos em telefonia e banda larga: oferecer serviços inovadores”, afirma Alcides Troller Pinto, vice-presidente de marketing e vendas da GVT.
A autorização da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para a transmissão por satélite deve sair até o fim deste ano, segundo estimativa da companhia.
Fonte: Info Abril
Um ano após a entrada da francesa Vivendi no controle da operadora de telefonia e banda larga GVT, as duas empresas podem considerar que o negócio foi bem sucedido.
A companhia brasileira cresce 34% em receita, amplia a área de atuação em ritmo superior ao planejado e começa a investir em novos segmentos. Em 2011, entrará no concorrido mercado de São Paulo e Rio de Janeiro e tirará do papel, enfim, os planos de entrar no segmento de TV por assinatura.
Os executivos da empresa cansaram de esperar a votação do Projeto de Lei 116 (antigo PL 29), que abriria espaço para a oferta de conteúdo de TV pelas redes de telefonia, e decidiram apostar em um modelo híbrido. A distribuição via banda larga será apenas de material sob demanda, como filmes e jogos, o que é permitido pela legislação atual.
Já a programação linear será transmitida por satélite, por meio da tecnologia DTH. “Vamos fazer em TV por assinatura o que fizemos em telefonia e banda larga: oferecer serviços inovadores”, afirma Alcides Troller Pinto, vice-presidente de marketing e vendas da GVT.
A autorização da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para a transmissão por satélite deve sair até o fim deste ano, segundo estimativa da companhia.
Fonte: Info Abril
9 de nov. de 2010
Consumidor Y: quem é, quanto gasta e o que pensa
A Geração Y deu origem a um novo perfil de consumidor. Durante o HSM Management, em São Paulo, Jorge Kodja, Diretor da TNS Research International, apresentou o resultado da pesquisa TRU Study, feita com 1.500 jovens nascidos entre 1980 e 1990 anos. No Brasil, esse grupo representa 14% da população, com 32 milhões de pessoas.
Apesar da forte presença das tecnologias na vida dos consumidores Y, 43% deles pertencem à classe C. Ainda assim, os gastos anuais dos jovens aficionados por TV e internet atingem a marca de R$ 32 bilhões. O perfil deles pode ser baseado em comportamento, mas poucas companhias conseguem desenvolver uma estratégia efetivamente voltada somente para este grupo.
Em média, os consumidores Y gastam até R$ 49,00 por semana. Se olharmos para o sudeste, veremos a região com o maior ticket médio do país com relação aos valores semanais de consumo, com R$ 54,00. No nordeste o número chega a R$ 31,00. Apesar disso, o dinheiro provém dos pais em 76% dos casos, contra 16% dos que trabalham nesta idade.
Conflito de gerações
Não importa de onde vem o dinheiro. A pesquisa aponta que os principais gastos destes consumidores são roupas e acessórios, higiene e beleza, e só depois a diversão. O sinal de novos tempos surge quando a Geração Z, os filhos dos consumidores Y, que preferem sair com seus pais ou fazer atividades em família do que estar entre amigos. “Oitenta e quatro por cento dos pesquisados preferem estar com seus familiares na hora do lazer”, afirma Jorge Kodja, Diretor da TNS Research International.
Essa geração nasceu entre os anos 1990 e 2000 e o Z é principalmente por conta do “zapear”. Ou seja, varia de perfil de consumo com facilidade. Outro forte elemento presente no dia a dia dessa geração são as redes sociais. Se por um lado é preciso que os pais se preocupem com os crimes na web, por outro, o alívio é grande ao saber que a pesquisa aponta os jovens de hoje como menos transgressores.
Além disso, os jovens de hoje estão mais tolerantes e menos preconceituosos. Prova disso é que para 95% dos que responderam ao estudo da TNS, os idosos merecem respeito. Do total, 80% têm amigos de outras raças e 40% mantém amizade com pessoas com outra orientação sexual. Por outro lado, não há novidades sobre o canal que eles preferem usar para obter informações. A TV ainda é o principal já que 84% deles citaram o aparelho, contra 43% que preferem a internet”.
Hábitos de consumo e comportamento
Para as empresas que atuam em um mercado de produtos voltados para estes jovens, a boa notícia é para o setor de telefonia. Perguntados sobre o objeto que possuem em casa, 81% citaram o aparelho celular e 43% o computador. Entre os sites, o Orkut é acessado por 72% dos que participaram da pesquisa, apesar do forte crescimento do Facebook.
Definir o consumidor Y é difícil porque as variações podem ocorrer a qualquer momento, com apenas um clique no mouse. Mas, para atingi-los, é preciso jogo de cintura e habilidade para saber onde e como encontrá-los. “Eles são um alvo móvel”, define Kodja.
De acordo com o Diretor da TNS, é possível que estejamos vivendo um conflito de gerações, já que os mais velhos de hoje invejam as facilidades e a liberdade dada aos teens. A quantidade de informações que a geração Z recebe diariamente é muito grande, porém, com pouco conteúdo, o que pode ser a vantagem dos Y. “Eles obtém informações em cápsulas. Cada vez mais informação com cada vez menos analise”, completa.
Fonte: Mundo do Marketing
Apesar da forte presença das tecnologias na vida dos consumidores Y, 43% deles pertencem à classe C. Ainda assim, os gastos anuais dos jovens aficionados por TV e internet atingem a marca de R$ 32 bilhões. O perfil deles pode ser baseado em comportamento, mas poucas companhias conseguem desenvolver uma estratégia efetivamente voltada somente para este grupo.
Em média, os consumidores Y gastam até R$ 49,00 por semana. Se olharmos para o sudeste, veremos a região com o maior ticket médio do país com relação aos valores semanais de consumo, com R$ 54,00. No nordeste o número chega a R$ 31,00. Apesar disso, o dinheiro provém dos pais em 76% dos casos, contra 16% dos que trabalham nesta idade.
Conflito de gerações
Não importa de onde vem o dinheiro. A pesquisa aponta que os principais gastos destes consumidores são roupas e acessórios, higiene e beleza, e só depois a diversão. O sinal de novos tempos surge quando a Geração Z, os filhos dos consumidores Y, que preferem sair com seus pais ou fazer atividades em família do que estar entre amigos. “Oitenta e quatro por cento dos pesquisados preferem estar com seus familiares na hora do lazer”, afirma Jorge Kodja, Diretor da TNS Research International.
Essa geração nasceu entre os anos 1990 e 2000 e o Z é principalmente por conta do “zapear”. Ou seja, varia de perfil de consumo com facilidade. Outro forte elemento presente no dia a dia dessa geração são as redes sociais. Se por um lado é preciso que os pais se preocupem com os crimes na web, por outro, o alívio é grande ao saber que a pesquisa aponta os jovens de hoje como menos transgressores.
Além disso, os jovens de hoje estão mais tolerantes e menos preconceituosos. Prova disso é que para 95% dos que responderam ao estudo da TNS, os idosos merecem respeito. Do total, 80% têm amigos de outras raças e 40% mantém amizade com pessoas com outra orientação sexual. Por outro lado, não há novidades sobre o canal que eles preferem usar para obter informações. A TV ainda é o principal já que 84% deles citaram o aparelho, contra 43% que preferem a internet”.
Hábitos de consumo e comportamento
Para as empresas que atuam em um mercado de produtos voltados para estes jovens, a boa notícia é para o setor de telefonia. Perguntados sobre o objeto que possuem em casa, 81% citaram o aparelho celular e 43% o computador. Entre os sites, o Orkut é acessado por 72% dos que participaram da pesquisa, apesar do forte crescimento do Facebook.
Definir o consumidor Y é difícil porque as variações podem ocorrer a qualquer momento, com apenas um clique no mouse. Mas, para atingi-los, é preciso jogo de cintura e habilidade para saber onde e como encontrá-los. “Eles são um alvo móvel”, define Kodja.
De acordo com o Diretor da TNS, é possível que estejamos vivendo um conflito de gerações, já que os mais velhos de hoje invejam as facilidades e a liberdade dada aos teens. A quantidade de informações que a geração Z recebe diariamente é muito grande, porém, com pouco conteúdo, o que pode ser a vantagem dos Y. “Eles obtém informações em cápsulas. Cada vez mais informação com cada vez menos analise”, completa.
Fonte: Mundo do Marketing
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