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20 de out. de 2010

Microsoft anuncia versão em nuvem do Office

A Microsoft anunciou nesta terça-feira uma versão totalmente online do pacote de aplicativos Office, buscando ampliar sua base de clientes e combater o rival Google.

O novo serviço, chamado Office 365, estará disponível em edição limitada para testes a partir desta terça-feira, e começará a ser vendido ano que vem por assinaturas. Porém, apenas empresas dos Estados Unidos e de outros 12 países é que poderão utilizar a versão beta do pacote.
Em entrevista à INFO, Eduardo Campos de Oliveira, gerente geral de produtividade e colaboração da Microsoft Brasil, informou que a maior parte dos clientes brasileiros da empresa já utilizam serviços em cloud computing, como o BPOS (Business Productivity Online Suíte), e o Office 365 irá substituir essa ferramenta, pois agregará este e outros serviços da Microsoft para empresas que queiram trabalhar nas nuvens.

“A Microsoft irá liberar apenas a versão final para testes alguns meses antes do início das vendas do produto, para que os clientes brasileiros possam se adaptar e experimentar o novo Office, sem a necessidade de passar pelos eventuais problemas que uma versão beta possa ter”, explicou Oliveira.

Com a combinação de alguns serviços baseados em computação em nuvem já existentes, como o Office Web Apps, Lync Online e Exchange, o pacote será compatível com a maioria dos navegadores e dispositivos móveis.

Isso significa que os usuários terão acesso a programas do Office, como Outlook e SharePoint, sem terem de instalá-los em seus computadores, a partir de qualquer lugar.

A empresa também anunciou os preços para o pacote. Para empresas com até 25 funcionários, a Microsoft irá cobrar US$ 6 por usuário por mês. E isto dará direito à pequena empresa adquirir um website e e-mails dedicados para seus funcionários, utilizando a plataforma e a infraestrutura da Microsoft.

O movimento representa um contra-ataque ao Google, que tem tido sucesso com seu próprio pacote de aplicativos baseado na Web, disponível a custo mais baixo e que surge como alternativa aos tradicionais programas da Microsoft.

Fonte: INFO

Uma fábrica em cada garagem

s impressoras 3D repetem a história dos computadores e começam a aparecer nas pequenas empresas, nas universidades - e em casa.

É difícil subestimar o impacto dos computadores pessoais na nossa vida, ainda mais quando se sabe que eles são uma invenção relativamente recente. A ideia do PC nasceu em reuniões de engenheiros que se encontravam em universidades da Califórnia, em meados dos anos 70, para montar os próprios computadores com kits de peças. Foram a inventividade e a troca de ideias entre os "hobistas" que lançaram a semente da revolução dos PCs. Steve Jobs e Steve Wozniak se conheceram num desses clubes e, com base no que viram ali, decidiram criar uma empresa chamada Apple Computer na região que hoje é conhecida como Vale do Silício. Hoje, quase 40 anos depois, outra leva de pessoas que usam a tecnologia como hobby está dando origem ao que muitos acreditam ser uma nova revolução. Impressoras 3D, capazes de produzir objetos com base em desenhos feitos no computador, também são vendidas em kit de montar. O preço dessas máquinas caiu drasticamente nos últimos meses - a mais barata custa apenas 650 dólares. Trocando informações pela internet e usando software gratuito para desenhar os objetos, esses novos pioneiros estão inaugurando a era das fábricas dentro de casa.

Acompanhe mais no portal EXAME.

13 de out. de 2010

A empresa que não for encontrada na internet não existe!

Li essa matéria e é exatamente o que a TI leva de mensagem aos nossos clientes.

Cerca de 88% das pessoas que adquirem quaisquer produtos pesquisam na web antes de realizar suas compras.
Hoje em dia, você compraria um carro sem consultar a internet? E um apartamento? Um instrumento musical? Enfim, qualquer coisa. Se você respondeu que sim, lamento, pois você está perdendo a chance de fazer um negócio ainda melhor.
As ofertas na web vão de automóveis a medicamentos, de roupas de grife a descontos em bares, passando pelos leilões de arte, filmes, flores, quer dizer, tudo. Isso mesmo. Podemos encontrar praticamente tudo na internet. São milhares de lojas vendendo uma infinidade de produtos. É um shopping gigantesco, com o que você imaginar.
Porém, como fazer para localizar o que se deseja? E como ter certeza de que estamos fazendo realmente um bom negócio? As ferramentas de busca estão aí para isso. Seja por meio do grande campeão de audiência, o Google, ou pelo Yahoo!, ou utilizando buscadores de preços como Buscapé e Mercado Livre – entre muitas outras opções -, o importante mesmo para o consumidor é pesquisar antes, e a web oferece vantagens significativas, pois acelera essa procura. Sem esquecer dos clubes de compras, sites privativos para sócios, clubes de descontos, entre outros.
Cerca de 88% das pessoas que adquirem quaisquer produtos pesquisam na web antes de realizar suas compras. Dos que adquirem imóveis, por exemplo, são mais de 90%, pois isso facilita a seleção prévia daqueles que serão visitados, de acordo com faixa de preço, localização, tamanho e todas as especificações que o interessado buscar.
O varejo on-line no Brasil tende a realizar mais de R$ 24 bilhões em 2010, se forem somadas as transações de bens de consumo, automóveis e turismo, sendo esse último um dos setores que mais cresce, pois cerca de 90% das passagens aéreas são compradas pela web.
Com tudo isso, torna-se imprescindível conhecer as metodologias para se fazer presente e ser encontrado nessas ferramentas de busca. As empresas não podem mais se dar ao luxo de depender apenas da sua comunicação tradicional, ou de e-mail marketing, por exemplo. Devem investir na inteligência necessária para serem localizadas, pois, como costumamos dizer, o melhor não é ir atrás dos clientes, e sim, ser encontrado por ele.
Deve-se procurar conhecer, profundamente, os mecanismos utilizados por esses sites. Assim, o seu negócio aparecerá com destaque e credibilidade para aqueles que desejam o seu produto ou serviço. Entre diversos aspectos, destaca-se a importância de se ter um site com conteúdo relevante desenvolvido com foco no seu público-alvo, ter um site ou blog desenvolvido dentro de padrões que permitem a identificação pelos buscadores das palavras-chave que você definir, links para outros sites importantes, bem como tê-los também em outros sites, remetendo para o seu e demonstrando a importância que ele tem.
Enfim, não se esgotam aqui as sugestões. Muito pelo contrário: isso é só o mínimo que você deve se preocupar em fazer, se ainda não fez. Se for o caso, lembre-se somente de uma coisa: “A empresa que não for encontrada, simplesmente não existe!”
Por Sandra Turchi

E você empreendedor? Já está na internet? Se ainda não, o que está esperando? Não perca mais tempo. Entre em contato conosco!

12 de out. de 2010

Stand By Me | Playing For Change | Song Around the World

Para descontrair!!

Esse Vídeo é SHOW!

Evolução do E.Commerce

Dentro do comércio eletrônico, vender roupas só não é mais difícil do que vender itens de perfumaria. Experimentar e ver como a peça se comporta no corpo é uma necessidade para grande maioria dos consumidores, e isto, assim como as fragrâncias, a internet ainda não pode proporcionar.

Para saciar este desejo dos compradores, a empresa Fits.me, da Estônia, criou um robô que assume 2 mil diferentes biotipos. Desta forma, no ato da compra, o cliente digita suas medidas no site da marca (por enquanto só em pés e para homens…) e vê as alterações na forma física do boneco. Assim, fica fácil notar diferenças mínimas no caimento e decidir sem hesitar entre os tamanhos disponíveis. E o sistema, prometem, é fácil de integrar e permite customização.

Recentemente a empresa fez um teste do provador virtual e as vendas aumentaram mais de 300%. Enquanto isso, o número de devoluções caiu 28%. Heikki Haldre, um dos fundadores da empresa, espera que a novidade seja um poderoso aliado na disputa do e-commerce, que hoje responde só 8% do comércio de roupas – e promete ser uma das novas fronteiras no cenário brasileiro.

Fonte: PagSeguro

6 Tendências do Comércio Eletrônico

1. A segurança é mais importante do que nunca

A cada três minutos alguém tem sua identidade roubada. O roubo de identidade é o crime com maior índice de crescimento. Avalie a segurança de seu site, a hospedagem, faça todo o possível – e o impossível também – para proteger os dados de seus clientes.

2. Mídias sociais

O s-commerce veio para ficar – e deve estar dentro das estratégias de marketing. Portanto, lembre-se de planejar a sua presença, objetivos e metas neste quesito. E tudo deve estar alinhado com cada etapa de seu negócio (lembrem do pós-venda, por favor). Além do planejamento, fique atento sempre às novidades para enfrentar os desafios que com certeza surgirão.

3. O cliente quer mais pelo seu dinheiro

Não é à toa que os sites de compra coletiva se tornaram a grande tendência de 2010. Os clientes querem mais valor pelo seu dinheiro. Implemente promoções, descontos, crie logística diferenciada, um relacionamento bem afinado com cada um.

4. Relacionamento é tudo

Por falar em relacionamento, este ponto é fundamental quando você está na internet. Além de criar comunicação direta a favor do cliente, isso gera boas oportunidades para as empresas, que recebem expectativas e feedbacks dos seus usuários.

5. Idéias Criativas ganham, sempre

Criatividade é a palavra da vez. Isso não quer dizer que as estratégias e táticas para vender online não devem ser bem pensadas, mas o aumento de quantidade de desordem na web, misturado com a grande competição entre empresas em captar mais compradores para suas lojas virtuais significa que a criatividade e a inovação serão críticos para o sucesso. O lado positivo é que todos nós podemos aprender uns com os outros e trocar idéias. Será importante atender as demandas de seus clientes de uma forma convincente.

Fonte: PagSeguro

8 de out. de 2010

Internet no Brasil cresceu 5,9% em agosto

Número de usuários ativos cresceu de 39,3 milhões para 41,6 milhões no mês; maior crescimento vem ocorrendo entre usuários domiciliares de banda larga

O total de pessoas com acesso no trabalho e em residências chegou a 51,8 milhões, o que significa uma evolução de 6,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. Do total de pessoas com acesso, 41,6 milhões foram usuárias ativas em agosto de 2010, crescimento de 5,9% sobre o mês de julho e de 11% na comparação com agosto de 2009.

Considerando o uso da internet em todos ambientes (trabalho, residências, escolas, lan houses, bibliotecas e telecentros), o número de pessoas com acesso foi de 67,5 milhões, no quarto trimestre de 2009.

Na navegação somente em ambiente domiciliar, o número de usuários ativos cresceu 12% no período de um ano e chegou a 32,3 milhões em agosto de 2010. A maior parte desse aumento ocorreu entre usuários de conexões de mais de 512 Kb.

A quantidade de usuários de conexões de mais 512 Kb cresceu 36% e a participação passou de 50% dos usuários ativos em agosto de 2009 para 61% em agosto de 2010.

As empresas que oferecem serviços de conexão de banda larga têm apresentado elevada atividade publicitária na internet. Segundo o AdRelevance, serviço do IBOPE Nielsen Online que mensura a publicidade online, no mês de agosto foram anunciadas 18 campanhas de serviços de banda larga na internet brasileira por meio de 95 peças publicitárias de cinco diferentes anunciantes. A maior parte dessas campanhas concentrou-se entre os dias 9 e 22 de agosto.
Nos sites de rede sociais, a maior parte dos comentários de pessoas que acabaram de adquirir um plano de banda larga refere-se a dúvidas de instalação e utilização do serviço. De acordo com o BuzzMetrics, ferramenta do IBOPE Nielsen Online de monitoramento de discussões em redes sociais, as palavras que mais acompanham expressões como “instalei banda larga” e “assinei um plano de velocidade” são termos como “dúvida”, “roteador”, “problema”, “preciso” e “ajuda”, principalmente em fóruns de informática.

Fonte: IBOPE