Por: Paula Rothman, de INFO Online
Tramita na Câmara dos deputados um Projeto de Lei que obrigará as agências de propaganda a informar o público sobre a manipulação de imagens em material publicitário.
Quem desrespeitar a obrigatoriedade do aviso poderá ser multado em até R$ 50 mil.
O Projeto de Lei 6853/10, do deputado Wladimir Costa (PMDB-PA), prevê que os anúncios tragam a mensagem: "Atenção: imagem retocada para alterar a aparência física da pessoa retratada."
Segundo entrevista concedida à Agência Câmara, o deputado Costa pretende acabar com a idealização do corpo humano. "Em tempos de Photoshop, a manipulação de imagens faz com que a fotografia seja muitas vezes radicalmente diferente da realidade. Manchas na pele são apagadas, rugas são cobertas, quilos a mais são extirpados. É difícil a um leigo perceber que o resultado final não é uma imagem original", disse.
A ideia é similar à proposta por uma deputada francesa em setembro do ano passado. Valerie Boyer enviou texto ao parlamento no qual todas as agências de publicidade e editores de conteúdo na França ficavam obrigados a estampar no rodapé de anúncios palavras como “Esta imagem foi modificada digitalmente e pode não corresponder à realidade”.
O argumento de Boyer é que a popularização dos editores de imagens como o Photoshop, da Adobe, está criando referências de beleza e estética que não são atingíveis no mundo real. Na França, o projeto prevê multas de 54 mil euros (cerca de R$ 140 mil) para quem desobedecer a nova regra.
Aqui no Brasil, caso o responsável pelo material ou pelo veículo descumprir a medida, as punições variam de advertência, obrigatoriedade de esclarecimento e multa de R$ 1,5 mil a R$ 50 mil, cobrada em dobro na reincidência. Caberá ao Poder Executivo definir os órgãos que aplicarão as sanções.
O projeto tramita em caráter conclusivo, o que significa que não precisa ser votado pelo Plenário, apenas pelas comissões designadas para analisá-lo – no caso, Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática; de Defesa do Consumidor; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Caso haja parecer divergente entre as comissões ou recurso contra assinado por 51 deputados (10% do total), o projeto precisará ser votado pelo Plenário. Ele será analisado pelas comissões de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática; Defesa do Consumidor e Constituição e Justiça e de Cidadania.
30 de mar. de 2010
29 de mar. de 2010
Gerar Negócio pela Internet
"Ter site é uma coisa, gerar negócios através dele através dele é outra
No final do ano passado, a Associação Comercial de São Paulo conduziu uma pesquisa com seus associados e revelou que 66% das micro, pequenas e médias empresas têm um site na internet. Destas, apenas 36% conseguem realizar negócios através da web. O número mostra que ainda há muito a se avançar. Entretanto, não se pode ficar para trás nesta tendência, o e-commerce no Brasil cresceu 25% em 2009. Para abocanhar uma fatia neste mercado é fundamental investir no marketing digital.
O marketing digital é o diferencial entre ter um site e gerar negócios através dele. A pesquisa mostrou que justamente o maior empecilho que as micro, pequenas e médias empresas enfrentam para ingressar mais ativamente na web é a falta de tempo e foco que o micro-empresário tem para se dedicar a buscar soluções. Afinal, na maioria das vezes, ele é o responsável por toda a operação da empresa e não tem uma equipe de marketing.
A empresa que trabalha com o Marketing Digital possui equipe utiliza ferramentas de otimização de sites e links patrocinados para alçar seu e-commerce na primeira página do Google, a maior vitrine da internet. Para fazer decolar um e-commerce, o primeiro passo é compreender o público-alvo de seu produto e saber como ele navega na web e, mais importante, como ele chegará até o seu site. E isso, certamente é uma tarefa para especialistas."
No final do ano passado, a Associação Comercial de São Paulo conduziu uma pesquisa com seus associados e revelou que 66% das micro, pequenas e médias empresas têm um site na internet. Destas, apenas 36% conseguem realizar negócios através da web. O número mostra que ainda há muito a se avançar. Entretanto, não se pode ficar para trás nesta tendência, o e-commerce no Brasil cresceu 25% em 2009. Para abocanhar uma fatia neste mercado é fundamental investir no marketing digital.
O marketing digital é o diferencial entre ter um site e gerar negócios através dele. A pesquisa mostrou que justamente o maior empecilho que as micro, pequenas e médias empresas enfrentam para ingressar mais ativamente na web é a falta de tempo e foco que o micro-empresário tem para se dedicar a buscar soluções. Afinal, na maioria das vezes, ele é o responsável por toda a operação da empresa e não tem uma equipe de marketing.
A empresa que trabalha com o Marketing Digital possui equipe utiliza ferramentas de otimização de sites e links patrocinados para alçar seu e-commerce na primeira página do Google, a maior vitrine da internet. Para fazer decolar um e-commerce, o primeiro passo é compreender o público-alvo de seu produto e saber como ele navega na web e, mais importante, como ele chegará até o seu site. E isso, certamente é uma tarefa para especialistas."
25 de mar. de 2010
Filmes para máquinas Polaroid voltam a ser vendidos
Fãs das máquinas Polaroid, engenheiros recriaram filmes para as câmeras que revelam as fotos instantaneamente e começarão a vendê-los no fim desta semana.
Batizado de The Impossible Project (O Projeto Impossível), o grupo alugou uma antiga fábrica da Polaroid na Holanda para tentar recriar os filmes dois anos após a empresa ter parado de fabricá-los.
Donos do modelo clássico Polaroid SX-70 e do mais recente 600 poderão comprar filmes em preto e branco já nesta semana. Cada pacote, que produz 8 imagens em preto e branco, custará US$ 21. Os filmes coloridos estarão disponíveis a partir de julho. A expectativa é que sejam vendidos 1 milhão de pacotes neste ano.
A maior dificuldade na produção dos filmes foi encontrar os produtos químicos usados no processo de revelação instantânea. O grupo precisou descobrir um novo meio de fazer os filmes.
Fonte:G1
Batizado de The Impossible Project (O Projeto Impossível), o grupo alugou uma antiga fábrica da Polaroid na Holanda para tentar recriar os filmes dois anos após a empresa ter parado de fabricá-los.
Donos do modelo clássico Polaroid SX-70 e do mais recente 600 poderão comprar filmes em preto e branco já nesta semana. Cada pacote, que produz 8 imagens em preto e branco, custará US$ 21. Os filmes coloridos estarão disponíveis a partir de julho. A expectativa é que sejam vendidos 1 milhão de pacotes neste ano.
A maior dificuldade na produção dos filmes foi encontrar os produtos químicos usados no processo de revelação instantânea. O grupo precisou descobrir um novo meio de fazer os filmes.
Fonte:G1
Pagamento pelo celular tem aceitação de 71% no Brasil
O uso do celular para fazer compras e pagamentos ainda engatinha no Brasil, mas a aceitação potencial desse tipo de serviço é grande: 71% dos brasileiros dizem que usariam o celular em substituição a um cartão de crédito ou de débito e 66% afirmam que usariam o telefone para consultar o saldo e movimentar a conta do banco.
Os dados são de pesquisa da empresa de serviços de telefonia celular Acision, em parceria com a consultoria Teleco.
O uso de serviços desse tipo no Brasil, no entanto, ainda é muito baixo: 5% dos usuários disseram ter feito algum pagamento pelo celular nos últimos três meses e 7% disseram que acessaram o banco pelo aparelho no mesmo período.
De acordo com o levantamento, entre os serviços financeiros no celular, o pagamento de compras é o que desperta maior interesse entre os brasileiros, seguido pelo acesso à conta bancária, pagamento de contas e pela transferência de dinheiro entre celulares.
Formas de pagamento
As principais tecnologias para fazer o pagamento de compras pelo celular são o SMS, a conhecida mensagem de texto, e o chamado NFC.
No pagamento por SMS, o comprador informa ao vendedor o número de seu telefone; em seguida, recebe uma mensagem de texto com as informações e valor da compra.
"Os pagamentos por celular podem se tornar muito importantes e muito grandes no país."
Após clicar em um botão de confirmação e digita sua senha, o cliente recebe uma mensagem confirmando o sucesso da transação. O vendedor também não precisa de nenhum equipamento especial além de um celular.
Já o NFC depende de um chip especial no celular: o aparelho é só aproximado a um leitor especial e a compra está paga.
Os pagamentos por SMS já existem no Brasil, com o Oi Paggo, que funciona como uma espécie de cartão de crédito: o usuário tem um limite até o qual pode gastar usando o celular e no final do mês, recebe a fatura.
O serviço tem 75 mil lojistas e 250 mil clientes cadastrados e funciona principalmente em capitais do Nordeste do Brasil.
Segundo Eduardo Neubern, da Oi Paggo, a empresa lançará neste ano novas funcionalidades, como a transferência de dinheiro entre celulares e o pagamento de contas.
Fonte: G1
Os dados são de pesquisa da empresa de serviços de telefonia celular Acision, em parceria com a consultoria Teleco.
O uso de serviços desse tipo no Brasil, no entanto, ainda é muito baixo: 5% dos usuários disseram ter feito algum pagamento pelo celular nos últimos três meses e 7% disseram que acessaram o banco pelo aparelho no mesmo período.
De acordo com o levantamento, entre os serviços financeiros no celular, o pagamento de compras é o que desperta maior interesse entre os brasileiros, seguido pelo acesso à conta bancária, pagamento de contas e pela transferência de dinheiro entre celulares.
Formas de pagamento
As principais tecnologias para fazer o pagamento de compras pelo celular são o SMS, a conhecida mensagem de texto, e o chamado NFC.
No pagamento por SMS, o comprador informa ao vendedor o número de seu telefone; em seguida, recebe uma mensagem de texto com as informações e valor da compra.
"Os pagamentos por celular podem se tornar muito importantes e muito grandes no país."
Após clicar em um botão de confirmação e digita sua senha, o cliente recebe uma mensagem confirmando o sucesso da transação. O vendedor também não precisa de nenhum equipamento especial além de um celular.
Já o NFC depende de um chip especial no celular: o aparelho é só aproximado a um leitor especial e a compra está paga.
Os pagamentos por SMS já existem no Brasil, com o Oi Paggo, que funciona como uma espécie de cartão de crédito: o usuário tem um limite até o qual pode gastar usando o celular e no final do mês, recebe a fatura.
O serviço tem 75 mil lojistas e 250 mil clientes cadastrados e funciona principalmente em capitais do Nordeste do Brasil.
Segundo Eduardo Neubern, da Oi Paggo, a empresa lançará neste ano novas funcionalidades, como a transferência de dinheiro entre celulares e o pagamento de contas.
Fonte: G1
24 de mar. de 2010
SBT prepara TV digital com redes sociais
O SBT realiza há mais de um ano testes em universidades, agências de propaganda, associações e focus group com consumidores para implementar a tão esperada interatividade para TV digital no Brasil.
Na expectativa de que o Ginga, software que vai permitir interatividade, vingue num futuro próximo, o SBT busca aliar digitalização às redes sociais, sucesso no ambiente digital brasileiro.
Entretanto, o projeto ainda depende de outros fatores, segundo Roberto Franco, diretor de tecnologia e operações da emissora. “Para que isso aconteça, será necessário, por exemplo, identificar o receptor, um a um, pelo número IP, ou outro recurso que permita identificar o usuário sem ferir sua privacidade, respeitando sua individualidade e o seu anonimato”.
Franco afirma que o uso de redes sociais também é uma aplicação interativa dependente do canal de retorno. “Então, além de a aplicação pedir licença para ter acesso ao seu IP, também terá que avisar sempre que o uso do canal de retorno implicar em custo”, diz em entrevista ao blog Circuito de Luca.
Interatividade para poucos
O SBT aposta na interatividade e trabalha firme para atrair o telespectador para a TV Digital. “Colocaremos a interatividade no ar, mesmo que para um público pequeno, pois acreditamos que, apesar de todas as críticas, o modelo brasileiro de TV Digital é o que mais beneficia o telespectador”, argumenta Franco.
O diretor revela que os estudos sobre comportamento das pessoas com a interatividade, realizados pela emissora, os fizeram aprender muito e atingir um modelo de conteúdo interativo bom para iniciar a oferta. "Será possível consultar informações sobre a novela no meio do jornal, ou notícias no meio da novela”, explica. Segundo ele, a "ideia do SBT é de que a TV deve ser uma plataforma integrada de acesso a conteúdos, informações e entretenimento".
O conceito lembra muito o de um portal. No entanto, a emissora diz que a interatividade não é igual a do cabo, nem igual à da internet. Segundo ele, "houve o cuidado de não copiar nenhum modelo de operação existente".
A rede de Silvio Santos experimentou mudanças na interface do portal interativo a cada programa. Porém, constatou que as alterações poderiam confundir o telespectador e, por fim, decidiu adotar uma aplicação única o para acesso às informações.
A rede desenvolve uma versão 2.0 do portal interativo, ainda sem data prevista para o lançamento. A interação é feita através do controle remoto, mas a aplicação está preparada para o uso de outros dispositivos, como teclados.
As informações são do blog Circuito de Luca
Na expectativa de que o Ginga, software que vai permitir interatividade, vingue num futuro próximo, o SBT busca aliar digitalização às redes sociais, sucesso no ambiente digital brasileiro.
Entretanto, o projeto ainda depende de outros fatores, segundo Roberto Franco, diretor de tecnologia e operações da emissora. “Para que isso aconteça, será necessário, por exemplo, identificar o receptor, um a um, pelo número IP, ou outro recurso que permita identificar o usuário sem ferir sua privacidade, respeitando sua individualidade e o seu anonimato”.
Franco afirma que o uso de redes sociais também é uma aplicação interativa dependente do canal de retorno. “Então, além de a aplicação pedir licença para ter acesso ao seu IP, também terá que avisar sempre que o uso do canal de retorno implicar em custo”, diz em entrevista ao blog Circuito de Luca.
Interatividade para poucos
O SBT aposta na interatividade e trabalha firme para atrair o telespectador para a TV Digital. “Colocaremos a interatividade no ar, mesmo que para um público pequeno, pois acreditamos que, apesar de todas as críticas, o modelo brasileiro de TV Digital é o que mais beneficia o telespectador”, argumenta Franco.
O diretor revela que os estudos sobre comportamento das pessoas com a interatividade, realizados pela emissora, os fizeram aprender muito e atingir um modelo de conteúdo interativo bom para iniciar a oferta. "Será possível consultar informações sobre a novela no meio do jornal, ou notícias no meio da novela”, explica. Segundo ele, a "ideia do SBT é de que a TV deve ser uma plataforma integrada de acesso a conteúdos, informações e entretenimento".
O conceito lembra muito o de um portal. No entanto, a emissora diz que a interatividade não é igual a do cabo, nem igual à da internet. Segundo ele, "houve o cuidado de não copiar nenhum modelo de operação existente".
A rede de Silvio Santos experimentou mudanças na interface do portal interativo a cada programa. Porém, constatou que as alterações poderiam confundir o telespectador e, por fim, decidiu adotar uma aplicação única o para acesso às informações.
A rede desenvolve uma versão 2.0 do portal interativo, ainda sem data prevista para o lançamento. A interação é feita através do controle remoto, mas a aplicação está preparada para o uso de outros dispositivos, como teclados.
As informações são do blog Circuito de Luca
Carro do futuro!

por Juliano Barreto
Eles não poluem, evitam acidentes, ajudam a controlar o trânsito e ainda por cima dirigem sozinhos. Bem-vindo ao mundo perfeito dos GM EN-V.
Apresentados como destaque da General Motors para a próxima Shanghai World Expo, os três protótipos EN-V são carros de duas rodas projetados para resolver de uma vez só todos os principais problemas atuais das metrópoles: trânsito, poluição e stress. Agruras já sentidas pelos chineses, que estão na co-autoria dos conceitos.
Os carrinhos com lugar para duas pessoas, batizados de Jiao, Miao e Xiao, usam uma tecnologia desenvolvida pela mesma equipe que criou o Segway, aquele patinete meio estranho que hoje em dia é usado por seguranças.
Por baixo da carenagem enxuta e colorida, os carrinhos terão um arsenal tecnológico formado por câmeras e sensores contra colisão em todas as partes do carro, um GPS integrado e um motor 100% elétrico.
Esse conjunto terá condução autônoma, ou seja, o motorista só precisaria entrar, digitar seu destino no GPS e deixar o EN-V fazer o resto. Parece avançado demais? Parece. Até por isso a própria GM estipula que o lançamento do carro deverá acontecer aproximadamente daqui a 20 anos.
Fonte:INFO
22 de mar. de 2010
Espermatozóide fluorescente testado em mosca
Biólogos trabalham com esperma que brilha no escuro para compreender melhor os mecanismos da seleção natural.
Ao alterar geneticamente moscas de fruta para que a cabeça de seus espermatozóides seja fluorescente, pesquisadores conseguem visualizar eventos antes impossíveis de serem vistos.
Ao tornar verde ou vermelho o material, Mollie Manier, John Belote e Scott Pitnick, da Universidade Syracuse, conseguiram ver o que ocorre entre a inseminação e a fertilização. Observando em detalhes o que acontece com esperma vivo dentro da fêmea eles podem determinar quais mecanismos agem na seleção chamada pós-copulativa.
Na natureza, a promiscuidade é muito comum e as fêmeas frequentemente copulam com mais de um macho no mesmo dia. Sempre que isso acontece há uma competição entre os diferentes espermas dentro do corpo na fêmea para ver quem fertilizará o óvulo. A seleção pós-cópula é, portanto, um mecanismo poderoso de mudanças evolutivas – afinal, é dessa disputa que sairá o espermatozóide que passará adiante suas características genéticas.
No caso da mosca da fruta (Drosophila melanogaster) há um detalhe que torna ainda mais interessante o estudo: as fêmeas possuem uma espermateca, um receptáculo que armazena os espermas antes de serem liberados ao encontro do óvulo.
Com os espermas que brilham no escuro os cientistas puderam, finalmente, diferenciar o sêmen de diferentes machos e observar seu comportamento dentro do corpo da fêmea.
O primeiro objetivo era desvendar o mecanismo por trás da competição de espermas e, quantificando os movimentos e destino dos espermatozóides de diferentes machos foi possível compreender melhor os mecanismos de seleção.
O estudo foi publicado na revista Science.
Fonte: INFO
Ao alterar geneticamente moscas de fruta para que a cabeça de seus espermatozóides seja fluorescente, pesquisadores conseguem visualizar eventos antes impossíveis de serem vistos.
Ao tornar verde ou vermelho o material, Mollie Manier, John Belote e Scott Pitnick, da Universidade Syracuse, conseguiram ver o que ocorre entre a inseminação e a fertilização. Observando em detalhes o que acontece com esperma vivo dentro da fêmea eles podem determinar quais mecanismos agem na seleção chamada pós-copulativa.
Na natureza, a promiscuidade é muito comum e as fêmeas frequentemente copulam com mais de um macho no mesmo dia. Sempre que isso acontece há uma competição entre os diferentes espermas dentro do corpo na fêmea para ver quem fertilizará o óvulo. A seleção pós-cópula é, portanto, um mecanismo poderoso de mudanças evolutivas – afinal, é dessa disputa que sairá o espermatozóide que passará adiante suas características genéticas.
No caso da mosca da fruta (Drosophila melanogaster) há um detalhe que torna ainda mais interessante o estudo: as fêmeas possuem uma espermateca, um receptáculo que armazena os espermas antes de serem liberados ao encontro do óvulo.
Com os espermas que brilham no escuro os cientistas puderam, finalmente, diferenciar o sêmen de diferentes machos e observar seu comportamento dentro do corpo da fêmea.
O primeiro objetivo era desvendar o mecanismo por trás da competição de espermas e, quantificando os movimentos e destino dos espermatozóides de diferentes machos foi possível compreender melhor os mecanismos de seleção.
O estudo foi publicado na revista Science.
Fonte: INFO
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