"A verdade é bela, sem dúvida, mas a mentira também", escreveu, certa vez, o ensaísta americano do século 19, Ralph Waldo Emerson. Na competitividade da vida moderna é cada vez mais difícil não lançar mão das belas artimanhas da autopromoção para destacar-se.
Vale de tudo, até mesmo falsificar informações no currículo, idealizando ou exagerando competências. A prática se tornou tão comum que já tramita na Câmara dos Deputados um projeto de lei para torná-la crime sujeito a pena de detenção. No ano passado, até a candidata à presidência da República Dilma Roussef foi acusada de inflar o documento com títulos que não possui.
"Em média, 40% dos currículos trazem algum tipo de informação inverídica", diz Vander Giordano, diretor executivo da Kroll, empresa que atua há 40 anos na área de consultoria em gerenciamento de risco. Em um ano, a demanda da empresa pelo chamado "background check" - um serviço de levantamento dos antecedentes escolares, profissionais e até criminais do candidato - aumentou cerca de 25%.
"Não importa quão inocente possa parecer, a mentira desfaz a credibilidade do candidato e pode gerar até um colapso permanente da confiança", afirma a consultora Juliana Nunes, da Asap. Para evitar constrangimentos ou até, quem sabe, um processo criminal no futuro, o melhor é manter o pé na realidade e optar pela honestidade, sempre. A seguir, saiba quais são as cinco mentiras mais contadas nos currículos, e cuide para manter-se longe delas.
1 - Idiomas: É a mentira mais popular e também a mais fácil de ser identificada. Um simples teste ou uma conversa com o recrutador são suficientes para checar a proficiência no idioma. Trata-se daquele inglês "básico" que no currículo aparece como "avançado". Segundo Juliana, nem sempre o candidato age de má fé. "O problema é de percepção. A pessoa acha que domina a língua mas, na prática, tá enferrujada", diz. Portanto, cuidado ao colocar no currículo que você é fluente numa língua. Procure explicar esse grau de fluência, caracterizando separadamente as habilidades de "fala", "escrita" e "leitura".
2 - Motivo de saída da empresa: Demissões não costumam ser bem vistas. Mas isso não é motivo para transformar uma dispensa individual em uma demissão em massa ou extinção de setor. "É comum os candidatos afirmarem que foram mandados embora porque a empresa onde trabalhavam passou por uma reestruturação ou que o setor onde atuavam foi extinto", diz Giordano. Se percebida, a mentira sobre os motivos da saída de empregos anteriores pode passar a impressão de que o candidato quer esconder algo.
Para evitar que um possível erro do passado influencie na conquista do novo emprego, o especialista recomenda uma saída ética: "Limite-se a dizer que não estava sendo bom nem para você nem para a empresa". Caso você não tenha se adequado bem ao trabalho anterior, não se preocupe. Em geral, problemas de adaptação cultural são justificativas legítimas para desligamento.
3 - Exagerar responsabilidades e salários: Aqui, um projeto realizado em equipe pode virar um triunfo pessoal no currículo. Exageros de competência acontecem aos montes, porém, nem sempre se sustentam. Principalmente, se recrutador pedir para o candidato especificar suas atribuições e as dos demais envolvidos no projeto. Para responder, o candidato precisa recriar e distorcer toda a história, e no meio do caminho..."Eles sempre se enrolam, não conseguem dar informações especificas sobre o seu papel, nem os dos outros participantes", conta Juliana.
Outro tiro no pé, segundo a consultora, é a artimanha de aumentar o salário do emprego anterior para tentar cifras maiores na nova oportunidade. "Isso pode ser tornar um entrave à contratação", alerta Juliana. "A empresa nem sempre tem condições de cobrir o salário anterior".
4 - Tempo de trabalho: O tempo que se dedicou à empresa também costuma ser mudado ou omitido pelos candidatos. Seja porque a pessoa ficou pouco tempo naquela posição e teme ser vista como instável ou com nível de empregabilidade baixo, seja porque a empresa é mal vista no mercado. Em qualquer caso, vale dizer a verdade no currículo e explicar os motivos durante a entrevista.
Para quem tem vergonha de dizer que estava desempregado esticar em alguns meses a permanência no emprego anterior pode ser até aceito pelo selecionador. Do contrário, desista de tentar manipular datas. "Aqui, a mentira tem perna curta mesmo, sendo facilmente constatada pelos checadores ao ligar para empresas ou observar a carteira de trabalho", diz Giordano.
5- Formação: Não minta sob qualquer hipótese sobre sua formação. Além de ser um critério bem objetivo, você pode simplesmente não conseguir executar uma função pela falta das competências. Bom senso não faz mal a ninguém. Um curso de artes no exterior para turistas, por exemplo, não é o mesmo que uma pós-graduação internacional. Assim como um MBA pela metade não representa um MBA completo. Seja honesto e inteligente. Afinal, qualquer exigência de certificado é suficiente para desmascarar a mentira.
Fonte: INFO
4 de mai. de 2010
Evento discute empreendedorismo no Brasil
O empreendedorismo no Brasil será o tema do debate que a Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP) promove em São Paulo, nesta quarta.
O evento, que acontece às 19h30, terá uma palestra ministrada por Ronald Jean Degen, conhecido por criar o primeiro curso sobre o assunto no país. O especialista já atuou como diretor superintendente da Editora Abril e da Listel.
ntre os temas abordados estão a promoção do desenvolvimento econômico sustentável, a inclusão social, a redução da pobreza, a preservação dos recursos escassos da natureza e a proteção ao meio ambiente.
Os interessados devem fazer inscrição no site da FAAP. No dia do evento, os inscritos devem doar dois quilos de alimentos não- perecíveis que serão entregues ao Centro de Educação Infantil / Creche Batuíra.
A palestra “Empreender como Opção de Carreira” acontece no Centro de Excelência da instituição, localizado na Rua São Vicente de Paulo, 463, em SP – Santa Cecília.
Fonte: INFO
O evento, que acontece às 19h30, terá uma palestra ministrada por Ronald Jean Degen, conhecido por criar o primeiro curso sobre o assunto no país. O especialista já atuou como diretor superintendente da Editora Abril e da Listel.
ntre os temas abordados estão a promoção do desenvolvimento econômico sustentável, a inclusão social, a redução da pobreza, a preservação dos recursos escassos da natureza e a proteção ao meio ambiente.
Os interessados devem fazer inscrição no site da FAAP. No dia do evento, os inscritos devem doar dois quilos de alimentos não- perecíveis que serão entregues ao Centro de Educação Infantil / Creche Batuíra.
A palestra “Empreender como Opção de Carreira” acontece no Centro de Excelência da instituição, localizado na Rua São Vicente de Paulo, 463, em SP – Santa Cecília.
Fonte: INFO
26 de abr. de 2010
Qual será o papel da internet na eleição?
Por.: Bruno Ferrari e Danilo Venticinque
Neste ano, os candidatos festejaram a conquista de uma nova vitrine para fazer propaganda política: a internet. Todos apostam na rede como um poderoso meio para interagir com os eleitores, medir em tempo real a reação da opinião pública, debater com os adversários e, no limite, estabelecer a agenda da eleição. Dois fatores ampliaram a relevância da campanha on-line. O primeiro – e mais óbvio – é o crescimento do número de internautas no país. De acordo com o Ibope, o Brasil saltou de 32 milhões de pessoas com acesso à internet nas eleições de 2006 para mais de 66 milhões hoje.
O segundo fator é a nova legislação eleitoral sobre o assunto. Ela dá aos partidos uma liberdade inédita na rede. Ao contrário dos anos anteriores, quando a internet estava sujeita às mesmas restrições aplicadas à TV e ao rádio, neste ano é possível organizar debates livremente, mesmo sem a participação de todos os candidatos, usar redes sociais mesmo antes do período oficial de campanha e fazer da internet um campo de provas para todo tipo de ideia exótica na batalha eleitoral.
Os coordenadores dos principais partidos têm uma inspiração comum. Com um misto de deslumbramento e inveja, todos citam o sucesso da campanha presidencial de Barack Obama, nos Estados Unidos, em 2008. Num país onde a renda, o alcance da internet e a cultura de participação política são maiores, Obama soube usar ferramentas como o Twitter – até então pouco conhecido – para se comunicar com seus eleitores, opinar sobre questões cruciais do país, animar a militância e arrecadar fundos. Ao todo, foram mais de US$ 500 milhões doados por cidadãos e empresas via internet, metade de toda a verba recebida pela campanha de Obama. A esperança dos marqueteiros políticos digitais é obter no Brasil um sucesso comparável.
Para tentar transformar essa esperança em realidade, os três principais candidatos à sucessão de Lula armaram estratégias digitais distintas. Até agora, o PT foi o partido que mais investiu na campanha on-line. Seu principal objetivo é estimular os militantes a criar e disseminar conteúdo favorável à candidata. Para isso, será usado um software para cadastrar e classificar militantes com uma espécie de ranking. O internauta ganhará pontos de acordo com a qualidade e a frequência de suas colaborações. Os voluntários mais prolíficos serão convidados a reuniões exclusivas e receberão conteúdos especiais, como ocorreu na campanha de Obama. Os petistas contam com a consultoria de três profissionais que estiveram envolvidos nela.
No PSDB, o próprio candidato, José Serra, é um usuário frequente da internet e das redes sociais. Atualizado pelo próprio Serra, seu perfil no Twitter conta com mais de 209 mil seguidores (o maior número entre os políticos brasileiros) e é usado quase exclusivamente para assuntos leves, como futebol, música ou cinema. A iniciativa é vista no partido como uma eficiente maneira de humanizar a imagem de um candidato tido como sério e fechado demais.
Outro objetivo da campanha tucana na rede, de acordo com um de seus estrategistas, é tentar influenciar a imprensa. Para isso, além do Twitter de Serra, o PSDB conta com três sites para reunir militantes e divulgar críticas aos adversários. Um deles, o mobilizapsdb.org.br, incentiva os internautas a espalhar um quadro com uma comparação entre os candidatos. O quadro define Dilma como uma menina rica, frequentadora de “escolas burguesas”, que “ingressou em grupos armados responsáveis por assaltos, sequestros e assassinatos”. O perfil de Serra o define como um rapaz estudioso, filho de imigrantes, que ingressou na política pelas eleições.
Na campanha de Marina Silva (PV), a internet se tornou uma prioridade quase natural, pois Marina tem pouco tempo no horário eleitoral gratuito em comparação com seus adversários. Sua estratégia é usar o programa na TV para divulgar seus sites e criar interação por meio de remissões a textos publicados em seu blog. Outra meta é usar a internet para arrecadar doações de cidadãos. O PV é o primeiro partido brasileiro a implantar esse sistema, semelhante ao usado na campanha de Obama. Representantes da sigla dizem que, até o fim de março, o partido recebera R$ 203 mil em doações feitas por 91 pessoas.
A euforia em relação à campanha de Obama fez com que o PT contratasse Ben Self, ex-diretor de tecnologia do Partido Democrata e hoje dono de uma agência especializada em marketing político na internet. No ano passado, Self participou de eventos de política e marketing digital no Brasil. Era tratado como herói, sempre lembrado pelos números gordos da campanha on-line democrata: mais de 13 milhões de e-mails de eleitores cadastrados, uma rede de 3 milhões de doadores e a arrecadação recorde. Mas há tanta disparidade entre Brasil e Estados Unidos que fica difícil acreditar na “obamização” de nossos candidatos. A começar pelo alcance da internet. Nos Estados Unidos, ela atinge 76% da população. No Brasil, 34%. Há motivo para ceticismo até entre os marqueteiros digitais. “A internet não ganhou a eleição para o Obama. Quem ganhou foi o Obama”, diz Sérgio Caruso, coordenador de comunicação digital do PSDB. “A internet só ajudou a espalhar e a explicar suas propostas.”
Neste ano, os candidatos festejaram a conquista de uma nova vitrine para fazer propaganda política: a internet. Todos apostam na rede como um poderoso meio para interagir com os eleitores, medir em tempo real a reação da opinião pública, debater com os adversários e, no limite, estabelecer a agenda da eleição. Dois fatores ampliaram a relevância da campanha on-line. O primeiro – e mais óbvio – é o crescimento do número de internautas no país. De acordo com o Ibope, o Brasil saltou de 32 milhões de pessoas com acesso à internet nas eleições de 2006 para mais de 66 milhões hoje.
O segundo fator é a nova legislação eleitoral sobre o assunto. Ela dá aos partidos uma liberdade inédita na rede. Ao contrário dos anos anteriores, quando a internet estava sujeita às mesmas restrições aplicadas à TV e ao rádio, neste ano é possível organizar debates livremente, mesmo sem a participação de todos os candidatos, usar redes sociais mesmo antes do período oficial de campanha e fazer da internet um campo de provas para todo tipo de ideia exótica na batalha eleitoral.
Os coordenadores dos principais partidos têm uma inspiração comum. Com um misto de deslumbramento e inveja, todos citam o sucesso da campanha presidencial de Barack Obama, nos Estados Unidos, em 2008. Num país onde a renda, o alcance da internet e a cultura de participação política são maiores, Obama soube usar ferramentas como o Twitter – até então pouco conhecido – para se comunicar com seus eleitores, opinar sobre questões cruciais do país, animar a militância e arrecadar fundos. Ao todo, foram mais de US$ 500 milhões doados por cidadãos e empresas via internet, metade de toda a verba recebida pela campanha de Obama. A esperança dos marqueteiros políticos digitais é obter no Brasil um sucesso comparável.
Para tentar transformar essa esperança em realidade, os três principais candidatos à sucessão de Lula armaram estratégias digitais distintas. Até agora, o PT foi o partido que mais investiu na campanha on-line. Seu principal objetivo é estimular os militantes a criar e disseminar conteúdo favorável à candidata. Para isso, será usado um software para cadastrar e classificar militantes com uma espécie de ranking. O internauta ganhará pontos de acordo com a qualidade e a frequência de suas colaborações. Os voluntários mais prolíficos serão convidados a reuniões exclusivas e receberão conteúdos especiais, como ocorreu na campanha de Obama. Os petistas contam com a consultoria de três profissionais que estiveram envolvidos nela.
No PSDB, o próprio candidato, José Serra, é um usuário frequente da internet e das redes sociais. Atualizado pelo próprio Serra, seu perfil no Twitter conta com mais de 209 mil seguidores (o maior número entre os políticos brasileiros) e é usado quase exclusivamente para assuntos leves, como futebol, música ou cinema. A iniciativa é vista no partido como uma eficiente maneira de humanizar a imagem de um candidato tido como sério e fechado demais.
Outro objetivo da campanha tucana na rede, de acordo com um de seus estrategistas, é tentar influenciar a imprensa. Para isso, além do Twitter de Serra, o PSDB conta com três sites para reunir militantes e divulgar críticas aos adversários. Um deles, o mobilizapsdb.org.br, incentiva os internautas a espalhar um quadro com uma comparação entre os candidatos. O quadro define Dilma como uma menina rica, frequentadora de “escolas burguesas”, que “ingressou em grupos armados responsáveis por assaltos, sequestros e assassinatos”. O perfil de Serra o define como um rapaz estudioso, filho de imigrantes, que ingressou na política pelas eleições.
Na campanha de Marina Silva (PV), a internet se tornou uma prioridade quase natural, pois Marina tem pouco tempo no horário eleitoral gratuito em comparação com seus adversários. Sua estratégia é usar o programa na TV para divulgar seus sites e criar interação por meio de remissões a textos publicados em seu blog. Outra meta é usar a internet para arrecadar doações de cidadãos. O PV é o primeiro partido brasileiro a implantar esse sistema, semelhante ao usado na campanha de Obama. Representantes da sigla dizem que, até o fim de março, o partido recebera R$ 203 mil em doações feitas por 91 pessoas.
A euforia em relação à campanha de Obama fez com que o PT contratasse Ben Self, ex-diretor de tecnologia do Partido Democrata e hoje dono de uma agência especializada em marketing político na internet. No ano passado, Self participou de eventos de política e marketing digital no Brasil. Era tratado como herói, sempre lembrado pelos números gordos da campanha on-line democrata: mais de 13 milhões de e-mails de eleitores cadastrados, uma rede de 3 milhões de doadores e a arrecadação recorde. Mas há tanta disparidade entre Brasil e Estados Unidos que fica difícil acreditar na “obamização” de nossos candidatos. A começar pelo alcance da internet. Nos Estados Unidos, ela atinge 76% da população. No Brasil, 34%. Há motivo para ceticismo até entre os marqueteiros digitais. “A internet não ganhou a eleição para o Obama. Quem ganhou foi o Obama”, diz Sérgio Caruso, coordenador de comunicação digital do PSDB. “A internet só ajudou a espalhar e a explicar suas propostas.”
Redes sociais
A corrida contra o anonimato nunca foi tão disputada desde o surgimento das redes sociais ou, mais corretamente, redes sócio-virtuais. Tornar-se uma celebridade de sucesso dentre membros de um mesmo espaço virtual virou uma grande disputa na qual o único objetivo, executado de forma sabiamente estratégica, é ganhar a tão sonhada popularidade. Objetivo este não muito diferente do que têm as emergentes celebridades. Entretanto, com um único e significativo diferencial: os anônimos vão, a todo custo, em busca de informações sobre as celebridades. Você, para se tornar uma delas, precisa fornecer informações que despertem a curiosidade de todos os anônimos.
Na página inicial do seu Orkut, “Quem é você?” Longe de responder “Eu sou o Lobo Mau”, por favor, a primeira intenção de quem quer se tornar popular é divulgar suas qualidades, mas não aquelas que ‘todo mundo tem’. Quem quer ser popular precisa de diferencial. Afinal de contas, o número de fãs é um dado bastante revelador.
Como se isso não bastasse, todos devem saber se você fuma, bebe, mora sozinho ou com os pais, qual é a sua altura, se tem tatuagem, o que mais te atrai e, claro, o seu estado civil. Ah,explicar para todos no Orkut que você está namorando virou uma prova de amor mais que obrigatória entre os casais.
Por falar nisso, quer fazer com que o número de visualizações do seu Orkut suba para a casa das centenas e sua página de recados mostre votos de felicitações? Se estiver solteiro (a), mude seu estado civil para ‘namorando’ (mas não tente fazer o contrário…). Assim como acontece com as celebridades tradicionais, os fãs não resistem a dar ‘uma espiadinha’ e querem saber quem é a sua mais nova companhia. Não, você não DEVE satisfações, você DÁ satisfações. Pontos de popularidade! Não era isso o que você queria?
Bebeu demais na festa de fim de ano e está arrependido? Tarde demais. O mural de fotos dos seus amigos é bem mais convincente que suas próprias palavras e você, lembrando ou não do episódio, em apenas 140 caracteres, descreveu a cena tim-tim por tim-tim.
Mas o preço da popularidade não atinge apenas quem almejou se tornar uma celebridade virtual. As empresas também estão interessadas – e muito – em saber ‘quem é você’ e analisam, cuidadosamente, cada dado, teoricamente pessoal, que é exposto. Um
escritório de advocacia, por exemplo, certamente não almeja contratar alguém inscrito numa comunidade “Filmes e séries – Downloads”, muito menos moças que estampam fotos seminuas em álbuns virtuais ou pessoas que, declaradamente, participam de fóruns do tipo “Eu odeio o meu chefe”.
Dados pessoais não são mais suficientes para preencher os interesses de uma empresa. Ela quer saber mais, sempre mais. Quer seu Orkut, Facebook, MSN, Twitter, Formspring… Quer saber aquilo que, antes, só você sabia, mas que agora, devido ao advento da popularidade, todos sabem. E se não participar de, pelo menos, uma dessas redes sociais, em que mundo você vive? No anonimato!
Sua foto precisa ser a mais bonita; você precisa fazer coisas interessantes para que tenha ‘seguidores’; sua frase no MSN precisa ser a mais atrativa; suas comunidades precisam retratar quem você é sem acusar os defeitos que possam te levar a perder uma vaga naquela empresa ou aquela pessoa que está paquerando há meses; você deve ler jornais, revistas, assistir de noticiário a Big Brother Brasil; precisa tomar banho, ir ao trabalho ou à escola; precisa dormir, acordar, ir à academia. Definitivamente, precisa ter um dia com mais de 24 horas – ou fazer de conta que tem – e muita disposição. Caso contrário, ser celebridade não vai passar de um sonho.
Esse é o preço da popularidade que, você, assim como eu, já começou a pagar. Não era isso que a gente tanto queria?
Fonte: Escave midias sociais
Na página inicial do seu Orkut, “Quem é você?” Longe de responder “Eu sou o Lobo Mau”, por favor, a primeira intenção de quem quer se tornar popular é divulgar suas qualidades, mas não aquelas que ‘todo mundo tem’. Quem quer ser popular precisa de diferencial. Afinal de contas, o número de fãs é um dado bastante revelador.
Como se isso não bastasse, todos devem saber se você fuma, bebe, mora sozinho ou com os pais, qual é a sua altura, se tem tatuagem, o que mais te atrai e, claro, o seu estado civil. Ah,explicar para todos no Orkut que você está namorando virou uma prova de amor mais que obrigatória entre os casais.
Por falar nisso, quer fazer com que o número de visualizações do seu Orkut suba para a casa das centenas e sua página de recados mostre votos de felicitações? Se estiver solteiro (a), mude seu estado civil para ‘namorando’ (mas não tente fazer o contrário…). Assim como acontece com as celebridades tradicionais, os fãs não resistem a dar ‘uma espiadinha’ e querem saber quem é a sua mais nova companhia. Não, você não DEVE satisfações, você DÁ satisfações. Pontos de popularidade! Não era isso o que você queria?
Bebeu demais na festa de fim de ano e está arrependido? Tarde demais. O mural de fotos dos seus amigos é bem mais convincente que suas próprias palavras e você, lembrando ou não do episódio, em apenas 140 caracteres, descreveu a cena tim-tim por tim-tim.
Mas o preço da popularidade não atinge apenas quem almejou se tornar uma celebridade virtual. As empresas também estão interessadas – e muito – em saber ‘quem é você’ e analisam, cuidadosamente, cada dado, teoricamente pessoal, que é exposto. Um
escritório de advocacia, por exemplo, certamente não almeja contratar alguém inscrito numa comunidade “Filmes e séries – Downloads”, muito menos moças que estampam fotos seminuas em álbuns virtuais ou pessoas que, declaradamente, participam de fóruns do tipo “Eu odeio o meu chefe”.
Dados pessoais não são mais suficientes para preencher os interesses de uma empresa. Ela quer saber mais, sempre mais. Quer seu Orkut, Facebook, MSN, Twitter, Formspring… Quer saber aquilo que, antes, só você sabia, mas que agora, devido ao advento da popularidade, todos sabem. E se não participar de, pelo menos, uma dessas redes sociais, em que mundo você vive? No anonimato!
Sua foto precisa ser a mais bonita; você precisa fazer coisas interessantes para que tenha ‘seguidores’; sua frase no MSN precisa ser a mais atrativa; suas comunidades precisam retratar quem você é sem acusar os defeitos que possam te levar a perder uma vaga naquela empresa ou aquela pessoa que está paquerando há meses; você deve ler jornais, revistas, assistir de noticiário a Big Brother Brasil; precisa tomar banho, ir ao trabalho ou à escola; precisa dormir, acordar, ir à academia. Definitivamente, precisa ter um dia com mais de 24 horas – ou fazer de conta que tem – e muita disposição. Caso contrário, ser celebridade não vai passar de um sonho.
Esse é o preço da popularidade que, você, assim como eu, já começou a pagar. Não era isso que a gente tanto queria?
Fonte: Escave midias sociais
11 de abr. de 2010
"Perfume Digital"
O desenvolvimento da internet rápida permitiu ao internauta ter acesso a conteúdos de vídeo e áudio de excelente qualidade. A tecnologia touch screen, que permite a navegação por toque na tela, ampliou o uso das mãos na web. Agora, é a vez do olfato – não, você não leu errado: é olfato mesmo.
Quem promete essa proeza é a agência digital colombiana Ariadna. Com sede em Miami e escritórios em vários países da América Latina – entre eles México, Argentina, Colômbia e, há poucos meses, Brasil – a companhia vai lançar em breve um software que permite experimentação de odores.
O sistema funciona da seguinte forma: dentro de um dispositivo, como um pen drive (que deve estar acoplado ao PC ou notebook), são inseridas diferentes fragrâncias. Essas substâncias são acionadas assim que o internauta clica ou passeia sobre uma determinada área de um site.
Segundo a agência, a invenção será útil para ações de comunicação de toda a ordem. Poderia interessar a marcas de perfume que buscam divulgar seus produtos ou empresas de outras áreas que desejam fugir do comum em suas estratégias digitais.
“Esse software levou cerca de um ano para ficar pronto. Ele foi concebido em nosso Centro de Desenvolvimento e Inovação (CDI), na Colômbia, e produzido na China”, afirma o colombiano Juan David Pinzon, sócio-fundador da Ariadna.
Sensações olfativas
Segundo ele, a equipe que desenvolveu o software é multidisciplinar, composta por engenheiros químicos e eletrônicos contratados especificamente com essa finalidade. “Trata-se da primeira vez que, por meio de um computador, será possível experimentar sensações olfativas”, afirma.
O software deve estar disponível no mercado brasileiro entre maio e junho, estima Cristiane Bussab, CEO da agência no Brasil e nos demais mercados da América do Sul. “O produto nem chegou ainda às outras unidades no exterior”, afirma. Não será necessária uma configuração especial do computador para experimentar a novidade.
Para Pinzon, o software do aroma digital exemplifica bem o que a Ariadna busca como agência de marketing digital. Fundada em 1998 em Bogotá, capital colombiana, a empresa tenta aliar tecnologia de ponta a um forte pendor criativo, algo nem sempre fácil de ser alcançado.
O viés tecnológico começa por Pinzon, que é engenheiro eletrônico. O grande respaldo nessa área vem do CDI, cuja operação é independente da agência.
“Optamos por criar um centro de inovação porque seria muito difícil desenvolver inovação tecnológica dentro da agência. No dia-a-dia, é complicado, tudo é para ontem, os projetos têm urgência. Com uma estrutura à parte para a inovação, é possível criar tecnologia, que depois permitirá desenvolver ações inovadoras”, afirma Pinzon. Só para dar outro exemplo, além do software de aroma digital, lá também são desenvolvidos aplicativos e peças publicitárias sustentadas por realidade aumentada.
Chocolate, vinho e café
Na fase de testes do novo produto, foram desenvolvidos softwares nos aromas de chocolate, café e vinho, respectivamente a pedidos de Cristiane, Pinzon e Pedro Vilarrub, CEO da operação mexicana da agência. “Cada um pediu um aroma daquilo de que mais gosta”, brinca Vilarrub.
A Ariadna quer levar o CDI para suas outras operações. Em 2010, está planejada a abertura de centros como esse no México e no Brasil, mais especificamente em São Paulo, que terá um forte viés criativo.
Para dar uma dimensão da importância que a Ariadna confere a esse projeto, o centro de desenvolvimento na Colômbia possui cerca de 100 funcionários, quase o mesmo número de colaboradoras da agência (105) – reunindo todas as operações.
Para Pinzon, o CDI – de onde nasceu o software de aroma digital – demonstra bem o perfil da empresa. “Somos uma agência muito técnica, especialista em tracking, busca, tecnologia, mas sem descuidar da parte criativa. Por isso temos equipes multidisciplinares, composta por criativos, pessoas de mídia e busca, entre outros”, afirma.
Depois de um início de operação silencioso no mercado brasileiro, onde aportou no primeiro semestre de 2009, a Ariadna quer aproveitar o lançamento do software de aroma digital para mostrar que está farejando bons negócios em terras brasileiras. “Agora que estamos com as equipes dos diferentes países integradas e temos trabalhos para apresentar, vamos nos mostrar de um modo mais efetivo no mercado”, diz Cristiane.
Fonte: Nave Digital
Quem promete essa proeza é a agência digital colombiana Ariadna. Com sede em Miami e escritórios em vários países da América Latina – entre eles México, Argentina, Colômbia e, há poucos meses, Brasil – a companhia vai lançar em breve um software que permite experimentação de odores.
O sistema funciona da seguinte forma: dentro de um dispositivo, como um pen drive (que deve estar acoplado ao PC ou notebook), são inseridas diferentes fragrâncias. Essas substâncias são acionadas assim que o internauta clica ou passeia sobre uma determinada área de um site.
Segundo a agência, a invenção será útil para ações de comunicação de toda a ordem. Poderia interessar a marcas de perfume que buscam divulgar seus produtos ou empresas de outras áreas que desejam fugir do comum em suas estratégias digitais.
“Esse software levou cerca de um ano para ficar pronto. Ele foi concebido em nosso Centro de Desenvolvimento e Inovação (CDI), na Colômbia, e produzido na China”, afirma o colombiano Juan David Pinzon, sócio-fundador da Ariadna.
Sensações olfativas
Segundo ele, a equipe que desenvolveu o software é multidisciplinar, composta por engenheiros químicos e eletrônicos contratados especificamente com essa finalidade. “Trata-se da primeira vez que, por meio de um computador, será possível experimentar sensações olfativas”, afirma.
O software deve estar disponível no mercado brasileiro entre maio e junho, estima Cristiane Bussab, CEO da agência no Brasil e nos demais mercados da América do Sul. “O produto nem chegou ainda às outras unidades no exterior”, afirma. Não será necessária uma configuração especial do computador para experimentar a novidade.
Para Pinzon, o software do aroma digital exemplifica bem o que a Ariadna busca como agência de marketing digital. Fundada em 1998 em Bogotá, capital colombiana, a empresa tenta aliar tecnologia de ponta a um forte pendor criativo, algo nem sempre fácil de ser alcançado.
O viés tecnológico começa por Pinzon, que é engenheiro eletrônico. O grande respaldo nessa área vem do CDI, cuja operação é independente da agência.
“Optamos por criar um centro de inovação porque seria muito difícil desenvolver inovação tecnológica dentro da agência. No dia-a-dia, é complicado, tudo é para ontem, os projetos têm urgência. Com uma estrutura à parte para a inovação, é possível criar tecnologia, que depois permitirá desenvolver ações inovadoras”, afirma Pinzon. Só para dar outro exemplo, além do software de aroma digital, lá também são desenvolvidos aplicativos e peças publicitárias sustentadas por realidade aumentada.
Chocolate, vinho e café
Na fase de testes do novo produto, foram desenvolvidos softwares nos aromas de chocolate, café e vinho, respectivamente a pedidos de Cristiane, Pinzon e Pedro Vilarrub, CEO da operação mexicana da agência. “Cada um pediu um aroma daquilo de que mais gosta”, brinca Vilarrub.
A Ariadna quer levar o CDI para suas outras operações. Em 2010, está planejada a abertura de centros como esse no México e no Brasil, mais especificamente em São Paulo, que terá um forte viés criativo.
Para dar uma dimensão da importância que a Ariadna confere a esse projeto, o centro de desenvolvimento na Colômbia possui cerca de 100 funcionários, quase o mesmo número de colaboradoras da agência (105) – reunindo todas as operações.
Para Pinzon, o CDI – de onde nasceu o software de aroma digital – demonstra bem o perfil da empresa. “Somos uma agência muito técnica, especialista em tracking, busca, tecnologia, mas sem descuidar da parte criativa. Por isso temos equipes multidisciplinares, composta por criativos, pessoas de mídia e busca, entre outros”, afirma.
Depois de um início de operação silencioso no mercado brasileiro, onde aportou no primeiro semestre de 2009, a Ariadna quer aproveitar o lançamento do software de aroma digital para mostrar que está farejando bons negócios em terras brasileiras. “Agora que estamos com as equipes dos diferentes países integradas e temos trabalhos para apresentar, vamos nos mostrar de um modo mais efetivo no mercado”, diz Cristiane.
Fonte: Nave Digital
6 de abr. de 2010
Nos próximos anos o uso da Internet como arma para conseguir clientes será uma atividade normal, muitas empresas utilizarão este sistema de forma indevida e o tiro com certeza sairá pela culatra, não entre nesta estatistica, aprenda sobre as ferramentas tecnológicas e saia na frente nesta corrida, garanta de 20% a 30% de crescimento anual pela internet e de quebra coordene toda a sua empresa pela rede.
A internet não é apenas um complemento de mídia e que comércio eletrônico não se resume a um site com a “foto do seu produto bem grande”.
Os estudos presentes nestes cursos são provenientes de experiências em consultoria e trabalhos realizados em empresas nacionais e multi-nacionais de nossos tutores assim como uma vasta pesquisa na Internet sobre o assunto, consolidando em um só lugar todas as informações para um empreendimento digital atingir o sucesso com resultados garantidos.
Fonte: IFED
A internet não é apenas um complemento de mídia e que comércio eletrônico não se resume a um site com a “foto do seu produto bem grande”.
Os estudos presentes nestes cursos são provenientes de experiências em consultoria e trabalhos realizados em empresas nacionais e multi-nacionais de nossos tutores assim como uma vasta pesquisa na Internet sobre o assunto, consolidando em um só lugar todas as informações para um empreendimento digital atingir o sucesso com resultados garantidos.
Fonte: IFED
Erro outlook
Hoje quebrei a cabeça para configurar o outlook, um erro na porta 110, erro 0800ccc18.
Bem foi bem simples de resolver, depois de várias tentativas, é claro.
Seguinte na configuração da conta na aba geral na informações do usuário, não estava com o email completo, estava apenas o meu nome. Para resolver foi só coloca ro email completo no nome.
É isso!
Bem foi bem simples de resolver, depois de várias tentativas, é claro.
Seguinte na configuração da conta na aba geral na informações do usuário, não estava com o email completo, estava apenas o meu nome. Para resolver foi só coloca ro email completo no nome.
É isso!
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